Ato de adoração - Um amor que afeta nossas ações
Eu pensava que adoração era um tempo de cantar, tocar instrumentos e erguer minhas mãos ao Senhor. Esse tempo gasto na presença dEle era grandioso. Não posso negar que Ele realmente habitasse nesses louvores. Porém, quando a música terminava e o período de adoração acabava, era hora de ofertar, ouvir a Palavra e viver o resto da semana.
A adoração é a nossa resposta de amor a um Deus, que se fez carne e morreu numa cruz por cada um de nós e se fez Pão para permanecer conosco. Adorar é sentir um amor profundamente dedicado a Jesus. Se amamos alguém, isso afeta nossos pensamentos, nossas ações, e nossos corações. Atos de adoração são uma resposta a esses efeitos. Se nós realmente adoramos reverentemente ao Senhor, isso afeta muito mais que cantarmos ou a forma com que cantamos.
Esse amor enche nossa vida até ao ponto que em que tudo se torna uma expressão desse amor. Podemos adorar ao Senhor com músicas, em dança. Romanos 12:1 ensina-nos que oferecer nossos corpos como sacrifícios vivos, santos e agradáveis a Deus é nosso ato espiritual de adoração.
Nossa vida inteira deve ser um ato de adoração que renda louvor a Ele. E como a Palavra promete: Deus habita em meio aos louvores de Seu povo. Eu estou preparado para Deus habitar continuamente em minha vida. Eu quero esta graça para mim e é isso que busco a cada dia diante do Santíssimo Sacramento na Eucaristia Adorada ou celebrada nas Santas Missas. Eu quero amá-Lo e conhecê-Lo e assim fazê-Lo amado e conhecido pelas pessoas.
Eu preparei este vídeo para você começar a declarar seu amor por Jesus. E também esta música que fala da liberdade daqueles que encontram com o próprio Senhor Jesus, nosso Deus amado.

POR:Enilda Rocha
Fonte:http://blog.cancaonova.com/metanoia/


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:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 12h18
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Evangelho (Mateus 8,28-34)
Naquele tempo, quando Jesus chegou à outra margem do lago, na região dos gadarenos, vieram ao seu encontro dois homens possuídos pelo demônio, saindo dos túmulos. Eram tão violentos, que ninguém podia passar por aquele caminho.
Eles então gritaram: "Que tens a ver conosco, Filho de Deus? Tu vieste aqui para nos atormentar antes do tempo?".
Ora, a certa distância deles, estava pastando uma grande manada de porcos.
Os demônios suplicavam-lhe: "Se nos expulsas, manda-nos para a manada de porcos".
Jesus disse: "Ide". Os demônios saíram, e foram para os porcos. E logo toda a manada atirou-se monte abaixo para dentro do mar, afogando-se nas águas.
Os homens que guardavam os porcos fugiram e, indo até a cidade, contaram tudo, inclusive o caso dos possuídos pelo demônio. Então a cidade toda saiu ao encontro de Jesus. Quando o viram, pediram-lhe que se retirasse da região deles.
Palavra da Salvação.

A Igreja celebra hoje:São Bernardino Realino
Homilia:Jesus cura dois homens dominados por demônios Mt 8,28-34

Fonte:LITURGIA DIÁRIA

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 12h08
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Amar se aprende amando
Se colhêssemos o verbo amar analisando-o somente gramaticalmente, veríamos que se trata, obviamente, de um verbo transitivo direto. Quem ama, ama alguém ou alguma coisa. É, portanto, verbo que exige um objeto, um motivo, uma causa que lhe dê razão e sentido de exis-tência. Não existe sem este complemento, pois, do contrário, estaria fadado à inutilidade. Não somente na frase ou no discurso o verbo amar carece desse algo mais que o justifica. Também na nossa vida e no nosso coração esta verdade é plena de significado, haja vista que, ao con-jugá-lo sem essa razão que lhe dá alicerce, o nosso aprendizado afetivo não existiria. Cristãos zelosos que muitas vezes nos julgamos, somos levados a exercer o nosso amor tendo em vista o objeto essencial da nossa vida: o próprio Cristo ressuscitado, que já na sua cruz havia atesta-do, sob a sua dor e sofrimento, que era a humanidade pecadora e algemada pela maldade o objeto primordial de Sua paixão. Levando-se em conta essa conclusão, ao colocarmos Cristo como meta de nosso amor, estaríamos selando essa obra que, afinal de contas, é a razão de ser de toda a criação operada por Deus. Seria perfeito e lucraríamos o Céu se atingíssemos esse objetivo. No entanto...
Falar de amor, hoje, é de uma facilidade sem tamanho. Virou rima pobre de música, dis-curso barato na azaração dos jovens e desculpa para crimes e barbaridades; enfim, perdeu quase que completamente a excelência dada por Jesus em Sua vida. Depois de milênios que-brando a cabeça ao tentar se abrir em direção aos outros e a Deus, o homem parece ainda in-fantil ao definir o significado pleno do ato de amar na sua existência. E, como o significado exa-to lhe escapa pela sua teimosia em não escutar a Deus que mora em si, ele vai chamando de amor qualquer coisa que se assemelhe a este sentimento, segundo seu juízo ferido e perdido.
É interessante como, na boca de Cristo, a palavra amor ganha um significado intenso e simples. Ele ordena: Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros como Eu vos amei! Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos. Vós sereis meus ami-gos se fizerdes o que vos mando. O que vos mando é que vos ameis uns aos outros! (Jo 14,12-17). Nota-se que é uma exortação, uma necessidade, um pressuposto lógico para se ob-ter a tão desejada salvação. Não há caminhos miraculosos ou misteriosos para se chegar à Graça amor consegue ser, ao mesmo tempo, causa e conseqüência, ação e reação, con-tração e distensão. Para o homem, porém, o amor é o pior dos caminhos, a mais falha, deca-dente e sem-graça das suas aspirações, porque ele não busca atar esse elo com Deus (e, é claro, consigo mesmo). Ele busca ater-se ao seu egoísmo, tentando assim vivenciar uma mu-dança de vida a partir de suas próprias forças, falhas e poucas. Amar torna-se um fardo, um peso, porque é verbo que pede como objeto, além do próprio amante, o amado, que é sua ra-zão de ser...
Segundo Dom Amaury Castanho, (...) é fácil perceber, no conjunto da mensagem do Nazareno, que o Reino de Deus se caracteriza pelo amor e a justiça, a pobreza e a paz, a gra-ça divina, a verdade e a simplicidade. O amor é a substância do Céu. Aliás, o amor é a essên-cia de Deus, e ele torna-se preso a ela quando nos elege como objeto de seu amor, posto que Ele só sabe amar, na infinitude de si. Essa prisão é, para nós, o verdadeiro significado da li-berdade, mas não a buscamos porque nos prendemos ao pecado que há em nós, trazido como herança pela desobediência primeira da humanidade, que quebrou, no início da criação, esse elo com Deus, que é aliança de amor e a própria história da salvação de todos nós.
O ato de amor deve concluir-se com total perfeição, a fim de conseguirmos a eternidade. Exige-se, pois, um sujeito, um verbo e um objeto para que, unidos entre si, perfaçam o sentido da caridade que Cristo legou em Sua Palavra. Um sujeito que, livre e espontaneamente, almeja agir para obter o amor; um verbo que, em si, já expressa esse desejo de buscar o outro para atingir o seu pleno significado; e, por fim, um objeto que deseja receber esse amor para, respei-tada a aliança, devolvê-lo em maior magnitude. O verbo a escolher é o amor. Nós, então, de-vemos ser este sujeito de amor e Deus deve ser objeto da nossa ação, haja vista que Ele, na nossa vida, já conjugou, antes e infinitamente, o verbo amar em nós e na nossa existência...
Os santos souberam escolher o objeto de seu amor e, por isso, gozam do Céu. Entre e-les, destaca-se sua Rainha, Maria, Mãe Santíssima de Jesus, que fez do seu sim sinal claro de sua opção pelo amor maduro e desmedido, impulsionado pela grandeza de Deus que abra-ça sua pequenez (cf. Lc 1,38). Ninguém amou como ela o Verbo Amor de Deus, guardando-o em seu seio e conduzindo-o com sua maternal afeição. Ela soube descobrir o segredo e o mis-tério de amar, fazendo a simples escolha pelo amor, sem grandes ambições e sem se apegar a si mesma e à sua humanidade. De Maria, aprendemos o amor que é ação de Cristo, substância e essência de Deus. Amar na coragem e na ousadia de quem já se sabe objeto especial desse Amor...

Contato com o autor: shbreno@yahoo.com.br
Por Breno Gomes Furtado Alves

FONTE:FORMAÇÕES - COMUNIDADE SHALOM

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:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 11h55
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Evangelho (Mateus 8,23-27)
Naquele tempo, Jesus entrou na barca, e seus discípulos o acompanharam. E eis que houve uma grande tempestade no mar, de modo que a barca estava sendo coberta pelas ondas. Jesus, porém, dormia.
Os discípulos aproximaram-se e o acordaram, dizendo: "Senhor, salva-nos, pois estamos perecendo!"
Jesus respondeu: "Por que tendes tanto medo, homens fracos na fé?" Então, levantando-se, ameaçou os ventos e o mar, e fez-se uma grande calmaria.
Os homens ficaram admirados e diziam: "Quem é este homem, que até os ventos e o mar lhe obedecem?"
Palavra da Salvação.

A Igreja celebra hoje:Santos Processo e Martiniano
Homilia:CONFIANÇA EM DEUS Mt 8,23-27

Fonte:LITURGIA DIÁRIA

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 11h45
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Por que sofremos? -Como enfrentar as situações de dor e sofrimento?
Esta é uma pergunta que atormenta a nossa humanidade. Para Victor Frankl, médico e psiquiatra austríaco, fundador da escola da Logoterapia, o sentido da vida humana pode ser encontrado mediante a realização de alguma coisa, mediante um acolhimento à beleza da natureza ou das artes, por meio das quais a pessoa se realiza e se sente plena. Podemos citar o exemplo de pessoas que enfrentam escaladas a altas montanhas e ao atingir o cume, saboreiam uma sensação de plenitude. E por último, mediante ao enfrentamento de limitações da vida, as quais abrem um incalculável leque possibilidade diante de situações limites, como as doenças.
A questão é que temos a tendência de exagerar o lado positivo ou negativo da vida, pois exageramos o tom do prazer ou do desprazer em nossas vivências. Dependendo do grau de importância que atribuímos a esses aspectos (positivos ou negativos), caímos na reclamação, na murmuração da vida e, muitas vezes, nos tornamos amargos.
O sofrimento, assim como o prazer e a alegria, faz parte da vida. Não podemos fugir das situações de sofrimento, e muito menos impedir que as pessoas que amamos sofram. Portanto, precisamos aprender a aproveitar as situações que nos fazem sofrer da forma mais positiva possível.
Anselm Grun fala no seu livro O céu começa em você o seguinte: Onde está o maior dos meus problemas, ali está também a maior de todas as chances, ali está também meu tesouro. É ali que eu entro em contato com minha verdadeira essência. E é ali que alguma coisa poderá ganhar vida e desabrochar.
Enfrentar ou suportar a dor e o sofrimento é atitude que nos é custosa; não é fácil, requer garra, escolha e perseverança. Enfrentá-los não faz com que saiamos das situações ilesos, sem marcas, mas podemos sair renovados, com um novo sentido para a nossa vida.
Mas como enfrentar as situações de dor e sofrimento? Aí seguem algumas dicas que podem nos ajudar nesses momentos: em primeiro lugar, precisamos encarar essas situações como parte do ciclo da vida e como ciclo, manter a certeza de que elas irão passar. É importante atribuirmos sentido ao sofrimento que enfrentamos para que ele não passe em vão, e assim não caiamos no perigo de perder a oportunidade de crescer como pessoas.
A segunda dica é buscarmos manter um olhar positivo e a confiança de que vamos superar essa adversidade, mudando o que é possível mudar, aceitando aquilo que não pode ser mudado, mas em tudo e sempre mantendo o olhar de esperança.
A terceira dica é fundamental: precisamos manter a nossa fé firme em Deus, buscando no Senhor forças e inspiração, buscando nEle a graça de visualizarmos novas possibilidades diante da situação que enfrentamos. Ao pedirmos essa graça para Deus, precisamos dar outro passo.
A quarta dica é: precisamos nos manter abertos para mudanças, seja de rotina de nossas vidas ou qualquer outra mudança que a situação irá exigir. Por fim, a quinta dica é: não podemos deixar de buscar o apoio das pessoas com as quais convivemos e amamos, familiares, amigos, as pessoas do grupo de oração ou da paróquia da qual participamos, pois esse apoio é fonte de força e perseverança.
Precisamos guardar em nossa mente e em nosso coração que as situações de sofrimento fazem parte da vida, e nelas estão escondidas inúmeras possibilidades, por meio das quais podemos crescer como pessoa, pois como diz Goethe: Não há nenhuma situação que se não possa enobrecer, o que quer que seja realizando ou suportando.

Por:Manuela Melo - psicologia@cancaonova.com

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:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 12h15
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Comunhão com Deus e com os irmãos
Movido pelo Espírito Santo, quem se põe a seguir a Cristo para cumprir a vontade do Pai, vai progressivamente fazendo parte da família de Deus; encaminha-se para a plenitude da vida de comunhão com a Trindade Santa e entra, desde agora, no ambiente divino, que o envolve em sua intimidade: "Se alguém me ama, guardará as minhas palavras e meu Pai o amará e nós viremos a ele e nele habitaremos" (Jo 14,23); criam-se relações de fraternidade entre os que percorrem o mesmo caminho, tornando-se, no mundo, sacramento da presença divina.
A Comunhão Trinitária, fonte e coroamento de tudo, cria a Igreja, que vive desta comunhão, anima a comunidade em que se exprime, através da fraternidade, a realidade que a permeia.
A Igreja é eminentemente comunhão, por ser comunhão da Trindade.
A comunidade cristã é fraternidade, família, imagem, resultado e sinal da Comunhão Trinitária.
Seu irmão,Monsenhor Jonas Abib

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 12h08
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Evangelho (Mateus 8,18-22)
Naquele tempo, vendo uma multidão ao seu redor, Jesus mandou passar para a outra margem do lago.
Então um mestre da Lei aproximou-se e disse: "Mestre, eu te seguirei aonde quer que tu vás".
Jesus lhe respondeu: "As raposas têm suas tocas e as aves dos céus têm seus ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça".
Um outro dos discípulos disse a Jesus: "Senhor, permite-me que primeiro eu vá sepultar meu pai".
Mas Jesus lhe respondeu: "Segue-me, e deixa que os mortos sepultem os seus mortos".
Palavra da Salvação.

Homilia:TU VENS E SEGUE-ME Mt 8,18-22
A Igreja celebra hoje:Solenidade universal dos apóstolos São Pedro e Paulo

Fonte:LITURGIA DIÁRIA

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 12h06
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Senhor, dá-nos a alegria de viver!

'Se me é possível, pois, alguma consolação em Cristo, algum caridoso estímulo, alguma comunhão no Espírito, alguma ternura e compaixão, completai a minha alegria, permanecendo unidos. Tende um mesmo amor, uma só alma e os mesmos pensamentos. Nada façais por espírito de partido ou vanglória, mas que a humildade vos ensine a considerar os outros superiores a vós mesmos. Cada qual tenha em vista não os seus próprios interesses, e sim os dos outros" (Filipenses 2, 1-4).

Gostaria de falar da história dos gansos. Quando essas aves selvagens voam em forma de "V" alcançam uma velocidade 70 vezes maior do que se voassem sozinhos. Quando o ganso que está no ápice do "V" se cansa ele vai para a ponta e outro vai no lugar dele, e assim por diante. Um encorajando o outro na liderança, tudo em harmonia buscando a unidade. Todos eles são amigos e quando um deles, por fraqueza ou por doença, sai do grupo, no mínimo mais um ganso se junta ao grupo para ajudá-lo. Não é lindo?
Isso nos serve como sinal de Deus. Precisamos discernir os sinais do Senhor em nossa vida. A qualquer instante temos que liderar o grupo; com palavras de encorajamento uns aos outros.

Tenha coragem e não fique preocupada, pois nunca ficará sozinha, assim como acontece com os gansos. Os que vêm na frente sempre apanham mais e sofrem, mas quando não agüentam mais, eles têm outro para substituí-los. Como é bom vivermos em família e em comunidade! É importante que vivamos o momento presente.

Tenhamos cuidado os pessimistas exagerados, essas pessoas que reclamam de tudo. Se está quente ou se está frio, se vai chover ou está sol, se estão cansado ou não, reclamam. Essas pessoas acham tão difícil a vida, que acabam nos confundindo, pois não enxergam os benefícios que há nela. Toda pessoa negativa, o final dela é o que ela desejou: se está falando da doença, antes de acontecer, vai ficar doente; se só fala que está frio, em pouco tempo, já está sentindo frio; e assim por diante. É por essa razão que o pessimismo mata, uma pessoa negativa é destruidora de qualquer convívio, pois nada está bom para ela.

Rezemos: Senhor, dá-nos a alegria de viver! Tende um mesmo amor, uma só alma e os mesmos pensamentos nos exorta a Palavra. Vivamos em comunhão no Espírito, completando a alegria de Deus e nos deixando guiar pelo mesmo propósito em harmonia, como os gansos em "V".
Precisamos ser otimistas em Jesus! Vivendo só pensando o bem, tranqüilos, lógico com altos e baixos, como todo mundo, mas olhando sempre o lado bom.
O otimista encara toda dificuldade como um desafio. Eu deixo sempre para lá as coisas que não me farão bem. A nossa campanha está muito baixa, mas na família dos gansos, hoje, sou líder, e amanhã pode ser você. Eu acredito que vai haver uma reação e vamos fechar esta campanha! Não paro nos problemas. Você também não pode parar neles. Encare-os como desafio e não como desânimo.

Deus abençoe a todos!
Adaptado do texto de Wellington Jardim (Eto) - Administrador da Fundação João Paulo II

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Por que tenho medo de lhe dizer quem sou? - Caminhamos juntos porém nem sempre nos conhecemos, por que?
Respeitar e conhecer a pessoa amada - Respeito implica ausência de exploração
Namoro é construção - Para construir um sólido namoro é preciso cultivar uma nova história
O Senhor quer entrar em sua casa - Monsenhor Jonas Abib
Solidão! você mesmo posso resolver isso? - Ricardo Sá

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 12h05
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Lastimável - Máquinas de Camisinhas nas Escolas Públicas
O Ministério da Saúde já está inaugurando as primeiras 400 "máquinas de camisinha", nas escolas públicas, segundo o anúncio do Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, durante o 7º Congresso Brasileiro de Prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e Aids, em Florianópolis (SC). O encontro foi promovido pelo Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde.
A Igreja não concorda em hipótese alguma com esta medida imoral e inócua. E os nossos Bispos, bem como o Papa, já se manifestaram muitas vezes contra o uso e a distribuição de "camisinhas" para os jovens, por se tratar de um procedimento imoral e que fomenta o uso irresponsável do sexo, deseduca o jovem e faz aumentar ainda mais a contaminação pela AIDS e também há o aumento do número de meninas grávidas, como mostram alguns especialistas.
É uma tristeza e uma vergonha que se estimule, mesmo que indiretamente, os nossos filhos à promiscuidade sexual. O jovem cristão jamais deverá usar uma camisinha pelos seguintes motivos:
1- A vida sexual deve ser vivida apenas no casamento de um homem com uma mulher (cf. Gen 2, 24) unidos em matrimônio. Fora disso, a vida sexual é pecaminosa (fornicação ou adultério);
2- O ato sexual entre os casais deve sempre estar aberto à vida, e não ser impedido por meios artificiais, como a camisinha. Seu uso é imoral em qualquer situação;
3- Está mais que comprovado que a camisinha não proporciona o tal sexo seguro; muitos pesquisadores afirmam que o vírus da AIDS, por ser cerca de 500 vezes menor que um espermatozóide, pode passar através do látex da camisinha, especialmente quando há problema de vencimento do prazo, má conservação, más fabricações, etc.

Uganda é o único país da África que conseguiu até hoje baixar consideravelmente o número de contaminados pelo vírus da AIDS com uma campanha de fidelidade conjugal e de abstinência sexual antes do casamento. A castidade mostrou os seus frutos. A contaminação caiu de 26% para 6%. Por outro lado, a África do Sul, está com 30% da população contaminada, mesmo com o derramamento de milhões de camisinhas sobre a população.
O Papa João Paulo II assim se expressou sobre a "camisinha": "Além de que o uso de preservativos não é 100% seguro, liberar o seu uso convida a um comportamento sexual incompatível com a dignidade humana... O uso da chamada camisinha acaba estimulando, queiramos ou não, uma prática desenfreada do sexo ... O preservativo oferece uma falsa idéia de segurança e não preserva o fundamental" (Pergunte ao Papa, Augusto Silberstein, Legnar Informática e Editora Ltda, SP, pg. 57).
O filósofo francês, católico, Paul Claudel disse certa vez que: "A juventude não foi feita para o prazer, mas para o desafio". Se você quer um dia construir uma família sólida, um casamento estável e uma felicidade duradoura, então precisa plantar hoje, para colher amanhã. Ninguém colhe se não semear. Na Carta aos Gálatas, São Paulo diz: De Deus não se zomba. O que o homem semeia, isto mesmo colherá" (Gl 6,7).
A gravidade do pecado da impureza é que mancha o Corpo de Cristo. "Ora, vós sois o corpo de Cristo e cada um de sua parte, é um dos seus membros" (1Cor 12,27), diz São Paulo, "... assim nós, embora sejamos muitos, formamos um só corpo em Cristo, e cada um de nós somos membros uns dos outros" (Rom 12,5).

Já é hora de voltarmos a falar aos jovens, corajosamente, sobre a importância da castidade e da virgindade. A família cristã, diante deste mundo paganizado, é chamada a dar testemunho dessas verdades. Também sobre a homossexualidade, os pais têm o dever de ensinar os filhos o que a Igreja ensina. Muitos pais já estão sendo levados a ser "tolerantes" com o pecado de seus filhos. Isso fere a moral católica e a lei de Deus. Vale a pena recordar as sérias advertências de São Paulo:

"Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo que habita em vós, o qual recebestes de Deus, e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis? Porque fostes comprados por um grande preço" (1 Cor 6,19).

"O corpo, porém não é para a impureza, mas para o Senhor e o Senhor para o Corpo: Deus que ressuscitou o Senhor, também nos ressuscitará a nós pelo seu poder" (1 Cor 6,13).

"Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo" (1 Cor 6,20).

"Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá. Porque o templo de Deus é sagrado - e isto sois vós (1 Cor 3,16-17).

Mahatma Gandhi, que libertou a Índia, e que não era cristão, mas amava Jesus, disse essas belas palavras:
"A castidade não é uma cultura de estufa... A castidade é uma das maiores disciplinas, sem a qual a mente não pode alcançar a firmeza necessária". "A vida sem castidade parece-me vazia e animalesca". "Um homem entregue aos prazeres perde o seu vigor, torna-se efeminado e vive cheio de medo. A mente daquele que segue as paixões baixas é incapaz de qualquer grande esforço" (Tomás Tochi, "Gandhi, mensagem para hoje", Ed. Mundo 3, SP, pp. 105ss, 1974).

Os homens e mulheres que mais contribuíram para o progresso do ser humano e do mundo foram aqueles que souberam dominar as suas paixões, e, sobretudo, viver a castidade. Fico impressionado ao observar como têm vida longa, por exemplo, a maioria dos nossos bispos católicos, e tantos sacerdotes que sempre guardaram com carinho a castidade. Se ela fosse prejudicial à saúde, não teríamos tantos bispos, padres e freiras, tão idosos, felizes e equilibrados.

Santo Agostinho dizia: "Se queres ser feliz, sê casto".

O Estado é laico, mas o povo brasileiro é católico em sua maioria. Isso é comprovado pelo Instituto de Pesquisa do próprio governo, o IBGE. Então esse bom povo católico tem o direito de que os seus filhos recebam uma educação pública de acordo com os seus bons costumes, que moldaram a nossa civilização, sem imoralidades. Por isso, é dever e direito dos pais protestarem ordenadamente contra esse absurdo implantado em nossas escolas. Se não o fizerem, seus filhos serão moldados pela mentalidade neopagã que domina cada vez mais a sociedade e o Estado.

Por: Professor Felipe Aquino

Mais esclarecimentos sobre o uso da camisinha

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 11h56
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'Estai sempre alegres; orai sem cessar'
"Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei" (Jo 14,14).
Hoje é sexta-feira, dia de penitência, vamos nos dedicar à oração. Todos os momentos de seu dias precisam ser preenchidos com a oração e o louvor. Tendo o Senhor em todos os seus pensamentos: quando estiver falando com alguém, estudando, fazendo as tarefas diárias, subindo de elevador, caminhando.... Será que é difícil? Com certeza não.
Faça do seu dia um dia totalmente mergulhado no Senhor, oferecendo tudo o que você fizer a Ele e tentando não se esquecer d'Ele em nenhuma de suas atividades.
Deus não lhe pede nada mais que isso, simplesmente que você viva cada momento para Ele, fazendo tudo sempre da melhor forma. Assim quando o seu dia se tornar curto para fazer tantas coisas, o Senhor multiplicará o seu tempo, tornando-o muito mais feliz, cheio de paz no coração e proveitoso.
E tudo com a santa alegria: "Estai sempre alegres; orai sem cessar" (I Ts 5,16s).
O que importa é que você tenha sempre um coração agradecido diante de todas as situações.
Não se esqueça de que, no tempo mais conveniente e, com a sua confiança, será atendido. Sua oração o tornará uma pessoa mais confiante e abandonada em Deus.
Reze... Reze... Reze sem desanimar! Quando você reza, seu coração se entrega a Deus.
Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 11h51
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Evangelho (Mateus 8,1-4)
Tendo Jesus descido do monte, numerosas multidões o seguiam.
Eis que um leproso se aproximou e se ajoelhou diante dele, dizendo: "Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar".
Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: "Eu quero, fica limpo".
No mesmo instante, o homem ficou curado da lepra.
Então Jesus lhe disse: "Olha, não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote, e faze a oferta que Moisés ordenou, para servir de testemunho para eles".
Palavra da Salvação.

Homilia:JESUS SE QUSERES PODES CURAR-ME Mt 8,1-4
A Igreja celebra hoje:Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Fonte:LITURGIA DIÁRIA

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 11h44
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Porque temos símbolos na Igreja?
Por Vinícius Ferreira Afonso

Em todas as esferas da sociedade, podemos observar a existência dos símbolos: a bandeira nacional é o emblema mais representativo de uma nação; o semáforo verde indica passagem livre para os automóveis; uma coroa, logo à primeira vista, já remete nosso pensamento à figura de um rei ou rainha.
Os símbolos são representações, alegorias que têm por objetivo exprimir um conceito de maneira clara e fácil. Por exemplo, basta observarmos na rua uma placa onde se vê uma seta vertical, e imediatamente sabemos que ela indica a possibilidade de se continuar o trajeto; nos tempos antigos, em alto mar, era só avistar o desenho de um crânio ao fundo de uma flâmula negra, para estremecerem os tripulantes de qualquer navio.
Tudo isso nos mostra que o ser humano necessita de símbolos para expressar e entender mais facilmente uma mensagem ou idéia. Estes símbolos estão presentes em nossa vida de uma maneira tão acentuada, que muitas vezes sequer nos damos conta: mostramos afeto a alguém que queremos bem por meio de um abraço; acenamos quando queremos saudar uma pessoa do outro lado da rua; a própria língua que falamos não é senão um meio de abstrairmos com palavras os fatos concretos que desejamos exprimir. A simbologia é, portanto, própria da natureza humana.
A Sagrada Escritura é repleta de símbolos: no Antigo Testamento, havia uma série de rituais utilizados para estabelecer aliança entre Deus e os homens, compostos de vários atos a serem praticados pelos judeus, com a finalidade de lembrar sua condição pecadora e servil e de recordar continuamente a misericórdia benigna do Senhor.
O mais importante dos símbolos no Antigo Testamento era o sacrifício, no qual um animal era imolado pelo sacerdote para a remissão dos pecados do povo (Lv I, 2-9). Por meio da simbologia do holocausto, podia-se entender melhor a idéia de que toda injúria necessita de uma reparação, após a qual o perdão é concedido, expresso pela aspersão do sangue da vítima sacrificada, símbolo de purificação. Os sacrifícios antigos, por sua vez, são uma prefiguração do Sacrifício Redentor de Cristo pela salvação do gênero humano. No lugar de animais, o próprio Cordeiro de Deus se imola em penhor da vida eterna.
No Novo Testamento, também estão presentes inúmeras figuras simbólicas: o Lava-pés (Jo XIII, 4-17), por meio do qual Nosso Senhor ensina sobre a humildade e o serviço; o Batismo (Mt III, 13-17), cujas águas límpidas fazem lembrar a purificação da mancha do pecado original. O próprio Jesus se definiu como a Videira verdadeira (Jo XV, 1) e a Porta (Jo X, 9).
A Liturgia, conjunto dos elementos que compõem o mais precioso ato de louvor a Deus, é formada em grande parte de símbolos que nos ajudam a compreender melhor a realidade ensinada pela Igreja. Poderíamos dizer que os símbolos na Liturgia são a linguagem mais simples e direta que usamos para nos remetermos a Deus. Eles concretizam nosso ato de louvor e súplica.
Assim se explica a grandiosa diversidade de ritos, breviários, paramentos, objetos litúrgicos e recursos artísticos existentes na Igreja. Cada um deles possui um significado e nos leva a entender com mais facilidade os mistérios divinos.
O sacerdote celebra de frente para o sacrário porque é o líder dos fiéis que lhe foram confiados, e juntos, na mesma direção, pastor e rebanho caminham ao encontro da salvação; quando o vemos celebrar vestido em sua bela casula, imaginamos que ele se revestiu inteiramente de Cristo, inclusive agindo em sua pessoa enquanto a Hóstia santa e imaculada pende sobre o altar.
As melodias gregorianas, cantadas em tom uníssono, nos recordam a unidade da Igreja e de sua doutrina ímpar; a polifonia sacra, com suas complexas construções harmônicas, contrapontos e cânones, simboliza a grande majestade e onipotência de Deus.
Observando as abóbadas de uma catedral, seus belos vitrais, adornos e imagens sacras em plena sintonia de formas e conjuntos, podemos ter uma idéia da perfeição incomparável do Criador e do equilíbrio com o qual ele arquitetou o Universo.
Existe uma forte tendência a ficarmos apenas com o lado mais superficial dos símbolos ou atribuirmos a eles estereótipos que não correspondem a seu verdadeiro significado. É muito comum encontrarmos pessoas que vêem em um terço ou escapulário um mero amuleto capaz de lhes trazer sorte, em vez de enxergar neles sacramentais da Igreja, cuja função é elevar-nos espiritualmente e lembrar-nos da necessidade de continuamente permanecer na graça divina.
Há quem veja o uso do véu pelas mulheres na missa como um ato de submissão ou inferioridade, esquecendo que ele acima de tudo significa recolhimento, temor a Deus e mais devoção à celebração do Santo Sacrifício; há quem ache que o latim é um fator que exclui os pobres e ignorantes da participação na missa, e não o vêem como um reforço à unidade da Igreja e à sacralidade exigida para a celebração.
Se entendidos em seu significado mais elementar, os símbolos podem facilmente ser interpretados como desnecessários ou supersticiosos. Esvazia-se todo o seu sentido mais profundo e daí surge o menosprezo por seu uso. Seus entusiastas, então, passam a ser chamados de saudosistas ou retrógrados.
Para concluir, os símbolos não existem para prejudicar nossa visão de Deus, da Liturgia e da Doutrina cristã, mas tão somente para esclarecer e aproximar conceitos que, se expostos de maneira essencialmente abstrata, poderiam resultar em grande dificuldade de serem compreendidos adequadamente.
Deixemos de lado o preconceito e a mentalidade simplista, e abracemos este grande tesouro que a Santa Igreja nos oferece ao longo dos séculos, ao mesmo tempo tão simples e sublime, cujo único intento sempre foi a santificação do povo cristão.

Fonte:Veritatis Splendor

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:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 09h35
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Nossa sexualidade não pode ser profanada!
A paternidade e a maternidade são coisas sagradas e santas. Por isso não pode haver infidelidade nem adultério entre o casal. Não pode haver profanação do matrimônio realizado em Deus.
Para arrasar com seu casamento, o inimigo de Deus quer arrastar você para a infidelidade. Ele o arrasta para a vaidade de se sentir capaz de seduzir e conquistar alguém. Mas é preciso ter olhar espiritual e enxergar que é o maligno quem quer acabar com você e com seu casamento, seja você homem ou mulher.
Deus nos deu a sexualidade não para ser profanada. Assim como nenhum de nós é louco de usar seringas contaminadas, também não podemos ser loucos de permitir que o inimigo profane um dom tão precioso como a nossa sexualidade. Se você entrou nessa, precisa fazer logo uma boa confissão e começar a viver uma vida de castidade. Só através da Santíssima Eucaristia, comungando freqüentemente e adorando Jesus no Santíssimo Sacramento é que conseguiremos força para prosseguir numa vida de santidade.
Ou santos ou nada!
Seu irmão,Monsenhor Jonas Abib

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 09h22
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Evangelho (Mateus 7,21-29)
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: "Nem todo aquele que me diz: 'Senhor, Senhor', entrará no Reino dos Céus, mas o que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus.Naquele dia, muitos vão me dizer: 'Senhor, Senhor, não foi em teu nome que profetizamos? Não foi em teu nome que expulsamos demônios? E não foi em teu nome que fizemos muitos milagres?'
Então eu lhes direi publicamente: Jamais vos conheci. Afastai-vos de mim, vós que praticais o mal.
Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as põe em prática, é como um homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos deram contra a casa, mas a casa não caiu, porque estava construída sobre a rocha.
Por outro lado, quem ouve estas minhas palavras e não as põe em prática, é como um homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos sopraram e deram contra a casa, e a casa caiu, e sua ruína foi completa!" Quando Jesus acabou de dizer estas palavras, as multidões ficaram admiradas com seu ensinamento.
De fato, ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os mestres da lei.
Palavra da Salvação.

Homilia:QUEM ENTRA NO REINO DO CÉU
A Igreja celebra hoje: São Vigílio

Fonte:LITURGIA DIÁRIA

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 09h17
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Morador de rua passa em concurso do Banco do Brasil
Dormindo há 12 anos na rua, um homem passava os dias estudando sozinho e acabou passando no concurso

Hoje, Ubirajara Gomes da Silva deve começar a fazer os testes exigidos para ser contratado como escriturário pelo Banco do Brasil. São testes de saúde e uma entrevista que funciona como teste psicológico. Nele, Ubirajara terá que contar a sua vida. Até a madrugada de ontem, ele não sabia que história contaria. Tinha medo de contar a verdade. Uma verdade que ele mesmo considera inacreditável.
Há um ano, Ubirajara foi aprovado no concurso do Banco do Brasil. Ficou na 136ª colocação no Recife. Eram mais de 19 mil candidatos. Na última semana, finalmente, foi convocado para assumir o cargo. Porém, Ubirajara sequer tinha um documento. Nem a certidão de nascimento. Este homem praticamente não existia para a sociedade. Ele mesmo se sentia invisível, talvez até irreal. Isso explica porque durante a entrevista para esta reportagem, Ubiarajara perguntou várias vezes que impressão estava causando. O que será que as pessoas vão pensar de mim?, questinava, com a insegurança de quem está se sentindo real pela primeira vez na vida.

A mentira
Ubirajara nunca conheceu seus pais. Foi abandonado dias depois do seu nascimento e cresceu em um orfanato. Lá, dormia com dezenas de outras crianças com histórias parecidas com a sua. Com sonhos iguais aos seus. Esperavam pelo milagre da adoção, talvez pelo arrependimento dos pais; por dias melhores. Até crescerem. Até descobrirem que esses tais dias melhores não viriam. Aos 18 anos era hora de deixar o orfanato e tentar a vida nas ruas. Na rua por onde todos passam, Ubirajara ficou. Uma história que se repete pelas esquinas, pelos bancos de praça, pelos viadutos de qualquer grande cidade. Uma história que - dentro da realidade social do país - poderia ser até considerada comum. Poderia,se não fosse a história de Ubirajara. Poderia, se fosse verdade.

A esquina
00h10. O jogo da seleção brasileira acabara havia poucos minutos e o fluxo de carros era um pouco maior do que o habitual paraum início de madrugada em uma das esquinas mais nobres do Recife, entre as rua das Pernambucanas e da Amizade, no bairro das Graças. Naquele horário, o único movimento era o dos carros. Dificilmente passaria alguém caminhando pela calçada. E era justamente por isso que Ubirajara estava ali. Naquela esquina, ele passaria a noite. Dormiria. Era o seu endereço. Sua casa. Há 12 anos, ele vive na rua. Era uma criança de 15 anos, perdida. Hoje é um homem de 27 que, finalmente, parece ter encontrado os tais dias melhores.
Sentando no pequeno batente de uma farmácia que fica fechada entre as 22h e às 6h30, ele começa a contar a sua vida. Minha história é inacreditável, adianta. Com razão. É tão inacreditável que ele costuma mentir sobre sua origem. Prefere contar para as pessoas a versão que abriu essa reportagem. O drama comum do menino abandonado que cresceu em um orfanato. Conto isso porque sei que é uma versão mais fácil de ser aceita, confessa Ubiaraja.
Por quase duas horas, ele continuaria contando a sua verdadeira história. Uma espécie de conto de fadas moderno. Aparentemente uma das muitas histórias sobre a miséria de um país e as suas conseqüências trágicas na vida de uma pessoa, na desestruturação de famílias, nas distorções das formas de relacionamento.

O pedaço de papel
Um rato passou a alguns metros e logo desapareceu. Dois meninos vieram pela calçada com garrafas de cola em uma mão e um pedaço de madeira afiado em outra. Sumiram no escuro. A chuva começou a cair. Ubirajara encolheu as pernas e protegeu sua pasta entupida de papéis e suas duas sacolas de plástico. Numa delas, um pouco de comida. Na outra, alguns itens de higiene pessoal. Ele não tem sequer uma escova de dentes. Da pasta, tira um pedaço de papel com marcas de dobras. No alto da página branca, a marca do Banco do Brasil. Um pouco abaixo, o nome completo de Ubirajara e alguns números. Um deles era 136. A quele morador de rua encolhido no batente de uma farmácia havia sido o 136º colocado no concurso do Banco do Brasil.

A família
Quem diria que aquele retardado seria funcionário do Banco do Brasil?, pergunta Ubirajara, em tom de orgulho. Realmente, ninguém jamais diria que um jovem que viveu 12 anos na rua conseguisse ser aprovado em um concurso público tão disputado. Concursos que se tornaram uma espécie de projeto de futuro para parte significativa da sociedade - alimentando uma verdadeira indústria de cursos preparatórios. Mas o quem diria de Ubirajara, na verdade, não era uma pergunta. Era uma resposta para alguns dos seus familiares. Pessoas que sumiram da sua vida desde o dia em que ele resolveu sair de casa. Essa é a parte da minha história que eu queria esquecer.
00h40. Ubirajara está chorando. Pela primeira e única vez naquela madrugada. O que eu realmente queria era ter tido minha mãe perto, diz enquanto passa a mão nos olhos vermelhos. O desabafo aconteceu enquanto ele contava a sua infância. Filho de uma garçonete com um PM exonerado, foi deixado de lado pelos dois. Mas não totalmente abandonado - como na história queescolheu contar. Na verdade, o menino foi criado na casa da sua avó materna, junto com mais quatro irmãos, em Paulista. Tinha uma condição de vida precária, mas digna. Pobre, não miserável. Quando as pessoas sabem que eu tenho pai e mãe ficam revoltadas comigo por eu estar na rua. Me culpam. Ficam me julgando como se eu fosse um maluco ou um rebelde. Como se eu tivesse escolhido isso. Mas não é uma escolha. Você acha que eu não queria estar em uma cama agora?

As primeiras noites na rua
Ubirajara relata constantes agressões físicas e psicológicas que sofria na casa da avó. De lá veio o termo retardado, que ele não esquece. Aos 15 anos, costumava fugir de casa. Aos poucos, as fugas eram cada vez mais longas. Cada vez mais sem rumo. Longe de casa, sem dinheiro, começou a dormir pelos cantos. Primeiro, na Avenida Guararapes. Depois, na rampa do Hospital da Restauração. Ele resume essas noites em dois sentimentos: medo e solidão. Sentimentos que parecem capazes de resumir as piores noites da vida de qualquer pessoa. No caso dele, não eram as piores. Eram todas.

A virada
Ubirajara estava na 6ª série quando saiu de casa. E, nos primeiros anos sem teto, o seu único objetivo era sobreviver. E não há exagero ou qualquer tom heróico nessa afirmação. A vida na rua tem suas regras. Suas leis. O cotidiano das calçadas não permite escolhas. Não permite pudores. Nem princípios. Não podemos esquecer que esta é, antes de mais nada, a história de um morador de rua. E, nesse ponto, por muito tempo, Ubirajara foi só mais um.
Um dos que pediam esmola, um dos que não cortavam o cabelo, dos que vestiam trapos, dos que sentiam fome, dos que precisavam fazer qualquer coisa para comer (neste caso, não se faz necessário detalhar o qualquer coisa). Violentado de todas as formas. Noites de culpa. Noites de dor.
Em 2001, o garoto decidiu voltar a estudar. Foi quando iniciou a reaproximação com os livros, as revistas e os jornais: Tudo que parava na minha mão, eu sempre lia. Acho que esse foi o meu grande diferencial inclusive nos concursos. Estudando nas ruas, Ubirajara passou nas duas provas de supletivo e recebeu o diploma do ensino médio. Ainda assim, continuou freqüentando os colégios. Continua, aliás. Por um só motivo: as merendas.

Preguiçoso?
A reaproximação com os pais ou com a avó nunca aconteceu. Ubirajara manteve contato apenas com os irmãos. Todos tiveram uma vida mais digna. Casaram, formaram família, conseguiram emprego. Em mais de uma década de rua, Ubirajara se acostumou a ser chamado de preguiçoso e de teimoso. Minha teimosia é que fez com que eu não desistisse dos meus sonhos. Por mais que todo mundo me criticasse, eu continuei fazendo aquilo que eu acreditava, resume.
No ponto de táxi do Mercado da Madalena, onde Ubirajara morou por um bom tempo, os taxistas o definem como um rapaz honesto, que vivia estudando, não gostava de trabalhar e tinha um jeito de abestalhado. Os dias de Ubirajara se resumiam a estudar. Às vezes, nas praças. Às vezes, em bibliotecas públicas. Não tinha todos os livros, aí ia para a biblioteca, fazia rascunhos, copiava tudo e levava comigo esses papéis para todos os cantos, conta. Ainda leva, na verdade. A tal pasta dele é repleta de anotações. Todos os tipos. Desde a sua mínima contabilidade (vive com algo entre R$ 2 R$ 5 por dia) até um projeto completo para abrir um negócio próprio. Quero ser nanoempresário. Menor do que micro, diverte-se.

O futuro
A prova do concurso para escriturário do Banco do Brasil tinha 150 questões. Ubirajara acertou 116. Foi o quinto concurso que fez. Havia passado em outros quatro, mas nunca havia sido chamado. No início da semana passada, soube da convocação pela internet - onde vive quase que uma vida paralela. Tem perfil no Ortkut e participa de dezenas de fóruns habitados pelos concurseiros. É conhecido nesse meio pelo apelido de Maior Abandonado. Usa uma foto de Charles Chaplin. Sou viciado. Procuro sempre lugares que tenham computadores públicos. Na internet, as diferenças diminuem, não me sinto distante de ninguém, conta, fazendouma analogia com a sua invisibilidade como morador de rua. Estou aqui nessa esquina todas as noites? Ninguém vem aqui falar comigo. Você veio para me entrevistar. Mas você já tinha sequer me visto aqui?, questiona. A resposta, constrangida, foi não.
E foi na internet, em um fórum de discussão para concurseiros, que Ubirajara resolveu expor um drama que vinha lhe consumindo em silêncio desde o dia que soube da convocação. Tinha uma dívida de quase R$ 8 mil por empréstimos que fez há anos. E a regra em órgãos públicos é clara: para a contratação ser efetivada, o candidato não pode ter o nome no SPC ou Serasa. Bastou o relato triste para estimular uma verdadeira corrente de ajuda. Uma mobilização virtual que não demoraria para se tornar real. Um amigo que fez na internet se dispôs a pagar parte da sua dívida. Algo em torno de R$ 3 mil. O restante, o próprio Ubirajara pagará em 60 meses com o seu salário (R$ 954, mas que somando outros benefícios pode chegar quase a R$2.000). Dinheiro suficiente para revolucionar sua vida. Para que os seus sonhos, pela primeira vez, possam ser chamados de planos.
Minha vida é como a música de Cazuza: Dias sim, dias não Vou sobrevivendo sem um arranhão. Da caridade de quem me detesta.

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 09h27
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O mundo tem medo das palavras de Jesus
Olhando para o Evangelho deste tempo, a liturgia nos apresenta o de São Mateus: são normas, leis e vida para se entrar no Reino de Deus. Nós sabemos que Jesus não tem meio-termo: Seja o vosso sim, sim e o vosso não, não (cf. Mt 5,37).
Muitos interpretam a Palavra do Senhor de qualquer jeito, mas Ele é firme, radical e sem meio-termo. Para se entrar no Reino de Deus precisamos viver o Evangelho na sua profundidade e moldar nossa vida de acordo com a vida de Jesus.
O único Evangelho é o Evangelho do Reino de Deus. Jesus é o Rei, o Senhor, a autoridade máxima. Jesus é e está no centro do Evangelho. O Evangelho do Reino é Cristocêntrico. Em contraposição temos visto um evangelho cujo centro é o homem, um evangelho para o homem, um evangelho humano, antropocêntrico. Torna-se assim, um tipo de propaganda, de oferta tentadora, na qual se faz abatimento e se abrem facilitações para o freguês. Levam um evangelho de múltiplas vantagens para quem o aceitar afirma monsenhor Jonas Abib.
Hoje, o mundo tem medo das palavras de Jesus porque elas incomodam, trazem luz às trevas, denunciam e libertam. O povo quer um Evangelho fácil, querem que as palavras de Jesus se adaptem àquilo que vivem e não querem se adaptar ao Evangelho. Muitos estão vivendo a impureza, deixando-se ser moldados pelas paixões e pelos prazeres sexuais, alegando que hoje não têm como viver a pureza, e que todos somos fracos. Mas o Senhor nos fala que bem-aventurados são os puros de coração, porque verão a Deus! Outros querem viver a ganância porque a vida fácil é melhor, querem seres ricos, não querem sofrer, não têm misericórdia para com seu semelhante e querem viver a lei do olho por olho, dente por dente, e o Senhor fala: Bem-aventurados os que têm um coração de pobre... Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia!... Não julgueis, e não sereis julgados...
Ficam dizendo que não é tudo isso que Jesus quis dizer e que Ele não era tão radical como pregam por aí, como a Igreja fala e os cristãos querem viver. No entanto, nós não podemos viver um Evangelho de meia medida!
Querem ouvir somente que Deus é amor e misericórdia, mas não querem se converter. O amor e a misericórdia não estão separados e a conversão é uma busca radical pelo Senhor. A noção de conversão é expressa de maneira muito concreta por meio do verbo "voltar", ou seja, "voltar atrás", voltar para o Senhor com todo o coração, retomar o caminho das suas veredas. Porém, a conversão se dá numa vida de busca do Senhor, de renúncias das coisas que levam ao pecado, na vivência do Evangelho. Jesus precisa passar a ser o centro das nossas vidas!
Claro que todos nós continuamente estamos em processo de conversão, isto é, dessa volta para o Senhor. Precisamos dizer que não queremos outra vida a não ser seguir a voz do Senhor, fazer a vontade dele mesmo que venhamos a ser criticados, perseguidos, pois a vida é garantida para quem busca o Senhor Deus como o coração em uma vida nova.
Queremos uma vida diferente daquela que antes vivíamos. É uma adesão radical por Jesus, uma mudança de comportamento, de falar, de agir; esse é o processo de conversão pelo qual precisamos passar. Mas ninguém muda da noite para o dia, passa também pela paciência, pelo recomeçar todos os dias, pela mudança diária, e principalmente, pela vida de oração e pela busca do Senhor e abandono da vida velha.
Efetivamente, a nossa fé não é uma ideologia, mas a adesão ao Nosso Senhor Jesus Cristo. É o próprio Senhor que o declara: "Convertei-vos a mim!". E o profeta Joel explica e justifica esse convite: "Convertei-vos ao Senhor, vosso Deus, porque Ele é clemente e compassivo", e ele mesmo, por sua vez, compreende e perdoa.
Não podemos ser cristãos que buscam as coisas fáceis e algo como mágica. Estamos numa geração de cristãos que não querem ser radicais no seguimento a Jesus. É difícil viver o Evangelho radical neste mundo; contudo, não podemos desistir. Por isso, estou incentivando você, leitor, a não desistir do nosso Deus, a lutar pela santidade e pela vida autêntica de cristão. Vivamos o Evangelho na sua profundidade e radicalidade.

Por:Padre Reinaldo - padrereinaldo@cancaonova.com
Fonte:FORMAÇÃO DIÁRIA

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:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 09h01
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Na escola dos santos
"Coisa excelente e muito santa é pensar e meditar sobre a Paixão do Senhor, pois por este caminho chegamos à união com Deus. Nesta escola tão santa, aprende-se a verdadeira sabedoria. Foi aí, que todos os santos a estudaram. Quando, pois, a Cruz de Nosso Bom Jesus lançar raízes mais profundas em vosso coração, então cantareis: seja 'Sofrer e não morrer'; seja 'Ou sofrer ou morrer', seja, ainda melhor, 'Nem sofrer nem morrer', apenas a perfeita conversão à vontade de Deus.
O amor é força de união e faz seus os tormentos do Bem, muito amado. Este fogo vai até à medula, converte o que ama no amado. De modo mais profundo, o amor se mistura à dor e a dor ao amor. Há, então, uma mistura de amor e de dor tão estreita que não se pode separar o amor da dor, nem a dor, do amor. Por isto, quem ama, se alegra com sua dor e exulta em seu amor sofredor" (São Paulo da Cruz).
Peçamos ao Senhor a graça de abraçarmos com amor e coragem a nossa cruz de cada dia.
Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 08h52
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Evangelho (Mateus 7,15-20)
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: "Cuidado com os falsos profetas: Eles vêm até vós vestidos com peles de ovelha, mas por dentro são lobos ferozes.
Vós os conhecereis pelos seus frutos. Por acaso se colhem uvas de espinheiros ou figos de urtigas?
Assim, toda árvore boa produz frutos bons, e toda árvore má, produz frutos maus. Uma árvore boa não pode dar frutos maus, nem uma árvore má pode produzir frutos bons. Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e jogada no fogo.
Portanto, pelos seus frutos vós os conhecereis".
Palavra da Salvação.

Homilia:OS FALSOS PROFETAS
A Igreja celebra hoje:São Guilherme

Fonte:LITURGIA DIÁRIA

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 08h40
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Para deixar o homossexualismo - Na luta contra o pecado, Deus vê todos os nossos esforços
Para deixar o homossexualismo será preciso, como ocorre também com os drogados, abandonar as velhas amizades, deixar os ambientes que favorecem a sua prática. As más companhias neste caso são piores que veneno; você terá de deixar os "velhos amigos". Corte-os de sua vida imediatamente.
Nossa Mãe Maria é a Rainha da Pureza e está sempre pronta para o auxiliar nesta luta árdua. Recorra a Ela e se ponha continuamente de baixo de sua proteção materna.
A luta contra as impurezas é da maior importância, não só para cada um de nós, mas principalmente porque cada batizado é membro de Cristo (1Cor 12,27).
É preciso estar ciente de que, quando nos sujamos, sujamos também o Corpo de Cristo; aí está toda a gravidade da luxúria. Cada um de nós é parte do Corpo de Cristo, que é a Igreja; logo, o nosso pecado afeta toda a Igreja.

Lembre-se de algumas coisas:
1. Perdoe a todas as pessoas que você acha que foram culpadas pela sua situação atual. Deus não perdoa a quem não perdoa os outros. Não adianta nada você ficar culpando os seus pais ou seus familiares. Isso não vai ajudá-lo em nada, ao contrário, só atrapalhará. Sabemos que sem perdão, não há cura.
2. Acredite que você pode mudar. Acredite que você não precisa ser homossexual; acredite que você pode ser curado por Deus.
3. Nos momentos de tentação, de solidão e de depressão, não beba; a bebida enfraquecerá a sua vontade e a sua lucidez, e fatalmente isso o levaria a cair. Muitos homossexuais se tornam alcoólatras. Nesta hora será preciso beber de Deus e não do álcool.
4. Renuncie diante de Jesus, sempre que puder, na Eucaristia e diante do Sacrário, ao pecado do homossexualismo, e peça sem cessar e sem desanimar a sua cura.
5. Não volte seu pensamento aos fatos e coisas que você viveu no passado; entregue sua mente e seus pensamentos a Deus; e alimente-os na oração e na meditação da palavra de Deus. Vença a tentação repetindo em voz baixa um versículo da Bíblia:
"O Senhor é meu pastor, nada me faltará!"
"Tudo posso em Jesus Cristo que me dá forças!"

6. Viva um dia de cada vez. Jesus disse que a cada dia basta o seu mal. Isso é, você precisa aprender a viver um dia de cada vez; uma luta a cada dia. O pecado, qualquer que seja ele, só poderá ser vencido se a gente lutar todos os dias contra ele, com força e fé renovadas a cada dia. Não haverá uma vitória definitiva, de modo que você não precise mais lutar. Não. A luta contra o pecado será necessária sempre; se você deixar de lutar, ele o vence.
7. Não se preocupe com o amanhã; quem reza, não pode ter medo do futuro; o mesmo Deus que o guarda, hoje, o protegerá amanhã. Portanto, viva o seu hoje na graça de Deus.
Na luta contra o pecado, Deus vê todos os nossos esforços, até os menores; e não nos abandona.
"Clamou este aflito e o Senhor o ouviu e o livrou de todas as suas tribulações" (Salmo 33,6)

Trecho do livro: Jovem, levanta-te de Professor Felipe Aquino

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:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 09h28
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A acolhida faz a diferença - Precismos aprender a ser uma Igreja acolhedora
"A confiança é um edifício difícil de ser construído, fácil de ser demolido e muito difícil de ser reconstruído" (Augusto Cury). Quando fomos criados, saímos todos empolgados do AMOR (Deus) e partimos em direção a este mundo. Nos braços do Pai, fomos amados e tratados com todo o carinho. Nossa primeira grande decepção ocorreu na chegada. Encontramos pais carregados de marcas hereditárias negativas; e muitos de nós sequer estávamos nos planos deles para iniciar a vida naquele momento. Por inúmeras razões e situações fomos mal recebidos e maltratados desde o momento da concepção. A primeira impressão é a que fica. E a primeira refere-se à acolhida.
Se formos bem atentos nos daremos conta de que o que mais importa numa festa, curso, encontro ou casa é como somos acolhidos. Se o dono da casa ou quem nos convidou para a festa, encontro, reunião, etc., preocupa-se e se interessa por nós. Se ele está preocupado em que não fiquemos sozinhos, se pergunta em que pode nos ajudar e servir. A atenção e cuidado que recebemos é que nos faz sentir bem. Muito além do que nos oferecer algo para comer e beber.
Numa pesquisa científica sobre a importância da comunicação entre as pessoas chegou-se aos seguintes dados:
a. Para 7% delas o que importa são as palavras que são ditas;
b. Para 38% delas o importante é o tom da voz com que são ditas as palavras;
c. Para 55% delas a linguagem corporal utilizada por quem está se comunicando (acolhendo) é o mais importante.
Com isso, podemos concluir que as pessoas pouco prestam atenção ao que dizemos, mas em como dizemos e na linguagem de nosso corpo. Assim, é possível afirmar que as pessoas retornam à igreja se foram bem recebidas, tratadas e amadas. Facilmente perdoam uma linguagem errada, mas não fazem o mesmo se não se sentem bem-vindas e acolhidas.
Precisamos ser uma Igreja acolhedora. Nós somos a Igreja. As pessoas verão em nós a Igreja de Jesus. Se não gostarem de nós, será que gostarão da Igreja? A acolhida envolve primeiramente os padres, a secretaria paroquial, a livraria, a cantina, a Pastoral da Acolhida, coordenadores de pastorais e movimentos... Mas, também, você, que está lendo: ajude-nos também sendo um acolhedor.
Expresse o que você sente a respeito da acolhida da sua igreja. Dê sugestões. Acima de tudo, acolha bem os que estiverem próximos a você. Disse Jesus: Eu era peregrino e me acolhestes. É por Ele que acolheremos bem as pessoas.
Muito nos alegramos por aqueles que estão abraçando e se dispondo a atuar na Pastoral da Acolhida nas diversas comunidades. Aproveitemos isso dando um passo de gigante: tornemo-nos todos acolhedores, para que tenhamos UMA IGREJA ACOLHEDORA.
Isso fará a diferença.

Por:Padre Alir

Fonte:FORMAÇÃO

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 09h05
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A falsa alegria do mundo
Podemos até cair no erro e pensar que felizes são aqueles que não têm problemas; os que têm dinheiro de sobra, os que não têm problemas no casamento nem com os filhos. Os que têm todas as satisfações do mundo; os que não choram... Muitos pensam que ser alegre é viver como mostram as novelas.
No sistema capitalista em que vivemos temos uma falsa liberdade e uma falsa alegria. E assim ele vai tirando Deus de nosso interior. É como uma hemorragia interna em que vamos perdendo sangue sem perceber, e quando se percebe, o estado já pode ser trágico. Deus é a causa de nossa alegria e não o dinheiro!
Problemas e tristezas costumam nos afastar do Senhor; mas deve ser o contrário: só Ele é capaz de nos devolver a verdadeira alegria, a paz e tudo aquilo de que necessitamos.
Seu irmão, LITURGIA DIÁRIA

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 08h43
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Evangelho (Lucas 1,57-66.80)
Completou-se o tempo da gravidez de Isabel, e ela deu à luz um filho. Os vizinhos e parentes ouviram dizer como o Senhor tinha sido misericordioso para com Isabel, e alegraram-se com ela. No oitavo dia, foram circuncidar o menino, e queriam dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias.
A mãe, porém disse: "Não! Ele vai chamar-se João".
Os outros disseram: "Não existe nenhum parente teu com esse nome!"
Então fizeram sinais ao pai, perguntando como ele queria que o menino se chamasse.
Zacarias pediu uma tabuinha, e escreveu: "João é o seu nome". E todos ficaram admirados.
No mesmo instante, a boca de Zacarias se abriu, sua língua se soltou, e ele começou a louvar a Deus.
Todos os vizinhos ficaram com medo, e a notícia espalhou-se por toda a região montanhosa da Judéia.
E todos os que ouviam a notícia ficavam pensando: "O que virá a ser este menino?" De fato, a mão do Senhor estava com ele.
E o menino crescia e se fortalecia em espírito. Ele vivia nos lugares desertos, até o dia em que se apresentou publicamente a Israel.
Palavra da Salvação.

Homilia:GERADO PARA A MISSÃO
A Igreja celebra hoje:Solenidade do Nascimento de João Batista

Fonte:LITURGIA DIÁRIA

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 08h39
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«ONDE ESTÁ O TEU TESOURO, AÍ ESTÁ O TEU CORAÇÃO»
«Não acumuleis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem os corroem e os ladrões arrombam os muros, a fim de os roubar. Acumulai tesouros no Céu, onde a traça e a ferrugem não corroem e onde os ladrões não arrombam nem furtam. Pois, onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração. A lâmpada do corpo são os olhos; se os teus olhos estiverem sãos, todo o teu corpo andará iluminado. Se, porém, os teus olhos estiverem doentes, todo o teu corpo andará em trevas. Portanto, se a luz que há em ti são trevas, quão grandes serão essas trevas!

Reflexão:
Onde está o coração amante? Nas coisas que ele ama por conseguinte, onde está o nosso amor, está cativo o nosso coração. Não pode sair, não pode elevar-se mais alto, não pode ir para a esquerda nem para a direita; está parado. Onde está o tesouro do avarento, aí está o seu coração; e onde está o nosso coração, aí está o nosso tesouro.
E um nada, uma imaginação, uma palavra seca que nos disseram, uma falta de acolhimento caloroso, uma pequena recusa, apenas o pensamento de que não nos têm em grande conta tudo isso nos fere e nos indispõe de um modo que não podemos vencer! O amor próprio nos liga a essas feridas imaginárias, que não saberíamos tirar, estão sempre presentes, e porquê? É porque se está cativo dessa paixão. Que é que nos prende? Estamos nós na «liberdade dos filhos de Deus»? (Rom 8,21) Ou estamos ligados aos bens, aos caprichos, ás honras?
Ó Salvador, abriste-nos a porta da liberdade, ensinaste-nos a encontrá-la. Faz-nos conhecer a importância deste privilégio, faz-nos recorrer a vós para aí chegarmos. Ilumina-nos, meu Salvador, para ver a que é que estamos apegados, e põe-nos, se for do teu agrado, na liberdade dos filhos de Deus.

POR:S. Vicente de Paulo (1581-1660), fundador de comunidades religiosas - Conferência sobre a indiferença, 16 de Maio 1659

FONTE:COMUNIDADE ALPHA E OMEGA

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:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 09h24
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Entramos com a decisão e Deus, com a graça
É preciso se decidir a amar e a perdoar. É como o padre na hora da Santa Missa. Para converter o pão e o vinho no Corpo e no Sangue de Cristo é necessário pronunciar as palavras da consagração: "Isto é meu Corpo... Este é o cálice do meu Sangue...". Cabe ao sacerdote pronunciar as palavras e, ao Espírito Santo, com Sua graça, fazer o milagre, para que se tornem presentes sobre o altar o Corpo e o Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Se o sacerdote não disser as palavras, não haverá como o Espírito Santo agir. Na hora em que ele pronuncia essas palavras, o Espírito Santo age e a maravilha de Deus acontece: Um milagre. Com o amor e o perdão é o mesmo: Deus entra com a graça, mas, se não há decisão, não há como a graça d'Ele agir. Pois Ele quis nos criar livres.
Não perca mais tempo: ame hoje, perdoe hoje, ajude quem necessita hoje!
"Bendigo a Deus de todo o coração por colocar em meu caminho tantas pessoas verdadeiramente boas!" (Padre Pio de Pietrelcina)
Seu irmão, Monsenhor Jonas Abib

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 09h10
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Evangelho (Mateus 7,1-5)
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: "Não julgueis, e não sereis julgados. Pois, vós sereis julgados com o mesmo julgamento com que julgardes; e sereis medidos, com a mesma medida com que medirdes.
Por que observas o cisco no olho do teu irmão, e não prestas atenção à trave que está no teu próprio olho?
Ou, como podes dizer a teu irmão: 'Deixa-me tirar o cisco do teu olho', quando tu mesmo tens uma trave no teu?
Hipócrita, tira primeiro a trave do teu próprio olho, e então enxergarás bem para tirar o cisco do olho do teu irmão".
Palavra da Salvação.


NÃO JULGUEIS
A Igreja celebra hoje:São José Cafasso

FONTE:LITURGIA

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 09h09
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Acreditar sem ver - Homem de fé é aquele que não vê e mesmo assim não desiste
Deus não decepciona aquele que busca e espera nEle. É belíssima a passagem de quando Moisés é levado pelo movimento das águas e é encontrado pela filha do faraó. Para o povo sair da escravidão, o mar precisou se abrir. O povo, diante da impossibilidade de vencer as águas, se volta contra o profeta e lhe pergunta por que ele os retirara do Egito, se eles não têm como ultrapassar o mar. Diante do questionamento dele, o Senhor lhe diz apenas uma frase: "Diga ao povo que caminhe". Deus não lhe proferiu uma frase que garantisse o milagre, mas que requeria fé.
A expressão de Deus não é uma expressão que facilita a vida, mas que encoraja. O Senhor não facilita, pois quem facilita corre o risco de infantilizar o facilitado e Ele não nos quer infantis na fé. Deus nos quer amadurecidos, prontos para dar o primeiro passo. Fé é saber acreditar quando tudo está ao contrário. Homem de fé não é aquele que vê. É o que não vê e mesmo assim não desiste.
Na experiência do povo de Israel, diante de um povo que o [Moisés] quer matar, Deus não facilita para ele, mas requer sua fé. O povo queria uma reposta mágica, mas Deus dá uma ordem que encoraja, que faz crescer dentro deles a lembrança que aquele Deus que caminhou com eles não os deixará na mão. Nós não sabemos como será, mas não desistimos do que esperamos. Quando tudo indicava que a morte iria chegar, com os pés na água, seguindo a ordem do Senhor, o milagre aconteceu.
Por um lado, eles estavam imobilizados pelo mar que podia afogá-los; por outro, pelo exército que poderia matá-los. Aquele povo estava emparedado. Ser homem e mulher de fé é você viver uma única alternativa: aquela de não poder recuar. É como diz Santo Agostinho: "Deus só nos pede aquilo que Ele já nos deu. Tudo está em nós sob forma de dom".
A experiência da fé nos movimenta para sermos o que realmente somos. Você não tem outro destino, a não ser a santidade; da mesma forma que o povo de Israel não tinha outra opção a não ser a libertação. Ninguém emagrece fazendo novena. Ou nós nos disciplinamos ou não vamos emagrecer!
O que faz um homem ser de fé é a resposta que dá diante da insegurança. Isso é Cristianismo. Não é uma postura angelical, é uma forma de se tornar guerreiro, soldado. Coragem! Vitória é o que Deus quer celebrar na nossa vida por meio da fé.

(Artigo produzido a partir da homilia de 20/fev/2007)
Por:Padre Fábio de Melo


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:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 11h16
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Testemunho de vida é o que salva
Pelo batismo nos tornamos verdadeiros filhos de Deus. Hoje estamos mais próximos do que ontem da segunda vinda de Jesus e da instalação do Reino de Deus, que será para sempre. Porém, para que isso aconteça é preciso que vivamos e nos esforcemos por ele [Reino].
"Desde os dias de João Batista até agora, o Reino dos Céus sofre violência, e são os violentos que o conquistam" (Mateus 11,12).
Jesus não está falando de guerra, mas você sabe o esforço que temos de fazer para continuarmos sendo filhos d'Ele. Por isso, nós temos de lutar continuamente contra o pecado, e a violência que o Senhor quer de cada um de nós é a oração, o zelo e o radicalismo na vivência do Evangelho pela salvação dos nossos. Isso não significa que devamos ficar "falando na cabeça" dos outros, mas vivendo como filhos de Deus, de acordo com as leis e os mandamentos d'Ele, levando uma vida verdadeiramente evangélica. Ou seja, precisamos dar testemunho de vida.
Seu irmão,Monsenhor Jonas Abib

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 11h03
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Evangelho (Mateus 6,19-23)
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: "Não junteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões assaltam e roubam. Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.
O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho é sadio, todo o teu corpo ficará iluminado. Se o teu olho está doente, todo o corpo ficará na escuridão. Ora, se a luz que existe em ti é escuridão, como será grande a escuridão".
Palavra da Salvação.

Homilia:RIQUEZAS NO CÉU
A Igreja celebra hoje:Santo Adalberto

Fonte:LITURGIA DIÁRIA

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 10h53
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O Sinal da Cruz
As celebrações, as orações dos cristãos normalmente se iniciam com o sinal da Cruz. São inesquecíveis, para tantos, as primeiras perguntas dos antigos catecismos:
És cristão?
- Sim, sou cristão pela graça de Deus.
Qual o sinal do cristão?
- O sinal do cristão é o sinal da cruz.
Vai aqui para deleite, instrução, enriquecimento espiritual um belo texto de consagrado autor e profundo conhecedor da Divina Liturgia: Romano Guardini.
Quando fizeres o sinal da Cruz, faze-o bem feito. Não tão depressa e contraído que ninguém o saiba interpretar. Uma verdadeira cruz, pausada, ampla, da fronte ao peito, do ombro esquerdo ao direito. Não sentes como te abraça por inteiro? Procura recolher-te; concentra nela teus pensamentos e teu coração enquanto a vais traçando da fronte ao peito e aos ombros e verás que te envolve o corpo e a alma, se apossa de ti, te consagra e santifica.
E por quê? Porque é sinal de totalidade e sinal de redenção. Na cruz o Senhor redimiu a todos e pela cruz santifica o ser humano até sua última fibra. Por isso a fazemos ao começar a oração, para que ordene e componha nosso interior, encaminhando a Deus pensamentos, afetos, desejos e, ao terminá-la, para que ele nos fortaleça; nos perigos, para que nos defenda; na bênção, para que, penetrando a plenitude de vida divina em nossa alma, fecunde quanto nela exista.
Considera estas coisas sempre que faças o sinal da Cruz. Sinal mais sagrado não existe. Faze-o bem: pausado, amplo, com esmero. Então ele abraçará plenamente teu ser, corpo e alma, pensamento e vontade, sentido e sentimento, atos e ocupações; e tudo ficará nele fortalecido, assinalado e consagrado no poder de Cristo e em nome do Deus uno e trino.

Fonte:Liturgia em Foco /por:Dom Paulo Francisco Machado

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 12h00
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A falta de fé - No tempo em que vivemos só é possível sobreviver se tivermos fé
O Evangelho de São Marcos, no capítulo 9, versículos de 14 a 29, coloca-nos diante de um pai desesperado, alguém que já esgotou todos os recursos para ver o filho curado e liberto. Desde criança este é oprimido por um demônio que causava nele uma terrível epilepsia.
A falta de fé do pai levou-o a procurar todo tipo de ajuda em muitos lugares. Mas agora está ali, diante de Jesus, Aquele que de fato pode curá-lo.
Aflito, o pai diz ao Senhor: "Se podes fazer alguma coisa, tem piedade de nós e ajuda-nos" (v. 22). Esse modo de falar revela a atitude de alguém que já está prestes a desistir, revela desespero e não fé. Por isso, Jesus o exorta: Se podes! Tudo é possível para quem tem fé! (v. 23).
Então, o pai, com humildade, reconhece sua falta de fé e pede socorro. Na verdade, não é só o filho que precisa de ajuda, mas também o genitor. Jesus vem em auxílio deles, liberta o filho e devolve a fé àquele pai.
Dessa forma, o Senhor revela duas realidades fundamentais para quem quer viver liberto: Fé e Oração.
No tempo em que vivemos só é possível sobreviver se tivermos fé e se mantivermos uma constância na oração. Não existe outro modo.
Jesus é Aquele que, de fato, pode trazer uma solução às realidades mais difíceis e para isso é preciso ter fé. Se não recorremos a Ele, as coisas vão ficando cada vez mais difíceis. O bom é que sempre podemos recorrer ao Senhor.
Não podemos ter medo de assumir diante de Jesus nossa falta de fé e pedir que Ele a aumente; isso é sinal de humildade e desejo sincero de mudança. E fé aqui não é apenas crer em Jesus, mas crer também naquilo que Ele pode fazer, visto que Ele realmente pode!
O caso desse filho é uma situação de muito sofrimento não somente para ele, mas para o próprio pai. Não sei se você conhece alguém que sofreu algum tipo de crise epiléptica, é muito doloroso para quem está tendo a crise e desesperador para quem está ali próximo tentando ajudar. Se não se tem um pouco de instrução de como lidar com essa situação, realmente fica difícil fazer alguma coisa. Nesse caso narrado pelo Evangelho, a causa da epilepsia estava vinculada a um ataque do demônio, isso agrava ainda mais a situação para o pai, que, muito provavelmente, tenha sido alvo de zombaria e de desprezo por parte das pessoas que estavam ali apenas para ver o espetáculo. A atitude de Cristo foi a de libertar o filho e devolver a alegria para o genitor. Jesus agiu de maneira muito respeitosa para com a situação e na verdade o fez porque teve compaixão, viu o sofrimento daquele jovem e de seu pai.
A fé que o Senhor nos exorta a ter é uma atitude de confiança em Deus, e, ao mesmo tempo, uma atitude de misericórdia e de compaixão para com aquele que sofre. Foi por isso que Ele afirmou que alguns demônios só são expulsos pela oração, ou seja, por uma intimidade e confiança em Deus. Quando oramos, depositamos em Deus nossa confiança e cremos que Ele verdadeiramente pode agir e mudar a situação. É também uma atitude de abandono nEle.
Esse Evangelho é um verdadeiro convite de Deus para que renovemos nossa confiança e fé nEle e também um convite para uma vida de oração mais intensa e verdadeira.
Deus abençoe você e aumente sua fé!

Por:Pe. Clovis

Fonte:FORMAÇÃO

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:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 11h58
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Evangelho (Mateus 6,7-15)
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: "Quando orardes, não useis muitas palavras, como fazem os pagãos. Eles pensam que serão ouvidos por força das muitas palavras. Não sejais como eles, pois vosso Pai sabe do que precisais, muito antes que vós o peçais. Vós deveis rezar assim: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como nos céus.
O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal.
De fato, se vós perdoardes aos homens as faltas que eles cometeram, vosso Pai que está nos céus também vos perdoará.
Mas, se vós não perdoardes aos homens, vosso Pai também não perdoará as faltas que vós cometestes".
Palavra da Salvação.

Homilia:A CARIDADE
A Igreja celebra hoje: São Romualdo

Fonte:LITURGIA DIÁRIA

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 11h46
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O homem também é capaz de criar? - Sempre ouvimos dizer que só Deus é o Criador de tudo
Convenhamos que tudo isso é difícil de ser compreendido e nos deixa realmente confusos. Mais difícil ainda é admitir a possibilidade de se criar vida artificial, com a capacidade de auto-sustentação e reprodução. Sempre ouvimos dizer que só Deus é o Criador de tudo. Será que agora precisamos admitir que o homem também seria capaz de criar algo a partir do nada?
Não é bem assim. Em primeiro lugar porque estamos ainda tratando de bactérias, organismos muito simples; e no caso em questão estamos falando de uma bactéria chamada mycoplasma genitalium, cujo genoma foi mapeado, estudado e desmontado, para ser recomposto com outras propriedades. Fazendo uma comparação com o mundo da informática se poderia dizer que foi preparado um software (programa) para uma bactéria cumprir uma tarefa específica, mas até aqui ainda não se sabe como ativar este programa. E como observa o professor de engenharia biomédica de Boston Jim Collins, a ciência ainda está longe de entender o que é a vida e o que a comanda.
De qualquer forma, decisivamente nos encontramos hoje numa situação na qual a tecnologia avança a passos largos, bem mais depressa do que as reflexões de cunho jurídico e ético. Ademais, ao mesmo tempo em que olhamos com esperança para o que se denomina medicina molecular e biologia ambiental, capazes de apagar os efeitos desastrosos de pecados anteriores, uma vez mais, e sempre de novo, nos sentimos perplexos. Isso não só porque estas novas criaturas podem enlouquecer, mas porque podem ser programadas para enlouquecerem e passarem a agir perversamente.
Como tantos outros inventos anteriores, todas as descobertas vêm carregadas de uma ambivalência radical: tanto podem ser colocadas a serviço da vida, quanto a serviço da morte. Com uma diferença em relação ao passado: fica cada vez mais claro que as clássicas armas representadas por fuzis, metralhadoras, canhões e tanques só servirão para produzir filmes de terror e para ser guardadas em museus. As verdadeiras armas serão invisíveis e bem mais mortíferas. E as infundadas acusações contra Sadam Hussein, de que possuiria terríveis armas biológicas e bacteriológicas irão se transformar em verdades comprovadas: não no pobre e destruído Iraque, mas em milhares de laboratórios espalhados pelo mundo afora, sempre à espera de receber uma única ordem referente à direção para a qual serão encaminhadas. Ninguém vê, ninguém sente, ninguém sente nenhum odor: simplesmente todos morrem sem causas aparentes.

Por:Dr. Frei Antônio Moser - Assessor da CNBB para assuntos de bioética

Fonte:FORMAÇÃO

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 16h27
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O amor sempre vence!
O amor de Deus precisa ser expresso a cada momento, a cada dia, a cada pessoa diferente, pois cada um é único para Deus.
O amor é o grande talento que Deus espera que multipliquemos. Jesus venceu o mundo amando! Esse sentimento é como um poço d'água: cresce na medida em que transborda. Comece o seu dia de hoje exercitando o amor pelas pessoas que estão à sua volta; não perca tempo, pois amanhã poderá ser tarde demais.
Faça pequenos gestos concretos, escreva um cartão, ofereça uma palavra amiga, uma flor ou mesmo um simples sorriso, acolhendo quem quer que seja a todo momento.
Vamos fazer essa experiência neste dia maravilhoso que Deus preparou para nós? Amando, não importa o que aconteça, pois o amor sempre vence!
Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 16h20
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Só a misericórdia transforma os corações
Embora Jesus tenha se indisposto e discutido com os fariseus, Ele nunca deixou de ser misericordioso para com eles (mesmo quando era duro com eles), porque queria a salvação deles também. É assim que devemos olhar nossos irmãos, seja quem for, porque para Deus não há "sucata"; todos são filhos d'Ele. E é assim que Ele nos trata, por mais que andemos de forma errada.
Outra coisa fundamental é que o Senhor não age conosco como se fôssemos marionetes, Ele nos fez livres e só assim podemos amá-Lo e ter a vida eterna. Sem liberdade não existe amor, e se as pessoas não se deixam tocar e não mudam de vida é porque estão se fechando ao amor de Deus.
Deus é tão amoroso e providente conosco que São Paulo se expressa nesta passagem com as seguintes palavras: "Foi com muita ternura que nos expressamos a vós como uma mãe que acalenta os seus filhinhos" (1Ts 2,7). É assim que acontece o processo de conversão. Temos de aprender que é dessa forma que precisamos levar o Evangelho da salvação aos nossos irmãos, ou seja, com muita ternura. Se não for pela misericórdia as pessoas não vão mudar.
Seu irmão,Monsenhor Jonas Abib

:: Postado por Reginaldo Cristoativado às 16h13
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Evangelho (Mateus 6,1-6.16-18)
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: "Ficai atentos para não praticar a vossa justiça na frente dos homens, só para serdes vistos por eles. Caso contrário, não recebereis a recompensa do vosso Pai que está nos céus.
Por isso, quando deres esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos homens. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa.
Ao contrário, quando deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita, de modo que, a tua esmola fique oculta. E o teu Pai, que vê o que está oculto, te dará recompensa.
Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de rezar em pé, nas sinagogas e nas esquinas das praças, para serem vistos pelos homens. Em verdade, vos digo: eles já receberam a sua recompensa.
Ao contrário, quando tu orares, entra no teu quarto, fecha a porta, e reza ao teu Pai que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa.
Quando jejuardes, não fiqueis com o rosto triste como os hipócritas. Eles desfiguram o rosto, para que os homens vejam que estão jejuando. Em verdade, vos digo: Eles já receberam a sua recompensa.
Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, 18para que os homens não vejam que estás jejuando, mas somente teu Pai, que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa".
Palavra da Salvação.


A Igreja celebra hoje: