Evangelho (Mateus 15,21-28)

Quarta-Feira, 3 de Agosto de 2011
18ª Semana Comum

 

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— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 21Jesus retirou-se para a região de Tiro e Sidônia. 22Eis que uma mulher cananeia, vindo daquela região, pôs-se a gritar: “Senhor, filho de Davi, tem piedade de mim: minha filha está cruelmente atormentada por um demônio!” 23Mas, Jesus não lhe respondeu palavra alguma. Então seus discípulos aproximaram-se e lhe pediram: “Manda embora essa mulher, pois ela vem gritando atrás de nós”. 24Jesus respondeu: “Eu fui enviado somente às ovelhas perdidas da casa de Israel”. 25Mas, a mulher, aproximando-se, prostrou-se diante de Jesus, e começou a implorar: “Senhor, socorre-me!” 26Jesus lhe disse: “Não fica bem tirar o pão dos filhos para jogá-lo aos cachorrinhos”. 27A mulher insistiu: “É verdade, Senhor; mas os cachorrinhos também comem as migalhas que caem da mesa de seus donos!” 28Diante disso, Jesus lhe disse: “Mulher, grande é a tua fé! Seja feito como tu queres!” E desde aquele momento sua filha ficou curada.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h22
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Só Deus é bom, justo e generoso

Uma das músicas de Nelsinho Corrêa diz assim: “Deus é Deus, e eu devo ser o adorador”. O que é ser o adorador? A palavra "adorar" está ligada à palavra "boca" no latim, de onde vem também "oral". Adorar é estar de boca no chão. Deus é Deus e o que eu tenho de fazer é estar de boca no chão diante d'Ele. Deus é tudo; eu não sou nada. E tudo o que eu tenho é do Senhor. Sou barro. Mesmo que esse barro ainda esteja cheio de ambição e egoísmo, já houve uma decisão: mudar de sistema. É assim que as coisas mudam!

Só Deus é bom, justo e generoso. Eu, ao contrário, sou egoísta e maldoso. Somente mergulhando no Senhor, vou ter Sua bondade, Sua humildade, Sua generosidade. Na hora em que mergulharmos no Altíssimo, numa verdadeira conversão, tudo ocorrerá para o nosso bem. Aí está a solução para todos os nossos problemas, inclusive os econômicos!

É difícil? Sim, mas é o jeito! Todo o resto é engano! Não é possível esperar que o mundo se transforme. A grande sabedoria é compreender que a mudança começa em cada um: de modo sofrido? Sim. Com muitas lutas? Sim. Mas tenha certeza: nós nos arrastamos nessa situação porque, infelizmente, nosso coração ainda não deixou o sistema do mundo. Na hora em que você deixá-lo e passar para o sistema de Deus tudo vai se resolver, também na sua questão econômica.

É preciso passar do sistema de César para o sistema de Deus.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h22
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É feliz quem realiza sua vocação


No início deste mês vocacional Nilton Júnior, membro da Comunidade Pantokrator, partilha conosco como foi a descoberta do seu estado de vida nessa obra de evangelização.

"O celibatário é aquele que deixa a escolha de uma esposa ou esposo, de constituir uma família, para viver para o Reino, para antecipar aquilo que viveremos no céu, que é esta entrega total a Deus".

"Não tenha medo de responder ao chamado que Deus tem para você, porque a vontade d'Ele é o que nos faz felizes".


Por Nilton Júnior, celibatário consagrado da Comunidade Católica Pantokrator.

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h21
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A cruz dos jovens e a JMJ: uma história de unidade

Jornada Mundial da Juventude / reportagens

Depois de ter entregado a cruz peregrina aos jovens em 1985, estes foram chamados por João Paulo II para um encontro especial na Praça de São Pedro em 1986, tornando-se assim a primeira Jornada Mundial da Juventude. A cruz peregrina estava ali nessa celebração, testemunhando que daquele momento em diante ela e a JMJ eram inseparáveis nesse encontro entre o Papa e os jovens.

E enquanto não é realizada a Jornada Mundial da Juventude por anda anda a cruz peregrina? Entre um intervalo e outro da JMJ esse objeto está sempre peregrinando, percorrendo as estradas do mundo, como um incansável “globetrotter”.

A Cruz da JMJ, por onde passa, atrai uma multidão

Em 1987 o Papa João Paulo II convocou o público juvenil para peregrinar para Buenos Aires, evento que se tornou a primeira edição da JMJ de cunho internacional. Momento em que a cruz também estava presente, peregrinando pela primeira vez no Continente Americano.

Aos jovens latino-americanos o Santo Padre recordou que, na sombra da cruz de Cristo, eles eram protagonistas de uma dupla esperança: ser o futuro da Igreja pelo simples fato de serem jovens e por fazerem parte de um continente muito novo, serem a esperança para o mundo.

Em 1988, a cruz peregrina se torna a alma da Jornada Mundial da Juventude, celebrada em âmbito diocesano em Roma, logo depois partiria para a Alemanha e França e, por fim, atravessaria o oceano e chegaria mais uma vez ao Continente Americano, em Steubenville nos Estados Unidos da América. Em todos estes lugares, esse objeto, que é ícone da fé cristã, enche de alegria os jovens, que compreendem o seu chamado.

Em 1989 a cruz faz uma peregrinação aos Países Baixos e em agosto desse mesmo ano, ela chega a Santiago de Compostela, na Espanha, para mais uma Jornada Mundial da Juventude com o Santo Padre e os jovens. Nessa edição, o Pontífice convida os jovens para a descoberta do ideal de peregrinação, tão vivo nessa cidade histórica.

A cruz da JMJ recepciona João Paulo II em Santiago de Compostela e celebra a unidade entre o Oriente e o Ocidente, depois da queda do Muro de Berlim, na Polônia

Em agosto de 1991 a cruz peregrina marcou sua história em território polonês para a Jornada Mundial da Juventude de Czestochowa, nesta que foi a primeira JMJ depois da queda do Muro de Berlim. A escolha da Polônia, até então país do eixo comunista, indicou o encontro entre o Oriente e o Ocidente, transmitindo uma mensagem de esperança, sobretudo aos jovens vindos dos países do Leste Europeu, em particular da Rússia, como resposta ao apelo do Papa, que na vigília com eles, pronunciou estas palavras:

“Nesta nossa vigília, a cruz está presente entre nós. Vocês trouxeram para cá esta cruz e colocaram-na aqui no centro da nossa assembleia… A cruz, símbolo do amor inefável de Deus, sinal que revela que Deus é amor”.

A cruz mais uma vez marca a história não só dos jovens e das Jornadas Mundiais, mas da humanidade, tornando-se símbolo do poder do Evangelho, que rompe as muralhas que separam os homens de si mesmos e de Deus.

No próximo episódio você confere a peregrinação da cruz em grandes metrópoles nos Estados Unidos da América e França, bem como o ritual de passagem da cruz de um país para o outro.

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h21
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A fé amplia e purifica a nossa visão

Nós precisamos aprender a cada dia a fazer uma leitura dos acontecimentos da vida à luz da fé para extrairmos o melhor e não pararmos no negativo. Nada pode se antepor à nossa fé, nem as situações mais desencontradas.

É interessante perceber como o Evangelho narra a história da cananeia que tinha uma filha atormentada por um espírito do mal;  ela vai atrás de Jesus e suplica insistentemente ao Senhor que tenha piedade dela, e o mais belo é que a sua insistência arranca do Senhor um elogio e alcança a graça: “Mulher, grande é a tua fé! Seja feito como tu queres!” (Mt 15, 28).

A fé nos faz prosseguir na caminhada mesmo quando tudo aparentemente parece insolúvel.

Façamos hoje atos de fé e não permitamos que em nenhum momento o desânimo e a incredulidade tomem conta do nosso coração.

Meu Senhor e meu Deus, eu creio, mas aumentai a minha fé.

Jesus, eu confio em Vós!

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h20
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O que uma Instituição de 2 mil anos tem a dizer aos jovens?

Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer
Arcebispo Metropolitano de São Paulo

 

Arquidiocese de São Paulo
Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer

A Jornada Mundial da Juventude de Madrid é uma rica ocasião para o diálogo da Igreja com os jovens. Talvez alguém se pergunte: afinal, o que uma instituição de 2 mil anos tem a dizer aos jovens, que ainda possa interessá-los?! A resposta é a mesma que fez com que os jovens, ao longo de 2 mil anos, continuassem a dar atenção à Igreja: ela lhes comunica a Boa Nova de Cristo, que é capaz de satisfazer suas buscas e preencher de sentido suas vidas.

Acesse
.: Cobertura da JMJ 2011
.: Mensagem de Bento XVI para a JMJ 2011

.: Site oficial da JMJ 2011


Assim aconteceu há 2 mil anos, quando as pessoas encontraram Jesus Cristo. E aconteceu com os jovens Saulo de Tarso, Agostinho de Hipona, Francisco de Assis, Antonio de Lisboa, José de Anchieta, Inácio de Loyola, Teresinha de Lisieux, Edith Stein e tantos, tantos outros!

Pode parecer velho, mas é sempre novo, pois é nova e única a vida de cada ser humano que busca respostas. E quando aponta para Jesus Cristo, a Igreja indica ao homem a resposta mais radical, verdadeira e permanente; não aponta apenas para belas teorias, ideais desencarnados ou princípios abstratos; ela leva ao encontro da pessoa de Jesus Cristo, Filho de Deus feito homem, caminho, verdade e vida; e convida a se deixar atrair e encantar por ele, a experimentar a alegria e a paz de estar com ele, a acolher sua palavra e a seguir seus passos pela vida afora.

Sim, porque ele é como o pão, que sacia toda fome e faz viver para sempre; como a água vivificante, que mata toda a sede; o pastor, que ama seu rebanho e dá a vida pelas ovelhas; ele é a porta aberta, pela qual passa quem deseja ir direto ao encontro com Deus. Isso interessa aos jovens? Acho que sim. Interessa a todos!

O tema da Jornada de Madrid – “enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé” (Cl. 2,7), lembra a “casa construída sobre a rocha”, da qual Jesus fala no Sermão da Montanha. Não basta ouvir suas palavras, é preciso colocar em prática o que se ouviu. E quem o faz é como um homem que constrói sua casa sobre a rocha; nada podem contra ela ventos, enxurradas e enchentes, pois tem base sólida e fica firme. Mas quem ouve e não pratica o que Jesus ensina é como um homem que constrói a casa sobre a areia: vem a chuva, os ventos, as enxurradas; a casa cai e vai toda em ruínas (cf. Mt. 7,24-27).

Vivemos a cultura do descartável, dos modismos passageiros, das novidades que suplantam as convicções a toda hora... Certezas duradouras estão fora de moda! O consumismo voraz tomou conta também da cultura, dos comportamentos e convicções; e tende a invadir também o campo religioso e dos princípios morais. Nesse tempo de superficialidades, de relativismos e subjetivismos, cada um é elevado a construir sobre a base de si próprio, de seus gostos e sentimentos passageiros. Dá futuro isso?

Nesse contexto, muitos jovens ficam sem referências sólidas para edificarem seu projeto de vida e seu futuro. Com frequência, “mitos” inconsistentes lhes são propostos, de maneira consumista, para serem imitados e seguidos. Quantos jovens, desorientados na vida, encaminham-se para os vícios e a imolação de suas jovens existências no culto das vaidades e prazeres, que os deixam vazios e destruídos! Que o digam Amy Winehouse e tantos jovens, que largaram tudo para viver nas cracolândias, vítimas da dependência química. Que o digam tantas vítimas, eliminadas em plena flor da idade, “arquivos” incômodos, depois de se terem envolvido nas malhas ilusórias e perigosas do tráfico de drogas e do dinheiro fácil...

São Paulo, querendo ajudar a vacilante comunidade de Corinto a se firmar na fé, exorta os fiéis: “... como sábio arquiteto, coloquei o alicerce, sobre o qual outro se põe a construir. Mas cada qual veja como está construindo. De fato, ninguém pode colocar outro fundamento, a não ser aquele que já está colocado – Jesus Cristo. Se alguém edificar sobre esse alicerce com ouro, prata, pedras preciosas ou madeira, feno ou palha, a obra de cada um acabará sendo conhecida” (cf 1Cor 3,10-15).

Jovens, querem fazer algo de bom em suas vidas? Algo que dê futuro e ofereça firmeza para enfrentar os embates da vida? A Igreja os convida: construam sobre Cristo e seu Evangelho! Muitos outros já fizeram isso antes de vocês e não ficaram frustrados. Cristo é a rocha sólida, que dá sustentação para um grande e belo projeto de vida, como aquele que vocês querem para si!

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h20
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Por que meus projetos não dão certo?


Cuidado com o pessimismo! Pense também que existem pequenos e grandes projetos; projetos pessoais e outros divinos. Parar para identificá-los será sempre importante! Sugiro que você trace um pequeno projeto, porém, repleto de sentido. Que diga respeito mais a quem você é do que às coisas que você faz.

Talvez você esteja se impondo projetos grandes demais.

Já pensou assim?

Com carinho e orações!

Agora vamos rezar juntos? Clique no blog.cancaonova.com/ricardosa.

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Seu irmão,
Ricardo Sá

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h20
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Casar em tempo de crise? - 'Acreditar na Família é construir o futuro'

Nesses dias eu e meu noivo participamos de um programa na televisão [TV Canção Nova], no qual testemunhamos nossa história e anunciamos a data do casamento. Como era um programa interativo no qual também respondíamos a perguntas dos telespectadores, uma das questões me faz escrever este artigo. O internauta nos perguntava como tínhamos a coragem de nos casar em tempo de crise? Diga-se de passagem, aqui na Europa se vive hoje uma das maiores crises econômicas da história. No programa deixei que meu noivo falasse, já que em questão de economia eu não vou longe e é justamente a área dele. A resposta dele não poderia ser melhor, e eu a apresento, pois acredito que poderá ser uma direção de Deus para a vida de muita gente no dia de hoje.

 

Ele respondeu assim: "Vamos nos casar em tempo de crise, porque nossa segurança não está nas finanças deste mundo, e sim, em Deus. Hoje temos a certeza de que Deus nos chama a assumir a vocação do matrimônio e acreditamos, pelos frutos da nossa história, que está na hora de darmos este passo. Mas se não avançamos por medo da crise que testemunho de fé estamos dando? Deus é fiel e não nos deixará faltar o necessário, a experiência que fazemos dia a dia nos dá esta certeza. É por isso que vamos nos casar mesmo em meio à crise econômica. Nossa confiança está no Senhor!"

 

Além de concordar plenamente com a resposta de meu noivo, eu a completo afirmando que, ao assumirmos a vocação do matrimônio, estamos, antes de tudo, correspondendo ao projeto de Deus para este mundo: a formação de famílias cristãs. Creio que a família é a instituição bendita e querida pelo Senhor desde sempre, tanto assim, que Ele mesmo escolheu vir a este mundo por intermédio de uma família. Mas é principalmente nesta época em que, além da crise econômica, sofremos também as consequências da crise de valores, de identidade e tantas outras que Deus Pai conta com a colaboração dos que são chamados à vocação do matrimônio para dar continuidade ao Seu plano de amor neste mundo.

 

Acredito que a família é o maior investimento da sociedade! Mesmo agredida por tantas forças sociais, muitos a levam em consideração porque sabem qual é o valor dela. João Paulo II, com razão, afirmou tantas vezes: "Acreditar na Família é construir o futuro".

 

Nossa fé tende a amadurecer e a nos comprometer. Se compararmos a família a uma árvore, lembramos que é próprio desta dar frutos, e estes, por sua vez, trazem sementes para que, lançadas ao solo, possam germinar e crescer. Eu que sou fruto de uma árvore frondosa: minha família, acredito que chegou o tempo oportuno de lançar a semente em terra e deixá-la germinar, nascer, crescer e frutificar.

 

Ainda em relação ao tema que me levou a escrever, acredito que já esteja claro. Se colocarmos nossa confiança na economia deste mundo, realmente não será tempo para casar; aliás se pensarmos assim, quase nunca será o tempo de dar passos como este. Mas se somos cristãos e queremos corresponder aos desígnios do Senhor, não podemos parar diante dos obstáculos.

 

É preciso unir a fé a razão e seguir em frente! Ser coerentes e responsáveis com os compromissos que assumimos, sim, mas sabendo que nossa confiança não pode estar centrada nas seguranças humanas.

O emprego que temos hoje poderemos perdê-lo amanhã, neste mundo tudo é passageiro e a nossa confiança em Deus é fundamental para alicerçarmos qualquer decisão, também com relação ao casamento. A Palavra do Senhor diz: "Confia no Senhor de todo o teu coração e não te apoia no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas" (Provérbios 3,5).

 

Acredito que nossa vocação primeira é amarmos e sermos amados. Portanto, amemos com profundidade, correspondendo a este chamado divino para que nossa vida seja fecunda e feliz e não tenhamos medo de dar frutos.

 

Estamos juntos!

 

Dijanira Silva

:: Postado por Régis Cristoativado às 19h43
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O que é amar? - Há no ar uma 'caricatura' do amor
O namoro é um aprendizado do amor. Fomos criados para viver esse sentimento. Sem ele o homem e a mulher não podem ser felizes. Mas, afinal, o que é amar? O que leva muitos casamentos ao fracasso é a noção falsa que se tem do amor hoje. Há no ar uma caricatura do amor. Se eu lhe der uma nota de cem reais falsa, você não aceitará, pois ela não vale nada, e você ainda poderia ser incriminado por causa dela. Se você construir uma casa usando cimento falsificado, cuidado porque ela poderá desabar sobre a sua cabeça. Da mesma forma, se você levar para o casamento um amor falso, ele certamente desabará, pois o cimento da união é o amor. Para mostrar bem claro o que é amar, vamos iniciar mostrando o que não é amar. Amor não é egoísmo, isto é, preferência por mim, mas pelo outro. Se você come uma fruta com gosto, não pode dizer que a ama. Se você treme de paixão diante de uma menina e lhe diz : eu te amo, esteja certo de que você está mentindo, pois essa tremedeira é sinal de que você quer saciar o seu ego desejoso de prazer. Isso não é amor, é paixão carnal, é egoísmo. Se você está encantada com a beleza dele e se desdobra em declarar o seu amor por ele, saiba que isso também não é ainda amor, pois amor não é pura emoção ou sentimento.
Amar é muito mais do que isso, pois não é satisfazer a si mesmo, mas ao outro. Quando você disser a alguém eu te amo, esteja certo de que você não quer a sua própria satisfação ou felicidade, mas a do outro. Cuidado com as caricaturas do amor, porque estas são falsas e não podem fazer a felicidade do casal. Todo jovem tem sede de amar, mas, muitas vezes, o seu amor é mascarado e se apresenta falso e perigoso. Amar não é apoderar-se do outro para satisfazer-se; é o contrário, é dar-se ao outro para completá-lo. E para isso é preciso que você renuncie a si mesmo, esqueça de si mesmo. Você corre o risco de, insatisfeito, querer apaixonadamente agarrar aquilo que lhe falta; e isso não é amar. Assim o amor morre nas suas mãos. Você só começará a compreender o que é amar quando a sua vontade de fazer o bem ao outro for maior do que a sua necessidade de tomá-lo só para si, para se satisfazer.
As paixões sensíveis da adolescência não são o autêntico amor, mas a perturbação de um jovem que encontra diante de si os encantos e a novidade da masculinidade ou da feminilidade. É fácil entender que aqueles que quiserem construir um lar sobre esse chão de emoções estarão construindo uma casa sobre a areia. Muitos casamentos desabaram porque foram realizados às cegas, sem preparação para que houvesse harmonia, sem o aprendizado do amor. Amar é dar-se, ensina-nos Michel Quoist. É dar a si mesmo ao outro para completá-lo e construí-lo. Mas para que você possa verdadeiramente dar-se a alguém, você precisa primeiro possuir-se. Ninguém pode dar o que não possui. Se você não se possui, se não tem o domínio de si mesmo, como, então, você quer dar-se a alguém?
Se o seu coração bate acelerado diante de alguém que o atrai, isso é sensibilidade, não chame ainda de amor. Se você perdeu o controle e se entregou a ele, isso é fraqueza, não chame isso ainda de amor. Se você está encantada com a cultura dele, fascinada pela sua bela carreira e já não consegue mais ficar sem a conversa dele, isso é admiração, ainda não é amor. Mesmo que você esteja, até às lágrimas, diante de um fato chocante, isso é mais sensibilidade do que amor. Amar não é ser fisgado por alguém, possuir alguém ou ter afeição sensível por ele, ou mesmo render-se a alguém. Amar é, livre e conscientemente, dar-se a alguém para completá-lo e construí-lo. E isso é mais do que um impulso sensível do coração; é uma decisão da razão. Por isso, amar é um longo aprendizado, não é uma aventura como a maioria pensa. Não se aprende a amar trocando a cada dia de parceiro, mas aprendendo a respeitá-lo, tanto no corpo quanto na alma. Amar é uma decisão. E a decisão não é tomada apenas com o coração, empurrado pela sensibilidade. A decisão é tomada com a razão.
Quando amamos de verdade, nos tornamos livres de fato, pois o amor nos liberta de nós mesmos e das coisas que nos amarram.

Por: professor Felipe Aquino

:: Postado por Régis Cristoativado às 19h42
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A mudança deve partir de nós

Ao longo da nossa caminhada, passamos por muitas situações difíceis e guardamos no coração as emoções reprimidas, os medos, as críticas… Isso faz de nós pessoas desconfiadas e, muitas vezes, inseguras. Para tudo, nós já temos uma resposta pronta e ficamos sempre na defensiva.

Quantas vezes repreendemos as pessoas em nosso íntimo? Imaginamos situações por meio das quais humilhamos os demais tentando mostrar para nós mesmos que estamos certos e que somos melhores do que os outros.

Por essa razão, precisamos nos abrir ao amor de Deus para que a vida nova brote dentro de nós. Jesus nos dá a fórmula para alcançarmos essa graça: “Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. Se guardardes os Meus Mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os Mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor” (João 15,9-10).

Permita que o Espírito Santo remexa no mais profundo do seu ser e o transforme por dentro e por fora para que você possa ser verdadeiramente alguém renovado: mais amoroso, mais gentil, mais sincero, mais justo e mais fervoroso. Se quisermos mudar o mundo a mudança deve partir de nós.

Jesus, eu confio em Vós!

:: Postado por Régis Cristoativado às 19h42
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Quando o amigo 'pisa na bola' - Por melhores que sejam as pessoas, um dia, elas nos decepcionam

Por melhores que sejam as pessoas e suas intenções, um dia, sem querer, elas nos decepcionam. Acontece isso entre pais e filhos, marido e mulher, namorados apaixonados e entre amigos também. Nós mesmos já fizemos essa experiência frustrante de "pisar na bola" com alguém que nunca queríamos machucar ou decepcionar. Isso faz parte do processo de amadurecimento de qualquer relacionamento e é muito bom que isso aconteça, para que não fiquemos na ilusão de achar que tal pessoa é perfeita ou nós mesmos somos intocáveis e imaculados.

 

 

 

Dizer que a frustração e os erros fazem parte do conhecimento do outro, para que no amadurecimento da amizade possamos adequar a imagem do amigo ao real e possível parece exagero, pois quem tem amizade-fantasia são as crianças e neste período da vida é normal. Por isso, que uma verdadeira amizade deve estar guiada por alguns compromissos evangélicos: verdade, transparência e partilha, tudo isso, é claro, com muita caridade e misericórdia, pois só quando experimentamos o gosto amargo dos nossos erros compreendemos as fraquezas e erros do amigo.

 

Experiência mais terrível, para mim, são aquelas pessoas que estão no centro de uma situação, sabem de fatos que incluem e comprometem a pessoa amiga e por respeito humano e por um falso "protecionismo" ficam caladas, se omitem, não querem correr o risco de perder a boa fama, a simpatia e até mesmo amizade. Quando a amizade é verdadeira o único medo que eu tenho é perder o meu amigo para os seus próprios erros, mesmo que ele não me compreenda e fique com raiva de mim, vou falar-lhe a verdade e abrir seus olhos, pois amigo não é aquele que passa a mão na cabeça, mas aquele que o desafia e o "desinstala", mas está pronto para ficar com você em qualquer situação.

 

Precisamos crescer na vivência e na compreensão de uma verdadeira amizade, quem não se compromete não ama. Quando um amigo "pisa na bola" ou está vivendo uma situação constrangedora aproveite para acolhê-lo, não tenha medo de sacrificar a amizade pela verdade e o verdadeiro amor se arrisca, dá a vida pelo amigo. “O homem quando erra não tem outra alternativa a não ser pedir perdão, se não ele não é homem”. O amigo não "abandona o barco" quando ele se agita, ajuda a remar mesmo que tenha de dizer que o outro está remando para o lado errado. Como corrigir um amigo sem perder sua amizade:

 

Reze pelo seu amigo: a oração vai preparar o coração dele e também o seu;

 

Espere a hora certa para conversar e partilhar, não se deixe vencer pelo nervosismo e ansiedade;

 

Escolha o lugar certo: a privacidade é o melhor lugar para corrigir uma pessoa, evite fazer uma correção em público, mesmo que você esteja certo começou errado;

 

Faça um elogio antes de fazer a crítica e a correção. Todos têm qualidades e isso corrige o nosso ego elevado pelos erros dos outros; isso não é fingimento, é amor.

 

Saiba falar: cuidado com as palavras, o problema, muitas vezes, não é o conteúdo das críticas, mas o jeito com que se fala. Mesmo que o outro esteja no erro, demonstre respeito e carinho.

 

Na realidade, na hora em que é feita, nenhuma correção parece alegrar o outro, pois causa dor. Depois, porém, produz um fruto de paz e de justiça para aqueles que nela foram exercitados (cf. Hebreus 12,11).

 

Padre Luizinho - Comunidade Canção Nova
http://blog.cancaonova.com/padreluizinho

:: Postado por Régis Cristoativado às 19h40
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Quando o amigo 'pisa na bola' - Por melhores que sejam as pessoas, um dia, elas nos decepcionam

Por melhores que sejam as pessoas e suas intenções, um dia, sem querer, elas nos decepcionam. Acontece isso entre pais e filhos, marido e mulher, namorados apaixonados e entre amigos também. Nós mesmos já fizemos essa experiência frustrante de "pisar na bola" com alguém que nunca queríamos machucar ou decepcionar. Isso faz parte do processo de amadurecimento de qualquer relacionamento e é muito bom que isso aconteça, para que não fiquemos na ilusão de achar que tal pessoa é perfeita ou nós mesmos somos intocáveis e imaculados.

 

 

 

Dizer que a frustração e os erros fazem parte do conhecimento do outro, para que no amadurecimento da amizade possamos adequar a imagem do amigo ao real e possível parece exagero, pois quem tem amizade-fantasia são as crianças e neste período da vida é normal. Por isso, que uma verdadeira amizade deve estar guiada por alguns compromissos evangélicos: verdade, transparência e partilha, tudo isso, é claro, com muita caridade e misericórdia, pois só quando experimentamos o gosto amargo dos nossos erros compreendemos as fraquezas e erros do amigo.

 

Experiência mais terrível, para mim, são aquelas pessoas que estão no centro de uma situação, sabem de fatos que incluem e comprometem a pessoa amiga e por respeito humano e por um falso "protecionismo" ficam caladas, se omitem, não querem correr o risco de perder a boa fama, a simpatia e até mesmo amizade. Quando a amizade é verdadeira o único medo que eu tenho é perder o meu amigo para os seus próprios erros, mesmo que ele não me compreenda e fique com raiva de mim, vou falar-lhe a verdade e abrir seus olhos, pois amigo não é aquele que passa a mão na cabeça, mas aquele que o desafia e o "desinstala", mas está pronto para ficar com você em qualquer situação.

 

Precisamos crescer na vivência e na compreensão de uma verdadeira amizade, quem não se compromete não ama. Quando um amigo "pisa na bola" ou está vivendo uma situação constrangedora aproveite para acolhê-lo, não tenha medo de sacrificar a amizade pela verdade e o verdadeiro amor se arrisca, dá a vida pelo amigo. “O homem quando erra não tem outra alternativa a não ser pedir perdão, se não ele não é homem”. O amigo não "abandona o barco" quando ele se agita, ajuda a remar mesmo que tenha de dizer que o outro está remando para o lado errado. Como corrigir um amigo sem perder sua amizade:

 

Reze pelo seu amigo: a oração vai preparar o coração dele e também o seu;

 

Espere a hora certa para conversar e partilhar, não se deixe vencer pelo nervosismo e ansiedade;

 

Escolha o lugar certo: a privacidade é o melhor lugar para corrigir uma pessoa, evite fazer uma correção em público, mesmo que você esteja certo começou errado;

 

Faça um elogio antes de fazer a crítica e a correção. Todos têm qualidades e isso corrige o nosso ego elevado pelos erros dos outros; isso não é fingimento, é amor.

 

Saiba falar: cuidado com as palavras, o problema, muitas vezes, não é o conteúdo das críticas, mas o jeito com que se fala. Mesmo que o outro esteja no erro, demonstre respeito e carinho.

 

Na realidade, na hora em que é feita, nenhuma correção parece alegrar o outro, pois causa dor. Depois, porém, produz um fruto de paz e de justiça para aqueles que nela foram exercitados (cf. Hebreus 12,11).

 

Padre Luizinho - Comunidade Canção Nova
http://blog.cancaonova.com/padreluizinho

:: Postado por Régis Cristoativado às 19h39
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Os três inimigos do homem - Homilia Padre Paulo Ricardo (Sabado 16:00hs)

Padre Paulo Ricardo
Foto: Wesley Almeida

O evangelho de hoje quer nos relatar o que é o dia a dia da vida cristã, neste mundo que precisamos combater com o mal. De onde veio o mal, esta maldade toda que vemos no mundo? Jesus na primeira frase esclarece “O Reino dos Céus é como um homem que semeou boa semente no seu campo. (Mateus 13,24). O mundo que Deus criou é bom. Deus semeou bondade, nós vemos na primeira página de Gênesis, Deus viu que era bom, Deus olhou para o homem e viu que era muito bom. Somos bons, criados por Deus, mas Jesus não para por ai “Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo, semeou joio no meio do trigo, e foi embora.”(Mateus 13,25), o mal entra enquanto dormimos.

O inimigo do homem são três: o inimigo, o mundo e a carne.

O homem veio e semeou o joio e o dono do campo, disse deixa crescer juntos. Não temos ideia, pois nosso país cria muito pouco o trigo. O joio é um vegetal parecido com o trigo, são muitos parecidos, mas um determinado momento eles se diferenciam, o trigo tem um grão pesado e ele se dobra, o joio não, fica sempre em pé. O trigo é um pouco marrom e o joio é preto, e então percebemos a diferença. O joio tem uma semente que é tóxica, se o agricultor coloca os dois para fazer a farinha, quem consome, pode diversas reações.

O mundo matou nosso Rei e ele quer matar você também.
Foto: Wesley Almeida


Jesus sabia de agricultura e estava falando com quem tinha conhecimento disso e usou desta parábola, e Jesus fala que só devemos separar o joio quando eles tiverem grande, quando conseguirmos perceber a diferença.

Durante toda a sua vida, você terá que conviver com o joio, não existe nenhuma forma de extirparmos a maldade do mundo, antes da vitória de Deus, no juízo final. Até isso teremos que aprender a conviver, lutando contra ela, sem querer eliminá-la, pois não tem como separar antes do juízo final. Temos que lutar contra o mal, sabendo que ele existirá sempre.

O nazismo queria acabar com o mal, eles identificava que a maldade estava nos judeus, e em quem seguia suas ideologias por isso Hitler mandou milhões de judeus e cristãos para o campo de concentração, ele queria extirpar o mal e por isso matou muitos.

O comunismo, matou muito mais que Hitler. Mais ou menos 100 milhões de pessoas, que a loucura do comunismo matou, com a desculpa de acabar com o mal, de fazer uma sociedade perfeita.

Nós cristãos sabemos que não podemos esperar o mundo perfeito. O papa Bento XVI diz: “neste mundo o que podemos esperar é de termos força para acabar com o mal dentro de nós até os últimos dias”. Os revolucionários querem fazer um mundo sem males, e matam milhões. As nossas democracias matam 46 milhões de crianças todos os anos. Que Deus afaste esta desgraça que é o aborto do nosso país.

Esta é a mentalidade revolucionária para acabar com o mal: basta matar. O conforto vale mais que uma vida, por isso abortam crianças. Não estou dizendo isso para incriminar pessoas, mas para levá-las a conversão.

Nós cristãos acreditamos que o combate do mal acontece sobretudo dentro de nós. Os revolucionários acham que o mal é o sistema, é a ideologia da Igreja Católica, dos judeus. Nós cremos que o mal está sobretudo dentro de nós, e é dentro de mim, que devo combater o mal, a maldade e não querer mudar o mundo e continuar sendo egoísta.

O inimigo que semeia o joio é diabo, o mundo e a carne, segundo São João da Cruz. O diabo é espírito, mas as pessoas colocaram na cabeça que a Igreja Católica é contra o corpo, não somos contra o corpo, o mal é uma realidade espiritual em primeiro lugar. Quem inventou o mal é um espírito puro, o diabo, e seduziu nossos primeiros pais para o mal. Saiba que nós somos a única criatura que caminha no planeta terra, que é capaz de desobedecer a Deus, a vaca, as árvores não são capazes de desobedecer a Deus. Deus nos deu essa capacidade pois queria filhos livres para amá-lo. Nós somos livres para amá-Lo e desobedecê-Lo. É uma alegria ver a liberdade de um jovem que ama a Deus, que se entrega a Deus.

No início essa entrega é cheia de flores, mas é na fidelidade que vamos caminhando para Deus. É uma alegria vermos como a fidelidade com que monsenhor Jonas se entrega a Deus, e como ele milhares de sacerdotes vivem essa entrega, mas os meios de comunicação só se lembram dos judas, dos infelizes gatos pingados que traíram a Deus e a Igreja.

O segundo inimigo é o mundo, que na na linguagem da bíblia é a parte que rejeitaram a Deus, um mundo não criado por Deus.

O terceiro inimigo é a carne, na linguagem da bíblia, a carne não é o corpo, o corpo não é mal, é bom, é criação de Deus, carne é o homem que se afastou de Deus. Dentro de você existe carne, existe uma pessoa que não está convertida, dentro de nós ainda há território de missão, que precisa ser evangelizada, e essa luta existirá enquanto tivermos vida. Por isso Jesus diz: “não arranque o joio”, as coisas ainda não estão decididas enquanto não se decide.

'Dentro de nós cresce o trigo e o joio, mas só no final poderemos falar o que somos, se somos trigo ou joio, não se precipite.'
Foto: Wesley Almeida


A Igreja nunca canonizou uma pessoa viva, pois a santidade consiste em santificação, é uma luta a vida do homem na terra, vamos lutar todos os dias, por isso existe PHN, vamos dizendo todos os dias por hoje não, é uma luta diária. Nenhum dos santos deixaram de lutar, até o último momento eles lutaram. Neste mundo temos que esperar ter força moral, para lutarmos contra o mal dentro de nós.

Em nós existe uma bondade que vem Deus, mas existe também o mal. O mundo com suas ideologias vê que você está insatisfeito com o mal. Sabemos que existe o mal, o problema não está em constatar o mal, mas saber qual é a raiz do mal.

Tem gente que fala que o Brasil é mal porque é católico demais, não é isso. O mundo é mal, porque existe uma maldade dentro de mim, que precisa ser combatida. Nós temos uma tendência enorme em olhar para causa das maldades fora de nós.

Dentro de nós existe um filho de Deus e um “filho da mãe”. Enquanto tivermos neste mundo, temos que conviver com os dois, lutando para que este “filho da mãe” morra. Na linguagem bíblica, é o homem novo e o homem velho, mas este homem velho tem um saúde de ferro, por isso prefiro chamar de “filho da mãe”.



Dentro de nós cresce o trigo e o joio, mas só no final poderemos falar o que somos, se somos trigo ou joio, não se precipite.

Enquanto tivermos o hoje, precisamos lutar, peça para Deus a força. Te daremos um método bem simples para você viver o PHN, existe uma escola, confissão e comunhão diária e no meio delas tem a adoração. Essa é a escola. O caminho que precisamos trilhar de santificação não é com nossas pernas, não dizemos PHN porque temos a força. Não temos a força, temos a graça de Deus.

Eu tenho a graça de me ajoelhar diante do meu confessor, é uma graça ouvir, eu te absolvo dos teus pecados. É uma graça termos padres. Nós amamos os padres, pois sabemos que não podemos viver sem ter sacerdotes, sem ter a Eucaristia. É natural do cristão amar os padres.

Transcrição e adaptação: Regiane Calixto

:: Postado por Régis Cristoativado às 19h37
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A Santa Missa é muito mais que uma reunião fraterna - Quando a Liturgia se corrompe, a vida cristã corre perigo

Quando a Liturgia se corrompe, toda a vida cristã corre perigo de se corromper.

A Liturgia é a oração oficial da Igreja, do povo de Deus, do Corpo Místico de Cristo.

Nela [Liturgia], é o próprio Jesus, junto com todos os que estão unidos a Ele pelos laços da fé, do batismo e do Espírito Santo, que se apresenta ao Pai em sacrifício de salvação do mundo inteiro; que ora ao Pai, que lhe oferece louvor, adoração, agradecimento, pedido de perdão, pedido de ajuda…

 

O centro da Liturgia é JESUS. Ela não é – não pode ser! – propriedade particular de nenhum celebrante, de nenhuma comunidade, de nenhum grupo de fiéis, de ninguém: cabe à Igreja – e só à Igreja – organizá-la, modificá-la, aperfeiçoá-la. Infelizmente, em nome de uma criatividade mal entendida (e de um Concílio Vaticano II mal interpretado), a Liturgia tem sido, muitas vezes, manipulada a bel-prazer.

Indo muito além da liberdade de ação que ela própria permite, tem-se visto de tudo em algumas celebrações litúrgicas.

 

O fato é que quando as pessoas se permitem certas liberdades no campo da Liturgia, violando suas normas e seus limites, as mesmas atitudes, aos poucos, vão sendo permitidas em outros campos da vida cristã, ou seja, na moral, nos mandamentos, na doutrina e por aí afora. Dessa forma, tudo fica relativo, isto é, tudo depende do ponto de vista de cada um e cada um faz “do jeito que gosta”. Corrompida a Liturgia, corrompe-se também a vida cristã e eclesial.

 

Sem entrar em detalhes, a Liturgia – sempre! – deve pôr em seu centro JESUS, Sua Vida, Sua Palavra, Sua morte, Sua Ressurreição, Sua Presença no meio de nós. Nesse sentido, não é a comunidade o centro da Liturgia, menos ainda o celebrante. A comunidade e o celebrante se reúnem em torno do Senhor.

É a Ele que deve ser orientada a participação da comunidade e a ação do celebrante, e este deve ter a consciência e a humildade de não pretender ser o centro das atenções; deve rejeitar todo tipo de exibicionismo. Pelo contrário, a fé e a devoção do celebrante devem dar o tom da celebração.

 

A comunidade precisa ser informada e formada para que sua participação não se torne um “festival”, no qual há muita “alegria e participação”, mas onde falta o silêncio, a concentração, a atenção à Palavra de Deus, o respeito pelo Corpo e Sangue de Cristo. Sobre este ponto, no dia 15 de abril de 2010, ao receber em audiência os bispos do Regional Norte 2 da CNBB, o Papa Bento XVI dirigiu-lhes palavras muito oportunas.

 

É bom que você conheça as passagens principais e compreenda sua importância para que uma Celebração Eucarística seja autêntica.

 

– “Sinto que o centro e a fonte permanente do ministério do Papa estão na Eucaristia, coração da vida cristã, fonte e vértice da missão evangelizadora da Igreja. Podeis assim compreender a preocupação do Sucessor de Pedro por tudo o que possa ofuscar o ponto mais original da fé católica: hoje Jesus Cristo continua vivo e realmente presente na hóstia e no cálice consagrados. Uma menor atenção que por vezes é prestada ao culto do Santíssimo Sacramento é indício e causa de escurecimento do sentido cristão do mistério, como sucede quando na Santa Missa já não aparece como proeminente e operante Jesus, mas uma comunidade atarefada com muitas coisas em vez de estar recolhida e deixar-se atrair para o Único necessário: o seu Senhor”.

 

– “Ora, a atitude primária e essencial do fiel cristão que participa na celebração litúrgica não é fazer, mas escutar, abrir-se, receber… É óbvio que, neste caso, receber não significa ficar passivo ou desinteressar-se do que lá acontece, mas cooperar – porque tornados capazes de o fazer pela graça de Deus – segundo «a autêntica natureza da verdadeira Igreja, que é simultaneamente humana e divina, visível e dotada de elementos invisíveis, empenhada na ação e dada à contemplação, presente no mundo e, todavia, peregrina, mas de forma que o que nela é humano se deve ordenar e subordinar ao divino, o visível ao invisível, a ação à contemplação, e o presente à cidade futura que buscamos» (Const. Sacrosanctum Concilium, 2)”.

 

– “Se na liturgia não emergisse a figura de Cristo, que está no seu princípio e está realmente presente para a tornar válida, já não teríamos a liturgia cristã, toda dependente do Senhor e toda suspensa da sua presença criadora. Como estão distantes de tudo isto quantos, em nome da inculturação, decaem no sincretismo introduzindo ritos tomados de outras religiões ou particularismos culturais na celebração da Santa Missa (cf. Redemptionis Sacramentum, 79)”!

 

– “O mistério eucarístico é um «dom demasiado grande – escrevia o meu venerável predecessor o Papa João Paulo II – para suportar ambiguidades e reduções», particularmente quando, «despojado do seu valor sacrificial, é vivido como se em nada ultrapassasse o sentido e o valor de um encontro fraterno ao redor da mesa» (Enc. Ecclesia de Eucharistia, 10).

 

– “O culto não pode nascer da nossa fantasia; seria um grito na escuridão ou uma simples auto-afirmação. A verdadeira liturgia supõe que Deus responda e nos mostre como podemos adorá-Lo. «A Igreja pode celebrar e adorar o mistério de Cristo presente na Eucaristia, precisamente porque o próprio Cristo Se deu primeiro a ela no sacrifício da Cruz» (Exort. ap. Sacramentum caritatis, 14). A Igreja vive desta presença e tem como razão de ser e existir ampliar esta presença ao mundo inteiro”.

 

Até aqui foram as palavras de Bento XVI. Reflita um pouco sobre elas. Pelo que depender de você, ponha no centro da Liturgia, em particular da Eucaristia, o próprio Jesus e, junto com sua comunidade, volte-se para Ele e permita que Ele tome conta de sua vida. Não faça da Liturgia um laboratório de experiências, que só na aparência seriam pastorais…

 

Respeite a Liturgia tal como a Igreja propõe: respeitar a Liturgia, em particular a Eucaristia, é respeitar a oração do próprio Jesus.

 

Faça da Eucaristia, celebrada e participada com fé, devoção e respeito, como o “fogo da lareira” que aquece toda a sua vida de discípulo/a de Nosso Senhor Jesus Cristo. Sem Eucaristia, o mundo iria de mal a pior, pois a Eucaristia é Jesus. E Jesus é o único que pode salvar o mundo.

Dom Hilário Moser, SDB (*)
extraído de http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/

:: Postado por Régis Cristoativado às 19h37
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As armas contra Satanás: louvor, obediência e humildade
O diabo não suporta o louvor e isso por algo muito simples: Lúcifer, ou "portador de luz", se transformou em satanás exatamente por não querer louvar a Deus. Isso é obvio! Portanto, o louvor para ele é muito forte e pesado. Se nós queremos lutar contra o diabo, não temos outra coisa a fazer senão começar a louvar a Deus. Existem fiéis leigos que dizem: "Mas, eu tenho medo!" Se você conhece uma pessoa que precisa de ajuda nem sempre é necessário que você faça orações de libertação por ela. Se existe um grupo de irmãos que rezam juntos, comecem a louvar a Deus ignorando o inimigo, e o louvor o incomodará de tal modo que ele fugirá.

Uma pergunta que é muito feita nos dias de hoje é esta: "Por que o diabo se apresenta mais hoje do que nos tempos passados?" Houve um tempo em que o diabo trabalhava escondido, ignorado por todos. Até pouco tempo atrás existiam pouquíssimos ou quase nenhum exorcista, não porque não existissem pessoas que necessitassem, mas porque ninguém percebia essa necessidade. Hoje é diferente. E qual é a razão do diabo parecer mais ativo nesses últimos tempos? Começou-se a falar mais nele, primeiro, através dos pentecostais, depois pelos evangélicos seguidos pela Renovação Carismática Católica.

Pelo grande louvor que está sendo feito, ele não suporta! Isso poderia ser exemplificado como um rato escondido em um buraco; você joga água quente lá e, não a podendo agüentar, ele é obrigado a sair do buraco. O louvor faz com que o inimigo saia!

Toda essa luta que o diabo trava, hoje, não é porque ele está mais forte do que antes, mas, provavelmente, porque está mais fraco. Graças a todo o louvor que é feito – especialmente em grupos de oração –, por meio desses movimentos espirituais (em particular o movimento carismático), o maligno perde o controle e não sabe o que fazer. Por essa razão, nós temos de continuar a lutar através do louvor.

A segunda coisa que o diabo teme é a obediência. Por que? Porque ele é desobediente. Desta forma, tudo o que ele sugere é a desobediência, sugere continuamente a desobediência! Nós, sacerdotes, em particular, devemos estar muito atentos a isso, pois é fácil cair nessa cilada do inimigo.

A terceira coisa também temida pelo diabo é a humildade. Ele sugere o “poder”. No final das contas, ele é aquilo que é: o satanás, porque queria ter o poder. Certa vez, um exorcista fez uma pergunta para ele: Por que você tem pavor de Maria? E ele disse: “Tenho pavor daquela mulher, da sua grande humildade”. A humildade é uma virtude que o inimigo de Deus teme mais do que a nós, propriamente, porque essa virtude vai contra a natureza dele, pois ele é soberbo, orgulhoso, poderoso e faz o que quer. A humildade vai contra tudo isso.

Redescubra o poder da oração na sua vida, reze com fé e autoridade: ver orações de poder

Artigo extraído do livro "Cura do mal e libertação do maligno" de Frei Elias Vella (OFM) ver livro

:: Postado por Régis Cristoativado às 19h36
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Cuidar é sinal de crescimento  -Pregação Dunga

Dunga
Foto: Wesley Almeida

A proposta deste encontro é esta: crescer. Mas não podemos crescer como a mandioca, que cresce para baixo, ou como o rabo do cavalo, que também cresce para baixo. Precisamos crescer como o eucalipto, que cresce para cima. Precisamos ser radicais, pois, para crescer é preciso ter raízes. Um sinal de crescimento é quando alguém começa a cuidar de outra pessoa, quando se é responsável por alguém ou por um grupo de pessoas.

Ao ser perguntado pelos repórteres: “O que você sente no coração quando se depara com esta multidão de jovens?”, a única palavra que me vem ao coração como resposta é: responsabilidade.

Portanto, quando você começa a ser responsável por alguém (até mesmo se for pelo seu irmãozinho mais novo) você começa a demonstrar sinais de crescimento. Quando começamos a cuidar de alguém, independente do meio em que se vive, isso é um sinal de maturidade, de crescimento.

Meus irmãos: vamos cuidar uns dos outros! Esta é a proposta do PHN. E saiba que ninguém é bom sozinho. Aqui na Canção Nova nós trabalhamos em equipe, ajudando uns aos outros e, assim, vamos proporcionando a vocês um encontro desta magnitude. Temos 150 mil pessoas presentes neste encontro. Isto numa cidade de 35 mil habitantes. Portanto, se faz necessário toda uma estrutura para acontecer um encontro como este. Daí a necessidade de ajudarmos uns aos outros.

Na Canção Nova, somos irmãos que vigiam uns aos outros (no bom sentido da palavra). Estamos atentos se nossos irmãos estão bem, se estão tristes, e assim por diante. Isso é cuidar uns dos outros. E como é bom cuidar da pessoa humana acima de tudo.

Tem gente querendo legalizar o aborto no Brasil. Nós, católicos, precisamos denunciar isso. O aborto não pode ser legalizado no Brasil. Um médico que estudou durante tantos anos não pode se tornar um “assassino”. Ele não estudou para tirar vidas inocentes. A nós, católicos, foi dada a missão de cuidar da nossa raça humana. É justo, é necessário que se cuide da natureza, da ecologia, preservar o mico-leão, o coala e outros animais em extinção. Mas, acima de tudo, é preciso cuidar dos filhos de Deus!

Eu só tenho crescido em minha vida porque tenho aprendido a cuidar de você. Desde setembro do ano passado já trabalhávamos nesse encontro. E isto sem te conhecer! Mas, mesmo assim, já estávamos “apaixonados” por você. Esperávamos com muita expectativa a sua vinda para cá.

Chegamos aos 12 anos de PHN. Obrigado, Senhor, por essa “santa teimosia”! O PHN começou com um programa que eu apresentava chamado “Resgate Já”. Durante seis anos apresentei este programa. Estive em casas de recuperação, orfanatos, asilos... Cheguei a ficar três dias dentro de um presídio de segurança máxima, onde pude fazer um show ali dentro e rezar o Terço com os detentos. Terminando o show eu fui para minha casa, e aqueles homens voltaram para a cela. Ali começou o PHN, quando Deus me dizia ao coração que aqueles homens pagavam o preço de uma escolha errada que fizeram. E eles não precisavam pagar esse preço. Pois Jesus já pagou na Cruz o preço do nosso resgate. A dívida que temos por causa do nosso pecado já foi quitada pelo Sangue de Nosso Senhor.

A Palavra de Deus, em Hb 3, 12-14, nos diz assim: “Cuidai, irmãos, que não se ache em algum de vós um coração transviado pela incredulidade; que ninguém se afaste do Deus vivo. Antes, animai-vos uns aos outros, dia após dia, enquanto ressoar esse 'hoje', para que nenhum de vós fique endurecido pela sedução do pecado — pois tornamo-nos parceiros de Cristo, contanto que mantenhamos firme até o fim a nossa constância inicial”.

"O Senhor está nos dando esta ordem: cuidai! Você tem que cuidar de alguém"
Foto: Wesley Almeida
O Senhor está nos dando esta ordem: cuidai! Você tem que cuidar de alguém. Quando meus pais envelheceram, eu já estava na Canção Nova. Quando meu pai morreu, eu estava em missão. Quando minha mãe, morreu, eu também estava em missão. Quem cuidou dos meus pais, quem teve essa honra, foi a minha irmã mais velha, a Sandra. Por muitas vezes, antes de viajar, passava em minha cidade, Pindamonhangaba, para visitar meus familiares e, em especial, uma outra irmã doente (hoje já falecida) que era cuidada pelos meus sobrinhos. Quantas vezes eu era tocado por aquela “pregação” em casa, ao deparar-me com a cena de meu sobrinho carregando a própria mãe no colo, despindo-a para dar banho nela, cuidando dela em suas necessidades pessoais.

Aprenda: quem cuida cresce. E quem cresce é porque cuidou de alguém! Mãe, pai, saibam que cuidar é não permitir que esses programas sujos cheguem aos seus filhos. Porque existem hoje em dia tantos jovens viciados? É porque não houve quem cuidasse deles. Cuidar significa proteger. Proteja a sua família!

Cuide, no lugar onde você vive, na sua casa, de não deixar ninguém morrer na incredulidade. Você precisa motivar os outros, animar os outros, você não pode se dar por vencido. Anime a pessoa que você ama. Você vai “se virar”! Vai dar um jeitinho de animar essa pessoa que está em depressão, sem objetivo na vida. É preciso o seu empenho para trazer novamente o sorriso naquela pessoa.

Cuide do seu filho. Proteja-o! Bloqueie na sua internet os sites pornográficos. Bloqueie aqueles canais de filmes eróticos em sua TV por assinatura. Desfaça aquele “altar a Satanás” que é o barzinho cheio de uísque, vodca, etc que você insiste em manter em sua casa!

Saiba que seus filhos imitam os pais quando os veem rezando. E o mesmo se dá quando aquele pai, que não é convertido, encontra o seu filho rezando dentro do quarto. Aquele pai irá querer saber o que se passa com seu filho. E ele acabará aqui na Canção Nova vindo com você, jovem, num próximo encontro como este.

Jesus sabe quem é você. E assim como Pedro foi avisado por Jesus de que ele seria “peneirado” por Satanás, o mesmo se dá contigo. Você também será peneirado por Satanás. Você conhecerá crises. Mas, assim como Jesus orou por Pedro, Ele também reza por você. Jesus orou por você. E saiba: todos nós só estamos aqui porque passamos por crises: crises afetivas, no casamento, crise financeira etc.

Eu sei que a crise faz parte da minha vida. Eu, Dunga, sou feito de crises. No entanto eu sei que, em meio a cada crise, Jesus ora por mim! Ele roga ao Pai para que eu persevere e continue a confirmar na fé os meus irmãos.

Vivendo agora esta peneira, esta crise, tome coragem. Observe quantos latões de lixo estão aqui ao seu redor. Jogue fora esta camisinha, este calendário de mulher nua, esta droga que você trouxe... Jogue fora! Isso é a crise, a peneira, e você está sendo provado! Entendeu?

150 mil pessoas presentes no PHN 12 anos
Foto: Wesley Almeida

Você não sairá daqui a mesma pessoa: você voltará para casa melhor ou pior. Mas do mesmo jeito em que estava ao chegar aqui, jamais! Então decida-se! Decisão significa “dar um corte”. Hoje você precisa cortar com esse mal que tem te escravizado. Faça este corte, pois você está em crise. Você nunca mais terá medo dessa palavra “crise”, porque entendeu que crise é peneira, é fazer as escolhas certas, separar o que é bom daquilo que não presta.

É preciso peneirar o seu namoro, sua vida, suas amizades. Deus quer você. E o inimigo quer também a sua vida. Você está sendo peneirado no meio de um combate, de uma disputa entre o céu e o inferno. Mas você sairá vencedor em meio a tudo isso, pois Jesus reza por você.

Fazemos parte desta juventude santa, desta juventude PHN. Vamos terminar proclamando com toda força, juntos: “O meu lugar é o céu!”

Transcrição e adaptação: Alexandre de Oliveira

 

:: Postado por Régis Cristoativado às 19h34
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Evangelho (Mateus 8,18-22)

Naquele tempo, 18vendo uma multidão ao seu redor, Jesus mandou passar para a outra margem do lago. 19Então um mestre da Lei aproximou-se e disse: “Mestre, eu te seguirei aonde quer que tu vás”.
20Jesus lhe respondeu: “As raposas têm suas tocas e as aves dos céus têm seus ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça”. 21Um outro dos discípulos disse a Jesus: “Senhor, permite-me que primeiro eu vá sepultar meu pai”. 22Mas Jesus lhe respondeu: “Segue-me, e deixa que os mortos sepultem os seus mortos”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
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A Igreja celebra hoje:Santo Irineu
  Celebramos a memória do grande bispo e mártir, Santo Irineu que, pelos seus escritos, tornou-se o mais importante dos escritores cristãos do século II. Nascido na Ásia Menor, foi discípulo de São Policarpo, que por sua vez conviveu diretamente com o Apóstolo São João, o Evangelista.

Ao ser ordenado por São Policarpo, Irineu foi para a França e assumiu várias funções de serviço à Igreja de Cristo (que crescia em número de comunidades e necessidade de pastoreio). Importante contribuição deu à Igreja do Oriente quando foi em missão de paz para um diálogo com o Papa Eleutério sobre a falta de unidade na data da celebração da Páscoa, pois o Oriente corria ao risco de excomunhão, sendo fiel ao significado do seu próprio nome – portador da paz – logrou êxito nessa missão, já que isto nada interferia na unidade da fé.

Ao voltar da missão deparou-se com a morte do bispo Potino, o qual o havia enviado para Roma e, sendo assim, foi ele o escolhido para sucessor do episcopado de Lião. Erudito, simples, orante e zeloso bispo, foi Santo Irineu quem escreveu contra os hereges, sobre a sucessão apostólica e muito dos dados que temos hoje, sobre a história da Igreja do século II. Este grande bispo morreu mártir na perseguição do imperador Severo.

Santo Irineu, rogai por nós!

:: Postado por Régis Cristoativado às 10h26
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Por que ele não fala em casamento? - Ninguém espera viver como namorado a vida toda

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Muitas mulheres falam da dificuldade de encontrar um namorado; outras, por sua vez, mesmo namorando há algum tempo, reclamam da falta de compromisso do rapaz com relação ao futuro do relacionamento ou de que o namoro parece não progredir como gostariam. Medo e insegurança podem realmente rondar os pensamentos dos namorados, especialmente quando certas decisões dizem respeito a compromissos definitivos.

 

Assumir a responsabilidade do casamento pode causar frio na barriga de muitos ao imaginarem o futuro e as complexidades da vida a dois, o que exigirá do casal disposição recíproca em fazer de suas vidas um enxerto.

 

Ninguém espera viver – como namorado – por um tempo indeterminado. Mas há alguns detalhes que talvez possam facilitar a compreensão dos possíveis motivos que levam ao adiamento da tão esperada data e, por sua vez, eliminar as inseguranças quanto ao compromisso para o casamento. Todavia, muitos casais, independentemente da necessidade de preparar os enxovais, mobiliar a casa, entre outras tarefas comuns aos nubentes, justificam ser ainda muito cedo para optarem pelo matrimônio. O casal sabe que deverá abdicar de coisas comuns à vida de solteiro, as quais lhes possam parecer insubstituíveis.

 

Algumas pessoas têm a imagem do casamento como uma prisão, mas, diferentemente disso, nesse novo estado de vida, apenas não cabem alguns dos antigos hábitos. Contudo, vale lembrar que a vida de quem opta pela experiência conjugal não se congela no tempo simplesmente pelo fato de se estar casado. Uma vez casado, uma nova perspectiva se abre para o jovem casal, agora, entrelaçando seus interesses, partilhando responsabilidades e abrindo-se ao aprendizado do convívio a dois.

 

Ao fazermos nossas escolhas assumimos as responsabilidades vislumbrando algum tipo de compensação pelo esforço empreendido. É muito desagradável para alguns casais de namorados perceberem que, mesmo depois de anos, levam o namoro como se os constantes desentendimentos fossem normais; vivem como se suportassem um ao outro em meio às brigas e discussões e qualquer situação pode ser motivo para mais uma crise. Outros continuam com o namoro somente pelo fato de estarem vivendo por muitos anos o relacionamento. Quando questionados sobre o assunto, dizem estar apenas acostumados com a companhia do outro. Entretanto, por maior que possa ser a intimidade no namoro existente entre esses casais, ainda assim não estão convencidos de dar um passo mais sério.

 

Seria difícil imaginar um futuro promissor com alguém que não se empenha em romper com o mau humor, cujo negativismo, a baixa autoestima e a dificuldade em se fazer afável a outros estão sempre à mostra. Qualquer uma dessas características faz com que até mesmo os amigos se distanciem de alguém assim. Se tais comportamentos não conseguem manter os amigos, tampouco poderiam convencer o(a) namorado(a) de que essa pessoa é um bom partido. Ao ponderar essas dificuldades presentes no relacionamento, que vantagens o casal poderia prever para o futuro do namoro a ponto de assumir o compromisso da vida conjugal?

 

Esses exemplos, entre outros, podem ser um sinal para os namorados avaliarem se o esforço empreendido ao longo desse convívio tem sido compensador até mesmo para continuar o namoro. Por essa razão, os namorados precisam viver esse tempo com muita dedicação e estar atentos a tudo que não favoreça o crescimento do casal.

 

Antes que o namoro venha a celebrar bodas, melhor seria que os namorados – olhando para casamentos que são para eles bons modelos e procurando evitar os erros cometidos por aqueles que foram malsucedidos –, investissem na própria mudança de comportamento, fazendo-se flexíveis às novas exigências de uma vida comum.

 

 

Veja tambem: Quando é tempo para noivar?

 

 

Um abraço, Dado Moura

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:: Postado por Régis Cristoativado às 10h25
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Ser humilde é ser santo - Nossos méritos são graças de Deus

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Para fazer a vontade de Deus é preciso, antes de tudo, ser humilde, "pobre de espírito" (anawin) como pediu Jesus. A Igreja, sempre iluminada e assistida pelo Espírito Santo, em sua experiência bimilenar, nos ensina que os piores pecados são aqueles chamados por ela de "capitais". "Capital" vem do latim "caput", que quer dizer "cabeça". São pecados "cabeças", isto é, que geram muitos outros. Por isso eles sempre mereceram, por parte da Igreja, uma atenção especial. São sete: soberba, ganância, luxúria, gula, ira, inveja e preguiça.

 

Houve um santo que disse que, se a cada ano, vencêssemos um desses sete pecados, ao fim de sete anos, seríamos santos. Portanto, vale a pena refletir sobre eles, a fim de rejeitá-los, com o auxílio da graça de Deus e de nossa vontade. O primeiro, e sem dúvida o pior de todos, é a soberba. É o pior porque foi exatamente o que levou os anjos maus a se rebelarem contra Deus, e levou Adão e Eva à desobediência mortal.

 

A soberba consiste na pessoa sentir-se como se fosse a geradora dos seus próprios bens materiais e espirituais. O soberbo se esquece de que é uma simples criatura, que saiu do nada pelo amor e chamado de Deus, e que, portanto, d'Ele depende em tudo. Como disse santa Catarina de Sena, esse pecado "rouba a glória de Deus", pois quer para si as homenagens e os aplausos que pertencem somente ao Senhor, já que Ele é o autor de toda graça.

 

A soberba é o oposto da humildade, palavra que vem de "humus", daquilo que se acha na terra, pó. O humilde é aquele que reconhece o seu "nada". Pela humildade e pela humilhação Jesus se tornou o "novo Adão" que salvou o mundo (cf. Rm 5,12s). A Santíssima Virgem Maria, a Mãe do Senhor, tornou-se a "nova Eva", como ensina a Igreja, porque na sua humildade destruiu os laços da soberba da primeira virgem. Ela disse: "Ele olhou para a humildade de sua serva" (Lc 1,39).

 

São João Batista também foi modelo dessa virtude [humildade] e nos ensinou a sua essência ao falar de Nosso Senhor Jesus Cristo: "Importa que Ele cresça e que eu diminua!" (Jo 3,30). Isso diz tudo. Quando Cristo iniciou a vida pública, João o apresentou para o povo: "Eis o Cordeiro de Deus" e desapareceu, até ser martirizado no cárcere de Herodes. Que lição de humildade! Também Nossa Senhora, sendo, "a Mãe do Senhor" (cf. Lc 2,43), fez-se "a escrava do Senhor" (cf. Lc 1,38).

 

Muitos cristãos são cheios de boas virtudes, mas, infelizmente, tornam-se "inchados", pensando infantilmente que essas boas virtudes são méritos próprios e não graças de Deus, para serviço dos outros.

 

Ser humilde é ser santo, é viver o oposto de tudo isso: é saber descer do pedestal, é não se autoadorar, é preferir fazer a vontade dos outros à própria, é ser silencioso, discreto, escondido, é fugir das pompas e dos aplausos.

 

 

 

 

 

 

Por: Felipe Aquino

:: Postado por Régis Cristoativado às 10h25
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Evangelho (Mateus 8,18-22)

Naquele tempo, 18vendo uma multidão ao seu redor, Jesus mandou passar para a outra margem do lago. 19Então um mestre da Lei aproximou-se e disse: “Mestre, eu te seguirei aonde quer que tu vás”.
20Jesus lhe respondeu: “As raposas têm suas tocas e as aves dos céus têm seus ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça”. 21Um outro dos discípulos disse a Jesus: “Senhor, permite-me que primeiro eu vá sepultar meu pai”. 22Mas Jesus lhe respondeu: “Segue-me, e deixa que os mortos sepultem os seus mortos”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
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A Igreja celebra hoje:Santo Irineu
  Celebramos a memória do grande bispo e mártir, Santo Irineu que, pelos seus escritos, tornou-se o mais importante dos escritores cristãos do século II. Nascido na Ásia Menor, foi discípulo de São Policarpo, que por sua vez conviveu diretamente com o Apóstolo São João, o Evangelista.

Ao ser ordenado por São Policarpo, Irineu foi para a França e assumiu várias funções de serviço à Igreja de Cristo (que crescia em número de comunidades e necessidade de pastoreio). Importante contribuição deu à Igreja do Oriente quando foi em missão de paz para um diálogo com o Papa Eleutério sobre a falta de unidade na data da celebração da Páscoa, pois o Oriente corria ao risco de excomunhão, sendo fiel ao significado do seu próprio nome – portador da paz – logrou êxito nessa missão, já que isto nada interferia na unidade da fé.

Ao voltar da missão deparou-se com a morte do bispo Potino, o qual o havia enviado para Roma e, sendo assim, foi ele o escolhido para sucessor do episcopado de Lião. Erudito, simples, orante e zeloso bispo, foi Santo Irineu quem escreveu contra os hereges, sobre a sucessão apostólica e muito dos dados que temos hoje, sobre a história da Igreja do século II. Este grande bispo morreu mártir na perseguição do imperador Severo.

Santo Irineu, rogai por nós!

:: Postado por Régis Cristoativado às 10h23
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Faça o teste abaixo e descubra se o maligno está agindo na sua vida:

1- Em sua casa tem havido brigas (  ) sim - (  ) não

2- Você guarda ressentimentos passados ou presentes (  ) sim - (  ) não

3- Sua vida financeira está estagnada por mais que você trabalhe  (  ) sim - (  ) não

4- Alguma pessoa próxima a você já manifestou inveja ou ciúmes  (  ) sim - (  ) não

5- Você tem contato (amigos ou familiares) que participam de outras religiões não cristãs  (  ) sim - (  ) não

6- Existem situações de enfermidade (infecções, inflamações, dores) constantes na sua família  (  ) sim - (  ) não

7- Há casos de doenças em sua família que seus antepassados já tiveram  (  ) sim - (  ) não

8- Você tem problemas em relação a sono  (  ) sim - (  ) não

9- Você tem se sentido cansado, deprimido ou desanimado  (  ) sim - (  ) não

10- Existem confusões ou desentendimentos em sua casa ou trabalho (  ) sim - (  ) não

 Agora, multiplique a quantidade de questões que você marcou "sim" por 5
e veja a em qual grupo você se encontra:

0 ponto: Parabéns, continue perseverante no caminho de Jesus.

De 5 a 10 pontos: Você é uma pessoa de muita fé e autoridade espiritual, porém existem algumas coisas que precisão ser renunciadas em sua vida.

De 15 a 25 pontos: Cuidado, é necessário estar vigilante, pois existem "brechas" pelas quais o Maligno está agindo. Retome sua vida de oração pessoal.

De 30 a 40 pontos: Sua situação é delicada, será necessário fazer um caminho de libertação urgente para que as coisas não fiquem mais complicadas do que já estão. Não será fácil sair dessa, mas com fé, autoridade espiritual e perseverança, você alcançará vitória, invoque o nome Jesus e entre em batalha espiritual imediatamente.

De 45 a 50 pontos: Você precisa de ajuda. Busque a confissão e a eucaristia. Você está vivendo um intenso combate espiritual. Comece a rezar com autoridade espiritual. Não desanime, por mais que seja difícil, Deus tem um plano de salvação para toda sua família, porém é preciso que você se volte para o Senhor e O escute. Jesus deseja realizar maravilhas na sua vida, porém é preciso renunciar o pecado e abrir-se a graça de Deus.

 

http://www.cancaonova.com/

:: Postado por Régis Cristoativado às 10h21
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Espera no Senhor e Ele agirá!

A qualquer lugar que você vá, você está nas mãos do Senhor. Não se trata apenas de um canto ou poesia: é realidade!
O Senhor quer que vivamos com esta Palavra:
“Espera no Senhor e faze o bem; habitarás a terra em plena segurança. Põe tuas delícias no Senhor, e os desejos do teu coração ele atenderá. Confia ao Senhor a tua sorte, espera nele: e ele agirá. Em silêncio, abandona-te ao Senhor, põe tua esperança nele” (SI 36,3-5.7a).
Acredite: neste mundo conturbado, você pode ter plena confiança, plena segurança: é a promessa do Senhor. Na situação em que você vive, o Senhor lhe diz: “Espera no Senhor e faze o bem”.
Infelizmente, muitas vezes, não conseguimos fazer o bem, porque estamos ansiosos, cheios de medo, perturbados. Na agitação, “perdemos a cabeça”. Por isso o Senhor vem nos dizer esta palavra: “Acalma-te! Tranquiliza-te!”
É o que acontece com muitos. Você ama as pessoas, mas não consegue demonstrá-lo. Chega em casa, refugia-se na televisão, no computador, se tranca no quarto... Muitas vezes, busca fuga até mesmo nas obras da Igreja, porque o coração está perturbado. Isso por causa das inseguranças que você vive! Deus lhe diz: “Espera no Senhor, confia n'Ele. Põe tuas delícias no Senhor, e os desejos do teu coração ele atenderá. Confia ao Senhor a tua sorte, espera n'Ele, e Ele agirá”.
É tudo muito concreto: confia sua sorte ao Senhor: seu emprego, salário, futuro, a educação e segurança de seus filhos, seus problemas etc.; entregue, abandone ao Senhor a sua sorte: tudo o que está vivendo, as doenças, a situação dolorosa de ter um filho no caminho errado... Espera n'Ele e Ele agirá!
Quando nos abandonamos ao Senhor e entregamos nossa vida a Ele, Ele age. Não se trata de fugir da realidade. Trata-se de perceber que somos incapazes de mudar inúmeras situações: fazemos de tudo, até nos angustiamos, nos desesperamos, mas não conseguimos mudar nada. Quando aprendemos a confiar a própria sorte ao Senhor e esperamos n'Ele, Ele age, e coisas maravilhosas acontecem. Quando não acreditamos mais que haja solução, ela surge.
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A felicidade bate à nossa porta

Certamente somente Aquele que colocou em nosso coração o desejo de felicidade, sabe como nos fazer felizes. Quanto mais nos aproximamos de Deus, tanto mais realizados e felizes somos.

“Quanto a mim, minha felicidade é estar perto de Deus” (Sl 73,28b).

Andamos por tantos lugares e realizamos tantas coisas à procura da felicidade, mas a verdadeira felicidade habita em nosso interior e tem um Nome: Jesus Cristo.

O Papa João Paulo II dizia: “Somente Jesus de Nazaré é capaz de satisfazer as aspirações mais profundas do coração humano”.

Jesus está sempre conosco, nós é que nem sempre estamos com Ele. Hoje, somos convidados para voltar a caminhar no caminho da felicidade verdadeira, proclamando em todas as ações que realizarmos: “Jesus Cristo é o Senhor” (Fl 2,11b).

Senhor, fazei-nos viver nos Seus caminhos e na Sua vontade.

:: Postado por Régis Cristoativado às 10h20
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Campanha: Seu Sangue é RARO Doe.

Para todos que acham que doar faz bem e engrandece o esprito
Para aqueles que gosta de se preocupar com o proximo
Para todo que sempre gostam de mostar as boas atitudes da vida
Para aqueles que querem um dia de foga no trabalho ai esta!

Feriado chegando e bancos de sangue com falta
Vamos ajudar o proximo pois a vontade de todos nos trasnforma em um só
“não acomodar com o que incomoda”

Vamos aos pré-requisitos
-boa saúde;
-não ter tido hepatite após os 10 anos de idade;
-ter idade entre 18 e 64 anos;
-pesar acima de 50 Kg;
-dormir bem na noite anterior a doação;
-não ter comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis;
-não estar gripado, resfriado, com febre ou diarréia;
-não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas;
-não ser usuário de drogas;
-não apresentar ferimento ainda não cicatrizado e
-não estar grávida ou em período de amamentação.

-Após o parto normal, é necessário aguardar 3 meses e, após cesárea, 6 meses para doação de sangue.

-O doador também não deve ter sido submetido a exame de endoscopia6 ou broncoscopia nos últimos 12 meses ou ter feito tatuagem nos últimos 12 meses.

-Não doe sangue em jejum.
-Pela manhã, alimente-se.
-À tarde, dê um intervalo de 3 horas após o almoço.
-O tratamento dentário impede a doação por um período de 1 a 30 dias, conforme o caso.
-O prazo mínimo entre uma doação de sangue1 total e outra é de 60 dias para os homens e de 90 dias para mulheres.
-Para doadores com idade entre 60 e 64 anos, o intervalo é de 6 meses. A menstruação8 e o uso de pílulas anticoncepcionais não impedem a doação.

-Outras condições, que também poderão impedir a doação, serão avaliadas na triagem antes da doação.

-É necessário apresentar, no ato da doação, documento original de identidade com foto, emitido por órgão oficial – Carteira de Identidade, de Trabalho, Profissional, Conselho de Classe ou Certificado de Reservista.

Medula Óssea

Já que será feita doação de sangue, aqueles que tiverem uma maior boa vontade, vale a pena tentar ajudar um pouco mais... porque é muito RARO que alguém faça isso...
esse vídeo é apenas de um caso...de muitos que talvez a gente nunca venha a conhecer...
http://www.youtube.com/watch?v=O8Vhhlg1HaE

http://www.youtube.com/watch?v=DvNdY-c-wDM
video oficial (Em HD)

:: Postado por Régis Cristoativado às 10h19
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Dez razões para viver a castidade no namoro - Favorece o crescimento amistoso entre o casal

1. A pureza ajuda a ter uma boa comunicação com seu (sua) namorado (a).

Quando um casal de namorados vive a abstinência sexual, sua comunicação é boa porque não se concentram somente no prazer, mas na alegria de compartilhar pontos de vista e experiências; além disso, suas conversas são mais profundas. Por outro lado, a intimidade física é uma forma fácil de se relacionar, mas ofusca outras formas de comunicação. É um modo de evitar o trabalho que supõe a verdadeira intimidade emocional, como falar de temas pessoais e profundos, além de conhecer as diferenças básicas que existem entre ambos.

2. Cresce o lado amistoso do relacionamento.

A proximidade física pode fazer com que os jovens pensem estar emocionalmente próximos, quando, na verdade, não o estão. Um relacionamento romântico consiste essencialmente em cultivar uma amizade e não há amizade sem diálogo e sem compartilhar interesses. A conversa cria laços de amizade e ajuda um a descobrir o outro, a conhecer seus defeitos e qualidades. Alguns jovens se deixam levar por paixões e, depois, quando se conhecem em profundidade, se desencantam. Muitas vezes, nem sequer chegam a se conhecer porque não foram amigos, somente namorados com direitos.

3. Existe um melhor relacionamento com os pais de ambas as famílias.

Quando o homem e a mulher se respeitam mutuamente, amadurece o carinho e melhora a amizade com os pais de ambos. Geralmente, os pais de família preferem que seus filhos solteiros vivam a continência sexual e se sentem mal quando sabem que eles estão sexualmente ativos, sem estar casados. Quando um casal sabe que deve esconder suas relações sexuais, cresce a culpa e o estresse. Os jovens que vivem a pureza se relacionam mais cordialmente com os próprios pais e com os pais do (a) namorado (a).

4. As relações sexuais têm o poder de unir duas pessoas com força e podem prolongar uma relação pouco sã, baseada na atração física ou na necessidade de segurança.

Uma pessoa pode se sentir “presa” a um relacionamento do qual gostaria de sair porque – no fundo – não o deseja, mas não sabe como fazer. Uma pessoa casta pode romper com maior facilidade o vínculo afetivo que o ata ao outro, pois não houve uma intimidade tão poderosa no aspecto físico.

5. Estimula a generosidade contra o egoísmo.

As relações sexuais durante o namoro convidam ao egoísmo e à própria satisfação, inclinam o casal a sentir-se em concorrência com outras pessoas que podem chamar a atenção do (a) namorado (a). Estimulam a insegurança e o egoísmo porque o fato de começar a entrar em intimidade convida a pedir mais e mais.

6. Há menos risco de abuso físico ou verbal.

O sexo, fora do casamento, pode se associar à violência e a outras formas de abuso. Por exemplo, há duas vezes mais ocorrência de agressão física entre casais que convivem sem compromisso do que entre pessoas casadas. Há menos ciúme e menos egoísmo nos casais de namorados que vivem a pureza do que naqueles que se deixam levar pelas paixões.

7. Aumenta o repertório de modos de demonstrar afeto.

Os namorados que vivem a abstinência encontram detalhes “novos” para demonstrar afeto e contam com iniciativas e ideias para passar bem e demonstrar mutuamente seu carinho. O namoro se fortalece e eles têm mais oportunidades de se conhecer no que diz respeito à personalidade, aos costumes e à maneira de manter um relacionamento.

8. Existem mais possibilidades de triunfar no casamento.

As pesquisas têm demonstrado que os casais que já viveram juntos têm mais possibilidades de se divorciar do que os que não fizeram essa experiência.

9. Se você decidir terminar o namoro, doerá menos.

Os laços criados pela atividade sexual, por natureza, vinculam fortemente o casal. Então, se houver uma ruptura, será mais intensa a dor produzida pela separação, devido aos vínculos estabelecidos. Quando não tiverem relações íntimas e decidirem se separar, o processo será menos doloroso.

10. Você se sentirá melhor como pessoa.

Os adolescentes sexualmente ativos frequentemente perdem a autoestima e admitem viver com culpas. Quando decidem deixar de lado a intimidade física e viver castamente, sentem-se como novos e crescem como pessoas. Além disso, melhoram seu potencial intelectual, artístico e social. Com o sexo não se deve jogar. Quando alguém o pressionar dizendo: “Só te peço sexo uma vez e não insistirei mais”, uma boa resposta seria: “Isso é justamente o que me preocupa. Prefiro me conservar para alguém que vai me querer toda a minha vida”.

Por: Martha Morales
www.almas.com.mx

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Rompa com a mentira no seu relacionamento - Omitir a verdade pode nos custar caro

Você pode imaginar quão difícil é uma ruptura num relacionamento. É só olhar como as separações são doloridas e deixam marcas profundas nos cônjuges e nos filhos. Muitas dessas separações conjugais são frutos do pecado que casais acabam vivendo a dois: situações de mentira, desregramentos, afastamento de Deus, agressividade; desrespeito; palavras de ofensa um para com o outro e assim por diante.

 

É preciso romper com o pecado e não romper com o relacionamento. O pecado precisa ser extirpado da nossa relação. Tudo que corrompe aquilo que Deus criou por amor não pode mais fazer parte de nossa vida. Vejo que o pecado mais sutil e o que mais destrói matrimônios é a mentira. Mentir, enganar o outro ou até omitir alguma coisa pode custar caro, porque fere a dignidade da outra pessoa e põe em risco a confiança e a fidelidade. Escolher o caminho de não falar a verdade, mesmo que seja em pequenas coisas, é escolher pela traição da confiança que o cônjuge depositou em você. Isso mesmo! A mentira já é traição!

 

Jesus disse: "E a verdade vos libertará" (cf. João 8,32b). E é nesta perpectiva que os nossos relacionamentos podem amadurecer e tornar-se fecundos: quando uma pessoa pode confiar na outra, certa de que o (a) outro (a) está sempre lhe dizendo a verdade, que nada ficando às escuras, escondido, porque isso não é bom.

 

Para isso o primeiro passo é se decidir pela verdade, pela sua verdade, pois é nela que Deus pode agir e que as coisas vão tomando o rumo certo e se contrói uma vida feliz.

 

Fica a dica de hoje: rompa com o pecado da mentira no seu relacionamento. Decida-se por falar e viver sempre a partir da verdade, na luz, na graça de Deus.

 

Que o Senhor o abençoe neste propósito!

 

 

Diácono Paulo Lourenço

 

:: Postado por Régis Cristoativado às 11h23
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A importância da disciplina - As pessoas mais produtivas são aquelas que se organizam

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O Papa João Paulo II disse – na Carta às Famílias, escrita em 1994 –, que “o ato de educar o filho é o prolongamento do ato de gerar”. O ser humano só pode atingir a sua plenitude, segundo a vontade de Deus, se for educado; e essa missão é, sobretudo, dos pais. É um direito e uma obrigação deles ao mesmo tempo. É pela educação que a criança aprende a disciplina, por isso os genitores não podem se descuidar dela, deixando-a abandonada a si mesma. Se isso ocorrer, essa criança será como um terreno baldio onde só nasce mato, sujeira, lixo e bichos venenosos. Sem disciplina não se consegue fazer nada de bom nesta vida.

 

Muitas pessoas não conseguem vencer os problemas e vícios pessoais porque não são disciplinadas. Muitas não conseguem ser perseverantes em seus bons propósitos porque lhes falta essa virtude [disciplina]. Para vencer um vício ou para dominar um mau hábito é preciso disciplina. É por ela que aprendemos a nos dominar. Vale mais um homem que se domina do que o que conquista uma cidade, diz a Bíblia.

 

A disciplina depende evidentemente da força de vontade; e esta é fortalecida pela graça de Deus. São Paulo diz que é Deus “ que opera em nós o querer e o fazer” (cf. Fil 2,13). As grandes organizações, fortes e duradouras, como, por exemplo, a Igreja, apoiam-se em uma rígida disciplina. É isso que lhes dá condições de superar os modismos e as ameaças de enfraquecimento. Também as grandes empresas fazem o mesmo.

 

Em primeiro lugar, é preciso organizar a sua vida. Defina e marque, com clareza, todas as suas atividades; sejam elas profissionais, religiosas ou de lazer. Deve haver um tempo definido para cada coisa; o improviso é a grande causa da perda de tempo e de insucesso. As pessoas mais produtivas são aquelas que se organizam. Essas fazem muitas coisas em pouco tempo. Não deixam para depois o que deve ser feito agora.

Não adianta você ter muitos livros se eles não estiverem arrumados por assunto, assim você não vai encontrar um livro que desejar. Não adianta você ter muitos artigos guardados se eles não estiverem classificados e indexados. No meio da bagunça não se pode achar nada, e perde-se muito tempo. Então, aprenda a arquivar tudo com capricho. O povo diz que um homem prevenido vale por dois. Então, seja prudente, cauteloso, previdente. Se você sabe que a sua memória falha, então carregue com você uma caneta e papel, e anote tudo o que deve fazer durante do seu dia, ou sua ida à cidade.

 

Muitos fracassam em seus projetos porque não sabem fazer um bom planejamento, com critérios, organização e método, porque não são disciplinados. A pressa atropela o planejamento, por falta de disciplina; é um perigo. Sem disciplina não se consegue fazer um bom planejamento. Muitas obras são construídas repletas de defeitos, e custam mais, porque faltou planejamento, disciplina e ordem. Lembre-se: é muito mais fácil, rápido e barato, fazer uma obra planejada, do que fazer tudo às pressas e depois ter que ficar remendando os erros cometidos.

Foi muito feliz quem escreveu em nossa bandeira: “Ordem e Progresso”. Disciplina significa você fazer tudo com ordem, critério, método e organização. Então, disciplina é uma virtude que se adquire desde a infância, em casa com os pais, na escola, na Igreja, no trabalho…

 

Sem disciplina gastamos muito mais tempo para fazer as coisas e pode-se ficar frustrado de ver o tempo passar sem acabar o que se pretendia fazer. Por isso, é preciso aprender a organizar a vida, o armário e a casa, arrumar a mesa de trabalho, a agenda de compromissos, etc. A disciplina se adquire com o hábito. Habitue-se a fazer tudo com planejamento, ordem, capricho, etapa por etapa, sem atropelos. Deus nos dá o tempo certo e suficiente para fazer o que precisamos fazer.

 

São Paulo disse aos coríntios que “os atletas se impõem todo tipo de disciplina. Eles assim procedem, para conseguir uma coroa corruptível. Nós o fazemos por um coroa incorruptível”(1Cor 9,25).

Nenhum atleta vence uma competição sem muita disciplina, treinos, regimes, horários rígidos, etc. Ora, na vida espiritual, pela qual desejamos ganhar a “coroa incorruptível”, a disciplina é mais necessária ainda. Ninguém cresce na vida espiritual sem disciplina: horário para rezar, meditar, trabalhar, etc. Estabeleça para você uma rotina de exercícios espirituais diários, e cumpra isto rigorosamente.

Assim Deus vai lentamente ocupando o centro de sua vida, como deve ser com cada cristão. Sem isto você será um cristão inconstante e tíbio.

 

É preciso insistir e persistir no objetivo definido. Não recue e não abandone aquilo que decidiu fazer. Para isto, pense bem e planeje bem o que vai fazer; não faça nada de maneira afoita, atropelada, movido pelo sentimentalismo ou apenas pela emoção. Não. Só comece uma atividade, física ou espiritual, se tiver antes pensado bem e estiver convencido de que precisa e quer de fato realizá-la. Peça a graça de Deus antes de iniciar a atividade; e prometa a você mesmo não recuar e não desanimar. Cada vez que você começa uma atividade de maneira intempestiva, e logo desiste dela, enfraquece a sua vontade e deixa a indisciplina ganhar espaço em sua vida.

 

Sem disciplina não se pode chegar à santidade. São Paulo chegou a dizer: “Castigo o meu corpo e o mantenho em servidão, de medo de vir eu mesmo a ser excluído depois de eu ter pregado aos outros” (I Cor 9,27).

 

Por:Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias".
Site do autor: www.cleofas.com.br

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Vivendo a terceira idade - Aprender a vivenciar as etapas de vida

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"Se você acha que está velho demais para fazer o que gosta, esqueça. É nessa época que muita gente redescobre as coisas boas da vida" (TESSARI, O.).

 

Ao pensarmos no ciclo de vida de cada um de nós, chegamos às maravilhas de Deus em cada etapa de nossa existência e que viver bem cada fase é uma necessidade que temos.

 

Na terceira idade, fase que engloba pessoas a partir dos 60, sabemos que para a grande maioria a aposentadoria já chegou, que geralmente os filhos já estão encaminhados em suas vidas, com emprego e família estruturadas.

 

Quer dizer que já fiz tudo e pronto? Não! Temos uma etapa muito bonita da vida, olhando com outros olhos. Chegou a hora de curtir netos, filhos, esposa, aquela viagem para o lugar que você gosta de estar. Colecionar um determinado produto, fazer o que se gosta e manter a mente em funcionamento, tudo isso é segredo essencial para uma vida de qualidade.

 

Manter a mente ocupada é muito importante. É verdade aquele ditado que diz "Mente parada só pensa bobeira". Todos nós, independentemente da idade, precisamos de atividades que mantenham nosso cérebro ativo: ler um livro, um jornal, jogos que exercitem o pensamento, fazer palavras cruzadas, cuidar de si (saúde, aparência), alimentar-se de forma adequada e não nos esquecer dos cuidados médicos. Todo esse conjunto contribui para que as pessoas que já chegaram à terceira idade revisem seus hábitos e possam melhorá-los.

 

Esta sensação de “não ser mais útil”, na verdade, tem relação com o sentimento de não ser mais responsável pela guarda e cuidado dos filhos, ou ainda, de não ser mais o principal elemento a trazer o sustento financeiro para a família. Por ser uma fase representada como um processo contínuo de perdas, em que os indivíduos ficariam relegados a uma situação de abandono, de desprezo por conta da ausência de papéis sociais, muitos deles acabam criando uma crença negativa que acabamos assumindo como verdade e, a partir daí, permitindo que sentimentos negativos ou de menos valia, sejam cada vez mais destacados e assumidos como uma verdade pessoal.

 

Neste sentido, é importante que tenhamos outros objetivos de vida, além do trabalho e do cuidado dos filhos. Atividades culturais, religiosas, sociais, um grupo de amigos, ajudar as pessoas que precisam, ser voluntário ou descobrir um novo talento são várias possibilidades de se manter ativo e saudável e evitar um processo depressivo ou doenças oportunistas que nos atingem quando estamos mais tristes.

 

Aprender a vivenciar as etapas de vida faz com que tenhamos amor pela vida e pelo envelhecer, que é uma etapa da família, as quais, quando vivida com amor, não deixam possibilidades para depressão e apatia.

 

Vencer preconceitos com relação ao envelhecimento (vamos lembrar que a população mundial está envelhecendo) é necessário, pertinente e uma meta para cada um de nós que tem ou terá um idoso em sua convivência e vive ou viverá essa fase.

 

Bem como os jovens, o idoso deve manter viva a chama da vontade, do desejo de acreditar e que pode ousar. Talvez, não tenha mais a mesma mobilidade física ou a memória de um jovem – são algumas perdas que podem ser acarretadas com a idade - mas certamente, uma rica história de vida e de maturidade, que, por si só, já é uma grande aliada da vida de cada idoso.

 

Que cada um de nós possa assumir também a realidade da terceira idade e quebrar com tantos preconceitos e dificuldades ainda existentes em nosso papel de cristãos, cidadãos e seres humanos!

 

 

 

 

 

Por: Elaine Ribeiro
psicologia01@cancaonova.com
Elaine Ribeiro, colaboradora da Comunidade Canção Nova, formada em Psicologia Clínica e Pós-Graduada em Gestão de Pessoas
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:: Postado por Régis Cristoativado às 11h22
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Evangelho (Lucas 1,57-66.80)

57Completou-se o tempo da gravidez de Isabel, e ela deu à luz um filho. 58Os vizinhos e parentes ouviram dizer como o Senhor tinha sido misericordioso para com Isabel, e alegraram-se com ela. 59No oitavo dia, foram circuncidar o menino, e queriam dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias. 60A mãe, porém disse: “Não! Ele vai chamar-se João”.
61Os outros disseram: “Não existe nenhum parente teu com esse nome!” 62Então fizeram sinais ao pai, perguntando como ele queria que o menino se chamasse. 63Zacarias pediu uma tabuinha, e escreveu: “João é o seu nome”. E todos ficaram admirados. 64No mesmo instante, a boca de Za­carias se abriu, sua língua se soltou, e ele começou a louvar a Deus. 65Todos os vizinhos ficaram com medo, e a notícia espalhou-se por toda a região montanhosa da Ju­deia. 66E todos os que ouviam a notícia ficavam pensando: “O que virá a ser este menino?” De fato, a mão do Senhor estava com ele. 80E o menino crescia e se fortalecia em espírito. Ele vivia nos lugares desertos, até o dia em que se apresentou publicamente a Israel.


Canção Nova lança Bíblia on-line para dispositivo móvel

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

A Igreja celebra hoje:
Solenidade do Nascimento de João Batista

  Com muita alegria, a Igreja, solenemente, celebra o nascimento de São João Batista. Santo que, juntamente com a Santíssima Virgem Maria, é o único a ter o aniversário natalício recordado pela liturgia.

São João Batista nasceu seis meses antes de Jesus Cristo, seu primo, e foi um anjo quem revelou o seu nome ao seu pai, Zacarias, que há muitos anos rezava com sua esposa para terem um filho.

Estudiosos mostram que possivelmente depois de idade adequada, João teria participado da vida monástica de uma comunidade rigorista, na qual, à beira do Rio Jordão ou Mar Morto, vivia em profunda penitência e oração. Pode-se chegar a essa conclusão a partir do texto de Mateus: "João usava um traje de pêlo de camelo, com um cinto de couro à volta dos rins; alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre".

O que o tornou tão importante para a história do Cristianismo é que, além de ser o último profeta a anunciar o Messias, foi ele quem preparou o caminho do Senhor com pregações conclamando os fiéis à mudança de vida e ao batismo de penitência (por isso “Batista”). Como nos ensinam as Sagradas Escirturas: "Eu vos batizo na água, em vista da conversão; mas aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu: eu não sou digno de tirar-lhe as sandálias; ele vos batizará no Espírito Santo" (Mateus 3,11).

Os Evangelhos nos revelam a inauguração da missão salvífica de Jesus a partir do batismo recebido pelas mãos do precursor João e da manifestação da Trindade Santa.

São João, ao reconhecer e apresentar Jesus como o Cristo, continuou sua missão em sentido descendente, a fim de que somente o Messias aparecesse. Grande anunciador do Reino e denunciador dos pecados, ele foi preso por não concordar com as atitudes pecaminosas de Herodes, acabando decapitado devido ao ódio de Herodíades, que fora esposa do irmão deste [Herodes], com a qual este vivia pecaminosamente.

O grande santo morreu na santidade e reconhecido pelo próprio Cristo: "Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João , o Batista" (Mateus 11,11).

São João Batista, rogai por nós!

O Evangelho de hoje poderia ser completado com o cântico entoado pelo pai, Zacarias, quando do nascimento de João Batista: “E tu, menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque irás à frente do Senhor, preparando os seus caminhos, dando a conhecer a seu povo a salvação, com o perdão dos pecados, graças ao coração misericordioso de nosso Deus, que envia o sol nascente para nos visitar [...]” (Lc 7,76-78). O sol nascente é Jesus. E quando crescer esse sol nascente, a luz da lua (ou da estrela da manhã?) deverá diminuir, como dirá o próprio João (Jo 3,30).

De fato, o Batista, como é apresentado na Bíblia, está totalmente em função d’Aquele que vem depois dele, Jesus. Essa perspectiva dos Evangelhos talvez não tenha sido a dos seus contemporâneos, como mostram alguns traços dele encontrados fora da Bíblia (por exemplo, no autor judeu Flávio Josefo, que viveu pouco tempo mais tarde). Mesmo na Bíblia encontramos indícios de que a atividade histórica de João não foi totalmente absorvida pela de Jesus. Mas, para os evangelistas, a obra do Batista foi o anúncio do sol que estava nascendo, a luz prometida por Deus a Seu povo: Jesus de Nazaré.

Ora, não só João preparou a chegada de Jesus; ele é a plenitude de todos os profetas, sendo o último e o maior deles, o decisivo, aquele que encerra o anúncio profético do antigo Israel. “Até João, a Lei e os Profetas! A partir de então, o reino de Deus está sendo anunciado, e todos usam de força para entrar nele”. Ele é descrito como um novo Elias, pois este profeta era esperado para preparar, com sua pregação de conversão e reconciliação, a visita final de Deus a Seu povo.

Estamos inclinados a pensar que a missão do Batista terminou no ano 30, quando Jesus se apresentou. Mas em todos os tempos a missão desse grande santo da Igreja continua necessária, pois a luz do sol ainda não surgiu em todos os lugares, e pode acontecer também que em algum lugar já tenha escurecido. Anunciar o sol é uma figura para dizer que em todas as circunstâncias é preciso preparar os corações para receber o Enviado do Pai, o próprio Filho de Deus. Em nossa sociedade, o sol de Cristo parece estar obscurecido – quem sabe pela poluição mental. Quando neste ambiente apresentamos todo o aparato cristão, isso é recebido com uma mentalidade sensacionalista, não como a luz benfazeja do sol, mas como o cintilar da propaganda. Não seria melhor mandar um João Batista à frente?

Padre Pacheco
Comunidade Canção Nova


Precisamos urgentemente defender nossos lares!

Não podemos ignorar a guerra que vivemos. O inimigo de Deus tem sido agressivo; seu objetivo é arrancar-nos das mãos do Senhor. Para isso, o maligno tem utilizado meios desleais e entrado em nossas casas para roubar nossos filhos. A violência é uma das grandes consequências disso.

A violência que existe no mundo não é apenas externa, com crimes e mortes: a violência está em nossos lares. O inimigo está atacando com tudo, como os soldados de Herodes, no tempo de Jesus, entravam nas casas e matavam crianças com menos de 2 anos, arrancando-as dos braços de suas mães. É dessa violência que estamos falando. Trata-se de matança de inocentes. Nossos filhos têm sido raptados de nós e exterminados em nossa frente... e não sabemos o que fazer.

Certa vez, construímos uma parede que iria servir de arrimo, reforçando-a com bastante cimento e ferragens. Um dia, terminado o horário de serviço, os pedreiros foram embora, e vieram as crianças!... Fizeram tanta bagunça que por pouco não puseram o muro abaixo! Quase perdemos um dia inteiro de serviço. É essa brincadeira que o mundo está fazendo conosco! Você constrói a vida inteira, com lágrimas, com suor e dor; constrói um casamento, uma família, um lar e, de repente, vem o mundo e, na brincadeira, põe tudo a perder.

É um mundo terrivelmente agressivo! Por isso, não podemos usar um método qualquer para resgatar os nossos. Então, o que fazer?

Pais e mães, filhos e filhas, esta deve ser nossa posição: é urgente defender nosso lar. Diante da violência de que somos vítimas, assumimos o que o Senhor nos diz: “Não pelo poder, nem pela força, mas por meu Espírito, é que se fará esta obra”. A reconstrução da sua família vai se fazer pelo Espírito Santo de Deus ,eu diria até: vai se fazer pela violência do Espírito.

Somos os reconstrutores de nossas casas; trabalhando com ferramentas numa das mãos e com armas na outra, porque o inimigo está constantemente tentando destruir o que ainda está em construção. Até hoje tentamos reconstruir, o inimigo vem e destrói. Não podemos permitir isso! É preciso estar constantemente construindo com ferramentas e defendendo com armas, armas espirituais!

(Trecho do livro "Considerai como crescem os lírios" de Monsenhor Jonas Abib)

Monsenhor Jonas Abib

Sejamos vasos transbordantes do amor divino

“Nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas Ele nos amou e enviou seu Filho, vítima de expiação por nossos pecados” (I Jo 4,10).

A experiência do amor de Deus nos enche de ardor. Como São Paulo proclamemos: “Agradeço àquele que me deu força, Cristo Jesus, Nosso Senhor, pela confiança que teve em mim ao designar-me para o seu serviço, a mim que antes o perseguia e insultava, mas encontrei misericórdia”.

A nossa vocação nasce da comunhão com o Senhor. Quando nos encontramos com a misericórdia divina, somos impelidos ao serviço dos irmãos.

Num mundo tão carente do amor do Altíssimo, deixemo-nos guiar pelo desejo de servir aos irmãos e de fazer o bem para a construção de um mundo melhor.

Senhor, abre o nosso coração à ação da divina misericórdia e faça-nos vasos transbordantes da Sua compaixão.

Jesus, eu confio em Vós!


Como saber se somos humildes?

A humildade é uma virtude que revela o nosso verdadeiro valor. Há quem pense ser o contrário. Por isso, muita atenção! A humildade é uma graça que nos mostra o nosso valor justamente porque nos liberta de duas grandes inclinações desordenadas: a falsa estima que temos de nós mesmos e o desejo da estima dos outros.
Portanto, quem é humilde sabe e está sempre aprendendo sobre seu verdadeiro valor. Coragem! Siga em frente!
Agora deixe seu comentário sobre esta mensagem no blog.cancaonova.com/ricardosa..
Com carinho e orações,
Seu irmão, Ricardo Sá

 

Assalto à "Aliança de Misericórdia" deixa prejuízo de R$ 500 mil

Fernanda Postigo - Canção Nova Noticias, SP

Na madrugada desta quarta-feira, 23, a sede administrativa da Associação Aliança de Misericórdia, situada na cidade de São Paulo (SP) sofreu uma invasão e foram furtados todos os equipamentos do local.

A associação controla toda a parte financeira, contábil, projetos, captação de recursos e comunicação da obra. Com o furto, a Aliança de Misericórdia ficou impossibilitada de atualizar os sites, produzir os programas de TV que são veiculados pela TV Canção Nova e TV Século 21, montar a revista para os sócios benfeitores e fazer o controle das doações e movimentação de todas as nossas casas de missão e acolhida.

Computadores, ilhas de edição, impressoras e câmeras de vídeo foram levados pelos assaltantes. Um prejuízo de aproximadamente 500 mil reais.

A instituição católica informou que não sabe se conseguirá enviar as revistas aos sócios benfeitores neste mês, mas verão uma forma de enviar os boletos bancários, pois necessitam da ajuda de seus colaboradores.

A Aliança de Misericórdia conta com a ajuda e compreensão de todos para que possam restabelecer o trabalho de evangelização.

Para fazer sua contribuição, utilize a conta abaixo:
Associação Aliança de Misericórdia
Banco do Bradesco
Agência: 1416-8
C/C: 40600-7
CNPJ: 04.186.468/0001-73


Sobre a Aliança de Misericórdia

O Movimento Eclesial Aliança de Misericórdia é uma Associação Privada de Fiéis, com sede na Arquidiocese de São Paulo, capital, cuja identidade se encontra em sua Palavra de Vida.O movimento está presente em 36 cidades do Brasil e outros 3 países (Bélgica, Itália e Portugal), através da adesão dos membros a um dos Elos de pertença.

No âmbito religioso a Aliança de Misericórdia acolhe e une as forças de homens e mulheres, celibatários e casados, leigos e clérigos, que, de várias formas e níveis, chamados por Deus, tornam-se “filhos da misericórdia” para evangelizar as ovelhas perdidas (cf. Lc 15, 4-7), confiantes na potência do Espírito Santo, realizando todas as obras de Misericórdia que as próprias forças permitirem.

Junto aos trabalhos de evangelização, o Movimento realiza diversas obras sociais junto à população carente das periferias e ruas, conjugando harmoniosamente evangelização e caridade como faces de uma só moeda, e sendo reconhecida juridicamente como entidade de utilidade pública em âmbito municipal, estadual e federal. Para maiores detalhes consulte o site específico.

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:: Postado por Régis Cristoativado às 11h15
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Tudo se resolve pela mudança do coração!
 Há dois sistemas, e eles são opostos. De um lado, o sistema de César, o sistema deste mundo: o sistema do príncipe deste mundo, o maligno. De outro lado, o sistema de Deus, o sistema do Evangelho. Não dá para servir a Deus e a este mundo. Não é possível ser de Jesus e do príncipe deste mundo! É preciso decidir entre os dois sistemas. Não é questão de palavras, de aparências: é questão de coração. E Deus vê o coração.

Enquanto permanecermos ligados ao sistema do mundo seremos influenciados por ele e não nos será possível entrar no sistema de Deus. Ambos [sistemas] são radicalmente opostos. É preciso fazer uma escolha: ou estamos no sistema do mundo ou estamos no sistema de Deus. É uma lógica: para sermos auxiliados pelo Todo-poderoso precisamos estar no sistema d'Ele. Se continuarmos no do mundo, seremos tratados pelo mundo e do jeito que o mundo trata. Para deixarmos de ser vítimas desse sistema temos que deixá-lo de lado e nos colocarmos no sistema de Deus.

Na hora em que eu me decido a deixar o sistema do mundo, que é baseado em egoísmo, ganância, mentira, falsidade, corrupção, na busca do dinheiro; no momento em que eu me decido a deixar de enganar e prejudicar os outros; quando sinceramente eu me decido a sair do sistema do mundo e entrar no sistema de Deus, Sua Palavra se torna realidade em minha vida e: “Tudo concorre para o bem dos que amam a Deus” (Rm 8,28).

Não falo de um “evangelho de prosperidade”, que diz que, se eu for à igreja e fizer isso e mais aquilo, se ajudar essa e mais aquela obra, se der uma boa contribuição para tal igreja ou tal obra, Deus irá me dar como recompensa a prosperidade ou um emprego. Não é assim! Não falo de comprar Deus! Porque “os homens veem as aparências, mas Deus vê o coração” (cf. 1Sm 16,7b). Não me adiantará fazer belos discursos ou oferecer grandes ajudas financeiras se meu coração não estiver no sistema de Deus.

Os homens veem as aparências: fazem belos discursos, belas apresentações, mas Deus vê o coração! Na hora em que eu me decido sinceramente por deixar o egoísmo e parto para o sistema de Deus, que é amor, doação; se decido ter um coração generoso como o de Deus, se quero ser simples, humilde, mesmo não o sendo completamente, eu já estou no sistema de Deus.É aí que tudo começa a concorrer para o meu bem. Por isso, também a solução de nossas finanças, de nosso desemprego e tudo o mais está aí. Tudo se resolve pela mudança do coração!

(Trecho do livro "Considerai como crescem os lírios" de Monsenhor Jonas Abib)

O céu é para os decididos
Precisamos ser decididos! O grande mal é levarmos a nossa vida no "mais ou menos". A decisão de romper com o pecado cabe a nós, e Deus está presente, com toda Sua graça, para nos liberar desse mal. Decida-se: PHN! Por hoje não vou mais pecar. Esta é a primeira posição de todo guerreiro: romper com o pecado e, depois, a cada novo dia tomar a decisão: "Por hoje eu não vou mais pecar!"

Você precisa lutar e chegar íntegro a Deus Pai. O céu é para os decididos, para os violentos; o inferno é para os moles, os fracos e indecisos. Se cairmos durante a caminhada, a solução ideal é o arrependimento. Arrependa-se imediatamente, pois temos um Defensor, um Advogado de defesa diante do Pai: Jesus Cristo, o justo. Ele é vítima de expiação por nossos pecados e os do mundo inteiro.

Ninguém ficará aqui na terra eternamente. Seremos transplantados para o lugar daquele a quem servimos. Ou servimos a Deus, nosso Pai, ou servimos ao príncipe deste mundo, que é um traidor, um usurpador, que quer roubar os filhos de Deus. Não é possível servir aqui o príncipe deste mundo e esperar que sejamos transplantados para a casa de Deus, o céu. Queiramos ou não, iremos para os braços daquele a quem servimos nesta vida. Felizmente, você não tem um lugar reservado no inferno. Você só irá para lá se quiser e teimar! Portanto, tenha os olhos sempre voltados para o Alto, onde está o seu tesouro, o lugar eterno que Deus tem para você.

A nossa meta deve ser romper com o pecado e seguir a Deus. Investir a vida naquilo que é definitivo: a nossa morada no céu.

(Trecho do livro "Céus Novos e uma Terra Nova" de Monsenhor Jonas Abib)

Monsenhor Jonas Abib

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A força do exemplo - As crianças são como esponjas, se colocadas em água suja, absorverão

O exemplo é um forte elemento na educação das crianças. A família, os professores, os personagens das histórias a elas narradas e até mesmo os apresentadores dos programas infantis de televisão têm enorme responsabilidade sobre seus gestos e atitudes, cujas características são cuidadosamente apreendidas pelos pequenos. As crianças são como esponjas. Se colocadas em água suja, absorverão água suja. Quando colocadas em água limpa, absorverão água limpa. As crianças tendem a repetir aquilo que os adultos fazem. Muitas histórias servem de pretexto para que reflitamos sobre nossas atitudes diante de nossos filhos, alunos, pequenos aprendizes. É o caso desta pequena mensagem, cujo autor é desconhecido:

 

"A tigela de madeira"

 

Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos do velhinho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes. A família comia reunida à mesa. Mas as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de se alimentar. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, o leite era derramado na toalha da mesa.

O filho e a nora irritaram-se com a bagunça. - “Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai”, disse o filho. - “Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão.” Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação. E desde que o velhinho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora passara a ser servida numa tigela de madeira.

 

Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes, ele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe dirigiam eram de admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou alimento cair ao chão.

 

O menino de quatro anos de idade assistia a tudo em silêncio. Numa noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira. Ele perguntou delicadamente à criança: - “O que você está fazendo?” O menino respondeu docemente: - “Ah! Estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem quando eu crescer”. O garoto sorriu e voltou ao trabalho. Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que estes ficaram mudos. Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos.

 

Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente o conduziu à mesa da família. Dali para frente e até o final de seus dias o senhor fez todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando o garfo caía, o leite era derramado ou a toalha da mesa ficasse suja.

Gabriel Chalita
http://blog.cancaonova.com/gabrielchalita/

 

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Controle da natalidade não é fator de desenvolvimento
O governo da região da Lombardia, na Itália, anunciou que dará 4500 euros às mulheres grávidas para que não abortem. Para obter esse “benefício”, elas deverão apresentar uma solicitação de aborto motivado por problemas econômicos em um hospital ou consultório familiar. Neste caso, a mulher receberá 250 euros mensais durante um ano e meio. Para isso, estabeleceu-se um fundo de cinco milhões de euros. (ROMA, 03 Jun.10 – www.acidigital.com).

Antes, o aborto era proibido simplesmente por destruir uma vida humana inocente e indefesa; depois, passou a ser legal; agora, deve ser comprado por uma quantia em dinheiro. Certamente, não faltará alguma mulher que procure ficar grávida para apenas se beneficiar dessa quantia. A que ponto de desvalorização e desrespeito chegou-se com a vida humana “imagem e semelhança” de Deus?!

Onde estão as causas mais profundas dessa medida tão assustadora?

Entre outras coisas, esta notícia mostra o desespero a que estão chegando os governantes e economistas europeus em face do drástico controle da natalidade que a Europa e o mundo se impõem. Nenhum país hoje da Europa tem este número mínimo de filhos; o que significa que a população das nações europeias começam a diminuir drasticamente, com sérias consequências econômicas.

O cardeal Angelo Bagnasco, arcebispo de Gênova e presidente da Conferência Episcopal Italiana (CEI), durante a abertura, no Vaticano, da Assembleia Plenária dos bispos italianos, realizada em maio, alertou a nação sobre o “lento suicídio demográfico ao qual a Itália está se dirigindo”. Mais de 50% das famílias italianas atuais não têm filhos, e, entre as que têm, quase metade tem somente um e o restante, dois. Só 5,1% das famílias têm três ou mais filhos. Este dado nos ajuda a entender o desespero do governo italiano (31 mai.10 - zenit.org).

Num cenário deste tipo, onde nascem poucas crianças e os idosos vivem mais de 70 anos, o número de jovens diminui, não há braços fortes para trabalhar e para pagar a Previdência Social, pois esta tem de manter as aposentadorias para os idosos, pagar os hospitais etc. Esta é a grande preocupação dos economistas hoje em muitas nações.

Os idosos, além de não poder trabalhar, gastam muitas vezes mais em saúde do que os jovens. E quem vai pagar esta conta? Por conta disso, alguns países já aprovaram a eutanásia (Holanda, Bélgica, Luxemburgo), porque, assim, podem eliminar os velhos, cujas vidas “já não vale a pena ser mantidas” com altos custos. Já são cerca de 4 mil eutanasiados na Holanda por ano. É o “prêmio” que recebem da nação aqueles idosos que deram a sua vida e o seu trabalho em função dela. Não é à toa que alguns velhinhos estão deixando os asilos da Holanda e Bélgica e se refugiando nos asilos alemães, porque na Alemanha não há a eutanásia.

Em sua última Encíclica, o Papa Bento XVI deixou claro que o controle da natalidade não é fator de desenvolvimento. Vale a pena reler o que ele disse sobre este assunto: “A abertura à vida está no centro do verdadeiro desenvolvimento. Quando uma sociedade começa a negar e a suprimir a vida, acaba por deixar de encontrar as motivações e energias necessárias para trabalhar ao serviço do verdadeiro bem do homem” (n. 28). “Os pobres não devem ser considerados um ‘fardo’, mas um recurso, mesmo do ponto de vista estritamente econômico” (n. 35).

O nosso Brasil, infelizmente, está indo na mesma direção da Europa e da Itália. A nossa taxa de fertilidade já está em 2,0 filhos por mulher, ou menos. Isso significa que a população brasileira, dentro de poucos anos, começará a diminuir drasticamente. E como a população mais idosa aumenta, e com ela o número de aposentadorias, é claro que a Previdência Social terá seriíssimos problemas também aqui. O que já se faz notar.

A Igreja não se cansa de alertar o mundo para esse problema; ela está sempre do lado da defesa da vida,como disse João Paulo II: “Não tenham medo da vida”. A lógica de Deus é esta: ”o filho é sempre uma bênção!”. Como disse o Salmista: “Vede, os filhos são um dom de Deus. É uma recompensa o fruto das entranhas. Tais como as flechas nas mãos do guerreiro, assim são os filhos gerados na juventude. Feliz o homem que assim encheu sua aljava: não será confundido quando defender a sua causa contra seus inimigos à porta da cidade” (Sl 126/127, 2-4).

:: Postado por Régis Cristoativado às 00h49
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O silêncio é uma poderosa oração

Iniciemos este dia pedindo ao Senhor a graça de nos exercitarmos no silêncio, de sermos lentos para falar e prontos para escutar; sobretudo, prontos para ouvir a voz de Deus em todas as situações, até mesmo nos momentos desencontrados e de perseguição, como o Profeta Elias que, em meio a uma situação polêmica e difícil, escutou e obedeceu a voz do Senhor prontamente:

“E a palavra do Senhor foi dirigida a Elias nestes termos: ‘Parte daqui e toma a direção do oriente. Vai esconder-te junto à torrente de Carit, que está defronte ao Jordão’” (I Rs 17,2-4).

O Senhor deu uma direção concreta a Elias na situação que ele estava vivendo. Ele quer, também, nos direcionar em todos os monentos ao longo deste dia; basta silenciarmos para que Deus fale conosco.

Esta deve ser a nossa atitude: “Fale, Senhor, que o seu servo escuta”.

Jesus, ensina-nos a silenciar para que possamos escutar, com clareza, a Sua voz.

Jesus, eu confio em Vós!

Não basta ter, é preciso ser

É vontade de Deus que tenhamos o necessário para que vivamos dignamente; mas somente o ter não é suficiente para a realização humana. Não basta ter, é preciso ser. O nosso valor não é medido por aquilo que possuímos, mas sim, por aquilo que somos: filhos de Deus. Embora vivamos num mundo no qual, aparentemente, vale-se por aquilo que se possui, a lógica de Deus é bem outra: Diante d’Ele valemos pelo que somos.

“Das obras do Senhor não se esqueçam” (Sl 76,12).

Não podemos trocar o ser pelo ter. É importante que tenhamos e o necessário para viver e é essencial que reconheçamos aquilo que somos: Imagem e semelhança de Deus. As duas coisas se completam; nisso consiste a nossa alegria e a nossa esperança. Por isso, devemos buscar o equilíbrio entre o ter e o ser.

Senhor, conceda-nos, hoje, a graça de viver o louvor e a gratidão, porque somos imagem e semelhança de Deus.

Jesus, eu confio em Vós!

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:: Postado por Régis Cristoativado às 00h48
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Quem pode me libertar do pecado?

Por Padre Luizinho - Com. Canção Nova.

A nossa liberdade mal conduzida gerou o pecado, desfez a harmonia da criação entre o homem e Deus, a comunicação entre nós e a natureza. O pecado trousse a morte, ele é a causa de todo o mal, quem poderá nos salvar deste corpo mortal, pergunta São Paulo. Deus nos ama mesmo com o nosso pecado, mas por causa deste amor e por não conseguirmos vencer o pecado e a morte sozinhos Ele nos deu a solução:

Essa é a boa noticia que eu tenho para dar a você: “Deus amou tanto o mundo que enviou o seu filho único, para que todo aquele que nele crê não pereça mais tenha a vida eterna” (Cf. João 3,16).

Jesus nos salvou pela sua morte: “Ninguém me tira a vida, mas eu a dou por própria vontade. Eu tenho poder de dá-la, (Cf. João 10,18). “Quanto mais o sangue de Cristo purificará a nossa consciência das obras mortas, para servirmos ao Deus vivo! Pois em virtude do Espírito eterno, Cristo se ofereceu a si mesmo a Deus como vítima sem mancha” (Cf. Hebreus 9,14).

Jesus nos salvou pela sua ressurreição: O salário do pecado é a morte, pela Sua ressurreição Cristo nos devolve a vida: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância” (Jo 10,10).

Jesus disse então: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que tenha morrido, viverá”. (São João 11,25)

“Bendito seja Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Em sua grande misericórdia, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, ele nos fez nascer de novo para uma esperança viva” (I Pedro 1,3).

Jesus nos salvou pela sua glorificação: “Mas Deus, rico em misericórdia, pelo imenso amor com que nos amou, quando ainda estávamos mortos por causa dos nossos pecados, deu-nos a vida com Cristo. (É por graça que fostes salvos!) E ele nos ressuscitou com Cristo e com ele nos fez sentar nos céus, em virtude de nossa união com Cristo Jesus! Assim, por sua bondade para conosco no Cristo Jesus, Deus quis mostrar, nos séculos futuros, a incomparável riqueza de sua graça. É pela graça que fostes salvos, mediante a fé. E isso não vem de vós: é dom de Deus!” (Cf. Efésios 2,4-8).

Jesus é o único salvador: Em nenhum outro há salvação, pois não existe debaixo do céu outro nome dado à humanidade pelo qual devamos ser salvos” (Atos 4,12). Jesus nos perdoa e liberta do pecado.

Jesus pela sua morte e ressurreição venceu os nossos piores inimigos: “Aquele que não cometeu pecado, Deus o fez pecado por nós, para que nele nos tornemos justiça de Deus” (2 Cor 5,21).

1° Jesus venceu satanás;

Jesus venceu o pecado;

3° Jesus venceu a morte.

Jesus nos devolve a paz: O caso da pecadora publica: Ele levantou-se e disse: “Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?” Ela respondeu: “Ninguém, Senhor!” Jesus, então, lhe disse: “Eu também não te condeno. Vai, em paz e de agora em diante não peques mais” (Cf. João 8, 11).

Jesus devolve-nos a paz com os outros: o caso de Zaqueu, que tinha roubado muita gente cobrando os impostos: Zaqueu pôs-se de pé, e disse ao Senhor: “Senhor, a metade dos meus bens darei aos pobres, e se prejudiquei alguém, vou devolver quatro vezes mais”. Jesus lhe disse: “Hoje aconteceu à salvação para esta casa, porque também este é um filho de Abraão. Com efeito, o Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido”. (Lucas 19,9-10).

Jesus nos devolve a paz com Deus: Crucificado Jesus escuta dois ladrões, que também eram crucificados como ele, um deles suplica: “Jesus, lembra-te de mim, quando começares a reinar”. Ele lhe respondeu: “Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso” (Lucas 23, 42-43).

Mesmo que seus pecados sejam muito grandes e nesta luta parece que você não irá vencer Jesus Salvador te diz: “Eu vos disse estas coisas para que, em mim, tenhais a paz. No mundo tereis aflições. Mas tende coragem! Eu venci o mundo” (João 16,33).

Oração: Eu te agradeço Pai Santo por haver nos dado tão grande Salvador, pelo teu imenso amor acolho Jesus Cristo como o meu Salvador. Não há outro nome pelo qual eu deva ser salvo e liberto do pecado e da morte. Senhor Jesus Cristo, coloco-me nas chagas do teu amor, pois pela tua morte e ressurreição foi vencido o pecado a morte. Renunciando ao pecado e todas as seduções do mal, quero te seguir e aceitar como meu salvador, a solução contar todo o mal. Jesus Salva, Jesus Cura, Jesus Liberta…

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h28
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Nada pela força, tudo pelo amor! -Só o amor cura, transforma e convence

A sabedoria contagia e se apresenta com doçura. Se você faz as coisas com doçura as pessoas vão amá-lo, pois você as terá conquistado.

Ninguém será capaz de trazer alguém para Deus por meio da exortação, mas através de gestos concretos de amor. Só o amor cura, só o amor transforma, só o amor convence. É ele, o amor, que nos leva a ultrapassar os nossos limites.

Quando nós nos colocamos a serviço de alguém – essa pessoa entende que o que estamos lhe dando é o amor. Existem coisas que são extremamente doces neste mundo, uma delas, por exemplo, é sermos tratados pelo nosso nome; coisas simples é que fazem diferença. São pequenos gestos de carinho que não pesam para ninguém. Como é bom quando alguém se lembra de nós, quando não só nos admira, mas nos ama.

"Meu filho, faze o que fazes com doçura, e mais do que a estima dos homens, ganharás o afeto deles.. Quanto mais fores elevado, mais te humilharás em tudo, e perante Deus encontrarás misericórdia, porque só a Deus pertence a onipotência, e é pelos humildes que Ele é verdadeiramente honrado" (Eclesiástico 3,19-21).

O humilde não tem ambições por grandezas. O interessante é que o homem sábio não quer apenas ser feliz, mas fazer o outro feliz. Dom Bosco diz que o jovem não precisa simplesmente saber que é amado, ele precisa de gestos concretos de amor. Muitas vezes, o que os seus familiares mais querem é a sua atenção. Se você quer atingi-los, deve antes descobrir do que eles estão precisando. O que você pode fazer é se colocar ao alcance das pessoas. Não existe amizade sem compromisso.

Dizia São Francisco de Sales: "Nada pela força, tudo pelo amor!". Nisso está o verdadeiro poder.

Eu estou lhe dando o caminho das pedras para que você encontre a Jesus. Cristo quer que todos experimentem da doçura d'Ele; precisamos determinar que não será pela força que levaremos as pessoas a ter uma experiência com o Senhor, mas sim, pelo amor.

O que mais me impressiona na passagem que conta o encontro da mulher pecadora com Jesus (cf. Jo 8,1-11) é a maneira doce como Nosso Senhor a trata. Eu tenho certeza de que você já teve a oportunidade de ter sido colocado numa roda onde o acusaram. É difícil quando as pessoas que consideramos amigas participam de tal acusação. Isso dói no mais profundo da alma. Mas Jesus não lançou nenhum olhar de acusação, nem para mulher nem para as pessoas que armaram aquela emboscada. Ele lhes faz um desafio. Não foi o Senhor quem as acusou, foram suas consciências.

Nessa passagem da mulher adúltera, Cristo presta o maior serviço que alguém poderia prestar ao próximo: Ele salvou a vida dela.

O Messias conversa com aquela mulher, e ao fazê-lo, a compreende. Não existe um forma de compreender as pessoas sem conversar com elas. Há quanto tempo você não pergunta às pessoas do seu círculo de amizade como elas estão? Existe uma colaboração que só você pode dar; escute as pessoas à sua volta. Só sabemos o quanto um sapato aperta quando o calçamos. Calce o sapato do seu irmão para saber onde está apertando, entre na vida dele.

Quando a gente ama, até o nosso silêncio fala. Muitas vezes pensamos que as pessoas à nossa volta são heroinas; outras vezes, queremos que elas voltem os olhos para nós, fazendo-nos o centro de suas atenções. Mas, entendamos que somente conseguiremos trazer as pessoas para Deus a partir da nossa experiência com Ele. A nossa missão é fazer com que as pessoas amem a Jesus, que se tornem sensíveis ao amor d'Ele. Para nós fica o compromisso de tudo fazermos com doçura.

(Texto adaptado a partir da pregação "Doçura e amor" de fevereiro de 2006)

Por:Márcio Mendes

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h26
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A sabedoria do silenciar -Até os insensatos quando se calam passam por sábios

Sócrates, o sábio filósofo grego, dizia que a eloquência é, muitas vezes, uma maneira de exaltar falsamente o que é pequeno e de diminuir o que é, de fato, grande. A palavra pode ser mal-usada, mascarada e empregada para a dissimulação. É por isso que os sábios sempre ensinaram que só devemos falar alguma coisa “quando as nossas palavras forem mais valiosas que o nosso silêncio”. A razão é simples: nossas palavras têm poder para construir ou para destruir. Elas podem gerar a paz, a concórdia, o conforto, o consolo, mas podem também gerar ódio, ressentimento, angústia, tristeza e muito mais. “Mesmo o estulto, quando se cala, passa por sábio, por inteligente, aquele que fecha os lábios” (Pr 17,28).

O silêncio é valioso, sobretudo quando estamos em uma situação difícil, quando é preciso mais ouvir do que falar, mais pensar do que agir, mais meditar do que correr. Tanto a palavra quanto o silêncio revelam o nosso ser, a nossa alma, aquilo que vai dentro de nós. Jesus disse que “a boca fala daquilo que está cheio o coração” (cf. Lc 6,45). Basta conversar por alguns minutos com uma pessoa que podemos conhecer o seu interior revelado em suas palavras; daí a importância de saber ouvir o outro com paciência para poder conhecer de verdade a sua alma. Sem isso, corremos o risco de rotular rapidamente a pessoa com adjetivos negativos.

Sabemos que as palavras são mais poderosas que os canhões; elas provocam revoluções, conversões e muitas outras mudanças. A Bíblia, muitas vezes, chama a nossa atenção para a força das nossas palavras. “Quem é atento à palavra encontra a felicidade” (Eclo 16,20). “O coração do sábio faz sua boca sensata, e seus lábios ricos em experiência” (Eclo 16, 23). “O homem pervertido semeia discórdias, e o difamador divide os amigos” (Eclo 16,28). “A alegria de um homem está na resposta de sua boca, que bom é uma resposta oportuna!” (Pr 15,23).

Quanta discórdia existe nas famílias e nas comunidades por causa da fofoca, das calúnias, injúrias, maledicências! É preciso aprender que quando errarmos por nossas palavras, quando elas ferirem injustamente o irmão, teremos de ter a coragem sagrada de ir até ele pedir perdão. Jesus ensina que seremos julgados por nossas palavras: “Eu vos digo: no dia do juízo os homens prestarão contas de toda palavra vã que tiverem proferido. É por tuas palavras que serás justificado ou condenado” (Mt 12, 36).

Nossas palavras devem sempre ser “boas”, isto é, sempre gerar o bem-estar, a edificação da alma, o consolo do coração; a correção necessária com caridade. Se não for assim, é melhor se calar. São Paulo tem um ensinamento preciso sobre quando e como usar a preciosidade desse dom que Deus nos deu que é a palavra: “Nenhuma palavra má saia da vossa boca, mas só a que for útil para a edificação, sempre que for possível, e benfazeja aos que ouvem” (Ef 4, 29).

Erramos muito com nossas palavras; mas por quê?

Em primeiro lugar porque somos orgulhosos, queremos logo “ter a palavra” na frente dos outros; mal entendemos o problema ou o assunto e já queremos dar “a nossa opinião”, que muitas vezes é vazia, insensata, porque imatura, irrefletida. Outras vezes, erramos porque as pronunciamos com o “sangue quente”; quando a alma está agitada. Nesta hora, a grandeza de alma está em se calar, em conter a fúria, em dominar o ego ferido e buscar a fortaleza no silêncio.

Fale com sinceridade, reaja com bom senso e sem exaltação e sem raiva e expresse sua opinião com cautela, depois que entender bem o que está em discussão. Muitas vezes, nos debates, estamos cansados de ver tanta gente falando e poucos dispostos a ouvir. Os grandes homens são aqueles que abrem a boca quando os outros já não têm mais o que dizer. Mas, para isso, é preciso muito exercício de vontade; é preciso da graça de Deus porque a nossa natureza sozinha não se contém.

Deus nos fala no silêncio, quando a agitação da alma cessou; quando a brisa suave substitui a tempestade; quando a Sua palavra cala fundo na nossa alma; porque ela é “eficaz e capaz de discernir os pensamentos de nosso coração” (cf Hb 4,12).

Por:Felipe Aquino

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h25
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Levante a cabeça

O grande desafio para todos nós é ter um olhar voltado - não para as dificuldades que vivemos -mas para Jesus. Quando só olhamos para os nossos problemas e nos centramos somente neles, nos afundamos e perdemos a esperança.

Justamente o nosso olhar precisa estar fixo em Nosso Senhor Jesus Cristo, porque somente Ele é capaz de nos auxiliar eficazmente. Não é mais tempo de vivermos cabisbaixos, como pessoas derrotadas, porque o Senhor é a nossa força e o nosso sustento.

“Sim, Ele é meu rochedo, minha salvação, minha cidadela; sou quase inabalável” (Sl 61,3).

Coloquemos toda a nossa confiança e a nossa esperança no Senhor, porque os que n’Ele confiam jamais serão decepcionados.

Jesus, eu confio em Vós!


:: Postado por Régis Cristoativado às 16h24
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11 PERGUNTAS FEITAS PARA O DIABO: 

 
QUEM O CRIOU?
Lúcifer : Fui criado pelo próprio .
Deus, bem antes da existência do homem. [Ezequiel 28:15]

COMO VOCÊ ERA QUANDO FOI CRIADO?
Lúcifer : Vim à existência já na forma adulta e, como Adão, não tive infância. Eu  era um símbolo de perfeição, cheio de sabedoria e formosura e minhas vestes foram  preparadas com pedras preciosas. [Ezequiel 28:12,13]

ONDE VOCÊ MORAVA?
Lúcifer : No Jardim do Éden e caminhava no brilho das pedras preciosas do monte Santo de Deus. [Ezequiel 28:13]

QUAL ERA SUA FUNÇÃO NO REINO DE DEUS?
Lúcifer : Como querubim da guarda, ungido e estabelecido por  Deus, minha função era  guardar a Glória de Deus e conduzir os louvores dos anjos. Um terço deles estava sob  o meu comando. [Ezequiel 28:14; Apocalipse 12:4]

ALGUMA COISA FALTAVA A VOCÊ?
Lúcifer : (reflexivo, diminuiu o tom de voz) Não, nada. [Ezequiel 28:13]

O QUE ACONTECEU QUE O AFASTOU DA FUNÇÃO DE MAIOR HONRA QUE UM SER VIVO PODERIA TER?
Lúcifer : Isso não aconteceu de repente. Um dia eu me vi nas pedras (como espelho) e  percebi que sobrepujava os outros anjos (talvez não a Miguel ou Gabriel) em beleza,  força e inteligência. Comecei então a pensar como seria ser adorado como deus e  passei a desejar isto no meu coração. Do desejo passei para o planejamento,  estudando como firmar o meu trono acima das estrelas de  Deus e ser semelhante a Ele.
Num determinado dia tentei realizar meu desejo, mas acabei expulso do Santo Monte de Deus. [Isaías 14:13,14; Ezequiel 28: 15-17]

O QUE DETONOU FINALMENTE A SUA REBELIÃO?
Lúcifer: Quando percebi que Deus estava para criar alguém semelhante a Ele e, por  conseqüência, superior a mim, não consegui aceitar o fato. Manifestei então os  verdadeiros propósitos do meu coração. [Isaías 14:12-14]

O QUE ACONTECEU COM OS ANJOS QUE ESTAVAM SOB O SEU COMANDO?

Lúcifer: Eles me seguiram e também foram expulsos. Formamos juntos o império das  trevas. [Apocalipse 12:3,4]

COMO VOCÊ ENCARA O HOMEM?

Lúcifer : (com raiva) Tenho ódio da raça humana e faço tudo para destruí-la, pois eu  a invejo. Eu é que deveria ser semelhante a  Deus. [1Pedro 5:8]

QUAIS SÃO SUAS ESTRATÉGIAS PARA DESTRUIR O HOMEM?
Lúcifer : Meu objetivo maior é afastá-los de Deus. Eu estimulo a praticar o mal e confundo suas idéias com um mar de filosofias, pensamentos e religiões cheias de  mentiras, misturadas com algumas verdades. Envio meus mensageiros travestidos, para  confundir aqueles que querem buscar a  Deus. Torno a mentira parecida com a verdade,  induzindo o homem ao engano e a ficar longe de  Deus, achando que está perto. E tem  mais. Faço com que a mensagem de Jesus pareça uma tolice anacrônica, tento estimular  o orgulho, a soberba, o egoísmo, a inimizade e o ódio dos homens.
Trabalho  arduamente com o meu séquito para enfraquecer as igrejas, lançando divisões,  desânimo, críticas aos líderes, adultério, mágoas, friezas espirituais, avareza e  falta de compromisso (ri às escaras). Tento destruir a vida dos pastores,  principalmente com o sexo, ingratidão, falta de tempo para  Deus e orgulho. [1Pedro  5:8; Tiago 4:7; Gálatas 5:19-21; 1 corintios 3:3; 2 Pedro 2:1; 2 Timóteo 3:1-8;  Apocalipse 12:9]

E SOBRE O FUTURO?
Lúcifer: (com o semblante de ódio) Eu sei que não posso vencer a  Deus e me resta  pouco tempo para ir ao lago de fogo, minha prisão eterna. Eu e meus anjos  trabalharemos com afinco para levarmos o maior número possível de pessoas conosco.
[Ezequiel 28:19; Judas 6; Apocalipse 20:10,15]


MEDITE NESSA MENSAGEM. VEJAM QUE FOI ELABORADA COM BASE NOS VERSÍCULOS BÍBLICOS, POR ISSO É UMA ILUSTRAÇÃO DA MAIS PURA VERDADE.

"COMO DIZ O ESPÍRITO SANTO: HOJE, SE OUVIRDES A SUA VOZ, NÃO ENDUREÇAIS OS VOSSOS
CORAÇÕES." HEBREUS 3:7,8


"Ninguém tem maior amor do que este: de dar a Sua vida em favor dos Seus amigos." João 15:13

Você que se diz de  Deus e que recebe uma palavra dessa e não repassa aos seus  contatos, tem que verificar se está fazendo mesmo a vontade de
Deus..
Utilize cco quando encaminhar, se for fazê-lo.

POR DIA 63.912 COMPUTADORES SÃO INFECTADOS POR VÍRUS. LEIA DICAS DE SEGURANÇA.

:: Postado por Régis Cristoativado às 10h56
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Quinta-feira Santa - Gratuidade além do dinheiro

No clima comovente de despedida, o Evangelho narra hoje o gesto de Cristo, de lavar os pés dos apóstolos. E explica como este gesto nascia de um amor sem limites: "tendo amado os seus, amou-os até o extremo" (Jo 13,1).

De novo, o contraponto deste amor é o ódio cego, que já tinha se instalado no coração de Judas. A ganância do dinheiro tinha toldado o horizonte de Judas. O acordo com os sumos sacerdotes o condicionava, e ele se sentia na obrigação de trair o Mestre. "O diabo já tinha seduzido Judas para entregar Jesus" (Jo 13,2). O diabo se instala a partir da lógica do lucro.

É importante evitar de entrar nesta lógica. Pois uma vez instalada, tem a força de uma coerência, tantas vezes afirmada enfaticamente pelos economistas, que teimam em insistir na "verdade única" da inexorabilidade do processo econômico excludente que impõe seus critérios. Não se trata de negar esta coerência intrínseca. Trata-se de mudar de princípio. Trata-se de substituir o "diabo" do lucro pela gratuidade do amor, feito serviço aos irmãos. Como fez Cristo na quinta-feira, em contraste total com o que foi fazer Judas, no mesmo dia e na mesma hora.

A lógica do lucro produz insensibilidade humana, e fecha dentro de "direitos" que se respaldam em leis inspiradas para sua defesa. A força do amor leva a ultrapassar os "deveres", e chega a gestos surpreendentes, rompendo os horizontes das formalidades, e estabelecendo uma nova atitude de solidariedade e de comunhão. Os discípulos nunca mais irão esquecer o Mestre que lavou seus pés. E descobrem nele um motivo para a entrega de suas vidas, além das medidas humanas, e muito além da lógica do lucro.

Só o amor, transformado em serviço gratuito, rompe os limites do lucro.

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A liturgia da Quinta-feira Santa é um convite a aprofundar concretamente no misterio da Paixão de Cristo, já que quem deseja seguí-lo deve sentar-se à sua mesa e, com o máximo recolhimento, ser espectador de tudo o que aconteceu na noite em que iam entregá-lo.

E por outro lado, o mesmo Senhor Jesus nos dá um testemunho idôneo da vocação ao serviço do mundo e da Igreja que temos todos os fiéis quando decide lavar os pés dos seus discípulos.

Neste sentido, o Evangelho de São João apresenta a Jesus 'sabendo que o Pai pôs tudo em suas mãos, que vinha de Deus e a Deus retornava', mas que, ante cada homem, sente tal amor que, igual como fez com os discípulos, se ajoelha e lava os seus pés, como gesto inquietante de uma acolhida inalcansável.

São Paulo completa a representação lembrando a todas as comunidades cristãs o que ele mesmo recebeu: que aquela memorável noite a entrega de Cristo chegou a fazer-se sacramento permanente em um pão e em um vinho que convertem em alimento seu Corpo e seu Sangue para todos os que queiram recordá-lo e esperar sua vinda no final dos tempos, ficando assim instituída a Eucaristía.

A Santa Missa é então a celebração da Ceia do Senhor na qual Jesus, um dia como hoje, na véspera da sua paixão, "enquanto ceava com seus discípulos tomou pão..." (Mt 26, 26).

Ele quis que, como em sua última Ceia, seus discípulos se reunissem e se recordassem dEle abençoando o pão e o vinho: "Fazei isto em memória de mim" (Lc 22,19).

Antes de ser entregue, Cristo se entrega como alimento. Entretanto, nesta Ceia, o Senhor Jesus celebra sua morte: o que fez, o fez como anúncio profético e oferecimento antecipado e real da sua morte antes da sua Paixão. Por isso "quando comemos deste pão y bebemos deste cálice, proclamamos a morte do Senhor até que ele volte" (1Cor 11, 26).

Assim podemos afirmar que a Eucaristia é o memorial não tanto da Última Ceia, e sim da Morte de Cristo que é Senhor, e "Senhor da Morte", isto é, o Resuscitado cujo regresso esperamos de acordo com a promessa que Ele mesmo fez ao despedir-se: "Um pouco de tempo e já não me vereis, mais um pouco de tempo ainda e me vereis" (Jo 16, 16).

Como diz o prefácio deste dia: "Cristo verdadeiro e único sacerdote, se ofereceu como vítima de salvação e nos mandou perpetuar esta oferenda em sua comemoração". Porém esta Eucaristia deve ser celebrada com características próprias: como Missa "na Ceia do Senhor".

Nesta Missa, de maneira diferente de todas as demais Eucaristias, não celebramos "diretamente" nem a morte nem a ressurreição de Cristo. Não nos adiantamos à Sexta-feira Santa nem à noite de Páscoa.

Hoje celebramos a alegria de saber que esta morte do Senhor, que não terminou no fracasso mas no êxito, teve um por quê e um para quê: foi uma "entrega", um "dar-se", foi "por algo"ou melhor dizendo, "por alguém" e nada menos que por "nós e por nossa salvação" (Credo). "Ninguém a tira de mim,(Jesus se refere à sua vida) mas eu a dou livremente. Tenho poder de entregá-la e poder de retomá-la." (Jo 10, 18), e hoje nos diz que foi para "remissão dos pecados" (Mt 26, 28c).

Por isso esta Eucaristia deve ser celebrada o mais solenemente possível, porém, nos cantos, na mensagem, nos símbolos, não deve ser nem tão festiva nem tão jubilosamente explosiva como a Noite de Páscoa, noite em que celebramos o desfecho glorioso desta entrega, sem a qual tivesse sido inútil; tivesse sido apenas a entrega de alguém mais que morre pelos pobres e não os liberta. Porém não está repleta da solene e contrita tristeza da Sexta-feira Santa, porque o que nos interessa "sublinhar" neste momento, é que "o Pai entregou o Seu Filho para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna"(Jo 3, 16) e que o Filho entregou-se voluntariamente a nós apesar de que fosse através da morte em uma cruz ignominiosa.

Hoje há alegria e a Igreja rompe a austeridade quaresmal cantando o "glória": é a alegria de quem se sabe amado por Deus; porém ao mesmo tempo é sóbria e dolorida, porque conhecemos o preço que Cristo pagou por nós.

Poderíamos dizer que a alegria é por nós e a dor por Ele. Entretanto predomina o gozo porque no amor nunca podemos falar estritamente de tristeza, porque aquele que dá e se entrega con amor e por amor, o faz com alegria e para dar alegria.

Podemos dizer que hoje celebramos com a liturgia (1a. Leitura) a Páscoa. Porém a da Noite do Êxodo (Ex 12) e não a da chegada à Terra Prometida (Js 5, 10-ss).

Hoje inicia a festa da "crise pascoal", isto é, da luta entre a morte e a vida, já que a vida nunca foi absorvida pela morte mas sim combatida por ela. A noite do sábado de Glória é o canto à vitória porém tingida de sangue, e hoje é o hino à luta, mas de quem vence, porque sua arma é o amor.

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h26
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Sexta-feira Santa

A tarde de Sexta-feira Santa apresenta o drama imenso da morte de Cristo no Calvário. A cruz erguida sobre o mundo segue de pé como sinal de salvação e de esperança. Com a Paixão de Jesus segundo o Evangelho de João comtemplamos o mistério do Crucificado, com o coração do discípulo Amado, da Mãe, do soldado que lhe traspassou o lado.

São João, teólogo e cronista da paixão nos leva a comtemplar o mistério da cruz de Cristo como uma solene liturgia. Tudo é digno, solene, simbólico em sua narração: cada palavra, cada gesto. A densidade de seu Evangelho agora se faz mais eloqüente. E os títulos de Jesus compõem uma formosa Cristologia. Jesus é Rei. O diz o título da cruz, e o patíbulo é o trono onde ele reina. É a uma só vez, sacerdote e templo, com a túnica sem costura com que os soldados tiram a sorte. É novo Adão junto à Mãe, nova Eva, Filho de Maria e Esposo da Igreja. É o sedento de Deus, o executor do testamento da Escritura. O Doador do Espírito. É o Cordeiro imaculado e imolado, o que não lhe romperam os ossos. É o Exaltado na cruz que tudo o atrai a si, quando os homens voltam a ele o olhar.

A Mãe estava ali, junto à Cruz. Não chegou de repente no Gólgota, desde que o discípulo amado a recordou em Caná, sem ter seguido passo a passo, com seu coração de Mãe no caminho de Jesus. E agora está ali como mãe e discípula que seguiu em tudo a sorte de seu Filho, sinal de contradição como Ele, totalmente ao seu lado. Mas solene e majestosa como uma Mãe, a mãe de todos, a nova Eva, a mãe dos filhos dispersos que ela reúne junto à cruz de seu Filho.

Maternidade do coração, que infla com a espada de dor que a fecunda.

A palavra de seu Filho que prolonga sua maternidade até os confins infinitos de todos os homens. Mãe dos discípulos, dos irmãos de seu Filho. A maternidade de Maria tem o mesmo alcance da redenção de Jesus. Maria comtempla e vive o mistério com a majestade de uma Esposa, ainda que com a imensa dor de uma Mãe. São João a glorifica com a lembrança dessa maternidade. Último testamento de Jesus. Última dádiva. Segurança de uma presença materna em nossa vida, na de todos. Porque Maria é fiel à palavra: Eis aí o teu filho.

O soldado que traspassou o lado de Cristo no lado do coração, não se deu conta que cumpria uma profecia realizava um últmo, estupendo gesto litúrgico. Do coração de Cristo brota sangue e água. O sangue da redenção, a água da salvação. O sangue é sinal daquele maior amor, a vida entregue por nós, a água é sinal do Espírito, a própria vida de Jesus que agora, como em uma nova criação derrama sobre nós.

A Celebração

Hoje não se celebra a missa em todo o mundo. O altar é iluminado sem mantel, sem cruz, sem velas nem adornos. Recordamos a morte de Jesus. Os ministros se prostram no chão frente ao altar no começo da cerimônia. São a imagem da humanidade rebaixada e oprimida, e ao mesmo tempo penitente que implora perdão por seus pecados.
Vão vestidos de vermelho, a cor dos mártires: de Jesus, o primeiro testeunho do amor do Pai e de todos aqueles que, como ele, deram e continuam dando sua vida para proclamar a libertação que Deus nos oferece.

Ação litúrgica na Morte do Senhor

1. A ENTRADA

A impressionante celebração litúrgica da Sexta-feira começa com um rito de entrada diferente de outros dias: os ministros entram em silëncio, sem canto, vestidos de cor vermelha, a cor do sangue, do martírio, se prostram no chão, enquanto a comunidade se ajoelha, e depois de um espaço de silêncio, reza a oração do dia.

2. Celebração da Palavra

Espetacular realismo nesta profecia feita 800 anos antes de Cristo, chamada por muitos o 5º Evangelho. Que nos introduz a alma sofredora de Cristo, durante toda sua vida e agora na hora real de sua morte. Disponhamo-nos a vivê-la com Ele.

Leitura do Profeta Isaías 52, 13 ; 53

Eis que meu Servo há de prosperar, ele se elevará, será exaltado, será posto nas alturas.
Exatamente como multidões ficaram pasmadas à vista dele - tão desfigurado estava seu aspecto e a sua forma não parecia a de um homem - assim agora nações numerosas ficarão estupefactas a seu respeito,reis permanecerão silenciosos, ao verem coisas que não lhes haviam sido contadas e ao tomarem consciência de coisas que não tinham ouvido.
Quem creu naquilo que ouvimos, e a quem se revelou o braço do Senhor? Ele cresceu diante dele como um renovo, como raiz que brota de uma terra seca; não tinha beleza nem esplendor que pudesse atrair o nosso olhar, nem formosura capaz de nos deleitar.
Era desprezado e abandonado pelos homens, um homem sujeito à dor, familiarizado com a enfermidade, como uma pessoa de quem todos escondem o rosto; desprezado, não fazíamos nenhum caso dele.
E no entanto, era as nossas enfermidades que ele levava sobre si, as nossas dores que ele carregava.
Mas nós o tinhamos como vítima do castigo, ferido por Deus e humilhado.
Mas ele foi trespassado por causa de nossas transgressões, esmagado em virtude de nossas iniqüidades.
O castigo que havia de trazer-nos a paz, caiu sobre ele, sim, por suas feridas fomos curados.
Todos nós como ovelhas, andávamos errantes, seguindo cada um o seu próprio caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós.
Foi maltratado, mas livremente humilhou-se e não abriu a boca, como cordeiro conduzido ao matadouro; como uma ovelha que permanece muda na presença de seus tosquiadores ele não abriu a boca.
Após a detenção e julgamento, foi preso. Dentre os seus contemporâneos, quem se preocupou com o fato de ter ele sido cortado da terra dos vivos, de ter sido ferido pela transgressão do seu povo?
Deram sepultura com os ímpios, o seu túmulo está com os ricos, se bem que não tivesse praticado violência nem tivesse havido engano em sua boca.

Mas o Senhor quis feri-lo, submetê-lo à enfermidade. Mas, se ele oferece a sua vida como sacrifício pelo pecado, certamente verá uma descendência, prolongará os seus dias, e por meio dele o desígnio de Deus há de triunfar.
Após o trabalho fatigante de sua alma ele verá a luz e se fartará. Pelo seu conhecimento, o justo, meu Servo, justificará a muitos e levará sbre si as suas transgressões.
Eis porque lhe darei um quinhão entre as multidões; com os fortes repartirá os despojos, visto que entregou sua alma à morte e foi contado com os transgressores, mas na verdade levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores fez intercessão.

Palavra do Senhor

Salmo responsorial

Neste Salmo, recitado por Jesus na cruz, entrecruzam-se a confiança, a dor, a solidão e a súplica: com o Homem das dores, façamos nossa oração.

Sl 30, 2 e 6. 12-13. 15-16. 17 e 25.
Senhor, em tuas mãos eu entrego meu espírito.

Senhor, eu me abrigo em ti: que eu nunca fique envergonhado; Salva-me por sua justiça. Leberta-me . em tuas mãos eu entrego meu espírito, é tu quem me resgatas, Senhor.

Pelos opressores todos que tenho já me tornei um escândalo; para meus vizinhos, um asco, e terror para meus amigos. Os que me vêem na rua fogem para longe de mim; fui esquecido, como um morto aos corações, estou como um objeto perdido.

Quanto a mim, Senhor, confio em ti, e digo: " tú és o meu Deus!". Meus tempos etão em tua mão: liberta-me da mão dos meus inimigos e perseguidores. Faze brilhar tua face sobre o teu servo, salva-me por teu amor. Sede firmes, fortalecei vosso coração, vós todos que esperais no Senhor.

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h26
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Toda a celebração da Vigília Pascal é realizada durante a noite, de tal maneira que não se deva começar antes de anoitecer, ou se termine a aurora do Domingo.

A missa ainda que se celebre antes da meia noite, é a Missa Pascal do Domingo da Ressurreição. Os que participam desta missa, podem voltar a comungar na segunda Missa de Páscoa.

O sacerdote e os ministros se revestem de branco para a Missa. Preparam-se os velas para todos os que participem da Vigília.

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h26
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Domingo de Páscoa

O Domingo de Páscoa, é o dia em que até mesmo a mais pobre igreja se reveste com seus melhores ornamentos, é o ápice do ano litúrgico. É o aniversário do triunfo de Cristo. É a feliz conclusão do drama da Paixão e a alegria imensa depois da dor. E uma dor e alegria que se fundem pois se referem na história ao acontecimento mais importante da humanidade: a redenção e libertação do pecado da humanidade pelo Filho de Deus.

São Paulo nos diz : "Aquele que ressuscitou Jesus Cristo devolverá a vida a nossos corpos mortais". Não se pode compreender nem explicar a grandeza da Páscoa cristã sem evocar a Páscoa Judaica, que Israel festejava, e que os judeus ainda festejam, como festejaram os hebreus há três mil anos. O próprio Cristo celebrou a Páscoa todos os anos durante a sua vida terrena, segundo o ritual em vigor entre o povo de Deus, até o último ano de sua vida, em cuja Páscoa aconteceu na ceia e na istituição da Eucaristia.

Cristo, ao celebrar a Páscoa na Ceia, deu à comemoração tradicional da libertação do povo judeu um sentido novo e muito mais amplo. Não é um povo, uma nação isolada que Ele liberta, mas o mundo inteiro, a quem prepara para o Reino dos Céus. A Páscoa cristã - cheia de profunda simbologia - celebra a proteção que Cristo não cessou nem cessará de dispensar à Igreja até que Ele abra as portas da Jerusalém celestial. A festa da Páscoa é, antes de tudo, a representação do acontecimento chave da humanidade, a Ressurreição de Jesus depois de sua morte consentida por Ele para o resgate e a reabilitação do homem caído. Este acontecimento é um dado histórico inegável. Além de que todos os evangelistas fizeram referência. São Paulo confirma como o historiador que se apoia, não somente em provas, mas em testemunhos.

Páscoa é vitória, é o homem chamado a sua maior dignidade. Como não se alegrar pela vitória d'Aquele que tão injustamente foi condenado à paixão mais terrível e à morte de cruz?, pela vitória d'Aquele que anteriormente foi flagelado, esbofeteado, cuspido, com tanta desumana crueldade.

Este é o dia da esperança universal, o dia em que em torno ao ressuscitado, unem-se e se associam todos os sofrimentos humanos, as desolusões, as humilhações, as cruzes, a dignidade humana violada, a vida humana respeitada.

A Ressurreição nos revela a nossa vocação cristã e nossa missão: aproximá-la a todos os homens. O homem não pode perder jamais a esperança na vitória do bem sobre o mal. Creio na Ressurreição?, a proclamo?; creio em minha vocação e missão cristã, a vivo?; creio na ressurreição futura? , é alento para esta vida?, são perguntas que devem ser feitas.

A mensagem redentora da Páscoa não é outra coisa que a purificação total do homem, a libertação de seus egoísmos, de sua sensualidade, de seus complexos, purificação que, ainda que implique em uma fase de limpeza e saneamento interior, contudo se realiza de maneira positiva com dons de plenitude, com a iluminação do Espírito, a vitalização do ser por uma vida nova, que transborda alegria e paz - soma de todos os bens messiânicos-, em uma palavra, a presença do Senhor ressuscitado. São Paulo o expressou com incontida emoção neste texto: " Se ressuscitastes com Cristo, então vos manifestareis gloriosos com Ele".

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h25
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O tríduo pascal

A palavra tríduo na prática devocional católica sugere a idéia de preparação. Às vezes nos preparamos para a festa de um santo com três dias de oração em sua honra, ou pedimos uma graça especial mediante um tríduo de preces de intercessão.

O tríduo pascal se considerava como três dias de preparação para a festa de Páscoa; compreendia a quinta-feira, a sexta-feira e o sábado da Semana Santa. Era um tríduo da paixão.

No novo calendário e nas normas litúrgicas para a Semana Santa, o enfoque é diferente. O tríduo se apresenta não como um tempo de preparação, mas sim como uma só coisa com a Páscoa. É um tríduo da paixão e ressurreição, que abrange a totalidade do mistério pascal. Assim se expressa no calendário:

Cristo redimiu ao gênero humano e deu perfeita glória a Deus principalmente através de seu mistério pascal: morrendo destruiu a morte e ressuscitando restaurou a vida. O tríduo pascal da paixão e ressurreição de Cristo é, portanto, a culminação de todo o ano litúrgico.

Logo estabelece a duração exata do tríduo:

O tríduo começa com a missa vespertina da Ceia do Senhor, alcança seu cume na Vigília Pascal e se fecha com as vésperas do Domingo de Páscoa.

Esta unificação da celebração pascal é mais acorde com o espírito do Novo Testamento e com a tradição cristã primitiva. O mesmo Cristo, quando aludia a sua paixão e morte, nunca as dissociava de sua ressurreição. No evangelho da quarta-feira da segunda semana de quaresma (Mt 20,17-28) fala delas em conjunto: "O condenarão à morte e o entregarão aos gentis para que d'Ele façam escarnio, o açoitem e o crucifiquem, e ao terceiro dia ressuscitará".

É significativo que os pais da Igreja, tanto Santo Ambrosio como Santo Agostinho, concebam o tríduo pascal como um todo que inclui o sofrimento do Jesus e também sua glorificação. O bispo de Milão, em um dos seus escritos, refere-se aos três Santos dias (triduum illud sacrum) como aos três dias nos quais sofreu, esteve no túmulo e ressuscitou, os três dias aos que se referiu quando disse: "Destruam este templo e em três dias o reedificaré". Santo Agostinho, em uma de suas cartas, refere-se a eles como "os três sacratíssimos dias da crucificação, sepultura e ressurreição de Cristo".

Esses três dias, que começam com a missa vespertina da quinta-feira santa e concluem com a oração de vésperas do domingo de páscoa, formam uma unidade, e como tal devem ser considerados. Por conseguinte, a páscoa cristã consiste essencialmente em uma celebração de três dias, que compreende as partes sombrias e as facetas brilhantes do mistério salvífico de Cristo. As diferentes fases do mistério pascal se estendem ao longo dos três dias como em um tríptico: cada um dos três quadros ilustra uma parte da cena; juntos formam um tudo. Cada quadro é em si completo, mas deve ser visto em relação com os outros dois.

Interessa saber que tanto na sexta-feira como na sábado santo, oficialmente, não formam parte da quaresma. Segundo o novo calendário, a quaresma começa na quarta-feira de cinza e conclui na quinta-feira santa, excluindo a missa do jantar do Senhor 1. na sexta-feira e na sábado da semana Santa não são os últimos dois dias de quaresma, mas sim os primeiros dois dias do "sagrado tríduo".

Pensamentos para o tríduo.

A unidade do mistério pascal tem algo importante que nos ensinar. Diz-nos que a dor não somente é seguida pelo gozo, senão que já o contém em si. Jesus expressou isto de diferentes maneiras. Por exemplo, no último jantar disse a seus apóstolos: "Se entristecerão, mas sua tristeza se trocará em alegria" (Jn 16,20). Parece como se a dor fosse um dos ingredientes imprescindíveis para forjar a alegria. A metáfora da mulher com dores de parto o expressa maravilhosamente. Sua dor, efetivamente, engendra alegria, a alegria "de que ao mundo lhe nasceu um homem".

Outras imagens vão à memória. Todo o ciclo da natureza fala de vida que sai da morte: "Se o grão de trigo, que cai na terra, não morre, fica sozinho; mas se morrer, produz muito fruto" (Jn 12,24).

A ressurreição é nossa páscoa; é um passo da morte à vida, da escuridão à luz, do jejum à festa. O Senhor disse: "Você, pelo contrário, quando jejuar, unja-se a cabeça e se lave a cara" (MT 6,17). O jejum é o começo da festa.

O sofrimento não é bom em si mesmo; portanto, não devemos buscá-lo como tal. A postura cristã referente a ele é positiva e realista. Na vida de Cristo, e sobre tudo na sua cruz, vemos seu valor redentor. O crucifixo não deve reduzir-se a uma dolorosa lembrança do muito que Jesus sofreu por nós. É um objeto no que podemos nos glorificar porque está transfigurado pela glória da ressurreição.

Nossas vidas estão entretecidas de gozo e de dor. Fugir da dor e as penas a toda costa e procurar gozo e prazer por si mesmos são atitudes erradas. O caminho cristão é o caminho iluminado pelos ensinos e exemplos do Jesus. É o caminho da cruz, que é também o da ressurreição; é esquecimento de si, é perder-se por Cristo, é vida que brota da morte. O mistério pascal que celebramos nos dias do sagrado tríduo é a pauta e o programa que devemos seguir em nossas vidas.

:: Postado por Régis Cristoativado às 13h42
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Evangelho (Marcos 7,31-37)

Naquele tempo, Jesus saiu de novo da região de Tiro, passou por Sidônia e continuou até o mar da Galileia, atravessando a região da Decápole. Trouxeram então um homem surdo, que falava com dificuldade, e pediram que Jesus lhe impusesse a mão. Jesus afastou-se com o homem, para fora da multidão; em seguida, colocou os dedos nos seus ouvidos, cuspiu e com a saliva tocou a língua dele. Olhando para o céu, suspirou e disse: “Efatá!”, que quer dizer: “Abre-te!” Imediatamente seus ouvidos se abriram, sua língua se soltou e ele começou a falar sem dificuldade.
Jesus recomendou com insistência que não contassem a ninguém. Mas, quanto mais ele recomendava, mais eles divulgavam. M
uito impressionados, diziam: “Ele tem feito bem todas as coisas: Aos surdos faz ouvir e aos mudos falar”.
- Palavra da Salvação.

:: Postado por Régis Cristoativado às 13h40
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Tempo da Quaresma: reflexão, conversão e penitência

Neste tempo, entre o Natal do Senhor e Sua Páscoa, devemos ter presente e ser conscientes de três disposições:

-Fomentar a conversão do coração;

-Praticar obras de penitência: o jejum, a mortificação, a esmola...

-Não se esquecer que a Quaresma e um tempo especial para nos aproximarmos mais de Deus.


Nesse período, a liturgia da Igreja convida-nos, com insistência, a purificar nossa alma e a recomeçar novamente nossa caminhada com Aquele que é o Caminho. A Quaresma faz parte do ciclo pascal. Começa na Quarta-feira de cinzas e termina na Quinta-feira Santa pela manhã. Mas, você poderia me perguntar: "Padre, qual é o sentido da Quaresma? Por que Quaresma?"

Nesse tempo, lembramos os 40 anos do povo de Deus no deserto e também revivemos os 40 dias em que Jesus passou no deserto a fim de se preparar para a Sua missão. Poderíamos lembrar também os 40 dias do dilúvio. É um tempo de nos consagrarmos mais intensamente à escuta da Palavra de Deus, à oração e ao maior domínio de nós mesmos, para nos convertermos a Cristo e a Seu Reino.

Quais são as principais celebrações quaresmais? Quarta-feira de Cinzas, celebrações penitenciais, celebrações catecumenais, Domingo de Ramos e Missa do Crisma, quando se celebra o nascimento do Sacerdócio Ordenado. Importante lembrar que nesse período também acontece a "Campanha da Fraternidade", que neste ano nos convida à solidariedade com a pessoa portadora de deficiência, e a criar condições para superar preconceitos e assegurar uma verdadeira convivência e inclusão.

Quanto aos símbolos da Quaresma: a cor roxa, as cinzas e a cruz lembram o caráter de penitência e conversão. O jejum nos convida a dar mais atenção à Palavra de Deus. A "Campanha da Fraternidade" é um apelo de conversão pessoal e comunitária por meio de gestos de solidariedade e, as músicas expressam o sentido do mistério de Cristo celebrado.

Em síntese é isso o tempo da Quaresma. Um grande abraço e não tenham medo de rasgar o coração para viver bem esse tempo de Graça!

Padre Hamilton Nascimento
Comunidade Canção Nova

:: Postado por Régis Cristoativado às 13h39
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Quaresma -Como viver bem esse tempo forte de meditação, oração, jejum, esmola?

Neste tempo especial de graças que é a Quaresma devemos aproveitar ao máximo para fazermos uma renovação espiritual em nossa vida. O Apóstolo São Paulo insistia: "Em nome de Cristo vos rogamos: reconciliai-vos com Deus!" (2 Cor 5, 20); "exortamo-vos a que não recebais a graça de Deus em vão. Pois ele diz: Eu te ouvi no tempo favorável e te ajudei no dia da salvação (Is 49,8). Agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação." (2 Cor 6, 1-2).

 

Cristo jejuou e rezou durante quarenta dias (um longo tempo) antes de enfrentar as tentações do demônio no deserto e nos ensinou a vencê-lo pela oração e pelo jejum. Da mesma forma a Igreja quer ensinar-nos como vencer as tentações de hoje. Daí surgiu a Quaresma.

 

Na Quarta-Feira de Cinzas, quando ela começa, os sacerdotes colocam um pouquinho de cinzas sobre a cabeça dos fiéis na Missa. O sentido deste gesto é de lembrar que um dia a vida termina neste mundo, "voltamos ao pó" que as cinzas lembram. Por causa do pecado, Deus disse a Adão: "És pó, e ao pó tu hás de tornar". (Gênesis 2, 19)

 

Este sacramental da Igreja lembra-nos que estamos de passagem por este mundo, e que a vida de verdade, sem fim, começa depois da morte; e que, portanto, devemos viver em função disso. As cinzas humildemente nos lembram que após a morte prestaremos contas de todos os nossos atos, e de todas as graças que recebemos de Deus nesta vida, a começar da própria vida, do tempo, da saúde, dos bens, etc.

 

Esses quarenta dias, devem ser um tempo forte de meditação, oração, jejum, esmola ('remédios contra o pecado'). É tempo para se meditar profundamente a Bíblia, especialmente os Evangelhos, a vida dos Santos, viver um pouco de mortificação (cortar um doce, deixar a bebida, cigarro, passeios, churrascos, a TV, alguma diversão, etc.) com a intenção de fortalecer o espírito para que possa vencer as fraquezas da carne.

 

Na Oração da Missa de Cinzas a Igreja reza: "Concedei-nos ó Deus todo poderoso, iniciar com este dia de jejum o tempo da Quaresma para que a penitência nos fortaleça contra o espírito do Mal".

 

Sabemos como devemos viver, mas não temos força espiritual para isso. A mortificação fortalece o espírito. Não é a valorização do sacrifício por ele mesmo, e de maneira masoquista, mas pelo fruto de conversão e fortalecimento espiritual que ele traz; é um meio, não um fim.

 

Quaresma é um tempo de "rever a vida" e abandonar o pecado (orgulho, vaidade, arrogância, prepotência, ganância, pornografia, sexismo, gula, ira, inveja, preguiça, mentira, etc.). Enfim, viver o que Jesus recomendou: "Vigiai e orai, porque o espírito é forte mas a carne é fraca".

 

Embora este seja um tempo de oração e penitência mais profundas, não deve ser um tempo de tristeza, ao contrário, pois a alma fica mais leve e feliz. O prazer é satisfação do corpo, mas a alegria é a satisfação da alma.

 

Santo Agostinho dizia que "o pecador não suporta nem a si mesmo", e que "os teus pecados são a tua tristeza; deixa que a santidade seja a tua alegria". A verdadeira alegria brota no bojo da virtude, da graça; então, a Quaresma nos traz um tempo de paz, alegria e felicidade, porque chegamos mais perto de Deus.

 

Para isso podemos fazer uma confissão bem feita; o meio mais eficaz para se livrar do pecado. Jesus instituiu a confissão em sua primeira aparição aos discípulos, no mesmo domingo da Ressurreição (Jo 20,22) dizendo-lhes: "a quem vocês perdoarem os pecados, os pecados estarão perdoados". Não há graça maior do que ser perdoado por Deus, estar livre das misérias da alma e estar em paz com a consciência.

 

Jesus quis que nos confessemos com o sacerdote da Igreja, seu ministro, porque ele também é fraco e humano, e pode nos compreender, orientar e perdoar pela autoridade de Deus. Especialmente aqueles que há muito não se confessam, têm na Quaresma uma graça especial de Deus para se aproximar do confessor e entregar a Cristo nele representado, as suas misérias.

 

Uma prática muito salutar que a Igreja nos recomenda durante a Quaresma, uma vez por semana, é fazer o exercício da Via Sacra, na igreja, recordando e meditando a Paixão de Cristo e todo o seu sofrimento para nos salvar. Isto aumenta em nós o amor a Jesus e aos outros.

 

Não podemos esquecer também que a Santa Missa é a prática de piedade mais importante da fé católica, e que dela devemos participar, se possível, todos os dias da Quaresma. Na Missa estamos diante do Calvário, o mesmo e único Calvário. Sim, não é a repetição do Calvário, nem apenas a sua "lembrança", mas a sua "presentificação"; é a atualização do Sacrifício único de Jesus. A Igreja nos lembra que todas as vezes que participamos bem da Missa, "torna-se presente a nossa redenção".

 

Assim podemos viver bem a Quaresma e participar bem da Páscoa do Senhor, enriquecendo a nossa alma com as suas graças extraordinárias; podendo ser melhor e viver melhor.

 

Professor:Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor Felipe
Site do autor: www.cleofas.com.br

:: Postado por Régis Cristoativado às 13h38
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Sexo seguro como slogan pro pecado

Num cartão-postal li: “Dia Mundial da Prevenção da Gravidez na Adolescência incentiva o conhecimento sobre contracepção responsável e moderna”. Pasmem! Neste anuncio supõe-se como natural que a adolescente esteja “mantendo relações sexuais” e o que ela precisa saber são os métodos sobre contracepção responsável e moderna.

Esta propaganda é só mais uma peça do “teatro” – para não usar palavra mais forte - que estamos vivendo como sociedade. A primeira pergunta que me veio ao ver este cartão-postal foi esta: como proclamar e viver o plano divino para o homem e a mulher, chamados desde “o principio” à íntima comunhão interpessoal da “unidade de dois”, quando o slogan mais famoso que temos referente à sexualidade é “sexo seguro”, como se o aspecto mais importante da união sexual fosse não contrair doença ou prevenir uma nova vida? Não quero aqui tratar das mentiras “técnicas” deste slogan. Quero tratar aqui do seu aspecto moral. Para isso devemos responder:

• Qual é a imagem do homem e de mulher...

• Qual a meta...

• E qual o resultado, que este tipo de slogan esconde?

A imagem transmitida pelo slogan é que o homem e a mulher são “puro instinto”, e que ao “não conseguir se segurar” frente ao estímulo provocado pelo “outro” devem estar “prevenidos” para uma relação casual, e daí a necessidade de levar a camisinha no bolso e a pílula na bolsa. Fica claro entender porque a preocupação fundamental é a “prevenção de doença" - ou gravidez (que também é tratado como “doença”) - já que não se consegue ensinar o que é realmente a relação sexual e que os jovens (e adolescentes!) “não conseguem se segurar”, pelo menos se tapeia, fingindo que se ajuda distribuindo preservativos e pílulas.

A imagem do homem e da mulher no plano divino é bem oposta a esta. Ela afirma que o ser humano é um ser livre, e que diferente do animal, ele pode e deve escolher. Alias, quando Adão viu e deu nome a todos os animais, entre eles não encontrou “alguém” para entrar em “comunhão”, para estabelecer relações interpessoais. Além dos detalhes referentes ao caráter mítico do relato, encontramos em Gênesis a verdadeira essência do homem: ele é feito para alguém, para a mulher e daí a eloqüente frase que resume a alegria e a exultação dele: “agora sim, osso do meus ossos, carne da minha carne” (Gn 2, 23). Deus criou o homem e a mulher “a Sua imagem”, e Deus é uma eterna comunhão de amor de três Pessoas divinas. Vislumbramos assim a nobreza do ser humano e do seu chamado a refletir esta imagem precisamente na união de “uma só carne”, isto é, na união pela qual o esposo e esposa renovam o amor total, fiel, exclusivo e aberto à vida que prometeram em suas Bodas. Por isso, fora do matrimônio, a união física se priva das qualidades do amor autêntico e manifesta assim uma falsa linguagem do corpo. (Cf. Audiência de JPII, 22 de agosto de 1984).

A meta do slogan “sexo seguro” é aumentar a promiscuidade sexual. E pelo aumento da gravidez de crianças e adolescentes podemos comprovar esta triste realidade. Lógico que toda a culpa não recai só nesta campanha nacional do governo ou em outras parecidas a esta. Toda a nossa anti-cultura tende para isso: músicas pornográficas sendo cantadas por bebês, novelas como o alimento diário das famílias, uma ditadura da moda que fazem as mulheres se vestir como prostitutas... Se isso é plantado diariamente, o que queremos colher? Uma geração heróica ou uma geração doentia?

A meta da união conjugal no plano divino é uma meta inscrita no próprio corpo - masculino e feminino - que exige uma entrega consciente e livre de toda a pessoa e não somente de sua genitalidade. Separar a pessoa da sua sexualidade é reduzi-la, tornando-a simplesmente um objeto para satisfazer um desejo concupiscente, isto é, um mau desejo. Por isso, para que uma união conjugal seja autêntica se necessita um amor maduro, um amor que saindo do seu “eu” aceite ser totalmente e irrevogavelmente do “outro”. Um amor, nas palavras de João Paulo II que reconheça o “significado esponsal do corpo humano”, isto é, a sua capacidade de expressar amor, precisamente aquele amor no qual a pessoa se torna um dom e - por meio desse dom - realiza o sentido completo de seu ser e de sua existência” (Audiência de JPII, 16 de janeiro de 1980). Mas alguém só pode se tornar um “dom” na medida em que se possui, e por isso sem o autodomínio não há amor verdadeiro.

O resultado que o slogan “sexo seguro” produz é uma geração escrava de si mesma, pois “a paixão se manifesta a si mesmo como uma insistente tendência em direção à satisfação dos sentidos e do corpo (separada da pessoa). E a satisfação, de acordo com o homem dominado pela paixão, busca extinguir o fogo, mas ao invés disso, não alcança as fontes da paz interior... o homem que está ocupado em satisfazer os seus sentidos não encontra descanso nem encontra a si mesmo, mas pelo contrario “consome a si mesmo”. (Audiência JPII, 10 setembro de 1980).

O resultado do plano divino é que o homem e a mulher possam ver o seu corpo orientado interiormente pelo ‘dom sincero’ da pessoa, revelando um valor e uma beleza que ultrapassam a dimensão simplesmente física da ‘sexualidade’, e nesta doação se realizarem como pessoas, ao reconhecer no outro um ser único e irrepetível: alguém escolhido pelo eterno Amor. (Cf. Audiência de João Paulo II, 16 de janeiro de 1980).

Ah! Se o Plano Divino fosse o fundamento da imagem, da meta e do resultado buscado num slogan de campanha nacional, como este slogan seria diferente!

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por
Por Julie Marie, Site: www.teologiadocorpo.com.br

:: Postado por Régis Cristoativado às 13h36
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Pureza já ouviu falar

Eu e você queremos ser amados. Jamais usados. Para isso, eu e você precisamos olhar o outro como ele é: uma p-e-s-s-o-a. Uma unidade inseparável de corpo e alma. Como conseguimos isso? Sendo puros!

 Mas, falar de pureza hoje é dificilíssimo e por uma razão bem simples: as palavras no nosso vocabulário não significam a realidade que lhe corresponde e por isso precisamos explicar primeiro do que estamos falando.

Vou dar um exemplo: o que vem na sua mente quando você escuta a palavra “modéstia”?... E o que vem na sua mente quando você escuta a palavra “atrativa”?... Por acaso você relacionou a palavra “modéstia” à idéia de breguice, feiúra ou vulgaridade e a palavra “atrativa” à idéia de “fineza, beleza e elegância?” Bingo! Você está dopada(o) pela anti-cultura que nos rodeia. Desculpe-me pela palavra dopada(o), mas quem não reconhece estar dopada(o) espiritualmente, também não reconhece necessitar de uma nova medicina espiritual, isto é, uma nova visão do corpo e da sexualidade!

Esta nova visão é simplesmente a visão original, a visão que foi planejada desde sempre pelo Criador e que tanto o homem como a mulher receberam ao serem criados, dando-lhes a capacidade de estarem nus e não sentir vergonha (Gn. 2, 25). O perigo é fazer uma pobre interpretação deste versículo. A Palavra de Deus é infinitamente rica e por isso peço que você leia com toda a atenção o parágrafo abaixo no qual o Papa João Paulo o explica (nas suas catequeses a explicação é bem mais profunda, aqui coloco a versão resumidíssima).

“Nudez significa a bondade original da visão divina. Significa toda a simplicidade e plenitude da visão através da qual se manifesta o valor puro do homem como varão e mulher, o valor puro do corpo e do sexo.” Porque puro? Porque a “revelação original do corpo (contida em Gn 2, 25) não conhece ruptura interior nem contraposição entre o que é espiritual e o que é sensível, assim como não conhece ruptura nem contraposição entre o que humanamente constitui a pessoa e o que no homem é determinado pelo sexo: o que é masculino e o que é feminino”. (Audiência de João Paulo II, 2 de janeiro de 1980)

A pureza então é olhar como Deus olha: Ele olhou tudo o que fez e viu que tudo “era muito bom” (Gn 1, 31). Por isso, pureza e bondade no plano original de Deus são sinônimos. A pureza do coração é condição para sair da visão reducionista do corpo e da sexualidade e reconhecer que o “corpo humano nu – em toda a verdade da sua masculinidade e feminilidade- tem o significado do dom de uma pessoa para outra pessoa”. Justamente porque sofremos tantas deformações no nosso “olhar” (que reflete nosso interior!) é que velamos aquilo que no nosso corpo pode ser olhado como objeto de apropriação e possessão! Não “cobrimos” nossos corpos porque seja feio ou vergonhoso, mas justamente para proteger-nos de sermos tratados como objetos! Daí que a “vergonha” relatada no Livro de Genesis, após a caída do homem e da mulher, tem o significado de proteção por algo que o primeiro casal, mesmo após o pecado, reconhecem ainda como valioso: o seu corpo tem um significado esponsal, nele está impresso a chamado a sermos um dom sincero ao outro!

Por isso Karol Wojtyla afirma categoricamente: “só a mulher e o homem castos são capazes de amar verdadeiramente” (Amor e Responsabilidade, pg. 152). A pessoa que não é - e não busca ser – casta, sempre cairá na tentação (que todos nós sentimos após o pecado original) de “usar” a pessoa, e uma das maneiras mais comuns de “usar” a pessoa é separar o seu corpo da totalidade do seu ser.

Ainda impera a infeliz e equivocada idéia que a castidade conduz ao “desprezo e à desvalorização da vida sexual”! Mais ainda: dizem que a castidade faz mal! Simples e profunda é a explicação dada por K. Wojtyla: a castidade é uma virtude elevada, ergo, implica esforço. Mas com a minha vontade fraca eu não a alcanço, então... pelo menos para livrar-me do esforço, eu a desprezo subjetivamente (ele continua tendo o alto valor, mas eu finjo que não tem)! Resultado: criou-se a falsa argumentação que ela é nociva para o ser humano. Com trágicas conseqüências, pois “lhe foi recusado o direito de cidadania na alma humana”! (Cf. Amor e Responsabilidade, pg. 125)

Como solucionar? Seguindo o conselho se alguém que viveu a mesma era que você e eu, e hoje já é santo: “O “milagre” da pureza tem como pontos de apoio a oração e a mortificação.” (St. Escrivá).

E agora, qual a desculpa que vamos arranjar para não sermos puros?

Ave Maria puríssima, ora pro nobis!

 

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por
Por Julie Marie, Site: Teologia do Corpo

:: Postado por Régis Cristoativado às 13h36
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Sexo seguro: Mentira e falsa tranquilidade

Tempo atrás, o presidente do Pontifício Conselho para a Família, cardeal Alfonso Lopez Trujillo, em uma entrevista à Rádio Vaticano, advertiu que o preservativo não era o anunciado ''sexo seguro''. Havia feito, anteriormente, várias afirmações no programa Panorama, da BBC, sobre a família, a vida e assuntos relacionados. Entre eles, o uso do preservativo.
Como acontece com diversos temas amparados por ideologias ou acobertados por uma mobilização que atua na opinião pública, surgiu na imprensa, inclusive do Brasil, uma série de afirmações no sentido contrário.

Em programas de televisão, o cardeal foi tratado duramente em conseqüência de suas colocações, que decorrem do ensino da Igreja Católica.

Em síntese, o presidente do Pontifício Conselho confirma a entrevista dada por ele à BBC, sobre assuntos relacionados com a família e a vida. À pergunta sobre o ''sexo seguro'' como meio de evitar a propagação do HIV, ele respondeu: ''Ninguém pode falar realmente de 'sexo seguro', levando as pessoas a acreditar que o uso do preservativo é a fórmula para evitar o risco de contaminação do HIV, e, dessa forma, vencer a epidemia da AIDS''. Tampouco se pode levar as pessoas a acreditarem que os preservativos proporcionam uma segurança absoluta. Ele está bem fundamentado em muitos estudos já publicados e, entre eles, cita Jacques Suaudeau, doutor em medicina, que seguiu de perto o problema da AIDS na África. Recentemente, o Pontifício Conselho para a Família publicou o ''Lexicon, Termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas'', no qual há todo um longo capítulo sobre o ''sexo seguro'' que respalda as afirmações do cardeal.

Essa obra do Pontifício Conselho foi publicada originariamente em italiano e está sendo traduzida em diversos outros idiomas, inclusive o espanhol e o alemão.

Há algum tempo, na sessão plenária das Nações Unidas, em Nova York, dedicada à problemática do HIV, o cardeal Cláudio Hummes, então arcebispo de São Paulo, em nome da Santa Sé, confirmou, na ONU, o compromisso em favor dos enfermos dessa epidemia. E deu, em sua intervenção, úteis informações para avaliar objetivamente a posição da Igreja, inclusive no assunto ora tratado.

Disse ele: ''Minha delegação se alegra em poder informar que 12% dos que atendem a pacientes com HIV são integrantes da Igreja Católica e 13% da ajuda global aos enfermos provêm de organismos não governamentais católicos. À Santa Sé, graças às suas instituições por todo o mundo, cabem 25% das atenções dadas às vítimas do HIV.'' Comunicou ao plenário a criação de uma comissão ad hoc para a luta contra o HIV e insistiu na educação para o comportamento sexual responsável, inclusive a abstinência, a fidelidade conjugal e a atenção aos órfãos em decorrência da epidemia.

A reação raivosa às declarações do cardeal Trujillo não têm fundamento, pois não pode ser chamado de ''seguro'' o que falha vez por outra. Além disso, trata-se de um assunto no qual a Igreja tem empenhado seus esforços. Lembro, por exemplo, que na Arquidiocese do Rio de Janeiro há um ambulatório, inclusive com assistência dentária, para os enfermos e mais duas instituições para internações; uma delas, está sob os cuidados das religiosas Missionárias da Caridade, congregação fundada por Madre Teresa de Calcutá.

Se respeito os que investem contra a posição da Igreja Católica, evidentemente tenho o direito de manifestar o que firmemente acredito. Assim, repito o que tenho dito pelos meios de comunicação social.

Trago alguns exemplos. Há algum tempo, em meu artigo semanal publicado em órgãos da imprensa nesta cidade e transmitidos por canais de televisão e emissoras de rádio, afirmei o seguinte: ''No mês seguinte, leio em um órgão da imprensa local, sob o título 'Camisinhas de time são falsificadas', informação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) por ter, no dia anterior interditado o lote de preservativo nº 06602-MD (...) e estar recolhendo o produto em todo o país''.

A 17 de julho do ano 2000, eu me referia: ''A 12 de fevereiro do ano passado um importante jornal de circulação em todo o Brasil publicou uma notícia com o título 'Instituto resolve recolher do mercado um lote de preservativos reprovados em teste'. Tratava-se de mais um lote, importado e examinado pelo Inmetro. A marca é a terceira em venda no país.''

O esforço publicitário baseado no chamado ''sexo seguro'' transmite uma falsa tranqüilidade, pois o preservativo, em certa proporção, se rompe em uso e, em conseqüência, mais um pode ter sido condenado, isto é, infectado pelo HIV.

Não há uma palavra sobre o perigo eventual de contaminação ou a existência de outros meios de evitar essa doença mortal, como a abstinência e a fidelidade conjugal.

Ao lado dessas observações, há uma outra que revela a mesma atitude. Refiro-me à decisão de distribuir gratuitamente preservativos aos alunos de escolas públicas, no Brasil, para alcançar a redução do engravidamento precoce.

Pelo contrário, ela é um estímulo a uma vida inteiramente à margem dos valores morais, além de mostrar um completo desconhecimento da família bem estruturada. Deve-se proporcionar uma educação sexual que não se confunda com o incentivo ao poderoso instinto sexual. Incita o uso desregrado da atividade sexual exatamente no momento da puberdade e juventude. Para qualquer pessoa de bom senso isso é muito grave.

O que pensar das conseqüências quando o aluno lê este título em um grande diário a 19 de agosto último: ''Camisinha grátis em escola pública. Preservativos serão distribuídos pelo governo a jovens a partir de 15 anos''?

A Igreja, mesmo que seja uma voz no deserto, continuará a dizer a verdade, ainda que irrite.


E-mail para Dom Eugenio Sales: cardealsales@arquidiocese.org.br


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por
Dom Eugênio Sales, Site: Teologia do Corpo

:: Postado por Régis Cristoativado às 13h35
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CASTIDADE

Meditando a Ladainha de Nossa Senhora, chegamos à invocação em que Maria é para nós um modelo de castidade: virgem, imaculada, pura e santa!
Castidade é uma daquelas palavras que usamos cada vez menos.
Não admira que alguns jovem nem saibam bem o que significa castidade.

A castidade não indica apenas algo que NÃO devo fazer, mas exatamente uma virtude que DEVO cultivar nos pensamentos e desejos.

Para ser casto não basta eliminar toda a malícia, pecados sexuais, impurezas, infidelidades, etc.
É preciso algo mais.
A castidade é o amor vivido do jeito certo.
Ser casto é respeitar a dignidade do corpo, da mente e do coração .
A castidade habilita a pessoa à comunhão.

Permite ver o sexo como um dom maravilhoso que o criador nos deixou para que pudéssemos completar a sua obra gerando e cuidado da vida.
Usar este dom apenas em proveito próprio, como na masturbação, entristece o coração e provoca uma profunda frustração.
A castidade é a irmã da felicidade.

Um casal precisa ser casto.
Esta não é uma virtude apenas para os que fazem “voto de castidade”, como os religiosos e religiosas.

Um casal casto sabe os limites e conhece as possibilidades de sua vida sexual.
Isto não significa somente evitar isto ou aquilo.
Castidade matrimonial significa sensibilidade masculina e feminina, reconhecer o outro no seu universo, exercitar-se na comunhão até nos pequenos gestos, celebrar a festa da vida no sorriso do neném.

A castidade supõe uma disciplina permanente que torne possível o auto-domínio. Para ser casto é preciso exercitar-se como o atleta que se prepara para uma corrida. Aquele que vive ao sabor de seus desejos e paixões é na verdade um escravo.
A dependência sexual às vezes ultrapassa os limites do vício e chega à ser uma doença, uma tara, uma neurose.

Educação sexual é mais do que conhecer algumas coisas sobre o aparelho reprodutor humano nas aulas de ciências da oitava série.
É aprender a administrar com sabedoria e prudência esta potência de vida que Deus colocou em cada um de nós.
Para viver a castidade é preciso a inteligência de não manter-se próximo do abismo. Ninguém quase-peca.

Ou pecamos ou não pecamos.
Se eu sei que em determinado ambiente vou cair. é melhor evitar!
Se não evito, já pequei.

Normalmente a castidade começa pelo olhar.
É um pecado social pelo qual a humanidade pagará caro, o uso da pornografia nos anúncios públicos.
Não há como não ver.

A insinuação provoca o pensamento e pode criar dificuldades na castidade.
Porém, uma coisa é ser involuntariamente provocado.
Outra coisa é procurar imagens, revistas, conversas maliciosas.

Alguém poderia perguntar: Mas ainda é pecado? O mundo evoluiu!!! A Igreja ainda está nessa? Não se esqueça que o mundo gira. A moda de ontem já passou. A de hoje passará. Promiscuidade e droga estão na moda, mas nem por isso devemos canonizá-las. O crime também está na moda. Faz sucesso nas telas do cinema. Mas isto não é eterno. A libertinagem é um dogma inquestionável dos mundos modernos. Adultério, masturbação, fornicação, pornografia, prostituição, estupro, luxúria, são nomes clássicos do pecado que vem da mesma raiz da “falta de castidade”.

Pecou, confesse!

O bonito ideal da castidade é conquistado com muita luta, mas também com oração. Diante de um momento de tentação será muito útil voltar seu olhar interior para Maria e repetir: Mãe castíssima, rogai por nós!

Padre Joãozinho

 

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Respostas sobre Cristo estar na Igreja Católica

Primeira questão: Terá o Concílio Ecuménico Vaticano II modificado a precedente doutrina sobre a Igreja?

Resposta: O Concílio Ecumênico Vaticano II não quis modificar essa doutrina nem se deve afirmar que a tenha mudado; apenas quis desenvolvê-la, aprofundá-la e expô-la com maior fecundidade.

Foi quanto João XXIII claramente afirmou no início do Concílio[1]. Paulo VI repetiu-o[2] e assim se exprimiu no acto de promulgação da Constituição Lumen gentium: "Não pode haver melhor comentário para esta promulgação do que afirmar que, com ela, a doutrina transmitida não se modifica minimamente. O que Cristo quer, também nós o queremos. O que era, manteve-se. O que a Igreja ensinou durante séculos, também nós o ensinamos. Só que o que antes era perceptível apenas a nível de vida, agora também se exprime claramente a nível de doutrina; o que até agora era objeto de reflexão, de debate e, em parte, até de controvérsia, agora tem uma formulação doutrinal segura"[3]. Também os Bispos repetidamente manifestaram e seguiram essa mesma intenção[4].

Segunda questão: Como deve entender-se a afirmação de que a Igreja de Cristo subsiste na Igreja católica?

Resposta: Cristo "constituiu sobre a terra" uma única Igreja e instituiu-a como "grupo visível e comunidade espiritual"[5], que desde a sua origem e no curso da história sempre existe e existirá, e na qual só permaneceram e permanecerão todos os elementos por Ele instituídos[6]. "Esta é a única Igreja de Cristo, que no Símbolo professamos como sendo una, santa, católica e apostólica […]. Esta Igreja, como sociedade constituída e organizada neste mundo, subsiste na Igreja Católica, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele"[7].

Na Constituição dogmática Lumen gentium 8, subsistência é esta perene continuidade histórica e a permanência de todos os elementos instituídos por Cristo na Igreja católica[8], na qual concretamente se encontra a Igreja de Cristo sobre esta terra.

Enquanto, segundo a doutrina católica, é correto afirmar que, nas Igrejas e nas comunidades eclesiais ainda não em plena comunhão com a Igreja católica, a Igreja de Cristo é presente e operante através dos elementos de santificação e de verdade nelas existentes[9], já a palavra "subsiste" só pode ser atribuída exclusivamente à única Igreja católica, uma vez que precisamente se refere à nota da unidade professada nos símbolos da fé (Creio… na Igreja "una"), subsistindo esta Igreja "una" na Igreja católica[10].

Terceira questão: Porque se usa a expressão "subsiste na", e não simplesmente a forma verbal "é"?

Resposta: O uso desta expressão, que indica a plena identidade da Igreja de Cristo com a Igreja católica, não altera a doutrina sobre Igreja; encontra, todavia, a sua razão de verdade no facto de exprimir mais claramente como, fora do seu corpo, se encontram "diversos elementos de santificação e de verdade", "que, sendo dons próprios da Igreja de Cristo, impelem para a unidade católica"[11].

"Por isso, as próprias Igrejas e Comunidades separadas, embora pensemos que têm faltas, não se pode dizer que não tenham peso ou sejam vazias de significado no mistério da salvação, já que o Espírito se não recusa a servir-se delas como de instrumentos de salvação, cujo valor deriva da mesma plenitude da graça e da verdade que foi confiada à Igreja católica"[12].

Quarta questão: Porque é que o Concílio Ecumênico Vaticano II dá o nome de "Igrejas" às Igrejas orientais separadas da plena comunhão com a Igreja católica?

Resposta: O Concílio quis aceitar o uso tradicional do nome. "Como estas Igrejas, embora separadas, têm verdadeiros sacramentos e sobretudo, em virtude da sucessão apostólica, o Sacerdócio e a Eucaristia, por meio dos quais continuam ainda unidas a nós por estreitíssimos vínculos"[13], merecem o título de "Igrejas particulares ou locais"[14] , e são chamadas Igrejas irmãs das Igrejas particulares católicas[15].

"Por isso, pela celebração da Eucaristia do Senhor em cada uma destas Igrejas, a Igreja de Deus é edificada e cresce"[16]. Como porém a comunhão com a Igreja católica, cuja Cabeça visível é o Bispo de Roma e Sucessor de Pedro, não é um complemento extrínseco qualquer da Igreja particular, mas um dos seus princípios constitutivos internos, a condição de Igreja particular, de que gozam essas venerandas Comunidades cristãs, é de certo modo lacunosa[17].

Por outro lado, a plenitude da catolicidade própria da Igreja, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele, encontra na divisão dos cristãos um obstáculo à sua realização plena na história[18].

Quinta questão: Por que razão os textos do Concílio e do subsequente Magistério não atribuem o título de "Igreja" às comunidades cristãs nascidas da Reforma do século XVI?

Resposta: Porque, segundo a doutrina católica, tais comunidades não têm a sucessão apostólica no sacramento da Ordem e, por isso, estão privadas de um elemento essencial constitutivo da Igreja. Ditas comunidades eclesiais que, sobretudo pela falta do sacerdócio sacramental, não conservam a genuína e íntegra substância do Mistério eucarístico[19], não podem, segundo a doutrina católica, ser chamadas "Igrejas" em sentido próprio[20].

O Santo Padre Bento XVI, na Audiência concedida ao abaixo-assinado Cardeal Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, ratificou e confirmou estas Respostas, decididas na Sessão ordinária desta Congregação, mandando que sejam publicadas.

Roma, Sede da Congregação para a Doutrina da Fé, 29 de Junho de 2007, Solenidade dos Apóstolos São Pedro e São Paulo.

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por Congregação para a Doutrina da Fé *
Artigo Respostas a Questõpes relativas à Doutrina sobre a Igreja

:: Postado por Régis Cristoativado às 13h34
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A Consagração a Nossa Senhora

Entre os imensos frutos de revigoração do fervor que a Efusão do Espírito Santo tem gerado entre nós, temos observado um que é especialíssimo por se referir à devoção a Nossa Senhora: o mesmo Espírito Santo que gerou Jesus no seio de Maria, tem inspirado cada vez mais os batizados a assumir a filiação a esta Mãe Santíssima, que nos foi entregue por seu Filho ao pé da cruz. Nós a assumimos como Mãe e temos renascido espiritualmente dela.

Um grande sinal desta entrega é o aumento significativo da prática tão antiga e nova da consagração total a Jesus Cristo pelas mãos de Maria, ensinada por São Luís Maria Grignion de Monfort. O que posso testemunhar acerca desta consagração, é que tem sido grande fonte de libertação interior e de conversão da minha vida a Jesus Cristo.

Parece algo contraditório, mas o que se comprova na prática é que este ato de consagração, através do qual clamamos a Maria que nos apresente a Jesus na qualidade de escravos, entregando à sua administração todos os possíveis méritos de nossos atos e orações, traz imensos frutos de libertação para nossa vida. Como pode isto acontecer?

A graça

Sabemos que a graça é uma ação misteriosa de Deus em nossa vida e, portanto, ultrapassa o raciocínio humano, de modo que seria inútil tentar explicar inteiramente aqui este ato de fé, que é mistério para ser aceito e vivido. Mas em respeito à nossa humanidade, Deus, cheio de misericórdia - através das Escrituras e do ensinamento da Igreja - se curva sobre nós para tentar nos "explicar" o inexplicável.

Enquanto a imensa graça deste ato de consagração tem arrebatado imediatamente a uns, que fazem-na sem nada perguntar, outros querem ardentemente fazê-lo, mas surgem no seu coração certos temores, especialmente no que se refere ao seu papel intercessor: "Se fizer este ato de consagração, não poderei mais interceder especificamente por aqueles que me pedem orações? Não poderei oferecer por eles atos de sacrifício? Estarei me tornando escravo de Nossa Senhora ou de seu Filho Jesus? Entregarei meus méritos a Nossa Senhora ou a Jesus?"

Para que não existam mais esses temores, penso que seria importante recordar uma Palavra da Carta de São Paulo aos Coríntios acerca da criatura humana que precisamos encarar e aceitar: "Que tens que não hajas recebido?" (1Cor 4,7b).

Na realidade, tudo o que possamos ser, ter ou fazer é puro dom de Deus para nós. Consagrar os frutos de nossos méritos a Jesus é entrar na verdade da nossa relação com Ele: Deus é nosso Pai e nada temos, somos ou podemos fazer sem que Ele nos conceda. Portanto, nossos pretensos méritos são como "moedinhas" que Ele mesmo coloca em nossos "bolsos" para comprarmos um presente para Ele.

Comunhão dos Santos

Outro importante instrumento de compreensão do ato de consagração a Jesus por Maria é a meditação no mistério da Comunhão dos Santos: uma vez que todos os batizados formam um só "corpo" espiritual, cuja "cabeça" é Cristo, o bem de Cristo é comunicado a nós, e todo bem que recebemos dele é comunicado entre nós como a seiva é comunicada a todos os ramos de uma árvore. Como então pretendermos dominar este processo "determinando" a Deus o bem que Ele deve fazer a esta ou àquela pessoa através de nós?

É claro que devolver a Deus este direito que já é dele não significa sermos impedidos de interceder por aqueles que nos pedem orações. Mas significa deixar que Deus tome inteiramente em suas mãos os resultados de nossos atos e orações, e o faça pelas mãos daquela que foi escolhida para que Jesus, fonte de toda graça, viesse habitar em nós e nos dar tudo o que somos, temos ou fazemos. Maria é a porta por onde recebemos Jesus e toda graça; é também a porta por onde devolvemos a Jesus o direito sobre tudo o que temos, somos e fazemos.

Consagrar-nos a Jesus pelas mãos de Maria não é um favor que fazemos a Jesus, nem um sacrifício, mas uma grande bênção, um imenso dom, uma profunda alegria, e a restauração da consciência de uma verdade fundamental da nossa vida: somos dele, somos portanto de sua e nossa Mãe, Maria!

Na vida

Gostaria também de partilhar aqui um outro aspecto do ato de consagração a Jesus pelas mãos de Maria que toca profundamente o meu coração: o aspecto vivencial. Como São Luís de Monfort mesmo diz no seu "Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem", a entrega total a Maria é uma perfeita renovação das promessas do nosso Batismo. Pelo Batismo, renunciamos a Satanás e a compactuar com suas obras, renunciamos ao pecado e a fazer prevalecer a nós mesmos. Na entrega total a Maria, renovamos esta renúncia e ainda damos expressamente a Nosso Senhor, pelas mãos dela, o valor que Deus quiser dar às nossas ações e orações. Jesus se deu inteiramente a nós e o quis fazê-lo pelas mãos de Nossa Senhora, e agora nos devolvemos inteiramente a Ele também do mesmo modo: pelas mãos de Nossa Senhora.

Maria é a porta do céu, a porta das graças que circulam no corpo da Igreja. No entanto, durante a vida, Maria permaneceu muito oculta. A sua humildade foi tão profunda, que não teve na terra atrativo mais poderoso nem mais contínuo que o do escondimento para que só Deus a conhecesse. São Luís Maria de Monfort diz que o próprio Filho quis escondê-la durante sua vida, e em certa ocasião chegou a tratá-la como uma estranha para favorecer sua humildade, embora no seu coração a amasse mais do que a todos os anjos e a todos os homens.

Portanto, a nossa entrega a Maria precisa se efetivar na nossa vida através de atos concretos de humildade e aceitação de toda humilhação. Depois de nos consagrar a Jesus por intermédio dela, torna-se um absurdo ainda querermos fazer prevalecer nossa pessoa, nossas idéias, nossa vontade em qualquer situação da nossa vida diária. Daí o perigo de nos tornarmos pessoas consagradas a Nossa Senhora, muitas vezes ostentando um belo anel no dedo, sem nos lembrar que escolhemos livremente estar no lugar onde ela esteve com seu Filho Jesus enquanto viveram nesta terra: eles escolheram o último lugar, o lugar de servos, renunciando a todo direito de ditar normas ou prevalecer sua vontade diante de Deus.

Se estamos dispostos a abraçar esta grande graça de estar no lugar escolhido por Jesus e Maria nesta terra, vale a pena nos consagrar a Nossa Senhora. Mas se ainda desejamos conservar algum direito para nós nesta vida, nos preparemos melhor para viver esta devoção, porque ela envolverá desde as pequenas às grandes situações que encontraremos.

Esta escolha do último lugar, decorrente da consagração a Jesus por intermédio de Maria, vai muito além de um lugar físico ou de uma função no serviço da Igreja, que aos olhos de alguns pode parecer significar grandeza ou pequenez. Trata-se do espírito de pequenez, que o Espírito da verdade nos ensina a viver, conforme Cristo mesmo esclareceu no seu diálogo com a mãe dos filhos de Zebedeu (cf. Mt 20,20-28). Aquela mãe, na sua ingenuidade, pediu que Jesus colocasse seus filhos um à direita e o outro à esquerda dele no Reino de Deus, e Ele, após lhes perguntar se estariam dispostos a beber da "taça" da entrega total de sua vida, declarou que somente ao Pai caberia concedê-lo. E aproveitou a ocasião para ensinar aos seus discípulos: "Como sabeis, os chefes das nações as mantêm sob seu poder, e os grandes, sob seus domínios. Não deve ser assim entre vós. Pelo contrário, se alguém quer ser grande entre vós, seja vosso servo, e se alguém quer ser o primeiro entre vós, seja o vosso escravo. Assim é que o Filho do Homem veio, não para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate pela multidão" (cf. Mt 20,25-28).

Através daquela por quem veio a nós o Servo dos servos e foi a primeira a servir a Deus sem reserva, com a entrega total de sua vida, podemos nos consagrar, segundo a devoção ensinada por São Luís de Montfort, sabendo estar renunciando a todo pretenso direito, não só na outra vida, mas desde já, em cada situação do nosso dia-a-dia.

Sabendo disto, como pode alguém que se consagrou a Jesus pelas mãos de Maria ainda exigir direitos, consolos, regalias, reparação de ofensas recebidas, considerações, atos de gratidão ou prevalência da sua opinião diante de alguém? Tudo isto, até somos capazes de sentir, porque somos humanos e tais desejos se levantam dentro de nós. Mas um consagrado a Jesus por Maria rejeita tais pensamentos e até os confessa se neles consentiu ou agiu.

Queridos consagrados a Jesus por Maria, submetamos a cada dia todos os nossos desejos aos de Jesus e Maria, de modo que se os nossos não forem conforme os deles, possamos deixar que sejam aniquilados, e com eles todo egoísmo que nos separa de Deus, para chegarmos à união completa com Ele. E que o Senhor conceda mais e mais aos corações dos batizados o desejo de consagrar-se assim para sempre, pelas mãos de nossa querida Mãe! 

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por Escola de Formação Shalom *

:: Postado por Régis Cristoativado às 13h33
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Ninguém é estangeiro para Jesus

Padre Antônio Cavuto
Foto: Wesley Almeida
É importante que nós como cristãos procuremos sempre saborear a Palavra de Deus e nela encontrar o alimento que nos dá a vida, nos fortalece. A Palavra hoje nos presenteia com indicações muitos práticas. Olhando para a pedagogia de Jesus, vemos que Ele nos mostra que o Senhor está no meio de nós. É um Deus que por amor a nós se tornou pobre, humilde, igual a nós em tudo (menos no pecado). Veja a que ponto chegou o amor d'Ele por nós.

Jesus revela isso em nossa vida, pois Ele está na casa das pessoas, nas estradas; Ele acolhe a todos, questiona as estruturas não somente sociais, mas religiosas que se distanciavam da essência do amor de Deus e do amor ao próximo.

No Evangelho de hoje, vemos que os judeus tinham uma reserva quanto ao povo que não era judeu. Mas uma mulher estrangeira tinha ouvido falar de Jeus e se aproximou d'Ele. Não por ela, mas por sua filha que estava possessa. Ela vai a Jesus cheio de esperança; é uma mãe que vê sua filha sofrendo. Jesus a acolhe e liberta sua filha.

Aqui, podemos observar a questão do preconceito em relação às pessoas, nós as rotulamos, fazemos juízo muito facilmente dos outros. É preciso que façamos uma avaliação da nossa vida para ver quem estamos rejeitando, quem não estamos acolhendo. Outra indicação que a Palavra nos deixa: aquela mulher estrangeira tinha ouvido falar de Jesus.

Há pessoas estrangeiras entre nós? Podemos dizer que sim, até mesmo em nossa família, pois não aceitamos o jeito delas de ser, não as acolhemos como elas são.

Meus irmãos, a importância dos nossos gestos verdadeiros é o que nos salva, nos liberta. Nós precisamos de ternura, carinho e afeição. Então, Jesus mostra esse carinho com as pessoas. Ninguém é estangeiro para Ele, todos tinham lugar no Seu coração. Aquela mulher ouviu falar do Senhor pelos missionários daquele tempo.

'Precisamos falar de Jesus com nosso testemunho de vida pessoal, familiar e eclesial'
Foto: Wesley Almeida
Vemos, então, que precisamos de missionários que falem de Jesus. O documento de Aparecida está aí nos conclamando para que, como Igreja, sejamos discípulos e missionários; que nós falemos de Jesus aos outros. E falar de Jesus não é só falar com palavras, mas é testemunhá-Lo e mostrar que Ele é o caminho da salvação, da libertação. Nele, encontramos a libertação de todos os demônios que infernizam a nossa vida, nossa família. Precisamos falar de Jesus, principalmente com nosso testemunho de vida pessoal, familiar, comunitário e eclesial.

O Senhor atendeu ao pedido daquela mulher, porque ao ouvir falar d'Ele, ela se encheu de esperança e aproximou-se d'Ele com fé. Uma pagã acreditando num judeu, que era também estranho para ela.

Quais são os demônios que afetam nossa vida? São muitos: o egoismo, o individualismo que nos leva ao “cada um por si”, as drogas que matam a nossa juventude e destroem as famílias, a injustiça, a corrupção, a perda da moral, da ética na vida publica, comunitária e política que causa tantos estragos. A raiva e o ódio causadoras tantos desentendiamentos. Precisamos ser curados deles. Então, vamos a Jesus e peçamos que Ele nos cure para que vivamos com alegria e satisfação.

Quando rezamos “Venha a nós o vosso reino”, esse é o reino que o Senhor quer para nós, pois o reino de Deus é o jeito de viver com amor.

A leitura de hoje nos fala sobre o Rei Salomão que vacilou, pois em sua velhice foi infiel e seu coração não era mais de Deus.

Temos de nos cuidar, e isso é feito por meio da oração, da vivência eucarística, da vida comunitária, partilhada; cada um e todos juntos para que nos sustentemos. O alerta vale para todos nós para que cultivemos a felicidade.

Com muita fé, vamos a Jesus com muita abertura de coração, porque Ele quer e pode nos libertar de todo mal.

Trascrição e adaptação: Michelle Mimoso

 

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Dom Antônio Cavuto

Bispo titular de Itapipoca (CE)

:: Postado por Régis Cristoativado às 13h27
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Confie no Senhor

Júlio Brebal
Foto: Wesley Almeida
Quando nós pensamos em Nossa Senhora pensamos em alguém que fez a experiência com Deus. Peça ao Senhor que toque o seu coração, sobrecarregado de fardos. Os nossos corações estão, muitas vezes, tão carregados que impedem o Senhor de adentrar neles. Deixe que o Senhor toque no mais profundo do seu interior. Faça a experiência de ser filho amado de Deus e deixe seu coração ser inundado da misericórdia de Jesus. O Senhor cura, o Senhor ama e Ele quer nos fazer novas criaturas.

"Deus proverá extraordinariamente a quem extraordinariamente confiar" (São José Benedito Cotolengo). Crer em Deus é diferente de ter confiança.

"Portanto, eis que vos digo: não vos preocupeis por vossa vida, pelo que comereis, nem por vosso corpo, pelo que vestireis. A vida não é mais do que o alimento e o corpo não é mais que as vestes? Olhai as aves do céu: não semeiam nem ceifam, nem recolhem nos celeiros e vosso Pai celeste as alimenta. Não valeis vós muito mais que elas? Qual de vós, por mais que se esforce, pode acrescentar um só côvado à duração de sua vida? E por que vos inquietais com as vestes? Considerai como crescem os lírios do campo; não trabalham nem fiam. Entretanto, eu vos digo que o próprio Salomão no auge de sua glória não se vestiu como um deles. Se Deus veste assim a erva dos campos, que hoje cresce e amanhã será lançada ao fogo, quanto mais a vós, homens de pouca fé? Não vos aflijais, nem digais: Que comeremos? Que beberemos? Com que nos vestiremos? São os pagãos que se preocupam com tudo isso. Ora, vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso. Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo. Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado" (Evangelho de Mateus 6,25-34).

Até que ponto nós fizemos a experiência dessa proposta? Você vive como filho de Deus? É preciso que nós pensemos no crer e no confiar em Deus. O que o Senhor quer que nós vivamos é uma experiência plena de vivermos como filhos amados de d'Ele.

"Deus proverá extraordinariamente a quem extraordinariamente confiar"
Foto: Wesley Almeida
"Que teu coração deposite toda a sua confiança no Senhor! Não te firmes em tua própria sabedoria!" (Provérbios 3,5)

Há muitas pessoas que rezam muito, mas não rezam com fé e não rezam com confiança. Por isso, não se permitem fazer a experiência com Deus. Não fique confiando em você, permita que o Senhor aja em sua vida. Permita que Ele lhe dê a capacidade de empreender. Monsenhor Jonas Abib não ficou estribado em seus próprios conhecimentos, ele deixou Deus agir. Nós estamos preparados para olhar para o céu e deixar que Deus Pai cuide de nós? Quantos estão adoentados porque o “deus” dessas pessoas são as doenças. Quantos de nós estamos presos em nós mesmos.

"Confie no Senhor de todo o coração"
Foto: Wesley Almeida
É preciso que nós pensemos no nosso dia a dia. Você já tocou na Providência Divina? Você já viveu a experiência de Deus? Monsenhor Jonas acreditou e a Canção Nova aconteceu. Seja um homem novo a partir da experiência da Divina Providência. Confiar no Senhor é uma questão de fé. Entendam que independentemente da nossa fé ser pó, nós precisamos torná-la carismática. A fé carismática é a plena confiança em Deus de que Ele vai agir com sinais e com prodígios. É preciso que nós comecemos a pensar até que ponto nós confiamos em Deus. Os cristãos de hoje creem, mas não confiam. A fé abrange não só a crença, mas também a confiança. Existe muita diferença em crer que Deus pode responder à sua oração e crer que Ele vai respondê-la.

"Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto" (Evangelho São Mateus 7,7).

Nós precisamos lançar no coração de Jesus as nossas necessidades. Peçam até que lhes seja dado. Atormentem a Deus, não desistam de pedir e vocês vão ver os milagres acontecerem em suas vidas. Confiem em Deus de todo o coração!

O Senhor conhece você desde toda a eternidade; Ele o ama. É preciso que você queira fazer a experiência da esperança da fé de que Deus crê em nós. Você não é bastardo, você é filho de Deus! Você tem que aproveitar a condição de ser filho amado e eleito para ser filho de Deus. Confie no Senhor de todo o coração.

Trascrição e adaptação: Pollyana Fonseca


 

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Júlio Brebal

Missionário da Comunidade Canção Nova

:: Postado por Régis Cristoativado às 13h27
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Esperança é uma virtude

Cleto Coelho
Foto: Wesley Almeida

"CARTA ENCÍCLICA "SPE SALVI" DO SUMO PONTÍFICE BENTO XVI"

 

Famílias, tenham esperança. Esperança não se compra, a esperança está dentro de você. Ela é um virtude. Fé, esperança e amor são três virtudes que estão dentro de você.

Na juventude pode ser a esperança do grande amor. A esperança do grande amor é uma esperança menor. A esperança de uma certa posição na profissão é um esperança menor. A esperança desse ou daquele sucesso determinante para a vida também é uma esperança menor.

Às vezes, aquelas pessoas que têm tudo sentem um vazio dentro do peito, esse vazio é a falta de esperança maior. O homem necessita de uma esperança que vá mais além, que dia após dia nos mantém a caminho. Nós precisamos ter esperança. Nós temos que ter uma direção.

Existe uma esperança que vai além e é essa esperança que temos de buscar a cada dia, não deixando de lado as esperanças menores. O Papa Bento XVI nos pede que sejamos ministros da esperança para os outros. Você precisa passar isso para outros. Dessa forma, você vai ajudar pessoas a caminhar. Mantenha o mundo aberto a Deus.

Querem retirar os crucifixos, aprovar o aborto e a união do mesmo sexo. O Catecismo da Igreja Católica nos pede que sejamos fiéis, que geremos filhos e que os eduquemos na fé. Pense, imagine o Brasil, imagine o mundo assim. Ministros da esperança, mantenhamos o mundo aberto a Deus!

"Famílias, tenham esperança!"
Foto: Wesley Almeida
Neste período de carnaval vale a pena refletir: sua família está aberta a Deus? Com o coração transformado transformaremos o mundo. Um coração que se encontra com Deus, que é tocado por Deus, se transforma em alguém melhor. Precisamos fazer com que este mundo se abra para o Senhor. O seu coração é o mundo, porque dentro de você existe semente de eternidade. Você nasceu para um dia viver com Deus eternamente. A esperança maior é esta: a eternidade; o céu.

Uma pessoa que vive nesta terra sem a esperança de que existe um céu, quando perde as esperanças menores morre interiormente. O batismo sela o cristão com sinal indelével, nós batizados somos pertença de Cristo. A missão maior da Canção Nova é semear no seu coração que Jesus Cristo vai voltar. Mesmo que queiram tirar crucifixos das paredes – o que não poderão tirar é o nome de Jesus Cristo do nosso coração! Quando se fala de ser ministro da esperança quer dizer abastecer o povo [com os dons de Deus]. Aguardem o toque da trombeta de Deus e Jesus virá e nós iremos a Ele.

" Podem tirar os crucifixos das paredes, mas não Jesus do nosso coração"
Foto: Wesley Almeida
"Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida.  Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.  Assim como o Pai que me enviou vive, e eu vivo pelo Pai, assim também aquele que comer a minha carne viverá por mim.  Este é o pão que desceu do céu. Não como o maná que vossos pais comeram e morreram. Quem come deste pão viverá eternamente" (Evangelho de São João 6,54-58).

A nossa vida arrisca-se a ficar rapidamente sem esperança. Acabando a esperança acaba o ser humano, acaba a vida. Porque essa esperança tem nome: Jesus Cristo. Ele é a nossa esperança. Não troque a Eucaristia por nada. Famílias, tenham esperança!
 

Trascrição e adaptação: Pollyana Fonseca

 

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Cleto Coelho
Missionário da comunidade Canção Nova

:: Postado por Régis Cristoativado às 13h26
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Ser cristão é ser comprometido!

O Evangelho mostra, no dia de hoje, a atitude surpreendente de Jesus em relação aos excluídos, em relação aos sem voz e sem vez da sociedade. Depois de ter dado as “migalhas” do pão dos filhos – Evangelho de ontem -, o Senhor cura, na mesma região pagã (a Decápole), um surdo-mudo, e o povo se põe a clamar: “Tudo ele tem feito bem!” Com isso Cristo realiza o que o profeta Isaías sonhou para o tempo do Messias: os olhos do cego vão se abrir, abrem-se também os ouvidos dos surdos, os aleijados vão pular feito cabrito e a língua dos mudos entoará um cântico.

Convém lembrar aqui que os cegos, os coxos, um surdo-mudo, enfim, os portadores de necessidades especias eram excluídos do templo… A vinda do Messias transforma os excluídos – pagãos, coxos, cegos, surdos, mudos, favelados, presos, enfim, marginalizados – em filhos do Reino de Deus.

Conforme Santo Irineu, a glória de Deus é que o ser humano tenha vida e a tenha em abundância – e a vida do ser humano é contemplar a Deus. Trata-se de uma certeza fundamental de nossa fé: Deus deseja que todos tenham vida.

O evangelista Marcos não quer apenas mostrar que Jesus era um grande filantropo, mas que nesta atitude consiste o cumprimento do plano de Deus, aquilo que tradicionalmente se chama “paz”, o dom de Deus trazido presente por Seu Ungido, o Messias. O Evangelho de hoje mostra isso claramente.

Unindo em uma só pessoa dois defeitos, a surdez e a mudez, Marcos lembra imediatamente o texto de Isaías 35, no qual a cura de surdos e de mudos faz parte do tempo messiânico. E, para reforçar a nota, repito como acima, o povo exclama: “Ele fez tudo bem feito”, vislumbrando a obra messiânica de restauração do paraíso. Lembra como Deus “fez tudo bem” no início (cf. Gn 1,31ss).

Porém, a intenção de Marcos vai mais fundo. Para reconhecer que Jesus é o Messias é preciso que o homem esteja aberto. Ora, nem mesmo os discípulos eram fáceis de “abrir”. Jesus não apenas “faz as coisas bem feitas”, como Ele também nos abre o coração para vermos o Reino de Deus, que está aí, onde se faz a Sua vontade e se revela Seu amor. O evangelista insiste quase exageradamente no gesto material com que Jesus faz seu “trabalho”: impor as mãos, aplicar saliva, elevar os olhos, gemer, dizer “effatá “(“abre-te”)… Não é fácil abrir o ser humano para o mistério de Deus.

Creio profundamente que Marcos capricha na apresentação dos gestos feitos por Jesus, para nos dizer que não basta termos sentimentos bonitos para com aqueles que mais precisam da nossa ajuda… É impressionante nós vermos como a grande maioria das pessoas chora, se comove, fica emocionada, tocada, quando deparam com uma obra profundamente social feita na Igreja. Todavia, entretanto, quando apresentamos que aquilo acontece como fruto de corações comprometidos pela causa, corações generosos… e que se precisa contar também com elas, então sim, conhecemos quem é quem. Ou seja, há muita gente comovida por aí; praticamente a maioria…! Mas cristãos comprometidos – redundância – é difícil encontrarmos; infelizmente, na maioria das vezes.

O Senhor quer continuar fazendo bem todas as coisas no que compete a trazer os excluídos para dentro da sociedade; mas Ele também quer contar conosco, com o nosso comprometimento. Meus irmãos, como encontra-se, por exemplo, o nosso dízimo em nossa paróquia – que existe, também, para promover um trabalho social sério no âmbito paroquial e diocesano? Nem me refiro a um comprometimento – além do dízimo, em primeiro lugar – com uma causa social séria, enquanto lugar onde são acolhidos os excluídos da nossa sociedade…! Muitos de nós, infelizmente, poderemos, no dia do juízo final, ter uma terrível surpresa; o Senhor poderá nos dizer: “Afastai-vos de mim, malditos! Não vos conheço”. E movidos por uma hipocrisia, se poderá dizer: “Senhor, preguei em Teu nome; fui de Eucaristia diária; orei muitas vezes em línguas; fui servo de grupo de oração; fui padre; fui ministro extraordinário da Sagrada Comunhão; enfim, Senhor, fui ‘o cara’…!” E Ele dirá: “Sai da minha frente, pois não te conheço, alma comovida e não comprometida… Suma da minha frente, pois tive fome, sede, passei frio, estive preso, era marginalizado…, e, no entanto, não me deste de comer, de beber, não me vestiste, não me visitaste, não me acolheste. Não compactuo com a tua comoção, alma descomprometida! Mas você alma comprometida com o meu amor e com os irmãos: vinde para o teu lugar que preparei para ti desde sempre, pois foste sério, radical; fizeste bem todas as coisas. Vinde, bendito de meu Pai!”

Padre Marcos Pacheco - Comunidade Canção Nova

:: Postado por Régis Cristoativado às 13h25
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Você sabe ouvir?

“Ouve, ó Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor” (Mc 12,29b).

Quando criamos o hábito de ouvir a voz de Deus, a nossa vida se transforma, porque o Espírito Santo de Deus vai trabalhando dentro de cada um de nós e começamos a enxergar as coisas sob uma nova ótica. O que antes era complicado, passa a ser mais simples, e a vida ganha um colorido diferente.

Quando não ouvimos a voz de Deus, paramos somente nas preocupações humanas e nas dificuldades, e tudo se obscurece ao nosso derredor e em nosso interior e já não somos capazes de ver solução para as situações vividas.

São muitas as vozes que clamam dentro de nós e à nossa volta a ponto de gerar uma profunda confusão no nosso interior. Precisamos pedir ao Espírito Santo que nos ajude a ouvir a voz de Deus, porque ao ouvi-la somos libertos.

Jesus, eu confio em Vós!

:: Postado por Régis Cristoativado às 13h23
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Deus espera frutos de cada um de nós

Deus espera de cada um de nós frutos de uma verdadeira conversão. Um combatente precisa produzir muitos frutos, mesmo em meio à batalha.

Jesus passa hoje por nós e espera encontrar fruto. Em meio à batalha do dia a dia, Cristo quer encontrar o fruto da alegria. A alegria de pertencer a Ele.

O Senhor semeou em nós as sementes do Reino de Deus: uma delas é a alegria. Ele as regou com Seu Sangue e deixou que brotassem dentro de nós. Agora chegou o tempo de colher os frutos. Ele voltará para isso. É justo que encontre frutos em nós.

Um combatente não pode perder o sorriso em meio ao sofrimento da batalha.


Retirado do Livro: "Combatentes na Alegria"


Monsenhor Jonas Abib


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:: Postado por Régis Cristoativado às 13h23
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Para quem devo contar minha dor?

Num mundo com valores tão confusos, é preciso ter muito zelo com o que sentimos e nos faz sofrer. Este mesmo mundo também está disposto a nos ensinar a jogar a dor fora, como lixo e como coisa ruim que de nada serve.

Entretanto, antes de falar por aí que você está sofrendo, experimente se perguntar se essas dores não são também mestras da sabedoria do viver. Falando aos outros, queremos, na verdade, retirá-las de nós e os resultados você também já experimentou.

Que tal guardá-las um pouquinho, meditar com elas, rezar com o que provocam em você e amadurecer?

Assim, mais do que levá-las a alguém, vamos crescer na sabedoria e desenvolver a habilidade de caminhar entre espinhos.

É você quem escolhe!

Deixe seu comentário sobre esta mensagem no blog.cancaonova.com/ricardosa..

Com carinho e orações,
seu irmão, Ricardo Sá

:: Postado por Régis Cristoativado às 13h23
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Nelson Arns é novo coordenador internacional da Pastoral da Criança

 

O doutor Nelson Arns, filho da fundadora da Pastoral da Criança, é o novo coordenador internacional da Pastoral. Ele foi nomeado no dia 1º de fevereiro. A indicação do nome de Nelson foi ratificada pelo arcebispo de Salvador (BA) e fundador/membro do conselho diretor da Pastoral da Criança Internacional, Cardeal Geraldo Majella Agnelo, conforme preveem os Estatutos da instituição.

Estiveram presentes nesta reunião o bispo Emérito de Melo, Monsenhor Luis del Castillo, Maria Laura Bulanti e Maurilio Leopoldo Schmitt, que aprovaram por unanimidade a indicação de Nelson.

Nelson Arns Neumann, 44 anos, casado, nasceu em Curitiba, possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Paraná (1988), mestrado em Epidemiologia pela Universidade Federal de Pelotas (1997) e doutorado em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (2000). Atuou como médico, missionário leigo, na diocese de Bacabal (MA), em 1988 e 1989. Desde 1990, é Coordenador Nacional Adjunto da Pastoral da Criança - Organismo de Ação Social da Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB).

Saiba mais sobre Zilda Arns e seu trabalho
.: Pastoral da Criança recebe prêmio do Unicef

.: Zilda Arns é nova honorária da Academia Nacional de Medicina

Assista reportagem

.: Parceria entre Pastoral e Anvisa muda realidade de periferia

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:: Postado por Régis Cristoativado às 13h22
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Fazer o caminho -O caminho depende de tempo, não de passado ou de futuro

O tempo real nos coloca no contexto de uma via, de um caminho, tendo um ponto de partida e outro de chegada. É tempo de alegrias e tristezas, de hostilidades e rejeição, ou não. Importa caminhar com muita coragem, não se deixando abater pelos desânimos que vão sendo encontrados.

 

Pelo caminho, as deficiências vão sendo aos poucos curadas, os sonhos, às vezes, sendo realizados. Importa não ficar estagnado por causa dos problemas, dos preconceitos e situações impostas pelo novo contexto cultural. Não podemos perder as nossas forças e princípios motivadores.

 

Não é fácil acreditar no potencial existente em cada pessoa humana. Pior ainda é aceitar os prodígios realizados pelos que são comuns a todos nós. Podemos aqui destacar a frase muito popular: “Santo de casa não faz milagre”. Mas isso não é verdade.

 

O certo é que toda pessoa humana existe para cumprir uma missão. É por isso que existem os dons, quase como um destino, uma configuração de responsabilidade, que abarca toda a existência concreta na história da humanidade.

 

É muito grande a força da existência. Ela coincide com a vontade do Criador, num tempo determinado, em vista da salvação e da libertação. Existimos para edificar um caminho florido pelas maravilhas de uma vida que precisa ser feliz.

 

A marca referencial é o amor fraterno na comunidade, ou no corpo social, construindo solidariedade e unidade. As competições, os interesses particulares, as preferências egoístas e os desejos de publicidade dificultam o verdadeiro caminho.

 

O bem comum é fruto de práticas concretas de amor. É amor que vem de Deus e existe em nós pelo fato de que Ele nos tornou Seus filhos adotivos. Amando os irmãos, amamos a Deus. Assim conseguimos construir uma humanidade sem barreiras.

 

O caminho depende de tempo, não de passado ou de futuro propriamente dito, mas do hoje, da vida real e concreta. É o testemunho na qualidade de vida do agora. É o jeito da pessoa ser, de viver, de celebrar e de agir no mundo com responsabilidade.

 

Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto

:: Postado por Régis Cristoativado às 13h21
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No carnaval, quero ser outra pessoa - A carnavalização acontece por um desejo de ruptura da rotina cotidiana

O carnaval se aproxima. Um feriado prolongado e famoso no Brasil. No exterior muitos, infelizmente, reconhecem nosso país apenas a partir do futebol e do carnaval, identificando-nos somente com o chavão: futebol e samba.

 

Por conta disso, muitos de nós acabamos acreditando que o carnaval é uma invenção brasileira e que se resume ao que realizamos nessa época no nosso país. Isso é um engano! Porque o carnaval não é criação moderna e brasileira. Trata-se de um evento antigo e que apresenta variações em diferentes épocas e povos, inclusive em utilidade.

 

Utilidade? Como assim?

 

Isso mesmo! A maior festa popular brasileira possui outras funções, diferentes do evento social como o conhecemos. Exemplo disso é a literatura que possui um recurso chamado "carnavalização". São várias as características que nos permitem identificá-la [carnavalização] num determinado texto.

 

Mas quero tratar de uma em especial, porque ela está bem ligada ao que, claramente, vemos nos dias de carnaval, e além disso, ao ser usada na literatura, ela diz muito das características e dos desejos humanos – trata-se da inversão através de polos opostos.

 

Esse recurso é simples e algo comum na literatura e seu princípio vem do que ocorre nesses dias carnavalescos: o pobre se veste de rei; o rico se veste de mendigo; o cidadão comum se veste de artista; o famoso quer se vestir de cidadão comum...

 

Segundo a teoria da literatura a carnavalização acontece por um desejo de ruptura da rotina cotidiana. Um desejo de ser, pelo menos por alguns instantes (ou por alguns dias – os dias dessa festa), algo diferente do que se é o ano inteiro. E esse desejo de mudança pode, sem dúvida, nos indicar um anseio de mudança mais profunda, inerente a qualquer ser humano em alguma fase da vida.

 

Quantas pessoas esperam ansiosamente esse período do ano para essa mudança. Muitos vivem em função dessa espera e passam o ano todo preparando suas fantasias. E se pensarmos bem, em maiores ou menores proporções, todos nós desejamos, em determinados momentos, alguma mudança na vida.

 

Que esse período de carnaval seja o que a nossa opção nos disser: ser formos a alguma festa, que nos divirtamos sadiamente; se formos para um retiro, que rezemos; se formos para um recanto, que descansemos... Mas que em qualquer desses ambientes façamos uma profunda reflexão. Aproveitemos porque estaremos, de um jeito ou de outro, rodeados dessa inversão e pensemos em quais situações buscamos essa carnavalização em nossa vida.

 

E a partir das conclusões que tirarmos não esperemos mais momentos passageiros, como o carnaval, para fugir da realidade. Mas que possamos nos propor a mudar verdadeiramente as estruturas da rotina. Que não usemos apenas fantasias. Que não desejemos ser outra pessoa durante escassos momentos. Mas que sejamos verdadeiramente pessoas novas.

 

Como fazer essa mudança? Como ser uma pessoa verdadeiramente nova? A receita quem nos indica é alguém que conhecia bem festas, como o carnaval, e também conhecia as teorias literárias de seu tempo – o apóstolo Paulo. É ele quem nos afirma:

 

Todo aquele que está em Cristo é uma nova criatura. Passou o que era velho; eis que tudo se fez novo! (II Cor 5,17)

 

Por:Denis Duarte
contato@denisduarte.com
Denis Duarte Especialista em Bíblia e Cientista da Religião.
www.denisduarte.com

:: Postado por Régis Cristoativado às 13h20
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Evangelho (Marcos 7,14-23)

Naquele tempo, Jesus chamou a multidão para perto de si e disse: “Escutai todos e compreendei:o que torna impuro o homem não é o que entra nele vindo de fora, mas o que sai do seu interior. Quem tem ouvidos para ouvir ouça”.
Quando Jesus entrou em casa, longe da multidão, os discípulos lhe perguntaram sobre essa parábola.
Jesus lhes disse: “Será que nem vós compreendeis? Não entendeis que nada do que vem de fora e entra numa pessoa pode torná-la impura, porque não entra em seu coração, mas em seu estômago e vai para a fossa?” Assim Jesus declarava que todos os alimentos eram puros.
Ele disse: “O que sai do homem, isso é que o torna impuro. Pois é de dentro do coração humano que saem as más intenções, imoralidades, roubos, assassínios, adultérios, ambições desmedidas, maldades, fraudes, devassidão, inveja, calúnia, orgulho, falta de juízo.
Todas estas coisas más saem de dentro e são elas que tornam impuro o homem”.
- Palavra da Salvação. 

A Igreja celebra hoje: Santa Escolástica


Santa Escolástica Hoje, recordamos o testemunho daquela que foi irmã gêmea de São Bento, pai do monaquismo cristão. Ambos nasceram em 480, em Núrsia, região de Umbria, Itália.

Santa Escolástica começou a seguir Jesus muito cedo. Mulher de oração, ela sempre foi acompanhando o irmão por meio de intercessão. Depois, ao falecer seus pais, ela deu tudo aos pobres. Junto com uma criada, que era amiga de confiança e seguidora também de Cristo, foi ter com São Bento, que saiu da clausura para acolhê-la. Com alguns monges eles dialogaram e ela expressou o desejo de seguir Cristo através das regras beneditinas.

São Bento discerniu pela vocação ao ponto de passar a regra para sua irmã e ela tornou-se a fundadora do ramo feminino: as Beneditinas. Não demorou muito, muitas jovens começaram a seguir Cristo nos passos de São Bento e de Santa Escolástica.

Uma vez por ano, eles se encontravam dentro da propriedade do mosteiro. Certa vez, num último encontro, a santa, com sua intimidade com Deus, teve a revelação de que a sua partida estava próxima. Então, depois do diálogo e da partilha com seu irmão, ela pediu mais tempo para conversar sobre as realidades do céu e a vida dos bem-aventurados. Mas São Bento, que não sabia do que se tratava, por causa da regra disse não. Ela, então, inclinou a cabeça, fez uma oração silenciosa e o tempo, que estava tão bom, tornou-se uma tempestade. Eles ficaram presos no local e tiveram mais tempo.

A reação de São Bento foi de perguntar o que ela havia feito e desejar que Deus a perdoasse por aquilo. Santa Escolástica, na simplicidade e na alegria, disse-lhe: “Eu pedi para conversar, você não aceitou. Então, pedi para o Senhor e Ele me atendeu”.

Passados três dias, São Bento teve a visão de uma pomba que subia aos céus. Era o símbolo da partida de sua irmã. Não demorou muito, ele também faleceu.

Santa Escolástica, rogai por nós!


:: Postado por Régis Cristoativado às 23h28
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O moderno é “ficar”!?

Namorar parece que se tornou assunto de museu meio fora de moda, coisa antiga, e até mesmo, careta. O moderno é o “ficar”!

 

Tudo parece mais fácil, as pessoas se encontram mais ou menos, se atraem mais ou menos, se conhecem mais ou menos e ai surgi aqueles beijos (aqui não é mais ou menos não, é sempre mais)! Às vezes nem acontece muita conversa, já se vai logo para o “grande momento”. Em alguns casos de “ficantes” rola ainda um certo “dar satisfações”, retribuir telefonemas ou ficar algumas horas no MSN.

O que pode ou não pode é definido no momento, algo meio 2.0 de acordo com a vontade dos próprios “ficantes”. A duração do “ficar” varia: o tempo de um único beijo, a noite toda, algumas semanas. Ligar no dia seguinte ou procurar o outro não é dever de nenhum dos “ficantes”.

Mas quem fica com você? Quem permanece com você? Será que você já não perdeu alguém que valeria a pena? Será que não brincou e depois percebeu que na verdade em vez de ganhar, perdeu uma chance?E o resultado disso tudo foram mágoas e feridas? E quando bate aquela carência, uma vontade de ter alguém… a pergunta é: Cadê?

Neste texto não caio em moralismo, mas sim em provocação. O que buscamos nestes relacionamentos tão a lá fast food? Não seriamos muito mais que beijos na boca?

Acredito que o verdadeiro amor espera e a vida não é uma roleta russa onde tenho várias tentativas tipo, “a que sobrar é a melhor”. Acredito que o amor é conquista, é tempo, é sentido!

Todo relacionamento deixa marcas. Seja um “ficar” de um dia ou um namoro de cinco anos. Lembro-me ainda do meu primeiro beijo. Um misto de conquista e frustração.

Não seria mais interessante conduzir os sentimentos do que deixá-los me conduzir?

Eu desafio você a não despertar o interesse de uma mulher ou homem enquanto você não tiver interesse de amá-la (o) de se comprometer com ela (e). Quando se fala em dar ou comprometer-se, damos um passo atrás. Nós temos medo. Nós hesitamos.

Como disse o Papa João Paulo II:A pessoa que não se decide a amar para sempre vai achar muito difícil amar realmente, nem que seja por um só dia”.

Posso parecer antigo, mas sou mais namorar à ficar! Afinal, gosto de coisas que tem valor! Por isso gosto de pessoas, pois as pessoas têm valor!

Castidade é isso, é viver o amor que espera! Espera meu tempo e o tempo do outro!

Por isso te peço pra esperar até semana que vem, quero aprofundar nas conseqüências deste tal “ficar”. Mas deixe seu comentário com suas dúvidas, o que acha afinal de contas o assunto merece uma atenção não é?

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Tamu junto!

Adriano Gonçalves (@revolucaojesus)

:: Postado por Régis Cristoativado às 21h37
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Procurando a alegria?- Grandes multidões levadas pela euforia

Conscientes ou não, o certo é que todos nós andamos incansavelmente à procura da felicidade. Nascemos com este destino e embora as consequências de nossas escolhas, muitas vezes, nos façam pensar diferente, é inegável que Deus nos criou para a alegria; ser feliz é nossa vocação! Justamente por trazermos impressa na alma essa sede de felicidade é que andamos à procura desse bem; inclusive, muitas vezes, em lugares incertos.

 

Aproximam-se os dias de carnaval e nesta época é comum contemplarmos grandes multidões, levadas pela euforia, em busca da felicidade pelas avenidas da vida. Conheço gente que se programa o ano inteiro para “curtir” os dias carnavalescos. Alimentam a esperança de, ao menos por certos momentos, esquecer os problemas e “ser felizes”. Desconhecem que Deus é a fonte da alegria plena e se afastam cada vez mais d'Ele, enquanto se deixam embalar pelo ritmo da euforia.

 


Ouça comentários do autor


Não faz muito tempo, tive a oportunidade de entrevistar uma ex-passista da Portela. Fiquei surpresa com suas revelações, inclusive quando ela disse que não era tão feliz, como muitos imaginavam ao vê-la desfilar em grandes carros alegóricos no “Sambódromo”. Segundo ela, muitas vezes, durante os desfiles, segurava um sorriso “congelado no rosto”, enquanto seu coração era tomado de angústias. Quanto mais tomava consciência de que a alegria é algo mais que a euforia, tanto mais sentia o vazio tomar conta de si. Esperava, ansiosa, chegar a Quarta-feira de Cinzas para entrar em uma igreja e falar com Deus, que, aliás, naquela época, nem O reconhecia como Senhor. Revelou-me ainda que os dias após esse período eram sempre os piores do ano, pois sem o efeito do álcool e da adrenalina do ritmo, “caía na real” e sentia grande tristeza ao perceber que não era valorizada como pessoa, mas sim, como objeto.

 

Lembrando-me daquele depoimento, imagino quantos foliões passam por situações semelhantes nesses dias de carnaval! Quem dera poder levar uma palavra de ânimo a cada um, poder mostrar que existe uma alegria verdadeira e que todos nós somos capazes dela. A mídia não fala sobre isso, antes estimula a euforia liberal, afirmando que ser feliz é fazer tudo que se quer a qualquer hora. O que aliás, nem podemos chamar de liberdade, pois agir sem compromisso com a verdade e com a consciência, é libertinagem, e libertinagem não produz autêntica alegria!

 

Liberdade é fazer tudo o que é justo, bom e legítimo conforme a lei de Deus. Fora disso não seria escravidão?

 

O jovem Santo Agostinho é um exemplo claro de quem buscou a felicidade distante de Deus; ele mesmo confessa: “Tarde te amei beleza antiga e sempre nova... só em Ti encontrei a perfeita alegria que procurei distante de Ti”. Acontece que fomos criados por Deus e é somente n'Ele nos sentimos plenos. Isso não é uma conclusão religiosa, é fato de vida! Se você procura a alegria, deve considerar também esta verdade. A alegria é um dom do Espírito Santo. É mais do que sentimento, é um estado de alma, fruto da confiança plena no amor do Criador.

 

Diz um provérbio inglês que: “O Cristão é a única Bíblia que ainda se lê neste mundo”. Portanto, o carnaval é uma ótima oportunidade para testemunharmos nossa fé. Aliás, acredito que é mérito e dever de todo cristão iluminar este mundo com um testemunho de esperança.

 

É tempo de mostrar, com a vida, que a alegria plena tem endereço certo e, portanto, é possível encontrá-la. Lembre-se de que essa virtude [alegria] não é ausência de problemas; é expressão de confiança nos desígnios de felicidade que Deus tem para nossa vida. Desígnios são mais que simples desejo; são as disposições e projetos de Deus a nosso respeito. Ele tem desígnios de amor e felicidade para nossa vida, necessitamos entrar nos propósitos d'Ele para que sejamos plenamente felizes. O próprio Senhor nos garante em Sua Palavra: “Bem conheço os desígnios que mantenho para convosco – oráculo do Senhor – , são desígnios de prosperidade e não de calamidade, de vos garantir um futuro e uma esperança” (Jr 29,11).

 

Portanto, alegre-se! Deus o quer feliz, tem desígnios de felicidade para você! Não deixe para depois do carnaval... Aproveite estes dias para participar de um dos inúmeros retiros que a Igreja promove neste tempo e experimente abandonar-se nos projetos do Senhor. Eu fiz essa experiência e sou muito mais feliz hoje. “Quando caminhamos segundo a vontade do Criador, nossa vida segue como um rio: tortuoso sim, mas seguro em seu curso natural” (monsenhor Jonas Abib).

 

Fomos criados para a verdadeira alegria, deixemos que o Criador nos conduza a ela.

 

Foto Dijanira Silva
dijanira@geracaophn.com
Dijanira Silva Missionária da Comunidade Canção Nova, em Fátima, Portugal. Trabalha na Rádio CN FM 103.7

:: Postado por Régis Cristoativado às 21h36
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A distorção da alegria e suas consequências -Carnaval, tempo que para muitos se transformou em liberação total

Precisamos ser alegres; o cristão é alegre. A alegria faz bem para a alma. A Bíblia afirma que “a alegria do coração é a vida do homem, e um inesgotável tesouro de santidade. A alegria do homem torna mais longa a sua vida” (Eclo 30,22-26).

 

São Francisco de Sales dizia que “um cristão triste é um triste cristão”. A alegria verdadeira brota de um coração puro, que ama a Deus e ao próximo, tem a consciência tranquila e sabe que está nas mãos de Deus.

 

Mas o mundo confunde alegria com prazer; quando não são a mesma coisa. Prazer é a satisfação do corpo; alegria é a satisfação da alma. Há prazeres justos e até necessários, como o sabor que Deus colocou nos alimentos, o prazer do ato sexual do casal unido pelo matrimônio... Mas há também prazeres injustos, por isso, pecaminosos, quando se busca a satisfação do corpo apenas como um fim: a bebida, o sexo fora ou antes do casamento, as drogas, as aventuras que põem a vida em risco, etc..

 

Isso acontece quando se abusa da liberdade e se usa mal as coisas boas. Isso tem nome: libertinagem. Por exemplo, pode ser um gesto de alegria beber um copo de vinho com os amigos, mas pode se tornar um gesto de prazer desordenado se houver o abuso da bebida e se chegar à embriaguez. O mal quase sempre é o uso mau, o abuso das coisas boas. Quantos crimes e acidentes acontecem por causa dessas libertinagens!


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Está chegando mais um carnaval, tempo que para muitos se transformou em liberação de todos os instintos, busca frenética da “alegria” e do prazer. Mas o prazer ilícito, quando passa, deixa gosto de morte. A distorção da alegria nessa festa pode se transformar em sofrimento para a própria pessoa e para os outros, porque sabemos que “o salário do pecado é a morte” (cf. Rm 6,23). Não pense que você pode ser feliz no pecado; isso é uma ilusão.

 

A tentação nos oferece o pecado assim como uma maça envenenada, mas caramelada. É mais ou menos como o terrível anzol que o peixe abocanha porque está escondido dentro da isca. Depois de abocanhar a isca, de sentir o “prazer” rápido que ela lhe dá, o peixe sente o gosto da morte no anzol que o fisga.

 

O mesmo se dá com quem se entrega, no carnaval, aos prazeres da carne: o sexo a qualquer custo, a prática da homossexualidade, o uso das drogas, o abuso da bebida, os gestos de violência... O que tudo isso gera depois? Sabor de morte. Depois que rapidamente tudo isso passa vem o vazio, a tristeza.

 

Temos visto um espetáculo deprimente nos últimos carnavais; as próprias autoridades, querendo impedir a Aids, acabam fomentando o pecado. Os governos da união e dos estados distribuem amplamente a famigerada “camisinha” para que os foliões brinquem, gozem, mas sem o perigo de se contaminarem. Preserva-se o corpo e mata-se a alma; defende-se o prazer e a orgia e afunda-se a moral; lança-se o povo nos antigos bacanais gregos. No último carnaval vimos até o Presidente da República promovendo um triste espetáculo de distribuir cartelas de camisinhas aos foliões na Marquês de Sapucaí no Rio de Janeiro. Ora, o correto é ensinar os jovens a viver o sexo no lugar certo, no casamento, e não estimulá-los fora de hora.

 

Será que não temos algo melhor para dar aos nossos jovens e a nosso povo? Quantas crianças são geradas nas relações sexuais que acontecem nos carnavais! O que acontece depois? Algumas dessas podem ser abortadas; outras se tornam filhos de uma mãe que vai criar e educar o filho sozinha. Isso não é justo, porque toda criança que vem a este mundo tem o direito de ter um pai, uma mãe, de um lar, de ser amada e desejada; e não ser apenas o fruto de uma transa tresloucada.

 

O mal é o abuso daquilo que é bom. Se nós abusamos do bem, se abusamos da comida, da bebida, do sexo fora do casamento, tudo isso se torna um mal e traz suas consequências negativas; isso não é uma alegria autêntica. O sexo dentro do plano de Deus é lindo, mas se o tiramos dentro do plano divino, ele pode ser causa de tristeza, adultério, doenças...

 

Nos pecados nós encontramos o caminho da morte; nas virtudes encontramos o caminho da paz.

Hoje, 90% dos presos são jovens; os traficantes morrem geralmente com 30 anos no máximo, porque o salário do pecado é a morte. Não pode haver alegria no pecado.

 

Nossa vida é consequência de nossas escolhas e nossos atos. São Paulo disse claramente aos gálatas: "Não erreis, de Deus não se zomba; porque tudo o que o homem semear, isso também colherá. O que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna" (Gl 6,8).

 

Quem faz do período carnavalesco uma oportunidade de extravasar os baixos instintos, colherá sem dúvida a tristeza depois. Quem dele se aproveitar para fazer o bem, colherá a alegria. Há um ditado popular que diz assim: "Fazer o bem sem olhar a quem". A verdadeira alegria nasce de fazer o bem; quanto mais bem você faz às pessoas, mais será feliz.

 

O pecado é perfumado e se apresenta a você na hora da sua fragilidade. Cuidado! Santo Agostinho afirmava: “A sua tristeza são os seus pecados; deixe que a santidade seja sua alegria”. Não basta dizer: deixe a tristeza do pecado e venha viver a alegria das virtudes. Eu lhe dou a receita: Vigie e ore. Os pecados entram pelas janelas da alma, que são os sentidos, então feche os olhos, a boca, as mãos, se você sabe que por eles pode chegar ao pecado.

 

Os dias de carnaval nos oferecem grandes oportunidades para o pecado, tanto nas ruas, como na televisão, internet e nos clubes. Não é nisso que reside a verdadeira alegria; esta pode ser encontrada no convívio saudável do lar com os filhos, na igreja, na leitura de bons livros e da Palavra de Deus; num tempo mais dedicado à oração, no ouvir uma boa pregação, num gesto de caridade a uma pessoa que precisa de você.

 

Foto Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor Felipe
Site do autor: www.cleofas.com.br

:: Postado por Régis Cristoativado às 21h35
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O Poder do Nome de Jesus

 
Como cristãos devemos ter constantemente o Nome de Jesus nos lábios. Mas principalmente na oração para a cura física, para a cura interior e na oração de libertação. Não se trata de uma coisa mágica, como se bastasse proclamar o Nome do Senhor para que as curas e libertações acontecessem. O nome de Jesus significa "Deus salva". Quando proclamamos o Nome d'Ele numa situação estamos afirmando: "Deus salva! Deus salva esta pessoa! Deus salva nesta situação, neste momento!". É uma proclamação! Nós intercessores precisamos proclamar o Nome de Nosso Senhor Jesus Cristo como o "Deus salva". Ele é verdadeiramente o "Deus que salva".

Onde o fogo está ele queima. Tudo que encosta em suas chamas se queima. É impossível não se queimar, porque isso é próprio desse elemento. Da mesma forma, onde Jesus está Ele salva! Onde o Nome do Filho de Deus é proclamado Ele já está salvando! Ele é o "Deus salva"!

Jesus salva não porque recebeu esse Nome, mas porque Ele é o "Deus salva", por isso recebeu do Pai esse Nome. Ao proclamarmos o nome d'Ele estamos afirmando que "Deus salva". É uma certeza! E é preciso ter essa certeza para que a fé se reacenda em nós.


Em geral, o Nome de Jesus vem acompanhado: Jesus Cristo. A palavra "Cristo", em hebraico, significa "Messias": o Prometido, o Enviado pelo Pai, o Esperado pelo povo. Toda a história do povo judeu convergia para o Messias que viria. Jesus é o Messias! Em grego é "Cristo". Em latim é "Ungido". Ele é o Messias, Ele é o Cristo, Ele é o Ungido. Porque Sua missão é:

"O Espírito do Senhor repousa sobre mim, porque o Senhor consagrou-me pela unção; enviou-me a levar a Boa Nova aos humildes, curar os corações doloridos, anunciar aos cativos a redenção, aos prisioneiros a liberdade" (Is 61,1).

Quando pronunciamos o Nome “Jesus Cristo” estamos proclamando que Ele é o "Deus salva", o Messias enviado pelo Pai, o Cristo que realiza a salvação no poder do Espírito Santo E existe um terceiro título: Jesus Cristo Senhor. Senhor, em latim, é "Dominus"; em grego, é "Kyrios". Jesus é o Senhor! Ele é Kyrios.

A grande vontade do Pai, desde todos os séculos, era que Seu Filho viesse a este mundo e se tornasse o Senhor: Senhor deste mundo, desta humanidade. Não como um déspota, um dominador. Mas o Senhor, que veio, viveu no meio de nós e estabeleceu o Reino de Deus no nosso meio! Jesus veio para implantar o Reino dos Céus nesta terra, para ser o Senhor. O Pai destinou Jesus, desde sempre, para ser o Senhor: Aquele que reuniria o divino e o humano; primeiro na Sua própria pessoa, depois, uniria o divino e o humano em nossa pessoa.

Veja também:
.: Trecho do livro Orando com Poder de monsenhor Jonas Abib
.: Escute e baixe palestras de monsenhor Jonas Abib no PodPalestras

Assista:
.: Monsenhor Jonas Abib proclamando o Senhorio de Jesus em sua vida.






:: Postado por Régis Cristoativado às 21h34
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Deus vê as lágrimas escondidas

Hoje, convido você a abrir a Palavra de Deus em Jeremias 23,9-15.

Deus não é como um policial. Mesmo tomando conta de mim, quando eu erro, tenho a certeza que Ele estende a mão e sua misericórdia acontece na minha vida. Ele é um amigo que está sempre ao meu lado, pelo largo caminho da vida. É Ele quem me socorre.

Ele conhece as minhas necessidades, a minha vida. Eu não sei das necessidades que terei amanhã, mas Ele sabe. Se eu deixar Ele me moldar como um barro nas mãos do oleiro, Ele vai fazer de mim um vaso sustentável nas necessidades de hoje e nas do futuro. Porque o Senhor tem misericórdia das nossas fraquezas.

O Senhor vê a luz da nossa alma, o nosso entusiasmo, o propósito, as lágrimas escondidas e o nosso arrependimento sincero. Você pode perceber a diferença entre o meu relacionamento com Deus, e de Deus para comigo. Nos meus momentos de crise, muitas vezes, eu julgo a Deus, dizendo que Ele não me ama. Mas não é verdade.

Ele vê as lágrimas escondidas que ninguém vê. Quantas vezes sentamos e choramos sozinhos, ou viramos para um canto para chorar. É um choro pedindo a misericórdia de Deus. É importante cada lágrima que derramamos no coração de Jesus, pois é nesse momento que Ele entra com a sua misericórdia.

Vejo Deus em tudo, pois Ele é a luz e o mundo é um verdadeiro “black-out”. Existem muitos que não conseguem ver, e a contaminação da descrença é tão grande que quer contaminar a todos. A verdade chega deturpada aos homens, os falsos profetas voluntariamente os cegam. A religião se faz parecer uma fraqueza ou uma hipocrisia da humanidade.

Levante a cabeça e olhe para o céu, um pouco de paraíso compensa tudo.

Deus lhe abençoe.

Seu irmão,Eto

:: Postado por Régis Cristoativado às 21h32
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Oremos a todo o momento

090210_mensagem1A cada novo dia que desperta Deus nos dá graças atuais para vivermos o hoje como verdadeiros filhos d’Ele.

Desde já supliquemos ao Senhor a graça de nos desvencilharmos do passado, das coisas velhas e dos entraves que nos prendem e nos impedem de ser homens e mulheres autênticos. Fomos criados à imagem e semelhança de Deus, e quanto mais livres formos, tanto mais refletiremos a Sua glória.

Fomos criados para grandes coisas, não podemos ficar “ciscando” o tempo todo com o olhar voltado para o chão; miremos o alto e alcemos voo como as águias.

Oremos hoje na presença do Senhor, com certeza, Ele não deixará sem resposta a nossa oração.

“Mas atende, Senhor meu Deus, à oração e à súplica do teu servo, e ouve o clamor e a prece que ele faz hoje em tua presença” (I Rs 8,28).

Jesus, eu confio em Vós!

:: Postado por Régis Cristoativado às 21h28
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O que a oração não resolve?


A oração jamais realizará aquilo que é o nosso dever!
Muitas pessoas estão paradas em seus problemas e dores, porque esperam tudo de Deus. Entretanto, quanto ao que nos cabe fazer, a oração sempre nos dará força para que consigamos realizá-lo. Porém, a realização dependerá somente de nós!
Compreenda e mude! Ainda dá tempo!

:: Postado por Régis Cristoativado às 21h27
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Sete em cada dez brasileiros são contra o aborto, revela pesquisa

73,5% dos brasileiros são contrários à legalização do aborto. É o resultado da pesquisa de opinião pública CNT/Sensus feita a pedido da Confederação Nacional do Transporte.

No total, 2 mil pessoas foram ouvidas nas 5 regiões do país, no período de 25 a 29 de janeiro deste ano. A informação foi publicada no início deste mês.

O percentual dos que se declararam a favor do aborto ficou em 22,7%.

Preocupação
A pesquisa traz também dados preocupantes, como o aumento do porcentual de brasileiros favoráveis tanto à legalização do aborto, quanto à pena de morte, nos últimos 10 anos.

Entre janeiro de 2001 e janeiro de 2010, subiu de 39,4% para 41,2% os que declaram a favor da pena de morte e de 17,7% para 22,7% os favoráveis à legalização do aborto.

:: Postado por Régis Cristoativado às 21h27
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Quaresma: tempo de orar, jejuar e se doar

Neste episódio do 'Podvir' – o podcast do canal de eventos –, a produtora de conteúdo do Portal Canção Nova Ariane Fonseca conversa com o Reitor do Seminário de Cuiabá (MT), padre Paulo Ricardo, sobre as penitências na Quaresma e a espiritualidade deste tempo.

Padre Paulo Ricardo
Foto: Arquivo CN

:: Participe do Acampamento da Semana Santa


Confira um resumo do bate-papo:

Podvir: Padre, é pecado não praticar penitências na Quaresma?
Padre Paulo Ricardo: Não se trata de pecado e, sim, de uma questão de fazer bem ou não à pessoa. Quando falamos de pecado as pessoas pensam em proibição, mas não é assim. Precisamos da penitência; ela faz parte da vida do ser humano. Quando você vai comprar um carro pode escolher vários acessórios. Porém, algumas coisas não são acessórios, como o freio, que é essencial. Deus nos dá a capacidade de desejar, de querer as coisas, mas temos que utilizar o “freio”, não colocando em prática todos os nossos desejos. A penitência nesse período alimenta em nós a virtude da temperança e o combate à idolatria.

Podvir: Muitos fiéis acham que a Quaresma é um tempo de privações das coisas de que gostam. Mas é possível também levá-la para o lado positivo? Por exemplo: se a pessoa não gosta de comer verduras, comê-las nesse período; ou, se não é acostumada a visitar um asilo, passar a fazê-lo. Isso funciona como penitência também?
Padre Paulo Ricardo: Sim! O pecado nos conduz à morte; a virtude nos conduz à vida. As pessoas ficam com medo ao fazer penitências, mas elas são necessárias para que a gente saia do pecado e nasça um homem livre para Deus.

Podvir: Por que a carne se tornou símbolo da penitência no período quaresmal? O jejum desse alimento é mais importante que de outra forma?
Padre Paulo Ricardo: A carne é um alimento rico em proteína, por isso ela demora para ser digerida. Se você não comer carne significa comer alimentos que ficarão por menos tempo no estômago, sentindo a sensação de fome. A resistência à sensação de fome educa a vontade e traz a firmeza, por isso virou símbolo na Quaresma.

Podvir: Tem gente que acha também que a Quaresma é tempo de tristeza. Como viver esse período de forma leve, alegre, sem ficar cabisbaixo?
Padre Paulo Ricardo: A Quaresma ficou associada a um período de tristeza porque é um tempo em que somos chamados ao recolhimento e ao silêncio. As três práticas que aconselhamos no período quaresmal são: "jejum, esmola e oração" (cf. Mateus 6). Para que haja oração é necessário o silêncio, pois a principal oração cristã é ouvir a Deus e não falar. Não é possível ouvir se não houver silêncio.

Jesus nos diz: "A verdade vos libertará". A Quaresma provoca o encontro de uma certa tristeza, mas é importante perceber que existe a tristeza que não vem de Deus, mas, também, a que é um presente d'Ele. Quando o Senhor criou o homem deu a ele a capacidade de ficar triste, para que quando ele se perdesse a tristeza o levasse de volta para a casa.

Podvir: Existe valor nas atitudes das pessoas que vivem a Quaresma segundo a tradição, mas, depois da Páscoa, voltam à vida velha?
Padre Paulo: Esse é um grande problema de confundir as alegrias: voltar à vida velha. São João Bosco disse a São Domingos Sávio: "A forma de sermos santos é sermos alegres", mas é necessário sabermos interpretar esta alegria; a alegria pascal de quem morreu para o mundo e por isso pôde ressuscitar.

O Papa Bento XVI escreveu – em seu livro “Dogma e anúncio” – que não pode cantar o "Aleluia" na manhã de Páscoa aquele que não chorou seus pecados na Semana Santa. Aproveite este tempo da Quaresma para chorar seus pecados, porque, assim, a alegria pascal virá!

:: Entrevista: Entenda as celebrações da Semana Santa


Como baixar:


Ao ir para a página do Podvir, você encontrará, abaixo de cada um dos episódios, uma seta; ao clicar nela você conseguirá baixar o arquivo em MP3.



Ouça o podcast na íntegra:


 


:: Postado por Régis Cristoativado às 21h25
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Plano Nacional de Direitos Humanos -Graves equívocos no "documento" deturpam o significado dos verdadeiros direitos


O Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3) foi assinado na calada de 2009 (aos 21.12 pp.) pelo presidente Lula. O programa atual é requento de dois anteriores que "não pegaram". No Brasil é assim. Muitas leis não prosperam. No contexto e entrelinhas das proposições do programa natimorto, surgiram reações e críticas inevitáveis por parte de muitos segmentos sociais, incluindo a CNBB. A razão da rejeição do documento deve-se à linguagem ambígua, sugerindo tomada de posições equívocas da parte de movimentos sociais e organizações populares.

 

O governo deve muito aos movimentos e organizações identificadas como bases de sua sustentação. Naturalmente são eles que exercem pressão para a efetivação dos direitos humanos. Ora, quem seria contra a defesa e a promoção dos direitos humanos verdadeiros, autênticos, legítimos, indispensáveis no exercício da democracia participativa? Porém, é preciso distinguir entre direitos legítimos e direitos duvidosos, questionáveis.

 

Esse questionamento sugere o conhecimento de causa sobre Direitos Humanos e os respectivos deveres dos cidadãos e cidadãs de bem. A cada direito humano vincula-se um dever correspondente. Direito tem quem direito anda! Direitos e deveres incumbem a todos! Repita-se sempre que a defesa e a promoção dos direitos humanos, bem como dos respectivos deveres, são fundamentais para todos os cidadãos e cidadãs.


.: Programa de Direitos Humanos exige mais diálogo, dizem estudiosos
.: Programa de Direitos Humanos é "desumano", afirma jurista
.: Procuradoria mantém símbolos religiosos em repartições públicas

Podcast: Padre Paulo Ricado aponta os perigos do Plano Nacional de Direitos Humanos


As legítimas instituições são reconhecidas e valorizadas pela sociedade. Exemplo disso se verificou nas iniciativas da CNBB, da OAB, das Comissões de Justiça e Paz, de representantes de vários segmentos sociais pela ética na política, em torno da Lei 9840, combatendo a corrupção eleitoral (Campanha Ficha limpa). Não se pode aceitar a candidatura de quem comprovadamente pratica atos lesivos ao bem público, surrupiando o erário.

 

A população reconhece as entidades que defendem e promovem os direitos humanos, através de atividades de inclusão social e que ajudam a formação da opinião exercendo um efetivo controle social. A Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) é parâmetro e tarefa permanente na efetivação de ações que dignificam a vida dos seres humanos. Essa tarefa é inescusável e incumbe a todos os cidadãos e cidadãs de bem. João Paulo II, no seu discurso à Assembléia Geral das Nações Unidas, definiu a Declaração Universal dos Diretos Humanos (21. 10. 1979) como "uma pedra miliária no caminho do progresso moral da humanidade".

 

No Compêndio da Doutrina Social da Igreja, n. 153 encontramos preciosa referência: "A fonte última dos direitos humanos não se situa na mera vontade dos seres humanos, na realidade do Estado, nos poderes públicos, mas no próprio ser humano e em Deus seu Criador". Segue-se daí que os direitos humanos são universais, invioláveis e inalienáveis, pois convergem para a dignidade de cada pessoa humana.

 

A Igreja enfoca o contexto dos direitos humanos na lei natural e na lei positiva, que correspondem aos Mandamentos da Lei de Deus (amar a Deus, amar e servir o próximo). A lei natural defende e promove a vida. A Lei de Deus confirma a lei natural. A lei natural e a lei positiva enfocam a dignidade dos seres humanos, imagem da semelhança de Deus, Criador e Pai. Humanistas e cristãos ativistas da defesa e promoção dos Direitos Humanos alimentam a sua mística na fé e na razão. Não em ideologias!

 

Entretanto, há grupos de pressão que confundem direitos humanos com desvios de comportamento ético e moral. Eis alguns equívocos absurdos: - aborto provocado seria um "direito" de matar o filho indesejado; - união homoafetiva seria um "direito" equiparado à instituição familiar, com ou sem a adoção de crianças; - profissionalização da prostituição; - combate aos símbolos religiosos em locais públicos, em nome do Estado laico; - ideologização da anistia aos militares pervertida em perseguição; - legitimação de invasões de propriedades produtivas; - combate ao agronegócio. Por aí vai.

 

Notadamente há graves equívocos no "documento" que deturpam o significado dos verdadeiros DDHH. O agronegócio seria ameaça à agricultura familiar, quando é responsável pelo desenvolvimento sustentável e pelo crescimento do país. A invasão de terras provocaria maior atraso no campo, além de desestabilizar a paz social. O pior mesmo seria instrumentalizar e controlar a liberdade de expressão pela imprensa, como recentemente aconteceu uma censura com o "Estadão" (SP) que pediu apurações de ações comprometedoras envolvendo a família Sarney.

 

Dom Aldo Pagotto
Arcebispo da Paraíba

 

 


Leia também:

.: Os Direitos Humanos do Governo
.: Bispo denuncia pacote ideológico do Governo
.: Gentios no Planalto
.: Nota sobre o Programa Nacional de Direitos Humanos

:: Postado por Régis Cristoativado às 21h23
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Evangelho (Marcos 6,14-29)

Naquele tempo, o rei Herodes ouviu falar de Jesus, cujo nome se tinha tornado muito conhecido. Alguns diziam: “João Batista ressuscitou dos mortos. Por isso os poderes agem nesse homem”. Outros diziam: “É Elias”. Outros ainda diziam: “É um profeta como um dos profetas”. Ouvindo isto, Herodes disse: “Ele é João Batista. Eu mandei cortar a cabeça dele, mas ele ressuscitou!” Herodes tinha mandado prender João, e colocá-lo acorrentado na prisão. Fez isso por causa de Herodíades, mulher do seu irmão Filipe, com quem se tinha casado.
João dizia a Herodes: “Não te é permitido ficar com a mulher do teu irmão”. Por isso Herodíades o odiava e queria matá-lo, mas não podia. Com efeito, Herodes tinha medo de João, pois sabia que ele era justo e santo, e por isso o protegia. Gostava de ouvi-lo, embora ficasse embaraçado quando o escutava.
Finalmente, chegou o dia oportuno. Era o aniversário de Herodes, e ele fez um grande banquete para os grandes da corte, os oficiais e os cidadãos importantes da Galileia. A filha de Herodíades entrou e dançou, agradando a Herodes e seus convidados. Então o rei disse à moça: “Pede-me o que quiseres e eu te darei”.
E lhe jurou dizendo: “Eu te darei qualquer coisa que me pedires, ainda que seja a metade do meu reino”. Ela saiu e perguntou à mãe: “Que vou pedir?” A mãe respondeu: “A cabeça de João Batista”. E, voltando depressa para junto do rei, pediu: “Quero que me dês agora, num prato, a cabeça de João Batista”. O rei ficou muito triste, mas não pôde recusar. Ele tinha feito o juramento diante dos convidados.Imediatamente, o rei mandou que um soldado fosse buscar a cabeça de João. O soldado saiu, degolou-o na prisão, trouxe a cabeça num prato e a deu à moça. Ela a entregou à sua mãe. Ao saberem disso, os discípulos de João foram lá, levaram o cadáver e o sepultaram.
- Palavra da Salvação.

:: Postado por Régis Cristoativado às 17h06
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SANTA MISSA PARTE POR PARTE - CONTINUAÇÃO (terceira e ultima parte)

Os atos da Liturgia da Palavra são:
» Primeira Leitura
» Salmo Responsorial
» Segunda Leitura
» Aclamação ao Evangelho
» Evangelho
» Homilia
» Profissão de Fé
» Oração Universal

Os fiéis sentam-se para ouvir primeiro a Palavra de Deus revelada pela Primeira Leitura, que é a leitura de um trecho do Antigo Testamento e que, nos dias de semana, pode ser também um trecho das Epístolas dos apóstolos ou do Apocalipse (No tempo Pascal a leitura é dos Atos dos Apóstolos). Esses escritos ajudam a compreender melhor a missão e os ensinamentos de Jesus, que o Novo Testamento nos apresenta.

Os fiéis declaram aceitar a Palavra que acabaram de ouvir dizendo em seguida o Salmo Responsorial.

A Segunda Leitura é reservada para os domingos e dias festivos da Igreja. Esta leitura é feita das Epístolas ou dos Atos dos Apóstolos, ou do Apocalipse.

A Segunda Leitura procura ter sempre alguma relação com o texto da Primeira, tornando mais fácil compreender a mensagem apresentada.

Terminada a Segunda Leitura, os fiéis levantam-se para aclamar “Aleluia!”. Chegou um momento muito importante e de grande alegria: eles irão ouvir a Palavra de Deus transmitida por Jesus Cristo. É a leitura do Evangelho.


O Evangelho é, de fato, o ponto alto da Liturgia da Palavra. Jesus está presente através da Sua Palavra, como vai estar presente também depois, no pão e no vinho consagrados.

Completou-se a leitura dos textos bíblicos (as Leituras e o Evangelho). O celebrante explica, então, com suas próprias palavras os fatos narrados nos textos.
Esta interpretação é a homilia, uma pregação pela qual ele traduz e aplica a Palavra de Deus aos nossos dias.

A homilia é obrigatória aos domingos e nas festas de preceito, e recomendável nos demais dias.

Depois de ouvir a Palavra de Deus, de novo de pé os fiéis fazem uma declaração pública de que acreditam nas verdades ensinadas por Jesus. Isto é, reafirmam que estão, todos, unidos pela mesma crença num só Deus, o Deus que lhes foi revelado por Jesus.

Essa declaração é o Credo: “Creio em Deus Pai...”

Os fiéis reafirmaram sua crença. Então se dirigem em conjunto a Deus dizendo de seus anseios, necessidades e esperanças através da oração dos Fiéis ou oração Universal que o celebrante recita e onde, a cada pedido, os fiéis suplicam “Senhor, escutai a nossa prece!”.

É quando se pede pela Igreja, pelos que sofrem, pelas necessidades do país, pelas necessidades da comunidade onde se realiza a Missa etc.

A celebração eucarística é o supremo e mais belo ritual da Missa, reproduzindo com delicadeza o acontecimento central da Última Ceia, quando Jesus instituiu a Eucaristia.

A Missa recorda este momento com o Ofertório, a Oração Eucarística e a Comunhão.

Os atos da Liturgia Eucarística são:
» Preparação das Oferendas
» Oração sobre as Oferendas
 
» Oração Eucarística
    Prefácio
    Santo
    Oração Eucarística

» Ritos da Comunhão
    Pai Nosso
    Abraço da Paz
    Fração do Pão
    Agnus Dei
    Comunhão

Jesus é a Vítima do Sacrifício que se vai realizar sobre o altar. Ali são preparados para o Sacrifício o pão e o vinho, que depois de consagrados se transformam no Corpo e no Sangue de Jesus. Durante a preparação os fiéis permanecem sentados.

O celebrante vai para a frente do altar e recebe as ofertas trazidas em procissão. Pão e vinho e outras ofertas, frutos do trabalho do homem, são apresentados ao altar simbolizando o oferecimento que os fiéis fazem a Deus de suas vidas, cheios de gratidão por todas as graças recebidas. (Por isso esta parte da Missa também é conhecida como Ofertório.)

Entregues as oferendas, de novo de pé os fiéis atendem à convocação do celebrante (“Orai, irmãos e irmãs...”) e pedem a Deus que aceite o sacrifício que elas representam: “Receba o Senhor por tuas mãos (as mãos do celebrante) este sacrifício para glória do Seu nome...”

O acólito derrama um pouco de água sobre os dedos do celebrante enquanto este diz em voz baixa a oração do Lavabo: “Lavai-me, Senhor, da minha iniquidade e purificai-me do meu pecado”.

Em seguida, o celebrante toma as oferendas - pão e vinho - e as oferece a Deus (“Acolhei, ó Deus, as preces dos vossos fiéis...”).

Chegamos à Oração Eucarística, o ritual central da Missa. É o momento em que Deus vai atender a súplica dos fiéis e santificar as oferendas transformando o pão e o vinho no Corpo e no Sangue de Jesus. O celebrante lembra que agora, mais do que nunca, o pensamento de todos deve estar voltado para o Senhor e por isso trava com os fiéis este diálogo:

- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
- Corações ao alto.
- O nosso coração está em Deus.
- Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
- É nosso dever e nossa salvação.

O ritual prossegue com a recitação do Prefácio pelo celebrante. O Prefácio é um verdadeiro hino de ação de graças, um grito de alegria por havermos tido a suprema graça de receber Jesus, nosso Senhor e dom do Pai, que Se sacrificou para nos salvar.

Em nome da assembléia, o celebrante glorifica a Deus e Lhe rende graças por toda a obra da salvação (ou por um de seus aspectos, de acordo com o dia, a festa ou o tempo). De certa forma, o Prefácio anuncia o conteúdo da Oração Eucarística.

Ao Prefácio segue-se a oração “Santo”, pela qual a assembléia proclama a santidade e grandeza de Deus. No início da oração, repetindo “Santo” três vezes os fiéis reconhecem a existência de Deus nas pessoas do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Agora estamos todos preparados para o momento da Consagração.

Os fiéis se ajoelham, o celebrante estende as mãos sobre o pão e o vinho e pede ao Espírito Santo que os transforme no Corpo e no Sangue de Jesus (“Santificai, pois, estas oferendas...”).

O momento da Consagração é descritivo da Última Ceia. O celebrante relembra e repete os mesmos gestos de Jesus, obedecendo à Sua ordem (“Fazei isto em memória de mim”).

Ergue a hóstia oferecendo-a à consagração. Em seguida ergue o cálice oferecendo o vinho igualmente à consagração.

Acontece a transubstanciação. Pão e vinho adquirem as propriedades do Corpo e do Sangue de Jesus.

A Eucaristia é o Sacramento da presença de Jesus ressuscitado. A assembléia, de pé, reconhece isso dizendo “Toda vez que comemos deste pão e bebemos deste cálice anunciamos, Senhor, a Vossa morte e proclamamos a Vossa ressurreição”.

O celebrante ainda ora pela Igreja Católica e pelas necessidades dela e termina esta parte, elevando o pão e o vinho num gesto de oferenda, com uma oração que resume todo o louvor da Oração Eucarística: "Por Cristo, com Cristo, em Cristo, toda honra e toda glória...".

Os fiéis se preparam para receber a comunhão, ou seja, se preparam para receber o Corpo de Cristo e, com esse gesto, comungar, partilhar dos mesmos sentimentos de amor e entrega a Deus que Jesus teve quando Se sacrificou por nós. E não pode haver comunhão com Cristo sem haver antes a comunhão entre irmãos.

Todos rezam, então, o Pai Nosso. E rezam com Jesus, falando com Deus pela boca de Seu Filho. Através desta oração, os membros da grande família presente à celebração reconhecem novamente a Deus como Pai e suplicam a graça de poderem viver como verdadeiros filhos e amarem-se como verdadeiros irmãos em Cristo.

Paz é fruto da justiça. Paz é fruto da igualdade. Paz é tão necessária quanto o ar que respiramos. Quando quis dar aos Apóstolos o melhor de Si, Jesus lhes disse “Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz”.

O celebrante recorda esse momento e ora pedindo a Jesus que nos dê a mesma paz que Ele ofereceu aos Apóstolos. Os fiéis respondem “Amém”, e com isto fazem suas as palavras do celebrante.

Os fiéis, que disseram a Jesus que querem viver na Paz de Deus, demonstram esta disposição com o abraço da paz.

Eles se cumprimentam com um abraço ou um aperto de mão e um sorriso de cumplicidade e amizade. Afinal, estão todos à mesma mesa e vão tomar, juntos, a mesma Refeição. E só podem entrar em comunhão com Cristo e com Deus se estiverem em paz e em comunhão uns com os outros.

Agora o celebrante se prepara para distribuir os alimentos consagrados. Parte a grande hóstia sobre a patena e coloca uma parte no cálice com vinho consagrado.

A fração do pão significa que todos os fiéis vão participar no mesmo Alimento e o gesto de colocar parte da hóstia no cálice simboliza a união do pão e do vinho consagrados: uma vez consagrados, o pão e o vinho formam uma unidade, o Corpo vivo de Cristo, e recordam o mistério da ressurreição.

Antes de receber a comunhão, entretanto, os fiéis fazem ainda uma última confissão de humildade na oração do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo...”).

O celebrante comunga o Corpo de Cristo. Depois comunga o Sangue de Cristo. Em seguida distribui aos fiéis a hóstia consagrada.

Em ocasiões especiais, ou em pequenas comunidades, a Comunhão pode ser feita sob as duas formas, isto é, o sacerdote mergulha a hóstia no vinho antes de oferecê-la ao comungante.

Este é o momento da grande comunhão dos fiéis com Deus, dos fiéis com Cristo, dos fiéis entre si. Os que comem do mesmo Pão passam a formar um só corpo com Cristo e devem ter a mesma disposição que Ele teve em fazer a vontade do Pai: fazer do mundo um reinado de justiça e paz como preparação para a vida eterna.

Ao receber a comunhão o fiel responde “Amém”, confirmando sua fé em Cristo presente na Eucaristia e confirmando que, em Cristo, recebe a todos em sua vida e se compromete a doar-se a seus irmãos.

Finda a comunhão, enquanto se faz a purificação do cálice e da patena, os fiéis permanecem sentados e o celebrante reza em silêncio. Após um momento de fundo recolhimento, pede a Deus em nome de todos que faça frutificar a eucaristia que os uniu, renovando humildemente o pedido de poder participar plenamente da vida cristã.

Os ritos finais encerram a assembléia mas não encerram o envolvimento espiritual dos fiéis com a
sua Igreja. Abençoados por Deus, eles partem com a missão de viver a fé cristã na prática diária.

A Missa se encerra com a Bênção Final, um Canto Final e a exortação da Despedida.

Todos de pé, o celebrante ergue a mão e marca os fiéis com o sinal da cruz pedindo para eles a bênção do Pai, do Filho e do Espírito Santo – e a comunidade expressa sua alegria cantando uma vez mais.

Por fim, a assembléia é despedida.

Nas missas celebradas em latim, o celebrante diz “Ite missa est”, o que significa algo como “Essa é a missão (a ser cumprida)”. Nas missas em português, o celebrante conclui dizendo “Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe”, com o mesmo sentido de liberar a assembléia para cumprir a missão que recebeu de levar aos povos a palavra de Deus.

Os convidados à casa do Senhor saem de coração leve. Não vêem sua presença na Missa como o cumprimento de um dever - sentem-se felizes e distinguidos porque Deus lhes permitiu participar da Sua refeição.

A Missa oferece um enriquecimento do espírito cristão que os fiéis devem continuar vivendo em casa, no trabalho, no lazer.

Os fiéis levam para o seio de suas famílias a vivência da Missa e contribuem para a Missa celebrando a família, que é o alicerce da sua Igreja.
 
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Espero que com está formação eu tenho ajudado um pouco a entenderem o valor da Santa Missa. 
 
FONTES QUE USEI:
http://www.ahoradamissa.com/
http://rosariopermanente.leiame.net/catequese/missa.php
http://www.sinaisdostempos.org/missa/index.html
http://www.npdbrasil.com.br/religiao/rel_missacom.htm
http://www.santamissa.com.br

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:: Postado por Régis Cristoativado às 17h06
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Castidade: Deus quer, você consegue!


Pregação exclusiva para os internautas do Portal Canção Nova


Eliana Ribeiro
Foto: Wesley Almeida
A castidade não é para anjos, é para nós que queremos viver o caminho do Senhor. Existem meios, maneiras, para você conseguir essa graça. A busca pela santidade é até o fim da vida, nunca estaremos prontos.

Castidade, no Catecismo da Igreja Católica, é a integração da sexualidade na pessoa. Só isso? Só, mas dentro desta definição existe um mundo de descobertas. A sexualidade é mais do que um órgão genital.

Escutamos muito sobre sexo, pornografia, libertinagem com o corpo... Hoje, homens e mulheres são vistos como objetos pela sociedade; pelas novelas, por exemplo. Isso vai contra a nossa natureza, pois viemos do amor e da bondade.

Precisamos escolher o caminho de Deus para encontrar a verdadeira felicidade. É feliz aquele que espera no Senhor! Só é feliz por completo aquele que vive intensamente, – mesmo que lutando, caindo e levantando –, em Deus.


:: Ouça a pregação na íntegra e baixe o MP3

Como baixar:


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Satisfazendo os nossos prazeres seremos infelizes. Você acha que sexo com vários parceiros fará de você uma pessoa feliz? Se pensa assim, está enganado. A castidade é uma porta aberta para nos conhecermos e ficarmos felizes com nós mesmos e com os outros. Você é amado por Deus, Ele quis você antes do seu pai e da sua mãe. Honre o Seu amor!

A castidade parte de viver o verdadeiro amor. Precisamos recuperar a beleza da criação. Depois de ter criado tudo na terra, Deus viu que era bom que o homem tivesse uma mulher.

"A castidade parte de viver o verdadeiro amor"
Foto: Wesley Almeida
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Veja em Gênesis 1, 25-31:

“Deus fez os animais selvagens segundo a sua espécie, os animais domésticos igualmente, e da mesma forma todos os animais, que se arrastam sobre a terra. E Deus viu que isso era bom. Então Deus disse: 'Façamos o homem à nossa imagem e semelhança. Que ele reine sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos e sobre toda a terra, e sobre todos os répteis que se arrastem sobre a terra'. Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher. Deus os abençoou: 'Frutificai, disse ele, e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a. Dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra'. Deus disse: 'Eis que eu vos dou toda a erva que dá semente sobre a terra, e todas as árvores frutíferas que contêm em si mesmas a sua semente, para que vos sirvam de alimento. E a todos os animais da terra, a todas as aves dos céus, a tudo o que se arrasta sobre a terra, e em que haja sopro de vida, eu dou toda erva verde por alimento'. E assim se fez. Deus contemplou toda a sua obra, e viu que tudo era muito bom”.


O Senhor criou o homem e a mulher para se amarem e se respeitarem um ao outro, não para um se aproveitar do outro. A sexualidade vai muito além do que as novelas e a mídia passam. As coisas que se referem ao sexo não são erradas, impuras... Hoje eu quero que você saiba da importância da castidade, que saiba que é algo lindo que você pode viver!

Nós somos seres sexuados, nosso cabelo, nossa roupa, nosso modo de nos expressar são sexualidade... Temos de ver isso, que é bom em nós e usá-lo para a glória de Deus! Precisamos nos educar para essa sexualidade divina.

No Catecismo da Igreja Católica, parágrafos 2341-2345, diz assim:

“A virtude da castidade é comandada pela virtude cardeal da temperança, que tem em vista fazer depender da razão as paixões e os apetites da sensibilidade humana. O domínio de si mesmo é um trabalho a longo prazo. Nunca deve ser considerado definitivamente adquirido. Supõe um esforço a ser retomado em todas as idades da vida. O esforço necessário pode ser mais intenso em certas épocas, por exemplo, quando se forma a personalidade, durante a infância e adolescência.

A castidade tem leis de crescimento. Este crescimento passa por graus, marcados pela imperfeição e muitas vezes pelo pecado. Dia a dia o homem virtuoso e casto se constrói por meio de opções numerosas e livres. Assim, ele conhece, ama e realiza o bem moral seguindo as etapas de um crescimento.

A castidade representa uma tarefa eminentemente pessoal. Mas implica também um esforço cultural, porque o homem desenvolve-se em todas as suas qualidades mediante a comunicação com os outros. A castidade supõe o respeito pelos direitos da pessoa, particularmente o de receber uma informação e uma educação respeitem as dimensões morais e espirituais da vida humana.

A castidade é uma virtude moral. É também um dom de Deus, uma graça, um fruto da obra espiritual.
O Espírito Santo concede o dom de imitar a pureza de Cristo àquele que foi regenerado pela água do Batismo”.

"A castidade é uma virtude moral. É também um dom de Deus, uma graça, um fruto da obra espiritual"
Foto: Wesley Almeida
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Quem diz isso não sou eu, o monsenhor Jonas Abib ou qualquer outra pessoa, é a Igreja Católica. A sexualidade é boa, foi Deus quem a criou. O problema é a falta de equilíbrio em nós, o pecado que a distorce. Precisamos viver o PHN ('Por Hoje Não' ao pecado) todos os dias, com a certeza de que o amor de Deus nos concederá a graça do equilíbrio, do amor a nós mesmos. Amar para amar os outros, a obra tem que começar em você!

Eu fui uma pessoa totalmente desregrada na sexualidade antes de me converter. O Senhor veio com Sua graça e me levantou. Se você vive como eu vivi um dia, recorra ao Seu amor que Ele lhe dará força. É um trabalho a longo prazo, demora a vida toda, mas vale a pena! Castidade: Deus quer, você consegue!

:: Confira uma lista de como viver a castidade
 
Transcrição e adaptação: Ariane Fonseca




:: Postado por Régis Cristoativado às 17h05
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A SANTA MISSA PARTE POR PARTE - CONTINUAÇÃO (RITOS INICIAIS)

 

Os ritos iniciais são:
» Antífona da Entrada
» Saudação
» Ato Penitencial
» Senhor
» Glória
» Oração do Dia
 
A Missa começa com a assembléia, de pé, saudando a chegada do celebrante e dos ministros com o Canto de Entrada, o primeiro dos três cânticos tradicionais na liturgia (os outros dois cânticos tradicionais são o Senhor e o Glória).
 
Chegando ao presbitério, o celebrante e os ministros saúdam o altar e todos fazem o sinal da cruz. É importante notar que a assembléia não se reúne em seu próprio nome, mas em nome da Santíssima Trindade. Fazer o sinal da cruz significa dizer “Nós nos reunimos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.
 
Depois da saudação, é usual o celebrante dizer algumas palavras sobre a Missa do dia.
 
Em seguida, o celebrante convida os fiéis a uma confissão geral e conclui com a absolvição. Aqui não se trata de uma confissão regular, mas apenas de uma forma de os fiéis tomarem consciência de sua condição de pecadores. Na medida em que a pessoa reconhece sua pequenez, sua condição de pecador, Deus pode vir-lhe ao encontro com Sua graça.
 
Este reconhecimento pode ser feito por uma oração (“eu pecador, me confesso...”) pela leitura de versículos bíblicos (“Tende compaixão de nós, Senhor”) ou por uma ladainha.
 
"Senhor”, a ladainha que vem em seguida, é o segundo cântico
tradicional na liturgia. A designação “Senhor” é uma redução de “Senhor, tende piedade”, que em grego se diz Kyrie eleison. Por
isso esta parte da Missa também é chamada de Kyrie.
 
Nesta ladainha “Senhor, tende piedade de nós”, os fiéis aclamam o Senhor e imploram Sua misericórdia.
 
Nos domingos fora do Advento e da Quaresma, em solenidades, em festas e celebrações mais solenes os ritos iniciais incluem o Glória, hino cantado ou recitado por todos.
 
O Glória é uma espécie de salmo composto pela Igreja e representa um solene ato de louvor ao Pai e ao Filho.
 
O celebrante diz “Oremos” e faz um minuto de silêncio para que todos sintam bem a presença de Deus e formulem interiormente seus pedidos.
 
O rito de entrada se encerra com a Oração do Dia, ou Coleta, que consiste numa súplica coletiva (daí o nome Coleta) a Deus Pai, por Cristo, no Espírito Santo.
 
A Oração do Dia tem sempre três elementos: a invocação dirigida a Deus, um pedido que se faz e a finalidade do pedido.
 
Durante as refeições as pessoas conversam, relatam acontecimentos. Toda conversa é sempre um enriquecimento espiritual, e na Missa também é assim. A Liturgia da Palavra é o alimento espiritual nesta ceia que a Missa reproduz. É a catequese, o ensinamento dos mistérios que são o fundamento da fé.
 
Na Missa os fiéis vão participar da Eucaristia, instituída por Jesus há 2.000 anos. Por isso, se a gente entender o que Jesus e os apóstolos pensavam naquele momento fica mais fácil entender os motivos que levaram Jesus ao sacrifício na cruz. É isso que as leituras procuram fazer.

AMANHÃ ESTAREI TRATANDO DOS ATOS DA LITURGIA DA PALAVRA E DOS ATOS DA LITURGIA EUCARISTICA

FONTES QUE USEI:
http://www.ahoradamissa.com/
http://rosariopermanente.leiame.net/catequese/missa.php
http://www.sinaisdostempos.org/missa/index.html
http://www.npdbrasil.com.br/religiao/rel_missacom.htm
http://www.santamissa.com.br

:: Postado por Régis Cristoativado às 07h33
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Evangelho (Marcos 6,7-13)(QUINTA 04/02/2010)
Naquele tempo, Jesus chamou os doze e começou a enviá-los dois a dois, dando-lhes poder sobre os espíritos impuros. Recomendou-lhes que não levassem nada para o caminho, a não ser um cajado; nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura.
Mandou que andassem de sandálias e que não levassem duas túnicas. E Jesus disse ainda: “Quando entrardes numa casa, ficai ali até vossa partida. Se em algum lugar não vos receberem, nem quiserem vos escutar, quando sairdes, sacudi a poeira dos pés, como testemunho contra eles!”
Então os doze partiram e pregaram que todos se convertessem. 13Expulsavam muitos demônios e curavam numerosos doentes, ungindo-os com óleo.
Palavra da Salvação.

Ide e evangelizai com a vida
(HOMILIA)

O Evangelho de hoje, a partir da narração de São Marcos, nos apresenta Jesus enviando Seus discípulos, dois a dois, para pregarem a Boa Nova do Reino.
Muito interessante percebermos algo que é fundamental: Jesus chama em um primeiro momento; num segundo momento, pede que o discípulo fique com Ele; e num terceiro momento o envia para a missão. O processo é exatamente nesta ordem; nosso chamado primeiro consiste em ficarmos - nos encontrarmos - com o Senhor.
Mas por que o Senhor nos chama para estar com Ele frente a tanto que precisaríamos fazer com relação à evangelização? Seria - humanamente falando - muito mais coerente e necessário enviar logo os discípulos para a missão.
Se fosse assim, o que os discípulos poderiam dar? Ninguém dá o que não tem. Isso mostra que Jesus não chama pessoas prontas; pelo contrário, as chama à restauração. Aliás, toda vocação (chamado) possui poder de ressurreição, ou seja, Jesus chama (vocação) para estarmos com Ele; estando com Ele, somos curados, libertos e restaurados. Saboreando tudo isso, então sim, somos enviados para levar a Boa Nova - cura, libertação e vida às pessoas.
Quantos se justificam dando seu “não” ao chamado de Deus devido aos pecados e às misérias que possuem…! Caso assim fosse, Jesus não chamaria ninguém. Chamados aqueles possuidores de misérias - cada um de nós - o Senhor quer nos curar e enviar; mas não quer somente nos enviar para evangelizar: quer enviar para evangelizar com um instrumento poderoso: a ferida, agora curada. Deus quer transformar nossos pecados, nossas feridas, nossas misérias em carisma, em dom, em vida para a vida dos outros. Deus quer aproveitar-se das nossas misérias para curar, através de nós, os irmãos. Por exemplo: uma pessoa curada, liberta, restaurada, do pecado do alcoolismo, do adultério, do roubo, torna-se canal da graça na vida daqueles que sofrem daquilo que um dia ela sofreu. Por excelência, ela consegue se compadecer - se colocar com a dor (paixão) do outro, pois já passou por aquilo.
Então, aquele que um dia foi curado torna-se canal da graça na vida daquele que agora sofre. A natureza nos mostra esta verdade: a terra, quanto mais fedida for por causa do esterco, tanto mais cheirosa será a rosa; e mais verdinha e macia será a alface. Deus sabe o que fazer com as nossas misérias. Desde que Lhe permitamos nos curar!
Não levemos nada pelo caminho, a não ser o amor, a experiência de vida e a graça da experiência adquirida com Deus. Tudo, além disso, é “tranqueira”, que servirá - unicamente - para atrapalhar e desmotivar a missão. Aliás, quem precisa de muita coisa fora, é porque muito vazio está interiomente; por outro lado, quem está cheio, interiormente, da graça de Deus nunca precisará de nada exteriormente, além do necessário, que virá pela providência e não de nossas preocupações.
Que Deus nos dê a graça de respondermos ao chamdo e ao envio com generosidade de coração.

Padre Pacheco -Comunidade Canção Nova

A Igreja celebra hoje:São João de Brito

:: Postado por Régis Cristoativado às 07h28
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Novena de Nossa Senhora de Lourdes

Maria, a intercessora, modelo da Igreja, imaculada, concebida sem pecado, em virtude dos méritos de Cristo Jesus, em sua aparição em Lourdes, França, pediu o essencial para a nossa felicidade: a conversão para os pecadores. Ela pediu que rezássemos pela conversão deles com oração, conversão, penitência.

Para comemorarmos esta data da festa de Nossa Senhora de Lourdes, em 11 de fevereiro, começamos hoje esta novena dedicada a ela.

Nossa Senhora de Lourdes
Foto:



Novena de Nossa Senhora de Lourdes

Oração Inicial

Senhor meu Jesus Cristo, Deus e homem verdadeiro, Criador e redentor meu, por ser Vós quem sois, e porque vos amo sobre todas as coisas, a mim me pesa de todo coração ter-vos ofendido, e proponho firmemente nunca mais pecar, confessar-me, cumprir a penitência que me for imposta e apartar-me de todas as ocasiões de ofender-Vos.
Ofereço-vos minha vida, obras e trabalhos em satisfação de todos meus pecados;
E confio em vossa bondade e misericórdia infinita para que me perdoeis pelos méritos de vosso preciosíssimo sangue, Paixão e morte, e me dareis graça para emendar-me e para perseverar em vosso Santo serviço até o fim de minha vida. Amém.

Oração Final

Debaixo de vosso amparo nos acolhemos, santa Mãe de Deus;
Não desprezeis nossas súplicas nas necessidades, mas sim livrai-nos de todos os perigos,
Oh! sempre Virgem gloriosa e bendita!
V. Rogai por nós, Oh! Virgem de Lourdes!
R. Para que sejamos dignos das promessas de Jesus Cristo.

Oração

Oh! Deus eterno e compassivo!
Concedei-nos a graça de viver santa e cristãmente, venerando a Virgem Santíssima de Lourdes, para que sejamos dignos de sua intercessão na vida e na hora da morte.
Por Cristo nosso Senhor. Amém.

Primeiro Dia

Rainha Imaculada que, aparecendo pessoalmente tal qual nascestes, a Senhora na gruta de Lourdes, honrastes com vosso benigno olhar e com a comunicação de vossos segredos a pobre e enferma Bernadete, tanto menos estimada dos homens pela falta de toda cultura, quanto mais aceita por Vós pela pureza de sua inocência e o fervor de sua devoção;
Obtende para nós a graça de que, pondo sempre nossa glória em fazer-nos gratos ao Senhor com uma vida inteiramente conforme a nossos deveres, nós sejamos ao mesmo tempo merecedores sempre de vossas especiais bênçãos. Amém
Três Ave-Marias e um Glória.
Pedir a graça que se deseja obter com esta novena.

Segundo Dia

Oh! Virgem de Lourdes, escolhida por Deus para ser Mãe de Jesus, Tesoureira das divinas graças, Refúgio e Advogada dos pecadores!
Prostrado humildemente a vossos pés vos suplico sejais minha guia e saúde neste vale de lágrimas, porque nada posso nem devo fazer sem Vós. Alcançai-me de vosso divino Filho o perdão de meus pecados, a perseverança no bem e a salvação de minha alma, para ser eternamente feliz e com sorte em vossa doce companhia nas mansões da glória. Amém.
Três Ave-Marias e um Glória.
Pedir a graça que se deseja obter com esta novena.

Terceiro Dia

Oh! Virgem de Lourdes e Mãe minha, vida e esperança dos pobres, ancora dos náufragos, saúde dos enfermos e esperança dos que agonizam e morrem!
Oh! Mãe minha! depois de Deus, Vós sois e serás.
Minha única esperança nas tentações e perigos, na vida e na hora de minha morte.
Não me deixes, Oh! Maria! Amém.
Três Ave-Marias e um Glória.
Pedir a graça que se deseja obter com esta novena.

Quarto Dia

Oh! Virgem puríssima de Lourdes, vida de minha alma, alívio de minhas penas, suavidade e doçura de minhas aflições!
As portas de vosso coração,
Oh! Mãe minha!, chama este pecador enfermo, cuja dor, neste momento, é tão grande como seus pecados;
Compadecei-Vos de mim, não me deixes, olhai com olhos de compaixão.
Sanai-me, como Jesus aos leprosos.
Curai-me para que adore a Deus eternamente. Amém.
Três Ave-Marias e um Glória.
Pedir a graça que se deseja obter com esta novena.

Quinto Dia

Oh! Virgem de Lourdes e rainha dos anjos, em cujos olhos brilha a fé que abrasa vosso Espírito!
Ensinai-me a crer; mas a crer trabalhando, porque a fé sem obras é morta; porque os que estão cheios de pecados, que não fazem conforme a crença católica, estão nos calabouços do inferno.
Ajudai-me a crer na palavra divina e a trabalhar como Deus e a Igreja me mandam crer e trabalhar;
Pois a fé é luz e tem que iluminar minha alma e a conduzir pela senda da eterna bem-aventurança. Amém.
Três Ave-Marias e um Glória.
Pedir a graça que se deseja obter com esta novena.

Sexto Dia

Oh! Virgem de Lourdes e Virgem das virgens, açucena candíssima, Virgem Imaculada, pomba sem mancha!
Vós, que fostes concebida sem pecado;
Vós, que tanto amais a castidade e tanto quereis a vossos filhos, tende compaixão de mim e livrai-me desta penosa concupiscência que me afunda em um mar de pecados.
Alcançai-me de vosso Filho a graça da castidade para viver na terra como os anjos do céu. Amém.
Três Ave-Marias e um Glória.
Pedir a graça que se deseja obter com esta novena.

Sétimo Dia

Oh! Virgem de Lourdes e soberana Imperatriz dos céus, que, por amor a pobreza, vos sujeitastes a todas as privações e escassez dos pobres !
Ensinai-me a depreciar os luxos e presentes, e inspirai-me amor e compaixão aos pobres para conseguir com a isso o reino dos céus. Amém.
Três Ave-Marias e um Glória.
Pedir a graça que se deseja obter com esta novena.

Oitavo Dia

Oh! Virgem de Lourdes, exemplar sublime de obediência, que se fazendo escrava do Senhor e humilhando-vos até viver sem própria vontade, merecestes que vos chamassem de bendita todas as gerações!
Ensinai-me e ajudai-me, como a menina Bernadete, a ser obediente até a morte, porque a obediência é melhor que os sacrifícios, e quem segue obedecendo a Deus conseguirá chegar até o céu. Amém.
Três Ave-Marias e um Glória.
Pedir a graça que se deseja obter com esta novena.

Nono Dia

Oh! Virgem de Lourdes, rainha dos mártires e esperança dos aflitos !
Pela heróica paciência que resplandeceu em todos os atos de vossa vida mortal, desde Belém ao Calvário, desde a profecia de Simão até que Vos arrancaram dos braços o cadáver ensangüentado de vosso divino Filho,
Tende misericórdia de mim e ajudai-me a levar com cristã resignação o peso das cruzes que o Senhor tenha a enviar-me, para ganhar minha eterna felicidade na glória e viver em vossa doce companhia por todos os séculos. Amém.
Três Ave-Marias e um Glória.
Pedir a graça que se deseja obter com esta novena.

:: Postado por Régis Cristoativado às 07h25
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Liberte-se da tristeza

Deus quer nos libertar de toda a tristeza. Nesta semana, a missionária

Salette Ferreira conduz você a estar na presença de Deus, retomando as vestes da alegria nesse momento de profunda intimidade com o Senhor no nosso grupo de oração online.

Olá, sócio internauta! Hoje vamos pedir ao Senhor que transforme a nossa tristeza em alegria. Se hoje o seu coração está triste é preciso dar uma “virada” dentro de você. Queira isso! Não dá para ficar afundado na tristeza. Hoje começa um tempo novo para nós.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Salmo 30,11-13: “Atende, Senhor, tem piedade, Senhor, vem em meu auxílio. Mudaste em dança meu lamento, minha veste de luto em roupa de festa, para que meu coração cante sem cessar. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre”.

.: Ouça este momento de oração com Salette Ferreira

Você que está triste vá dizendo ao Senhor que venha em seu auxílio. Que Ele o liberte de toda a tristeza e a transforme em alegria. Talvez o seu coração hoje esteja assim: como uma veste de luto. Luto por uma perda, por alguém que você ama e que partiu para a eternidade, por um relacionamento que se acabou, por um noivado ou um casamento que se findou... Vá pedindo agora que o Senhor retire do seu coração essa veste de luto. Que o Senhor transforme agora essa veste de luto em uma veste de festa, uma veste de louvor.

Peça agora: “Senhor, revista-me com a Tua alegria. Derrama o Teu Espírito Santo nas profundezas da minha alma, do meu coração. Retira tudo aquilo que é tristeza, angústia, dor. Retira tudo aquilo que tem desgastado o meu coração, a minha vida, a minha intimidade Contigo. Vem agora, Senhor! Atende a minha prece”.

Vá deixando que o Espírito Santo produza agora em seu coração o louvor, a ação de graças pela sua vida e por tudo aquilo que Deus tem realizado e ainda vai realizar em sua vida. Suplique que o Senhor derrame sobre você a graça da alegria e que retire todas as situações dentro de você que o levam à tristeza.

O Senhor nos concede a alegria de sermos cristãos e de sermos d'Ele. A alegria de estarmos vivos. A alegria de termos um Deus que é por nós.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Obrigada a você que nos ajuda contribuindo e sendo um sócio desta obra de evangelização.

Deus o abençoe!

Salette Ferreira
Comunidade Canção Nova


Veja também:

.: Blog da Salette Ferreira

.: Saiba mais sobre a missionária Salette Ferreira

:: Postado por Régis Cristoativado às 07h22
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Estou iniciando hoje uma formação que é muito boa para os que catequizam as crianças, os jovens e os adultos.

O tema será o Valor da santa Missa e será dividido em 3 partes.

Espero que gostem.

Está formação eu peguei de varios sites Católicos sites estes que estarei deixando o link ao final de cada parte da formação.

A Santa Missa, ou Celebração Eucarística, é um ato solene com que os católicos celebram o sacrifício de Jesus Cristo na cruz, recordando a Última Ceia.

A nossa refeição sempre reúne em torno da mesa pessoas que se querem bem - é um momento de partilha, de confraternização, de amizade.

Há dois mil anos também era assim. E foi uma ceia que Jesus escolheu para reunir Seus apóstolos durante a Páscoa do ano de Sua morte. Com certeza Jesus queria um ambiente de confraternização e cordialidade para esse encontro que, só Ele sabia, seria o último a reunir o grupo todo.

Normalmente, aquela ceia seguiria o ritual das ceias cultuais judaicas. No início o hospedeiro tomava um pedaço de pão, erguia um palmo acima da mesa e dizia uma breve oração antes de dividir o pão com todos. E na Páscoa, para assegurar as graças divinas, a ceia incluía o sacrifício de um cordeiro.

Mas, dessa vez, no início Jesus tomou o pão, partiu e, no lugar da oração convencional, disse “Tomai, comei. Isto é o Meu Corpo que será entregue por vós”.

Pronunciando aquelas palavras, Jesus Se colocava no lugar do cordeiro sacrificado habitualmente e os pedaços do pão que distribuía eram o Seu corpo - que brevemente, pelo sacrifício na cruz, seria entregue para a salvação de toda a  humanidade.

No fim da ceia Jesus tomou o cálice de vinho e o abençoou dizendo “Bebei dele todos; porque isto é o meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado em favor de muitos para remissão de pecados”.

Ao dizer Nova Aliança (o mesmo que Novo Testamento), Jesus quis demonstrar que não valia mais a Antiga Aliança (ou Antigo Testamento) pela qual Deus havia escolhido apenas Israel para ser o Seu povo. A Nova Aliança estabelecia uma nova relação entre Deus e os homens. Com ela, não apenas Israel mas todos os povos seriam chamados a ser filhos de Deus.

E, para deixar esta mudança marcada no coração dos homens de uma forma especial, Jesus terminou dizendo “Fazei isto em memória de mim”.

Assim foi instituído o sacramento da Eucaristia, que é o ritual central da Missa e a memória da paixão de Cristo. Nesse ritual, através da comunhão mostramos nossa gratidão por poder partilhar a presença do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Oritual da Missa justamente revive todos os momentos daquela memorável refeição com o mesmo sentido de fraternidade. São quatro partes ou momentos bem distintos.

A primeira parte da Missa, os Ritos Iniciais, marca a chegada e a reunião de todos os convidados em torno da mesa.

Segue-se uma animada conversa entre amigos que se encontram: é a segunda parte, a Liturgia da Palavra, o alimento espiritual, a palavra de Deus - a Boa Nova que Jesus sempre pregava.

A terceira parte é o momento central de toda ceia - todos vão alimentar-se. É a Liturgia Eucarística, o coração da Missa. Ela revive o mistério pascal de Cristo, isto é, Sua morte e ressurreição.

Com a consagração feita sobre o altar, a hóstia adquire as propriedades do corpo de Jesus. E como fizeram os apóstolos naquela ceia, os fiéis também tomam seu alimento sólido (o pão, agora em forma de hóstia), e podem tomar o vinho, seu alimento líquido (em muitas ocasiões o celebrante imerge a hóstia no cálice de vinho antes de oferecê-la ao fiel).

A Eucaristia recorda esse momento de comunhão. Na Eucaristia os fiéis ressurgem com Cristo para uma nova existência.

Encerrando a Ceia, a bênção e a despedida dos Ritos Finais têm o mesmo sentido da bênção dada por Jesus a seus discípulos após Sua ressurreição: nesse momento Jesus os enviava para apregoar pelo mundo a palavra de Deus.



A Missa é apenas isso. Ou tudo isso. Veja agora em detalhes como se desenrola cada parte dessa cerimônia tão rica em significados:

-Ritos Iniciais

-Liturgia da Palavra
-Liturgia Eucarística
-Ritos Finais


A primeira parte da Missa também é chamada “Missa dos Catecúmenos” (ou seja, Missa das pessoas que ainda estão sendo preparadas para receber o batismo).
 
Os Ritos Iniciais são uma introdução para a Missa que vai ser celebrada. O objetivo é fazer com que os fiéis se preparem para comungar idéias e sentimentos.
 
Aqui se inicia uma dupla comunhão: uma comunhão com Deus e uma comunhão com os demais membros da comunidade.

Amanhã tratarei aqui dos ritos iniciais.

FONTES QUE USEI:
http://www.ahoradamissa.com/
http://rosariopermanente.leiame.net/catequese/missa.php
http://www.sinaisdostempos.org/missa/index.html
http://www.npdbrasil.com.br/religiao/rel_missacom.htm
http://www.santamissa.com.br

:: Postado por Régis Cristoativado às 23h19
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Olá paz e Bem!
Venho aqui em primeiro lugar pedir perdão por estes dias não ter enviado o Evangelho do Dia foi uma falha minha.

Evangelho (Marcos 6,1-6) (quarta 03/02)

Naquele tempo, Jesus foi a Nazaré, sua terra, e seus discípulos o acompanharam.
Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga. Muitos que o escutavam ficavam admirados e diziam: “De onde recebeu ele tudo isto? Como conseguiu tanta sabedoria? E esses grandes milagres que são realizados por suas mãos?
Este homem não é o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, de Joset, de Judas e de Simão? Suas irmãs não moram aqui conosco?” E ficaram escandalizados por causa dele.
Jesus lhes dizia: “Um profeta só não é estimado em sua pátria, entre seus parentes e familiares”. E ali não pôde fazer milagre algum. Apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos.
E admirou-se com a falta de fé deles. Jesus percorria os povoados das redondezas, ensinando.
Palavra da Salvação.

A Igreja celebra hoje:SÃO BRÁS
O santo de hoje nasceu na cidade de Sebaste, Armênia, no final do século III. São Brás, primeiramente, foi médico, mas entrou numa crise, não profissional, pois era bom médico e prestava um ótimo serviço à sociedade. Mas nenhuma profissão, por melhor que seja, consegue ocupar aquele lugar que é somente de Deus.
Então, providencialmente, porque ele ia se abrindo e buscando a Deus, foi evangelizado. Não se sabe se já era batizado ou pediu a graça do Santo Batismo, mas a sua vida sofreu uma guinada.
Esta mudança não foi somente no âmbito da religião, sua busca por Nosso Senhor Jesus Cristo estava ligada ao seu profissional e muitas pessoas começaram a ser evangelizadas através da busca de santidade daquele médico.
Numa outra etapa de sua vida, ele discerniu que precisava retirar-se. Para ele, o retiro era permanecer no Monte Argeu, na penitência, na oração, na intercessão para que muitos encontrassem a verdadeira felicidade como ele encontrou em Cristo e na Igreja.
Mas, na verdade, o Senhor o estava preparando, porque, ao falecer o bispo de Sebaste, o povo, conhecendo a fama do santo eremita, foi buscá-lo para ser pastor.
Ele, que vivia naquela constante renúncia, aceitou ser ordenado padre e depois bispo; não por gosto dele, mas por obediência.
Sucessor dos apóstolos e fiel à Igreja, era um homem corajoso, de oração e pastor das almas, pois ele cuidava da pessoa na sua totalidade. Evangelizava com o seu testemunho.
São Brás viveu num tempo em que a Igreja foi duramente perseguida pelo imperador do Oriente, Licínio, que era cunhado do imperador do Ocidente, Constantino. Por motivos políticos e por ódio, Licínio começou a perseguir os cristãos, porque sabia que Constantino era a favor do Cristianismo. O prefeito de Sebaste, dentro deste contexto e querendo agradar o imperador, sabia da fama de santidade do bispo São Brás, enviou os soldados para o Monte Argeu, lugar que São Brás fez de sua casa episcopal. Dali, ele governava a Igreja, embora não ficasse apenas naquele local.
São Brás foi preso e sofreu muitas chantagens para que renunciasse à fé. Mas por amor a Cristo e à Igreja, preferiu renunciar à própria vida. Em 316, foi degolado.
Conta a história que, ao se dirigir para o martírio, uma mãe apresentou-lhe uma criança de colo que estava morrendo engasgada por causa de uma espinha de peixe na garganta. Ele parou, olhou para o céu, orou e Nosso Senhor curou aquela criança.
Peçamos a intercessão do santo de hoje para que a nossa mente, a nossa garganta, o nosso coração, nossa vocação e a nossa profissão possam comunicar esse Deus que é amor.
São Brás, rogai por nós!

:: Postado por Régis Cristoativado às 23h11
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Evangelho (Marcos 4,35-41) (Sábado - 30/01)

Naquele dia, ao cair da tarde, Jesus disse a seus discípulos: “Vamos para a outra margem!”
Eles despediram a multidão e levaram Jesus consigo, assim como estava na barca. Havia ainda outras barcas com ele.
Começou a soprar uma ventania muito forte e as ondas se lançavam dentro da barca, de modo que a barca já começava a se encher.
Jesus estava na parte de trás, dormindo sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e disseram: “Mestre, estamos perecendo e tu não te importas?”
Ele se levantou e ordenou ao vento e ao mar: “Silêncio! Cala-te!” O vento cessou e houve uma grande calmaria.
Então Jesus perguntou aos discípulos: “Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?”
Eles sentiram um grande medo e diziam uns aos outros: “Quem é este, a quem até o vento e o mar obedecem?”

- Palavra da Salvação.

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h47
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Unção para anunciar-É preciso executar a missão de levar vida e salvação aos outros

Derramar óleo de oliveira na cabeça de determinadas pessoas escolhidas para missões especiais era costume no meio dos judeus. Jesus lembra as palavras de Isaías, aplicando-as a si: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos e para proclamar um ano da graça do Senhor” (Lc 4, 18-19; Is 61, 1s). Não basta a unção, que é sinal da consagração de Deus. É preciso executar a missão de levar vida e salvação aos outros.

 

Jesus é chamado Cristo. Quer dizer "ungido". Ele assume a missão, dada pelo Pai, de salvar a humanidade. Ele realiza a libertação no sentido horizontal, mas com o sentido da verticalidade, ou seja, da superação dos males terrenos, mas em vista de se conseguir a felicidade eterna. O Papa Bento XVI nos coloca, na encíclica "Caridade na Verdade", o tema "O Desenvolvimento Humano Integral na Caridade e na Verdade". Ele lembra: “Eliminar a fome no mundo tornou-se, na era da globalização, também um objetivo a alcançar para preservar a paz e a subsistência da terra” (nº. 27). Por outro lado, o Pontífice lembra que “sem Deus o homem não sabe para onde ir e não consegue sequer compreender quem seja” (nº. 78).

 

Em termos de Igreja, precisamos valorizar, sem dúvida, a consagração das pessoas, mas sublinhando sua finalidade: a de dar vida ao mundo com os critérios de Deus. Para isso, a união ou comunhão eclesial é de suma importância para potencializarmos nossos instrumentos de evangelização. Só a sacramentalização não é suficiente. É preciso instruirmos, formarmos e darmos base de evangelização para se compreender e promover a libertação integral das pessoas. É preciso haver a superação de grupos fechados em si mesmos para ganharmos em comunhão e força de evangelização. Todos podem ter reta intenção, mas é preciso usar meios adequados para nos unir em função de transformar a sociedade com os critérios do Reino de Deus. Somos ungidos para evangelizar. Cumprimos essa missão em comunhão e mútua ajuda. Jesus mandou-nos ser luzes, indicando Seu caminho à sociedade. Na união, nossa luz fica forte e capaz de tirar as escuridões da vida das pessoas.

 

No mundo, cheio de propostas diferenciadas, somos instados a assumir a Boa Nova de Cristo, deixando-a impregnar nosso ser para testemunharmos sua verdade que salva. O ser humano sozinho, apesar de sua inteligência e seu desenvolvimento cultural, não é capaz de realizar um projeto de vida que o satisfaça plenamente. Só Deus preenche o vazio humano com a realidade de Seu amor. Por isso, recebendo a unção do batismo, temos a possibilidade de contribuir com a realização plena do ser humano, com os valores e os dons do Senhor deixados em Sua Igreja, depositária de Suas graças. Não se trata apenas de ritos, mas de realidade com o conteúdo dos dons de Deus, como Sua Palavra e Seus sacramentos.

 

Dom José Alberto Moura

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h45
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A alegria do Senhor-Não faz bem para as pessoas uma vida calcada no desânimo

Não faz bem para as pessoas uma vida calcada em atitudes de tristeza, de desânimo e sem capacidade de reais iniciativas. Isso não é próprio dos que procuram se apoiar numa espiritualidade de adesão e de sintonia com o Senhor, com o Mestre da vida, Jesus Cristo. Aí está a fonte verdadeira da alegria.

 

Ser pobre e oprimido, mesmo com os sofrimentos que isso causa, não é motivo de tristeza. Por outro lado, a riqueza material e a liberdade nem sempre proporcionam a autêntica alegria. Poderão ocasionar uma falsa alegria! Elas não conseguem, às vezes, atingir a identidade da pessoa.

 

A alegria é um estado de espírito que vem do amor, da entrega total da vida ao outro no sentido de doação e de reconstrução da própria identidade. Isso é mais forte quando feito às pessoas mais simples e oprimidas. Tem relevância na sensibilidade para com os que sofrem com as catástrofes, os flagelados.

 

A sociedade é um todo, como um corpo, formada por membros diversos e com funções diferentes. Não importa ser livre ou escravo. Importa colocar as qualidades recebidas e dons naturais a serviço do bem comum de todos.

 

O mal é capaz de criar os pobres e de colocá-los em desespero, porque tira deles a esperança. É preciso abrir para eles novos horizontes e capacidade de reerguimento. Só a Palavra de Deus é capaz de dar luz e estabelecer a liberdade, condição fundamental para acontecer a verdadeira alegria.

 

A força do Espírito do Senhor questiona e salva a humanidade, começando pelos mais simples e excluídos. Proporciona aos membros da comunidade a capacidade de comunicação e de serviço de uns para com os outros, na solidariedade e na fraternidade, não deixando que a tristeza domine as pessoas.

 

A lei do amor liberta e supera as leis que oprimem os indivíduos no aspecto físico, econômico e político. Ela tem o projeto de vida, de liberdade e de salvação. É preciso despertar as consciências desfalecidas diante do que é negativo na cultura moderna.

 

 

 

 

Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h44
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Quanto custa sua balada?

40, 65, 150, 300 reais… Quanto você costuma pagar em uma noite de balada? No país em que o salário mínimo vale R$ 510,00, a galera gasta cada vez mais em festas e casas noturnas.

Com certeza você já ficou sem grana no meio do mês e te chamaram para a melhor balada de todas! Certeza, também, que você gastou muito na última saída e ficou sem nada na carteira. Calma! A galera desembolsa cada vez mais dinheiro em uma saída.

 

Mas a pergunta é:

Se gasta só dinheiro?

 

Tem gente que gasta o futuro, tem gente que gasta os afetos, tem gente que gasta a paciência dos que o amam. Tem gente que literalmente se gasta!

Ai faço mais uma pergunta, vale à pena gastar tanto?

O problema está no valor que dou a mim mesmo! A galera tem se desvalorizado tanto que não tem se dado o preço real.

O Apóstolo Paulo diz em uma de suas cartas, que fomos comprados pelo Sangue de Jesus. Pense, você vale o sangue de Jesus! É muita coisa!

Acredito que como jovens temos necessidade de diversão! Curtir a vida! Isso não é ruim, a forma que isso se dá é que pode trazer muita coisa boa e má!

Você curte com sua galera? Sabe o valor que você tem e o valor que o outro tem?

Se você disse sim, sei que sabe se cuidar. Sabe se valorizar.

Mas o valor é SANGUE! Não é qualquer coisa!

Você é um dom, um presente!

“Somos um presente de Deus, no que nos transformamos é

um presente para Ele” (Dom Bosco)

Se você passou por acaso por este texto e pensou que eu te daria opções de baladas, preços e etc. Desculpe só queria falar o valor que você tem! O preço que tenho para te dar é: você vale o sangue de Jesus.

Custa caro!

Não se trate como um qualquer e não deixe que os outros coloquem preço em você! Você é precioso! É dom! É presente!

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Tamu junto

Adriano Gonçalves (@revolucaojesus)

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h44
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Vocacionados à castidade

 
“Vós sois o sal da terra” (São Mateus 5,13).



Veja, o Senhor nos constitui para sermos sal da terra, sal para esta humanidade, e o somos porque o Senhor nos constituiu assim. “Ele nos arrancou do poder das trevas e nos introduziu no Reino do Seu Filho muito amado”.

O Senhor nos batizou no Espírito Santo e nos fez sal da terra. Cada um de nós é um grãozinho de sal, mas o Senhor precisa de cada um de nós, como o grãozinho de sal que juntos salgam o alimento, o Senhor precisa nós para salgar este mundo. Gente, nós não somos mais do que os outros, mas o Senhor nos fez diferentes. O sal não é a massa e a massa não é o sal, o sal é diferente, ele existe para se perder na massa. O sal não foi feito para si, mas para perder-se na massa e assim preservar-se da corrupção.

Baixe e ouça essa pregação

“Vós sois a luz do mundo” (São Mateus 5,14).

Quando Jesus falava de luz, Ele não falava de luz elétrica, porque naquela época ainda não existia a luz elétrica. Assim somos nós, somos embebidos no óleo de Espírito para queimar e iluminar este mundo. Gente, a luz não é treva, a luz exite para clarear as trevas, nós somos diferentes porque o Senhor nos constituiu assim, pois assim como as trevas precisam da luz, o mundo precisa da nossa luz.

Infelizmente, nestes dias de carnaval, a nossa sociedade se transforma numa depravação só. Quantas pessoas se perdem nesse período... E exatamente nestes dias o Senhor nos reuniu para nos convencer de que somos luz e fomos arrancados do poder das trevas para salvar os que estão nessa situação. Nós vamos ajudar os nossos irmãos muito mais pelo que somos do que por aquilo que falamos. Se nós somos sal, se somos luz, isso já é uma mão estendida para poder tirá-los da lama. E nestes dias em que a depravação sexual é intensa o Senhor precisa de nós vivendo a castidade, vivendo o sexto mandamento. Não se engane: as pessoas que não vivem a castidade não são felizes, elas confundem prazer com felicidade e vivem no vazio.

O inimigo de Deus, vendo que o homem e a mulher se tornaram coparticipantes da criação divina, está pegando esta coisa linda que Deus nos concedeu, que é a sexualidade, e a estragando; por isso estamos vendo esta depravação aí no mundo. Deus nos quer vivendo a castidade, porque somos cristãos, somos um “novo Cristo”, somos ungidos para ser luz e sal neste mundo e resgatar aquilo que Deus fez de belo. O Senhor está dizendo claramente que todos os batizados são chamados a viver a castidade para salgar e mudar este mundo. A castidade “reintegra a pessoa humana” diz o Catecismo da Igreja Católica.

Não adianta pedir para o mundo parar com a depravação, porque ele não vai parar; nós, que estamos neste mundo, fomos constituídos pelo Senhor para ser sal e luz e mudar tudo a partir de nós mesmos. Você precisa dizer: "Eu assumo viver a castidade para mudar o mundo. Eu sou chamado, eu sou vocacionado para viver a castidade e transformar o mundo".

monsenhor Jonas Abib

.: Saiba mais sobre o Acampamento de carnaval na Canção Nova

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h43
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A Cabana.De qual deus fala o livro?

Já ouviu falar do Livro ” A Cabana”?

Pois é, recebi uma análise bem interessante do livro de alguém que leu e percebeu muita coisa contraria à fé católica.Como esse livro tem sido muito comentado e muita gente boa tem lido,estamos publicando a análise para nos ajudar a:

- Perceber nas entrelinhas do livro,ou em outros que venhamos a ler,a ideologia de esvaziamento de pontos essenciais de nossa fé católica;

- Ajudar-nos a perceber nossa atitude diante daquilo que lemos, principalmente em obras de cunho religioso ou “auto ajuda”, que adentram na dimensão espiritual/espiritualista que interessam a nós católicos;

- Ajudar-nos a despertar o senso critico – não neurótico, mas atento – para filtrar à luz de nossa fé aquilo que vale a pena ler ou não. A oferta hoje é tamanha que exige de nós critérios para não perder tempo,nem dinheiro, com aquilo que nada acrescenta de consistente à nossa fé ou a nossa vida;

Ás vezes impressiona a Incapacidade que muitos tem de não perceber, dentro daquilo que estão lendo, onde tem verdade ou não.Alguns não conseguem ver nada errado onde qualquer olhar mais atento percebe tudo!

Estará em cor o diálogo de análise e questionamento com algumas colocações feitas no livro.

A proposta não é analisar todo o livro mas apenas algumas partes na esperança que possa despertar naqueles que ainda vão ler,se tiverem “estômago”, uma nova percepção e naqueles que já leram uma confirmação daquilo que provavelmente haviam percebido.

Desnecessário se faz dizer que a análise foi feita a partir da fé católica, o que poderá tornar algumas colocações não muito claras para quem não está razoavelmente por dentro da doutrina básica de nossa fé.

De qualquer forma ,é bem interessante..

Pelo tamanho,iremos postar aos poucos..

***

” A cabana”- análise do livro sob ótica católica.

 

  1. O livro é muito bem escrito e atraente no seu enredo simples, no assunto e no estilo. A linguagem, porém, com algumas citações bíblicas feitas de formas indiretas, traz uma profusão de sofismas capaz de iludir o leitor menos atento. (lembro que a “metodologia” do sofisma, muito utilizado na filosofia grega antiga, consiste em tomar uma verdade ou duas verdades e combiná-la com uma ou mais inverdade de formas que tudo pareça verdadeiro ou que tudo pareça falso, de acordo com o objetivo de quem sofisma). O livro traz em seu próprio enredo incoerências entre a trama e o que é dito pelas “pessoas” da “trindade”.
  2. a editora do mesmo (e isso é muito importante ao comprar ou ler um livro dedica-se a livros de auto-ajuda ou assuntos não comprovados nem pelo próprio livro nem pela ciência, teologia e, por vezes, o bom-senso). É bastante ler a lista dos seus “clássicos”, na ultima página do livro. A exceção é O Monge e o Executivo.

O livro conta a história de um homem que, em um acampamento nas montanhas com os filhos tem sua caçula seqüestrada e morta enquanto está sob a água, tentando salvar um outro filho, que se afogava sob um bote. Após quatro anos de tristeza e desilusão, recebe uma carta de Deus, que se apresenta como Papai convidando-o a voltar à cabana onde o crime contra sua filha havia sido cometido. Relutante, aceitou.

Até aqui, nada anormal. A ficção, afinal, dá direito a todo tipo de imaginação. O inadequado começa quando este homem, Mack, encontra a “trindade” na cabana. Naturalmente, como autor, Young goza o direito de utilizar sua imaginação, sua bela linguagem, suas descrições do Pai como uma senhora negra que cozinha, o Filho como um judeu cujo nariz enorme o deixa feio e o Espírito como uma moça asiática feita de luz.

Ele tem o direito, sim, de imaginar a trindade como um autor leigo ignorante da boa teologia e eclesiologia e influenciado pela Nova Era, pelo Espiritismo e pelo Relativismo. Nós é que temos o dever de distinguir o que é bom do que não é. A narrativa é tão envolvente, que os deslizes de Young quanto à fé, a eclesiologia e a moral podem passar desapercebidos para a pessoa mais bem formada. Vejamos alguns:

I. O PAI

  1. O Papai é apresentado como uma mulher (Young parece decidido a quebrar todos os paradigmas) e chamado de papai durante todo o livro, tanto pelo Filho e pelo Espírito, quanto por Mack. Sabemos que João Paulo II afirma que Deus é Pai e Mãe quanto ao cuidado, ao coração misericordioso, as entranhas de misericórdia, tão típicas de uma mãe. Entretanto, o Deus que Jesus nos veio revelar é o Deus que é Pai, ainda que afirme em Mt 5 que Ele tem entranhas de mãe. A justificativa do “pai” para apresentar-se como mulher é o fato de Mack ter rejeição ao seu pai biológico (p. 83). Esta mulher, entretanto, não é mãe, mas pai. Seus afazeres são, segundo ela mesma, de cozinheira e governanta. Este pai mulher traz as cicatrizes de Jesus, como se o Pai não fosse puro espírito, mas tivesse um corpo de homem, isso é, de mulher.
  2. Em um esforço de fazer “deus mais perto de nós”, o autor acaba por esbarrar no grotesco. Além da descrição do Pai como uma enorme negra que se auto-intitula governanta-cozinheira e traz cicatrizes no corpo (???), destacam-se algumas situações especiais. Perguntado por Mack sobre que música estava ouvindo, respondeu:

” Um barato da Costa Oeste. É um disco que ainda nem foi lançado, chamado Viagens do Coração, tocado por uma banda chamada Diatribe . Na verdade – ela piscou para Mack – esses garotos ainda nem nasceram.

- É mesmo, reagiu Mack bastante incrédulo. – Um barato da Costa Oeste, hein? Não parece muito religioso.

- Ah, acredite: não é. É mais tipo funk e blues eurasiano com uma mensagem fantástica. – Ela veio bamboleando na direção de Mack, como se estivesse dançando, e bateu palmas. Mack recuou. (!!!)

- Então Deus ouve funk?

- Ora, veja bem, Mackenzie. Você não precisa ficar me rotulando. Eu ouço tudo e não somente a musica propriamente dita, mas os corações que estão por trás delas.”(p. 81) ( os rótulos são especialmente detestados na nova era e no relativismo)

  1. O “pai” dá uma explicação completamente esdrúxula para ter-se revelado como pai e não como mãe:

“…assim que a Criação se degradou, nós soubemos que a verdadeira paternidade faria muito mais falta do que a maternidade. Não me entenda mal, as duas coisas são necessárias, mas é essencial uma ênfase na paternidade por causa da enormidade das conseqüências da função paterna”(p. 84). Creio que tal absurdo dispensa comentários. O autor não leva em conta o que a Bíblia e a Igreja dizem da missão do homem, do pai, da mulher e do homem na criação, na família, na sociedade. Aliás, esta é uma das características do livro. Não lhe importa o que diz a Palavra ou a Igreja e esta, como todas as instituições, são desprezíveis aos olhos da “trindade”, que orienta Mack a desprezá-las.

  1. Ao definir o que Ele é, desautoriza o que os homens pensam e definem dele (embora não cite diretamente a Igreja e os teólogos, fica implícito pelas palavras que usa). No final, felizmente diz que é “acima e além de tudo o que você possa perguntar ou pensar.”(p. 88)
  2. Na página 89, o pai faz uma afirmação capaz de fazer tremer os céus: “Quando nós três penetramos na existência humana sob a forma do Filho de Deus, nos tornamos totalmente humanos. Também optamos por abraçar todas as limitações que isso implicava. Mesmo que tenhamos estado sempre presentes nesse universo criado, então nos tornamos carne e sangue. Seria como se este pássaro, cuja natureza é voar, optasse somente por andar e permanecer no chão. Ele não deixa de ser pássaro, mas isso altera significativamente sua experiência de vida.” E continua a confusão teológica sobre 3 Pessoas em um só Deus dizendo: “Ainda que por natureza Jesus seja totalmente Deus, ele é totalmente humano e vive como tal (!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!) Ainda que jamais tenha perdido sua capacidade inata de voar, ele opta, momento a momento, por ficar no chão. Por isso (!!!!!!) seu nome é Emanuel, Deus conosco, ou Deus com vocês, para ser mais exata.” De uma tacada só, além de destruir o dogma da Santíssima Trindade, (somente o Filho se faz homem e, embora as outras duas pessoas estejam com ele e nele, não se pode dizer que os três se fizeram homem) atinge a união hipostática e a profecia de Isaías. A impressão que dá é que o autor “ouviu o galo cantar, mas não sabe onde”. Por mais que se queira justificar tais afirmações com o fato da intenção do autor não ser teológica, ele insiste, como outros autores de livros metade cristãos-metade autoajuda, em colocar o Evangelho, a Palavra e a Igreja a serviço de sua idéia e objetivo e não o contrário.
  3. Depois, infelizmente, vem algo ainda pior, que fazemos questão de transcrever:

“- Mas, e todos os milagres? As curas? Ressuscitar os mortos? Isso não prova que Jesus era Deus… você sabe, mais que humano?

- Não, isso prova que Jesus é realmente humano.

- O que?

- Mackenzie, eu posso voar, mas os humanos, não. Jesus é totalmente humano. Apesar de ele ser também totalmente Deus, nunca aproveitou sua natureza divina para fazer nada. Apenas viver seu relacionamento comigo do modo como eu desejo que cada ser humano viva. Ele foi simplesmente o primeiro a levar isso até as últimas instâncias: o primeiro a colocar minha vida dentro dele (??) o primeiro a acreditar (??) no meu amor e na minha bondade, sem considerar aparências nem conseqüências. (Tal comentário, além de dizer que Jesus precisava da virtude TEOLOGAL da fé, deixa de fora todos os profetas, todos os patriarcas, João Batista, José e Maria. Desclassifica tudo o que Jesus fez, não somente os milagres, mas o milagre maior do amor de total entrega na Cruz e na Eucaristia).

- E quando curava os cegos?

- Fez isso como um ser humano dependente e limitado que confia na minha vida e no meu poder de trabalhar com ele e através dele. Jesus, como ser humano, não tinha poder para curar ninguém.” (p. 90). Este é mais um golpe inacreditável na união hipostática, mas consegue piorar no parágrafo seguinte:

“- Só quando ele repousava em seu relacionamento comigo e em nossa comunhão, nossa comum-união, ele se tornava capaz de expressar meu coração e minha vontade em qualquer circunstância determinada. Assim, quando você olha para Jesus e parece que ele está voando, na verdade ele está… voando. Mas o que você realmente esta vendo sou eu, minha vida nele. É assim que ele vive e age como um verdadeiro ser humano, como cada humano está destinado a viver: a partir de minha vida“(p. 90). Este é um dos sofismas mais disfarçados e sutis do livro, o que torna a afirmação aparentemente verdadeira para os mais distraídos, mas totalmente absurda para alguém mais atento: uma verdade – cada ser humano é chamado (não destinado!) e várias inverdades, a partir da primeira linha (então quer dizer que Jesus ora “repousava em seu relacionamento com Deus e Sua vontade, ora não??? Este raciocínio mentiroso é coroado com uma ultima inverdade: Jesus vive e age como verdadeiro ser humano. NÃO É ISSO o que Jesus quis dizer quando afirma que faz o que vê o Pai fazer, que aprendeu tudo do Pai, que Ele e o Pai são um! Jesus É totalmente homem e totalmente Deus e é um com o Pai, gerado, não criado, Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus Verdadeiro.

Em um dado momento, o mesmo Pai, que nos pede para não chamar o irmão de “Racca”, sob pena do fogo do inferno (Mt 5), diz:

“- Homens! algumas vezes são tão idiotas!”

Ele não podia acreditar.

_ Ouvi Deus me chamar de idiota? – gritou pela porta de tela.

Viu-a (”ela” é Deus) dar de ombros antes de desaparecer na virada do corredor. Depois ela (o “pai”) gritou em sua direção:

- Se a carapuça serve, querido. Sim, senhor, se a carapuça serve…”

 

Continuação destes artigos (análise, comentários, explicações e críticas sobre o livro A CABANA):

  1. Sobre o livro A Cabana
  2. Sobre o livro A Cabana – parte II
  3. Sobre o livro A Cabana – parte III

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h30
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Veja lista de alguns jornais católicos,com link de acesso.

A Mensagem Católica (Olinda e Recife-PE)

A Ordem (Natal-RN)

Arquidiocese em Notícias (Manaus-AM)

Brasil Central (Goiânia-GO)

Diocese Informa (Joinville-SC)

Jornal da Arquidiocese (Florianópolis-SC)

Jornal de Opinião (Belo Horizonte-MG)

Jornal São Salvador (Salvador-BA)

L’osservatore Romano (Vaticano)

Missão Jovem (Florianópolis-SC)

Mundo Jovem (Porto Alegre-RS)

O Diocesano (Volta Redonda e Barra do Piraí-RJ)

O São Paulo (São Paulo-SP)

O Transcendente (Florianópolis-SC)

Santuário de Aparecida (Aparecida-SP)

Voz de Nazaré (Belém-PA)

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h28
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Big Brother 10.Como cristão, convém assistir?

+ É sempre prematuro falar sobre o primeiro episódio de qualquer programa em série, especialmente de um reality show, que não tem roteiro muito definido. Mas essa me pareceu a estreia de “Big Brother” com linhas mais claras, definidas.

+ Uma das chaves desta edição foi dada explicitamente por Pedro Bial: “Este BBB tem um novo alfabeto. ABCDEF GLS…” Uma das participantes depois reforçou: “Este é o BBB da diversidade”. Por fim, a animação de Maurício Ricardo mostrou três robozinhos, um deles gay. A direção do programa selecionou um gay, uma lésbica e uma drag queen, todos assumidos – o que demonstra que as questões de gênero sexual terão papel predominante desta vez.

+ A ideia de uma vida dupla é reincidente entre os participantes – muito além da duplicidade inerente aos brothers GLS. Há uma doutora em lingüística que vira perua baladeira, uma policial que solta a franga na praia, um engenheiro agrônomo que foi modelo, um advogado que treina boxe e assim por diante.

+ Como se vê, a “segunda vida” dos participantes está ligada em geral ao corpo. Muitos ganham a vida com atividades físicas: um dançarino, uma dançarina de boate, um personal trainer e assim por diante. Esta parece ser também uma das edições mais homogêneas em termos corporais/hormonais, com uma maioria absoluta de corpos esculpidos, quando não marombados. Pela minha lembrança, havia mais exceções em edições anteriores, como Cida ou Jean, por exemplo.

+ É cedo para dizer, tudo pode mudar nas próximas semanas, mas o “casting” da edição me pareceu bastante inspirado, com vários participantes de personalidade forte. E já deu para identificar claramente uma barraqueira, a jornalista lésbica, que deu uma enquadrada forte e desnecessária, logo no primeiro programa, na dançarina de boate .

Ricardo Calil, critico de cinema.

***

S. Paulo, com muita sabedoria nos disse: ” Tudo nos é lícito mas nem tudo nos convém, tudo nos é permitido mas nem tudo nos edifica”.  (I Cor 10,23)

Convém perder o nosso precioso tempo dando audiência a um programa cujo conceito é francamente anti evangélico em toda sua proposta de estimular com que o pior das pessoas venham à tona e seja objeto de observação 24 horas por dia, pela tv ou internet ?

Sei que tem coisas aproveitáveis na TV, outras, no entanto, não acrescentam nada na vida da gente.

Aliás, se houver algum acréscimo, esse  será na conta bancária do vencedor e na emissora que ganha milhões às custas da curiosidade mórbida das pessoas que tem ânimo para assistir o manjado grande irmão- que de grande só tem os interesse financeiro envolvido dentro da turma escolhida e na audiência ávida por alguma coisa que lhes ofereça mais sentido para a vida!

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h28
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A Igreja celebra:São Pedro Nolasco (sexta29/01)

 


  No século XII, uma família francesa teve a graça de ter como filho o pequeno Pedro Nolasco que, desde jovem, já dava sinais de sensibilidade com o sofrimento alheio. Foi crescendo, formando-se, entrou em seus estudos humanísticos e, ao término deles, numa vida de oração, penitência e caridade ativa, São Pedro Nolasco sempre buscou viver aquilo que está na Palavra de Deus.

Desde pequeno, um homem centrado no essencial, na pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo; um homem devoto da Santíssima Virgem.

No período de São Pedro Nolasco, muitos cristãos eram presos, feitos escravos por povos não-cristãos. Eles não só viviam uma outra religião – ou religião nenhuma –, como atrapalhavam os cristãos.

São Pedro Nolasco, tendo terminado os estudos humanísticos e ficando órfão, herdou uma grande herança. Ao ir para a Espanha, deparou-se com aquele sofrimento moral e também físico de muitos cristãos que foram presos e feitos escravos. Então, deu toda a sua herança para o resgate de 300 deles. Mais do que um ato de caridade, ali já estava nascendo uma nova ordem; um carisma estava surgindo para corresponder àquela necessidade da Igreja e dos cristãos. Mais tarde, fez o voto de castidade, de pobreza e obediência; foi quando nasceu a ordem dedicada à Santíssima Virgem das Mercês para resgatar os escravos, ir ao encontro daqueles filhos de Deus que estavam sofrendo incompreensões e perseguições.

Em 1256, ele partiu para a glória sabendo que ele, seus filhos espirituais e sua ordem – que foi abençoada pela Igreja e reconhecida pelo rei – já tinham resgatado muitos cristãos da escravidão.

Peçamos a intercessão deste santo para que estejamos atentos à vontade de Deus e ao que Ele quer fazer através de nós.

São Pedro Nolasco, rogai por nós!

:: Postado por Régis Cristoativado às 17h02
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Evangelho (Marcos 4,26-34) (sexta 29/01)


Naquele tempo, Jesus disse à multidão: “O Reino de Deus é como quando alguém espalha a semente na terra. Ele vai dormir e acorda, noite e dia, e a semente vai germinando e crescendo, mas ele não sabe como isso acontece.
A terra, por si mesma, produz o fruto: primeiro aparecem as folhas, depois vem a espiga e, por fim, os grãos que enchem a espiga. Quando as espigas estão maduras, o homem mete logo a foice, porque o tempo da colheita chegou”.
E Jesus continuou: “Com que mais poderemos comparar o Reino de Deus? Que parábola usaremos para representá-lo? O Reino de Deus é como um grão de mostarda que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes da terra. Quando é semeado, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças, e estende ramos tão grandes, que os pássaros do céu podem abrigar-se à sua sombra”.
Jesus anunciava a Palavra usando muitas parábolas como estas, conforme eles podiam compreender. E só lhes falava por meio de parábolas, mas, quando estava sozinho com os discípulos, explicava tudo.

- Palavra da Salvação. 

:: Postado por Régis Cristoativado às 17h00
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A Igreja celebra hoje:Santo Tomás de Aquino (quinta 28/01)

Neste dia lembramos uma das maiores figuras da teologia Católica: Santo Tomás de Aquino. Conta-se que, quando criança, com cinco anos, Tomás, ao ouvir os monges cantando louvores a Deus, cheio de admiração perguntou: "Quem é Deus?".

A vida de santidade de Santo Tomás foi caracterizada pelo esforço em responder, inspiradamente para si, para os gentios e a todos sobre os Mistérios de Deus. Nasceu em 1225 numa nobre família, a qual lhe proporcionou ótima formação, porém, visando a honra e a riqueza do inteligente jovem, e não a Ordem Dominicana, que pobre e mendicante atraia o coração de Aquino.

Diante da oposição familiar, principalmente da mãe condessa, Tomás chegou a viajar às escondidas para Roma com dezenove anos, para um mosteiro dominicano. No entanto, ao ser enviado a Paris, foi preso pelos irmãos servidores do Império. Levado ao lar paterno, ficou, ordenado pela mãe, um tempo detido. Tudo isto com a finalidade de fazê-lo desistir da vocação, mas nada adiantou.

Livre e obediente à voz do Senhor, prosseguiu nos estudos sendo discípulo do mestre Alberto Magno. A vida de Santo Tomás de Aquino foi tomada por uma forte espiritualidade Eucarística, na arte de pesquisar, elaborar, aprender e ensinar pela Filosofia e Teologia os Mistérios do Amor de Deus.

Pregador oficial, professor e consultor da Ordem, Santo Tomás escreveu, dentre tantas obras, a Suma Teológica e a Suma contra os gentios. Chamado doutor Angélico, Tomás faleceu em 1274, deixando para a Igreja o testemunho e, praticamente, a síntese do pensamento católico.

Santo Tomás de Aquino, rogai por nós!

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h59
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Evangelho (Marcos 4,21-25) (QUINTA 28/01)

Naquele tempo, Jesus disse à multidão: “Quem é que traz uma lâmpada para colocá-la debaixo de um caixote, ou debaixo da cama? Ao contrário, não a põe num candeeiro?
Assim, tudo o que está em segredo deverá ser descoberto. Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça”.
Jesus dizia ainda: “Prestai atenção no que ouvis: com a mesma medida com que medirdes, também vós sereis medidos; e vos será dado ainda mais.
Ao que tem alguma coisa, será dado ainda mais; do que não tem, será tirado até mesmo o que ele tem”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h58
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No Santíssimo Sacramento nada de sensível se manifesta.

 

Jesus em seu Sacramento, geralmente encontra apenas a indiferença dos seus, e muitas vezes a incredulidade e o desprezo. É fácil verificar esta triste verdade: “Mundus eum non cognovit” (Jo 1,5. 10). “E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la. Ela estava no mundo, e o mundo foi feito por meio dela, mas o mundo não a reconheceu”.

Não haveria dificuldade em se acreditar na Eucaristia, se, no momento da Consagração, o concerto dos Anjos se fizesse ouvir, como no nascimento de Jesus (Lc 2, 13-14); se nos fosse dado ver, como outrora no Jordão, o céu aberto sobre Ele, ou resplandecer a sua glória, como no Tabor (Mt 17,2); ou, enfim, se um dos milagres realizados pelo Deus da Eucaristia, no decorrer dos tempos, se renovasse sob os nossos olhos.

Nada disto, porém, e menos ainda! É o aniquilamento de toda glória, de todo poder, da pessoa divina e humana de Jesus Cristo, cuja face não vemos e cuja voz não ouvimos. Nada de sensível se manifesta!

Eis o que constitui para o verdadeiro cristão, em vez de pedra de escândalo ou provação da fé, a vida e a perfeição de seu amor. Movida de viva fé, a alma vai além dessa pobreza e fraqueza de Jesus, dessa aparência de morte, e descobrindo sua divindade se prostra como os Magos, contempla e adora.

A adoração dos Reis Magos foi uma homenagem de fé e um tributo de amor ao Verbo Encarnado. Tal deve ser a nossa adoração eucarística. A fé dos magos brilha em todo o seu esplendor nas terríveis provações por que passaram e das quais triunfaram. Primeiro, o silencio, em Jerusalém, pois que contavam encontrar a cidade em júbilo, o povo em festa, e por toda parte a alegria (cf. Mt 2,3).

A segunda provação dos reis Magos foi o estado de humilhação do Menino Deus, porquanto esperavam, naturalmente, ver o berço do recém-nascido rodeado de esplendores do Céu e da Terra (cf. Mt 2,11; Lc 2,7). O silencio do mundo e a humilhação sacramental de Jesus Cristo – eis as duas grandes provações da fé na Eucaristia.

Os Magos são nossos modelos, como primeiros adoradores. As suas adorações são dignas de nossa admiração e constituem o protótipo das visitas ao Santíssimo Sacramento. Sejamos, pois herdeiros do seu amor, dignos da realeza de sua fé em Jesus Cristo, e participaremos também um dia de sua glória.

São Pedro Julião Eymard, apóstolo da Eucaristia.

Quem já não teve dúvidas e balançou diante de Jesus Eucarístico? Estar diante deste Mistério é um grande exercício de fé e de amor a Deus que se faz presente no aniquilamento do pão e do vinho transformados no Seu Corpo e no Seu Sangue. Mistério de amor e de fé é a vida eucarística do cristão que se decide fazer esse caminho de santidade. Assim foi com grandes santos na historia da Igreja, como santa Teresa D’ Ávila, que durante muitos anos deve crise de fé diante do Santíssimo Sacramento, mas nunca deixou de adorar Jesus Sacramentado sequer um dia de sua vida.

Oração: Senhor daí-me um coração adorador, que não se baseie nos sentimentos e manifestações para poder Te adorar, mas que seja atraído pela fé e pelo amor. Reconheça no Sacramento da Eucaristia um poderoso sinal do Teu amor pela humanidade ferida pela incredulidade e pela indiferença. Desejo ultrapassar o simples véu do pão e do vinho para entrar no santo dos santos do Teu Divino Coração e adorar com toda a minha vida. Graças e louvores se dêem a todo o momento, ao Santíssimo e Divinissimo Sacramento!

Conte sempre com as minhas orações.

Padre Luizinho, Com. Canção Nova.

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h53
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É hora do Batismo no Espírito
 

O derramamento do Espírito Santo é a grande graça que Deus está dando à Sua Igreja hoje. Está dando aos sacerdotes, aos religio­sos, às religiosas. Está dando a todos: aos pobres, aos ricos, aos empresários, aos músicos, às pessoas de decisão na nossa sociedade... a você também; por que não? O Senhor está derramando o Seu Espírito. Por esta graça o Senhor está realizando a transformação da Sua Igreja.


O que chamamos de “Batismo no Espírito Santo” — pois é assim que Jesus o chamou: “sereis batizados no Espírito Santo” (cf. At 1,5) — podemos chamar, também, de “derramamento” do Espírito Santo, de “efusão” do Espírito Santo. O Batismo no Espírito Santo faz parte da Teologia da Graça: é uma graça “extraordinária”, que está tendo efeitos “extraordinários” na vida das pessoas.­

A teologia do Batismo no Espírito Santo é Teologia da Graça. O Senhor quer derramar o Seu Espírito sobre todas as pessoas, sobre as famílias, sobre as casas religiosas, sobre os seminários, sobre as paróquias, sobre as dioceses. O Senhor quer derramá-Lo [Seu Espírito] em situações concretas de uma diocese, de uma paróquia, de uma congregação religiosa. O Senhor quer derramar o Seu Espírito Santo e essa graça tem realizado uma “extraordinária” transformação, a ponto de todo o mundo ficar boquiaberto e perguntar: o que está acontecendo? Isso é extraordinário!

Sim, coisas extraordinárias o Senhor está fazendo conosco! Somos a mais linda demonstração do que o Senhor pode fazer! Se um artista tem uma tela de primeira qualidade, tintas de primeira, pincéis de qualidade, é muito fácil pintar o quadro. Porém, se ele tem uma tela ruim, tintas ruins, pincéis defeituosos e mesmo assim consegue pintar e o quadro sai uma obra-prima, isso significa que esse profissional é bom mesmo! Somos a demonstração de como o Senhor é “bom de serviço”!

Conosco e por meio de nós, Deus está fazendo coisas maravilhosas. Ele é artista!

Somos um “povo” que precisa ser corrigido, transformado, um “povinho” ainda muito vaidoso, cheio de orgulho espiritual, melindroso, ciumento... Um povo teimoso, desobediente, muito rebelde... somos assim, infelizmente. Mas o Senhor é “bom de serviço”, Ele faz maravilhas em nós! Somos um milagre de Deus. E Ele já fez coisas maravilhosas em nossas vidas! Mas o lindo é o que Ele já fez, está fazendo e quer fazer, também “por meio” de nós. Conosco, o Senhor está transformando a Sua Igreja. Aquilo que aconteceu no começo da Igreja está acontecendo agora!

Cremos que o Senhor vai restaurar toda a Sua Igreja! Creia: o que o Senhor está fazendo em nós, Ele vai realizar em toda a Igreja. Somos a “amostra” do que Ele quer fazer hoje na Igreja inteira. Eu e você somos a “amostra grátis” do que o Senhor pode e quer fazer com a Sua Igreja.

Trecho do livro Reinflama o Carisma de monsenhor Jonas Abib

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h50
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A alegria da renúncia

Davi, em sua busca de arrependimento e volta para Deus, faz esta oração: ”Criai em mim, ó meu Deus, um coração puro” (Sal 50,12). Só o Senhor com o Seu poder e misericórdia nos leva a renunciar ao pecado e a abraçar o bem.

Nosso Senhor Jesus Cristo nos dá a receita para isso convidando-nos à renúncia de nós mesmos e a tudo a que somos apegados como forma de pertencermos inteiramente a Ele: ”Assim, pois, qualquer um de vós que não renuncia a tudo quanto possui, não pode ser meu discípulo” (Lc 14,33).

Precisamos dizer ao Senhor com ânimo forte e firme:

”Senhor, eu vos escolho acima de tudo, acima da saúde, das riquezas, das dificuldades, das honras, dos elogios, da ciência, das consolações, das esperanças, dos desejos. Acima até mesmo das graças e dons, que poderei receber em vós. Em resumo, escolho-vos acima de todas as criaturas, que não são vós, ó meu Deus. Qualquer graça que me dais, sem vós não me é suficiente. Eu quero só a vós e nada mais!” (Santo Afonso de Ligório)

Jesus, eu confio em Vós!

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h49
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Você é misericordioso para com todos?

Com muita insistência Jesus disse a Santa Faustina:

“Oh! Se os pecadores conhecessem a minha misericórdia, não se perderiam em tão grande número! Diz às almas pecadoras que não temam aproximar-se de Mim, fala da minha grande misericórdia”.

A Misericórdia Divina não se cansa de bater à porta do nosso coração. O Senhor é bondoso e paciente para conosco e convida-nos para que sejamos da mesma forma com as pessoas que nos rodeiam:

“Irmãos, vós sois amados por Deus, sois os seus santos eleitos. Por isso, revesti-vos de sincera misericórdia, bondade, humildade, mansidão e paciência, suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos mutuamente, se um tiver queixa contra o outro. Como o Senhor vos perdoou, assim perdoai vós também. Mas, sobretudo, amai-vos uns aos outros, pois o amor é o vínculo da perfeição” (Cl 3,12-14).

O Senhor não faz acepção de pessoas. Ele é bondoso para com todos: Com os bons e os maus. Contudo, nossa tendência humana é sempre ser próximos dos que nos aprovam e comungam com as nossas ideias; se forem diferentes de nós, logo os excluímos por não se encaixarem em nossos “padrões”.

Tomemos por modelo o Pai do Céu: “Sede misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso” (Lc 6,36).

No dia de hoje, vamos nos exercitar, em todos os momentos, na misericórdia com aqueles que convivem conosco, com todos que vierem nos procurar, de modo que todos os que vierem ao nosso encontro não tenham medo nem se sintam mal, mas se sintam livres para dizer a sua verdade e sejam acolhidos por nós.

Jesus, eu confio em Vós!

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h49
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A inveja corrói corações-O mau sentimento germina onde a semente do amor não foi semeada

Estamos sempre aprendendo alguma coisa em nossas convivências. Fazemos a cada dia uma nova experiência no laboratório de nossos relacionamentos. Seja dentro da família ou em outras esferas sociais, vivemos situações de desconfiança, de raiva, de ingratidão, de ciúme...e, entre tantas outras, estamos sujeitos a deparar com a inveja. Independentemente do grau de parentesco, esse mal pode também encontrar oportunidades para se instalar em todos os nossos relacionamentos. Há pessoas que aparentam não trazer esse sentimento até o momento em que o seu profissionalismo não é ofuscado ou a sua situação de vida continue sendo superior.


Ouça comentário do autor

A manifestação desse mal, muitas vezes, pode nos confundir com um outro, que também provoca instabilidade dentro das relações: o ciúme! São sentimentos muito próximos, contudo, o ciúme acontece quando nos preocupamos em perder aquilo que temos, seja o amor de uma pessoa, um bem ou uma posição social. No caso da inveja, a pessoa cobiça o objeto de conquista do amigo, do irmão, vizinho, etc. E nem sempre essa avidez pode significar um bem material. Às vezes, esse sentimento se manifesta quando o invejoso percebe a maneira como alguém se veste, as amizades que alguém possa ter, a qualidade do entrosamento entre um casal, a harmonia dentro de uma família, passando por outros inúmeros exemplos de coisas materiais.

 

O sentimento de inveja incomoda e corrói a autoestima da pessoa que carece das coisas que, na vida do outro, parecem acontecer com maior facilidade. E por não conseguir alcançar seus objetivos ou ser reconhecida naquilo que foi o sucesso do amigo, a pessoa invejosa se recusa a celebrar a conquista daquele que, na alegria, veio partilhar suas vitórias. Tomada por um “mix” de sentimento, que vai do ciúme à inveja, passando pelo orgulho, a pessoa tomada por esse sentimento não consegue comemorar a alegria do outro sem ocultar o seu desdém.

 

Tudo aquilo que se referir à pessoa bem-sucedida, o invejoso terá alguma coisa para contradizê-la, na intenção de desviar o foco da conversa ou ofuscar a imagem dela com comentários ácidos. Como pecado capital, essa fraqueza se desdobra em outros sentimentos; multiplicando-se em manifestações de ingratidão, raiva e destrato por alguém que nada lhe fez nem lhe causou prejuízo algum.

 

É bom que se saiba que nada se consegue sem esforço e nenhuma conquista é atribuída ao acaso. Se alguém recebe elogios ou se destaca no local de trabalho, tudo isso é resultado de muito trabalho e dedicação, por meio dos quais o “vitorioso” colhe os frutos da sua competência na realização de seus planos.

 

Na verdade, a inveja é o resultado da falta de empenho de alguém na realização de suas próprias metas. Como todos os outros sentimentos daninhos, se não buscarmos a correção para esse mal, vamos colocar a perder relacionamentos de anos de conivência.

 

Lembremos que todo mau sentimento germina onde a semente do amor não foi semeada. Esforcemo-nos na erradicação dos sentimentos nocivos, aplicando-nos na vivência do amor, temperando nossos laços afetivos.

 

Quem ama se faz um com aqueles que se rejubilam e solidários com os que sofrem.

 

Dado Moura - contato@dadomoura.com
Dado Moura é membro aliança da Comunidade Canção Nova e trabalha atualmente na Fundação João Paulo II para o Portal Canção Nova como articulista.
Para ouvir comentários de outros artigos, acesse: podcast Relacionamentos
Outros temas do autor: www.dadomoura.com

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h48
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As bem-aventuranças-Infelizes são aqueles que optam por uma vida longe do Cristo

As promessas nas bem-aventuranças (cf. Mt 5,3) parecem ser dirigidas às pessoas que estão numa situação de desespero e que essas bem-aventuranças vêm de uma experiência cotidiana de não serem saciadas. Essas pessoas são literalmente desprovidas de bens materiais. Vivem numa situação de dificuldade econômica e social.

 

Pobre em espírito significa pobreza econômica, alguém sem recursos e sem esperança. Por isso, essa expressão – pobre em espírito – não pode ser tomada como alguém que aceita paciente ou humildemente a pobreza.

 

Ainda que a pessoa não seja pobre de bens materiais, de alguma coisa ela é pobre. Existem pobres materiais, mas também pobres por desânimo e por fraqueza. Com bens materiais ou sem eles, todos esses tipos de pobreza existem e, muitas vezes, também surgem por uma escolha de vida contrária à opção apresentada por Jesus.

 

Seja rico ou seja pobre, serão infelizes todos aqueles que optarem por uma vida longe do Cristo.

 

Para entender um pouco mais sobre esse tema, ouça o podcast e participe do nosso grupo de estudo ''Por trás das palavras''

 



Denis Duarte - contato@denisduarte.com
Denis Duarte Especialista em Bíblia e Cientista da Religião.
www.denisduarte.com

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h48
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O poder das palavras-Você tem o poder de destruir e de construir as pessoas

Queria falar para você sobre o poder da palavra. A palavra do amor, exercitada no cotidiano. Há palavras de amor como: "Seja bem-vindo!"; "Estava com saudade"; "Te amo tanto!"; "Que bom que você está aqui!"... São pequenas palavras de amor, mas que têm o poder de fazer as pessoas melhores.

 

Palavras de amor na relação entre pais e filhos. Como os jovens e crianças estão carentes dessas palavras; os filhos aprendem com os pais as palavras amorosas, com a pessoa que trabalham em casa, com as gentilezas.

 

A palavra tem o poder de fazer uma pessoa acreditar nela mesma, fazendo-a recuperar a alegria.

 

Há também palavras de desamor, as quais são um veneno e trazem a maldição para vida das pessoas.

 

A palavra que tem poder quando usada com amor também destrói quando é usada com desamor, dizemos coisas que destroem as pessoas. Há palavras de desamor como: "Você não serve para nada!", "Não te perdoo!"; "Eu te odeio!"...

 

Em alguns lugares é fácil dizer palavras de amor, especialmente quando se deseja impressionar; o desafio é encher-se de palavras de amor e levá-las para os lugares que você vive a maior parte do seu tempo, como o trabalho. Todos os dias você tem o poder de destruir e de construir as pessoas.

 

Outro tipo de palavra é a palavra de indiferença, que não é nem palavra de amor e nem desamor. Muits vezes, você trabalha em um consultório médico, as pessoas chegam preocupadas e você é indiferente. Cristão não pode ser indiferente! Este é o mal do século, porque as pessoas estão transformando tudo em "Eu", tudo é "Para mim...".

 

Não existe filho de Deus de segunda categoria; você é filho de Deus de primeira categoria! Você não é pequeno, nem incapaz, mesmo que pessoas tenham dito palavras de desamor para você.

 

Todos nós somos carentes e não precisamos de palavras de desamor, precisamos de palavras de amor. Dentro de nós, muitas vezes, há uma grande tempestade, mas do meio dessa agitação vem Jesus nos falar palavras de amor. Deus nos cerca com palavras amorosas. Por isso, não use palavras de desamor e de indiferença.

 

Permita-se ser um espelho de amor, transborde-o [amor] com gestos e palavras; mas para isso você precisa sentir o amor maior, que é o amor de Deus.

 

Falando sobre o poder da palavra, pegando este mesmo conceito "palavra de amor, de desamor e de indiferença", um grego diz que devemos pensar em três palavras antes dizer algo:

 

Credibilidade: se eu for um mentiroso as pessoas não vão acreditar em mim. Nós não devemos mentir para ter credibilidade.

 

Fragilidade: quando uso palavras de amor para chegar ao ponto fraco do outro.

Todos nós temos um ponto fraco, ou seja, o nosso lugar frágil; jamais podemos fazer do ponto fraco do outro motivo de humilhação, pois tudo que humilha o outro não edifica.

 

Razão: é se preparar para levar a palavra, ter discernimento para saber o que a pessoa precisa ouvir. Pense um pouco na palavra de desamor que você profere: "Não gosto de gente assim!"; "Você não me agrada!"; "Saia daqui!"; "Eu te odeio!"...

 

Hoje peça aos anjos para retirar de você todas estas palavras negativas e tome mais cuidado com o que vai dizer.

 

 

 

 

 

Gabriel Chalita


:: Postado por Régis Cristoativado às 16h47
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Como chegar mais perto de Deus?

Grandes santos, entre eles Santo Agostinho, indicam que erra o caminho quem deseja se aproximar de Deus pelas virtudes que possui. Explicam que Jesus, ao se fazer homem e descer até nós, revela que também nossas fraquezas, dores e até o pecado podem tornar-se porta e estrada para Deus.

Por isso, nada de medo! Valha-se de tudo, e agora também das fraquezas, para fazer a oração mais verdadeira que alguém pode fazer: a oração da verdade!

Com carinho e orações,Seu irmão,Ricardo Sá

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h46
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"Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe.
Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!
Se o fizesse de minha iniciativa, mereceria recompensa. Se o faço independentemente de minha vontade, é uma missão que me foi imposta".


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