A notícia sobre a sentença do Tribunal Europeu de Direitos Humanos, que define a presença do crucifixo nas escolas como uma violação da liberdade religiosa dos alunos, “foi recebida no Vaticano com surpresa e pesar”. Assim afirmou hoje o Pe. Federico Lombardi, SJ, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, em declarações à mídia, com as quais comentou a sentença da condenação europeia ao sistema vigente atualmente na Itália, de exposição do símbolo religioso nas salas.
“O crucifixo sempre foi um sinal de oferenda de amor de Deus e de união e acolhida para toda a humanidade – considera o porta-voz vaticano. É uma pena que seja considerado como um sinal de divisão, de exclusão ou de limitação da liberdade. Não é isso e não o é para o sentimento comum da nossa gente.”
Em particular, o Pe. Lomardi considera que “é grave marginalizar do mundo educativo um sinal fundamental da importância dos valores religiosos na história e na cultura italianas”.
Segundo o porta-voz, “a religião oferece uma contribuição belíssima para a formação e crescimento moral das pessoas e é um componente essencial da nossa civilização”. Por este motivo, “é equivocado e míope querer excluí-la da realidade educativa”.
“Surpreende, além disso, que um tribunal europeu intervenha com tanto peso em uma matéria tão profundamente ligada à identidade histórica, cultural e espiritual do povo italiano”, reconhece.
“Por este caminho, a pessoa não se sente atraída a amar e a compartilhar profundamente esta ideia europeia que nós, como católicos italianos, apoiamos fortemente desde a sua origem.”
“Parece que não se quer reconhecer o papel do cristianismo na formação da identidade europeia, que, no entanto, foi e continua sendo essencial”, conclui o porta-voz vaticano.
O caso sobre o qual o Tribunal de Estrasburgo se pronunciou foi apresentado por uma cidadã italiana de origem finlandesa, que em 2002 havia pedido à escola estatal Vittorino da Feltre, de Albano Terme (Pádua), na qual estudavam seus dois filhos, que tirasse os crucifixos das salas. A direção da escola se negou, por considerar que o crucifixo faz parte do patrimônio cultural italiano e, posteriormente, os tribunais italianos deram razão a este argumento.

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OLÁ PAZ E BEM!
COMO NÃO ESTOU DANDO CONTA MAIS DE POSTAR O EVANGELHO DO DIA DIARIAMENTE COMO FAZIA ANTES VOU COMEÇAR A FAZER DE UM NOVO MODO A PARTIR DE AGORA.
VOU POSTAR TODA A SEMANA NA SEGUNDA- FEIRA OS EVANGELHOS DE TODA A SEMANA .
DESCULPE-ME MAS ESTE FOI O MELHOR JEITO QUE ACHEI.
 
UMA SEMANA ABENÇOADA.
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 Evangelho (João 2,13-22) (Segunda-Feira, 9 de Novembro de 2009)
Estava próxima a Páscoa dos judeus e Jesus subiu a Jerusalém. No Templo, encontrou os vendedores de bois, ovelhas e pombas e os cambistas que estavam aí sentados. Fez então um chicote de cordas e expulsou todos do Templo, junto com as ovelhas e os bois; espalhou as moedas e derrubou as mesas dos cambistas.
disse aos que vendiam pombas: “Tirai isto daqui! Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio!” Seus discípulos lembraram-se, mais tarde, que a Escritura diz: “O zelo por tua casa me consumirá”.
Então os judeus perguntaram a Jesus: “Que sinal nos mostras para agir assim?”
Ele respondeu: “Destruí este Templo, e em três dias o levantarei”.
Os Judeus disseram: “Quarenta e seis anos foram precisos para a construção deste santuário e tu o levantarás em três dias?”
Mas Jesus estava falando do Templo do seu corpo.
Quando Jesus ressuscitou, os discípulos lembraram-se do que ele tinha dito e acreditaram na Escritura e na palavra dele.
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Evangelho (Lucas 17,7-10) (Terça-Feira, 10 de Novembro de 2009)
Naquele tempo, disse Jesus: “Se algum de vós tem um empregado que trabalha a terra ou cuida dos animais, por acaso vai dizer-lhe, quando ele volta do campo: ‘Vem depressa para a mesa?’ Pelo contrário, não vai dizer ao empregado: ‘Prepara-me o jantar, cinge-te e serve-me, enquanto eu como e bebo; depois disso poderás comer e beber?’ Será que vai agradecer ao empregado, porque fez o que lhe havia mandado?
Assim também vós: quando tiverdes feito tudo o que vos mandaram, dizei: ‘Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer’”.
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Evangelho (Lucas 17,11-19) (Quarta-Feira, 11 de Novembro de 2009)
Aconteceu que, caminhando para Jerusalém, Jesus passava entre a Samaria e a Galiléia. Quando estava para entrar num povoado, dez leprosos vieram a seu encontro. Pararam à distância, e gritaram: “Jesus, Mestre, tem compaixão de nós!”
Ao vê-los, Jesus disse: “Ide apresentar-vos aos sacerdotes”.
Enquanto caminhavam, aconteceu que ficaram curados. Um deles, ao perceber que estava curado, voltou glorificando a Deus em alta voz; atirou-se aos pés de Jesus, com o rosto por terra, e lhe agradeceu. E este era um sama­ritano.
Então Jesus lhe perguntou: “Não foram dez os curados? E os outros nove, onde estão? Não houve quem voltasse para dar glória a Deus, a não ser este estrangeiro?”
E disse-lhe: “Levanta-te e vai! Tua fé te salvou”.
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Evangelho (Lucas 17,20-25) (Quinta-Feira, 12 de Novembro de 2009)
Naquele tempo, os fariseus perguntaram a Jesus sobre o momento em que chegaria o Reino de Deus. Jesus respondeu: “O Reino de Deus não vem ostensivamente. Nem se poderá dizer: ‘Está aqui’ ou ‘Está ali’, porque o Reino de Deus está entre vós”.
E Jesus disse aos discípulos: “Dias virão em que desejareis ver um só dia do Filho do Homem e não podereis ver.
As pessoas vos dirão: ‘Ele está ali’ ou ‘Ele está aqui’. Não deveis ir, nem correr atrás.
Pois, como o relâmpago brilha de um lado até o outro do céu, assim também será o Filho do Homem, no seu dia.
Antes, porém, ele deverá sofrer muito e ser rejeitado por esta geração”.
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Evangelho (Lucas 17,26-37) (Sexta-Feira, 13 de Novembro de 2009)
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Como aconteceu nos dias de Noé, assim também acontecerá nos dias do Filho do Homem. Eles comiam, bebiam, casavam-se e se davam em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. Então chegou o dilúvio e fez morrer todos eles.
Acontecerá como nos dias de Ló: comiam e bebiam, compravam e vendiam, plantavam e construíam. Mas no dia em que Ló saiu de Sodoma, Deus fez chover fogo e enxofre do céu e fez morrer todos.
O mesmo acontecerá no dia em que o Filho do Homem for revelado. Nesse dia, quem estiver no terraço, não desça para apanhar os bens que estão em sua casa. E quem estiver nos campos não volte para trás. Lembrai-vos da mulher de Ló. Quem procura ganhar a sua vida vai perdê-la; e quem a perde vai conservá-la.
Eu vos digo: nesta noite, dois estarão numa cama; um será tomado e o outro será deixado. Duas mulheres estarão moendo juntas; uma será tomada e a outra será deixada. Dois homens estarão no campo; um será levado e o outro será deixado”.
Os discípulos perguntaram: “Senhor, onde acontecerá isso?” Jesus respondeu: “Onde estiver o cadáver, aí se reunirão os abutres”.
__________
Evangelho (Lucas 18,1-8) (Sábado, 14 de Novembro de 2009)
Naquele tempo, Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de rezar sempre, e nunca desistir, dizendo: “Numa cidade havia um juiz que não temia a Deus, e não respeitava homem algum. Na mesma cidade havia uma viúva, que vinha à procura do juiz, pedindo: ‘Faze-me justiça contra o meu adversário!’
Durante muito tempo, o juiz se recusou. Por fim, ele pensou: ‘Eu não temo a Deus, e não respeito homem algum. Mas esta viúva já me está aborrecendo. Vou fazer-lhe justiça, para que ela não venha agredir-me!’”
E o Senhor acrescentou: “Escutai o que diz este juiz injusto. E Deus, não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele? Será que vai fazê-los esperar?
Eu vos digo que Deus lhes fará justiça bem depressa. Mas o Filho do homem, quando vier, será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?”
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Evangelho (Marcos 13,24-32) (Domingo, 15 de Novembro de 2009)
Naquele tempo, Jesus disse a seus discípulos:
“Naqueles dias, depois da grande tribulação, o sol vai se escurecer, e a lua não brilhará mais, as estrelas começarão a cair do céu e as forças do céu serão abaladas.
Então vereis o Filho do Homem vindo nas nuvens com grande poder e glória. Ele enviará os anjos aos quatro cantos da terra e reunirá os eleitos de Deus, de uma extremidade à outra da terra.
Aprendei, pois, da figueira esta parábola: quando seus ramos ficam verdes e as folhas começam a brotar, sabeis que o verão está perto. Assim também, quando virdes acontecer essas coisas, ficai sabendo que o Filho do Homem está próximo, às portas.
Em verdade vos digo, esta geração não passará até que tudo isto aconteça. O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão. Quanto àquele dia e hora, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas somente o Pai”.
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RÉGIS CRISTOATIVADO
 
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É preciso ser assíduo na oração para ouvir o Senhor

 
 O próprio Jesus, aqui na terra, se fez uma ovelhinha do Pai, e perguntava tudo. Por isso, nunca suponha nada; pergunte tudo a seu Senhor e Ele responderá. Deus tem abundância de sabedoria para dar aos seus filhos.

Quando começarmos a perguntar e a obter as respostas do Senhor, saberemos, afinal, como educar nossos filhos, como conduzir nossa família e como nos portar diante do marido ou da esposa. Vamos também saber como nos comportar com o vizinho, com o patrão, ou diante do pároco, do bispo, dos dirigentes da nossa paróquia, dos coordenadores do grupo de oração... Não porque tenhamos nos tornado sábios, mas porque cada coisa que perguntarmos ao Senhor, Ele nos responderá.

A sabedoria de Deus está no ar. Ela é como uma emissora de rádio emitindo vinte e quatro horas por dia. E quando sintonizo aquela emissora, o Senhor começa a mostrar o que devo fazer. Mas como sintonizá-la? Por meio da oração. E como ouvir a mensagem, o mandamento de Deus? No coração. A nossa consciência não é um “bicho-papão”; é por ela que Deus nos fala com amor.

Pode ser que, num caso especial e de grande necessidade, o Senhor nos fale ao ouvido, mas isso não é comum. O comum é Ele falar lá no fundo da nossa consciência para nos mostrar todas as coisas. Mas é preciso buscá-Lo, é preciso ser assíduo na oração. Não tenha medo de conversar com Jesus sobre a sua vida. Fale de seu filho, de seu marido, de sua mulher, de seu emprego; fale daquele filho que está dando trabalho, pergunte do emprego, do grupo de oração. Pergunte para que o Senhor venha falar dentro de você. Depois, fique em silêncio. No começo, somos ruins de ouvido. Mas depois, com a prática, aprendemos a ouvir com o coração.

A princípio, pode parecer que o Senhor não nos diz nada, não nos responde nada. Mas quanto mais você vai perguntando e escutando, mais o Senhor vai ensinando a verdadeira sabedoria, ou seja, o que fazer em cada momento, o que fazer diante de cada coisa. Muitas vezes, Ele nos fala, mas não ouvimos.

A nossa consciência é a voz do Espírito Santo. E a voz dele é sutil, embora penetrante e regeneradora. Em geral, seguimos a voz das nossas paixões, dos nossos sentimentos para as coisas boas e para as coisas ruins.

Deus quer ter muitos operários, muitos trabalhadores. Mas não quer saber de oferecidos. Tem muita gente oferecida, que vai fazendo as coisas. Você gosta de um operário que vai fazendo coisas por si mesmo? Que inventa e começa a fazer o que quer? Claro que não! Você tem um plano e quer que seus empregados o cumpram fielmente. Não que Deus seja plenipotenciário; Ele tem um projeto muito minucioso para a salvação e transformação do mundo. Ele tem um projeto para a sua vida pessoal, para a sua família, para o seu grupo de oração, dentro da estrutura maior da paróquia, da Igreja. Por isso, se cada um de nós resolver fazer um trabalho desarticulado do desígnio divino, será a maior confusão, e o projeto de Deus não sairá.

A renovação não vai acontecer se cada um de nós inventar projetos que se contraponham ao projeto divino.

Quando nós, na humildade, na oração, aprendermos a ouvir a Palavra de Deus, a voz do Espírito Santo, começaremos a acertar com os planos de Deus.

Trecho do livro “A sabedoria está no ar” de monsenhor Jonas Abib

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Não pague o preço do desânimo

Surgem tristezas durante a vida: traumas e marcas, situações que não aceitamos e que ferem profundamente nosso ânimo. Sofrimentos que chegam quando menos esperamos: o falecimento de alguém, uma doença, dificuldades na família, com o filho, a filha, o marido, a esposa, os pais; situações que às vezes decepcionam. Por algum motivo qualquer, a tristeza pode aparecer. Mas você não pode se entregar a ela.

"Não entregue tua alma à tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus pensamentos". É o que está escrito no livro do Eclesiástico, um pensador das coisas de Deus, no capítulo 30, versículo 22.

A pessoa paga um alto preço quando se entrega ao desânimo, a partir das tristezas da vida. A entrega de si às doenças da alma, quando se perde a alegria, a paz, a saúde, desarticula tudo e tudo se transforma em "pré-ocupações". Desculpe... A vida se transforma num inferno e não é assim que você merece viver.

Mesmo que seu marido ou esposa tenha sido infiel, cometendo adultério; mesmo que haja brutalidades dentro de sua casa, ingratidões, irresponsabilidades, se seu marido deixou você na rua da miséria, com os filhos dentro de casa, sem dinheiro, sem pensão, sem nada, não permita que sua chama se apague. Mesmo que você tenha se decepcionado com o amor ou com uma grande amizade, mesmo que sua família esteja dividida, ou você esteja sem nenhuma expectativa de futuro:

"Jamais se desespere em meio às sombrias aflições de sua vida, pois das nuvens mais negras cai água límpida e fecunda". Provérbio Chinês

Não permita que tudo isso mate sua alma.

Deus o abençoe!

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib

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:: Postado por Régis Cristoativado às 21h18
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Quer ser verdadeiramente livre?

As nossas palavras, muitas vezes, determinam o nosso fazer e o nosso agir e administram os nossos relacionamentos. Se a nossa palavra é verdadeira,  ela nos traz a liberdade para que entremos em comunhão com as pessoas com as quais nos relacionamos; mas se for mentirosa, acontece o contrário disso.

Onde há verdade, há liberdade, há amor, comunhão e alegria. Somente a verdade – e esta verdade tem é Jesus – é capaz de nos fazer homens e mulheres livres, como a própria Palavra nos ensina hoje:

“Se permanecerdes na minha Palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos, e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8, 31-32).

A salvação de Cristo liberta-nos de toda escravidão. Abramo-nos hoje à verdade e deixemo-nos transformar por ela.

Jesus, liberta-nos, hoje, de toda mentira, de todo erro; queremos caminhar e permanecer na verdade, porque queremos experimentar a verdadeira liberdade de filhos de Deus.

Jesus, eu confio em Vós!

:: Postado por Régis Cristoativado às 21h16
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Na cruz de Cristo, encontramos forças para lutar contra o pecado

 

Mensagem do Wellington Silva Jardim (Eto) no programa "Sorrindo pra Vida" da TV Canção Nova, nesta quarta-feira, dia 28 de outubro.

 

Eu quero convidar você para abrir a Palavra de Deus em:
Romanos 8,1-8.

Ao ir para a página do Podcast Sorrindo pra Vida , você encontrará, abaixo de cada um deles, uma seta; ao clicar nela você conseguirá baixar o arquivo em MP3.
Nós que vivemos em Cristo Jesus, sabemos qual o caminho a seguir. Deus enviou Seu Filho como homem para sentir na própria carne o que nós experimentamos e mostrar-nos o quanto nossa carne é fraca e o quanto precisamos lutar contra nossas tendências ao pecado. Antes, vivíamos sob o jugo da lei, mas o Senhor venceu o pecado para que tivéssemos a vitória. Jesus nos libertou do pecado e da morte, carregando-os todos na cruz.

Os que vivem segundo a carne, voltam-se para o que é da carne. Os que vivem segundo o espírito, voltam-se para o que é espiritual. O nosso encontro pessoal com Jesus nos leva a uma mudança radical de vida; não é uma euforia, mas é o novo acontecendo em nós, onde vamos deixando o pecado para dar passos para a vida nova.

Ao passo que nos decidimos por Cristo, colhemos os frutos do Espírito Santo em nossa vida, porque o que agrada a Deus é a simplicidade e a pequenez da nossa alma desejosa de lutar contra o pecado e depender apenas da misericórdia de Deus.

Wellington Silva Jardim (Eto)
Administrador da Fundação João Paulo II


Transcrição e adaptação: Célia Grego

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:: Postado por Régis Cristoativado às 21h15
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O Individualismo - Os conflitos da independência começam em casa

Hoje confundimos pessoa, indivíduo, personalismo e individualismo. Nossa cultura está marcada pela supremacia do individualismo em detrimento do altruísmo e do personalismo. O outro, o próximo, o semelhante, o irmão, o diferente, o necessitado são colocados em segundo lugar e até descartados. O individualismo globalizado se expressa na absolutização do ter, do poder e do prazer. Os outros são perdedores, descartáveis, sobrantes, excluídos. Vejamos alguns aspectos do individualismo:

 

1. A arbitrariedade. O individualismo se manifesta na arbitrariedade que é uma atitude de poder, de julgamento, de superioridade, centralidade e dominação. Quando a arbitrariedade significa desobediência, rebeldia, orgulho, entram em crise valores éticos, religiosos, sociais e a justificação dos interesses pessoais, caem as instituições, a objetividade, o bom senso e o respeito pela verdade.

 

2. O bem material. A pessoa individualista desvaloriza o bem comum, a justiça social, a compaixão. O dinheiro, a ambição, a ganância, o lucro é o que interessa. O "ter mais" vence o "ser mais". Cresce a indiferença pelo outro. A competição, a corrupção, a concentração dos bens aumenta a desigualdade social. Quem cai no individualismo torna-se insensível, cego, escravo de cálculos e ambições. Não se pergunta se os outros estão bem e não se interessa em ser bom para os outros.

 

3. A satisfação erótica. O erotismo é filho legítimo do egoísmo individualista, do amor desordenado de si mesmo, do prazer imediato e sem compromisso que, hoje, se caracteriza pela orgasmomania e orgasmolatria, balbúrdia sexual. O machismo tem muito de egoísmo e erotismo. Acontece no erotismo a centralização do ego e a subjugação do outro, afirmação de si e a negação do outro. A espiral do erotismo abre as portas ao alcoolismo, às drogas e ao vazio existencial.

 

4. A legitimação dos desejos. O consumismo, através da propaganda, trabalha com os desejos. Ora cria desejos, ora os aguça. Somos escravos de desejos desordenados. O mercado excita os desejos das crianças, jovens e adultos e os legitima como felicidade, bem-estar, autorrealização e autoprojeção. Promete mundos maravilhosos, messiânicos, efêmeros e eficazes. A vida é vivida como um espetáculo, uma satisfação de desejos, sensações e curtições.

 

5. A imposição dos direitos individuais. Eu quero, eu sei, eu desejo, eu tenho direito, eu decido, eu mando. É a defesa arbitrária de direitos individuais sem compromisso ético, religioso, jurídico, social. Não podemos ser prisioneiros das modas do momento e ferir a verdade, o bem e a justiça; defendendo direitos individuais de modo arbitrário como o aborto, a eutanásia, a clonagem etc. Quem quer ser o único produtor de si mesmo acaba degradando-se.

 

6. A autossuficiência. Consiste em viver sem Deus, sem mandamentos, sem família, sem matrimônio e sem a comunhão com os outros e os valores objetivos. É a indiferença pelos outros, pelas instituições, pelas normas, num narcisismo sem limites. O autossuficiente é folgado, agressivo, independente, onipotente com grande risco de tornar-se delinquente.

 

7. A independência. O individualismo é egolatria, autonomia, solidão, rebeldia. Os conflitos da independência começam em casa, no namoro, na escola e no estilo de vida liberal, independente, permissivo. A pessoa pautada pela independência, assume atitudes de arrogância, arbritariedade, indiferença, antipatia e agressividade. Chega a ser antissocial e contestadora das realidades objetivas da vida.

 

8. O egoísmo. A centralização de si, o egocentrismo é um dos piores recalques da humanidade. Quando socializado, o egoísmo tem o nome de lucro, sucesso, consumismo, livre escolha. O que vem primeiro são as diversões, a curtição, o imediato, a estética, a dimensão lúdica da vida. O importante é o agora, o espetáculo, as distrações, o corpo.

 

O egoísmo globalizado gera "povos da opulência e povos da indigência", alarga as desigualdades entre ricos e pobres, o império do mercado e a iniquidade social. O egoísmo é o caminho do abismo.

Dom Orlando Brandes
Arcebispo de Londrina (PR)

28/10/2009 - 08h00





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:: Postado por Régis Cristoativado às 21h13
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O papel espiritual da mãe - Ela é referência de carinho para seus filhos

O que se espera de um pai e de uma mãe para a educação dos filhos? Precisamos olhar para dois papéis bem definidos na família, o papel do pai e o da mãe.

Primeiro, vamos olhar para figura da mãe. Precisamos entender que a diferença entre homem e mulher é desejada pelo Criador, e não é só uma diferença física e genital, mas homens e mulheres são diferentes. Se queremos educar nossos filhos, precisamos de alguém que assuma o papel espiritual de pai e o de mãe. Os animais não têm pais espirituais, mas reprodutores, pois eles não têm papéis espirituais; somente nós seres humanos os temos. O que vemos na nossa sociedade é que esses papéis estão confusos e a sociedade está fazendo de tudo para que isso se torne ainda mais confuso. A sociedade quer abolir a diferença entre o homem e a mulher.

 

A mulher tem sua identidade e papel de mãe; o homem tem sua identidade e papel de pai. Todas as mulheres da face da terra, inclusive as virgens consagradas, precisam ser mães espirituais. Não existe mulher madura que não seja mãe. Assim também são os homens. Os padres não têm filhos biológicos, mas precisam assumir um coração paterno.

Quando olhamos para esses papéis de pais espirituais, precisamos querer dar frutos, pois ninguém veio à terra para ser estéril, mas para ter filhos espirituais, que é muito mais importante que ter filhos biológicos, pois os animais podem também procriar. Precisamos nos deter nesses papéis espirituais.

 

O ser humano no mundo inteiro reconhece que ser pai e ser mãe não é simplesmente "parir" um filho, no sentido verdadeiro da palavra, por isso muitos dizem: “eu não tive um pai, uma mãe de verdade”.

Tudo isso que estou falando é pesquisa do padre Vergote, ele descobriu uma coisa referente à mãe. Mãe é quem tem uma disponibilidade afetiva, um o coração aberto, por isso muitos dizem: “minha mãe está sempre de braços abertos para me acolher”. Mãe é colo, aconchego.

 

A segunda característica da mãe é o amor incondicional; por isso, nos presídios, as mães dizem: “não importa o que meu filho fez, eu continuo o amando”. Não que ela aprova o que ele fez, mas o ama mesmo assim.

Numa pesquisa nos Estados Unidos, descobriram que as mulheres se sentiriam muito mais satisfeitas se pudessem dispor parte de seu tempo para ter mais tempo para a família. A realidade é essa, para que as mulheres se realizem como mulher, é preciso realizar aquilo que está no coração de todas elas: ser mãe. Você mulher, não queira concorrer com seu marido em forma de dinheiro, saiba que seu lado materno sempre será insatisfeito.

 

Queremos que nossos filhos sejam educados, mas não queremos pagar um preço.

O padre Vergote descobriu que o esquizofrênico e o criminoso (aquele que tem a mente perversa) são pessoas que não têm a figura de mãe. O esquizofrênico tem a figura de uma mãe que é juiz. Vejam que isso tem consequências para seus filhos. Mas será que não existe uma ligação entre o crescimento da violência na sociedade e a ausência das mães na família? Eu não falo da mãe biológica, mas mães e pais espirituais. Se você pode ser pai espiritual e mãe espiritual, seja, pois nossos filhos precisam dessa referência de amor incondicional.

 

A mãe precisa ser referência de carinho para seus filhos. Há situações em que o marido não consegue emprego e a mulher trabalha, então que o marido faça presença paterna, mas não deixe o filho a mercê da televisão e da internet.

Se você não tem filhos, porque tem problemas para engravidar ou é celibatário, busque filhos espirituais. Ninguém nasceu para ser estéril, mas para ser alegre, então, busque filhos espirituais para que vocês tenham a alegria de auxiliá-los na formação.

 

A família é dom de Deus, é algo muito precioso aos olhos de Deus.

 

Mãe é gratidão, ela é o lugar onde a criança vai correndo quando está em perigo. Se você não teve uma boa experiência de mãe, você precisa perdoá-la. Se sua mãe já morreu, assuma a Virgem Maria como sua mãe.

 

A mãe não pode fazer tudo, mas os filhos precisam ter sua referência de mãe. Às vezes é necessário perder um pouco de dinheiro para ganhar a família.

 

 

 

Padre Paulo Ricardo - Reitor Seminário Cuiabá-MT
www.padrepauloricardo.org

:: Postado por Régis Cristoativado às 21h10
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A exploração da mulher - Jesus dispensou um tratamento especial às mulheres

A última criatura que Deus fez foi a mulher; “tirada” do homem e com a mesma dignidade dele para ser-lhe “companheira adequada” (Gen 2, 18) e para ser com ele “uma só carne” (Gen 2, 24). Um foi feito para o outro, completamente diferentes, no corpo e na alma, na voz e na força, nas lágrimas e na sensibilidade.

A mulher foi moldada por Deus para ser sobretudo mãe e esposa: delicada, meiga, compassiva, generosa, paciente. Um perigoso feminismo, “avançado”, tende a igualar entre si homem e mulher, esquecendo as diferenças específicas que são exatamente o que fazem a maior riqueza da humanidade. Isso não deixa de ser uma violência à mulher, desfigurando a sua beleza. A mulher humaniza o mundo com sua feminilidade.

 

Ao longo da História da humanidade a mulher foi explorada, especialmente por ser mais fraca fisicamente que o homem. E ainda hoje essa exploração continua; no entanto, muitas vezes ela acontece com a conivência da própria mulher que aceita se vender de muitas formas: na prostituição, nas revistas pornográficas, nos filmes e novelas, etc. Infelizmente muitas se deixam explorar pelo dinheiro e pela fama. É preciso urgente, uma catequese que lhes mostre o seu valor, o brilho da castidade e a beleza de se manter virgem até o casamento.

Outras mulheres são exploradas em casa, no trabalho e em outras atividades. Há maridos estúpidos que as tratam com grosseria, e muitas vezes a agridem até fisicamente. Felizmente hoje a mulher pode recorrer `a Justiça, de maneira mais fácil e rápida, para se defender; mas muitas têm receio de procurar a lei com medo de represálias.

 

Em algumas empresas, sobretudo onde os responsáveis não tem fé em Deus, a mulher é perseguida quando engravida; às vezes sendo até aliciadas para fazer o aborto. Muitas empresas nem contratam mulheres que possam desejar a gravidez. É uma terrível e grave injustiça à sua dignidade.

Até o advento do cristianismo a mulher foi humilhada e escravizada, como se fosse inferior ao homem. O paganismo a desprezava e só com a Idade Média, quando o Evangelho governou os povos, as garantias jurídicas passaram a existir para a mulher. Jesus dispensou um tratamento especial às mulheres; perdoou a mulher adúltera prestes a ser apedrejada, livrou Madalena de sete demônios, tinha amizade profunda por Maria e Marta de Betânia.

Umas das piores explorações da mulher hoje é o tráfico delas. De acordo com o relatório da “Organização Internacional de Migrações” (OIM), o tráfico de mulheres gera receitas anuais de US$ 32 bilhões no mundo todo, e 85% desse dinheiro vem da exploração sexual, que só na América Latina e no Caribe fez 100 mil vítimas em 2006.

 

Segundo os dados dos organismos internacionais, pelo menos 12,5 milhões de pessoas são vítimas do tráfico no mundo, das quais ao menos meio milhão está na Europa, com um lucro para o crime organizado estimado em cerca de 10 bilhões de euros por ano. O estudo da OIM, revela que as vítimas costumam ser mulheres de classe social baixa, que vivem em um ambiente de marginalidade, em uma família instável, além do precário nível educacional.

Infelizmente ás vezes são pessoas da própria família ou uma vizinha, ou uma amiga, que apresentam uma “oferta de emprego” bem remunerada no exterior, ou em seu país, mas longe da família. É a prática nefasta da prostituição, que lança a mulher na sua pior decadência.

O tráfico sexual de pessoas na Argentina, segundo a OIM, registrou 47 casos penais durante 2006, das quais 30% corresponderam a menores de idade e, entre 50% e 60%, a mulheres de 18 a 24 anos. Cerca de 52% dos 118 casos de paraguaias vítimas do tráfico sexual analisadas pela OIM em 2005 tiveram a Argentina como destino final. Em 2006, o Chile foi o país de destino para 40% de mulheres argentinas, 25% de peruanas, 24% de colombianas, 5% de chinesas e 2% de dominicanas, brasileiras e equatorianas.

Também os meios de comunicação exploram a mulher, especialmente em relação ao sexo. A Universidade Européia de Roma, realizou um Congresso com o título “Mulher e meios de comunicação”, em 2006, que foi concluído com um “Manifesto pelo respeito à mulher nos meios de comunicação”. Este Congresso do Ateneu Pontifício “Regina Apostolorum”, congregou comunicadores e especialistas de vários continentes, que sintetizaram neste manifesto suas conclusões. (zenit. org – 31/03/2006 - P06033103)

 

1. Defendemos e promovemos uma imagem respeitosa da liberdade da mulher e da dignidade da condição feminina nos meios de comunicação.

 

2. Combatemos o abuso da imagem feminina como instrumento publicitário ou consumista.

 

3. Promovemos uma informação correta e verdadeira sobre os problemas que afetam o mundo feminino.

 

4. Comprometemo-nos a evitar tons sensacionalistas e rejeitamos fazer um espetáculo da informação.

 

5. Defendemos o papel da mulher como responsável junto ao homem na edificação e no desenvolvimento da sociedade.

 

6. Promovemos uma cultura da liberdade e da paz que respeite a contribuição do gênio feminino na humanização da sociedade.

 

7. Defendemos e promovemos o papel insubstituível da mulher como educadora da sociedade na defesa dos valores mais autenticamente humanos, como o amor, o respeito, a dignidade no sofrimento e na fraqueza, a tolerância.

 

8. Defendemos e promovemos a presença ativa da mulher na vida pública e no mundo do trabalho.

 

9. Promovemos a dignidade da mulher e sua igualdade de direitos com respeito ao homem.

 

10. Comprometemo-nos a desempenhar responsavelmente uma função de informação e sensibilização detectando, documentando e denunciando as situações e as práticas que limitam a liberdade e violam os direitos das mulheres e das meninas.

 

A mulher revela a beleza de Deus, e não pode ser tratada como um objeto de consumo, prazer, ou como uma escrava. Quanto mais ela for amada e respeitada, tanto mais o mundo será feliz.

 

 

 

 Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 fihos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Conheça mais em Blog do Professor Felipe
Site do autor: www.cleofas.com.br

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A missão do catequista - Todo cristão é responsável em anunciar a Palavra de Deus

Quando se fala em catequese, muitos pensam naquela que prepara as crianças para a Primeira Eucaristia ou a Crisma. Engana-se quem acha que catequese é o mesmo que "dar catecismo", pois ela faz parte da ação evangelizadora da Igreja que envolve aqueles que aderem a Jesus Cristo. Catequese é o ensinamento essencial da fé, não apenas da doutrina, como também da vida, levando a uma consciente e ativa participação do mistério litúrgico e irradiando uma ação apostólica.

Segundo o documento de Puebla e a afirmação dos Bispos do Brasil, a catequese é um processo de educação da fé em comunidade, é dinâmica, é sistemática e permanente.

 

O Papa João Paulo II disse: "A catequese é uma educação da fé das crianças, dos jovens e dos adultos, a qual compreende especialmente um ensino da doutrina cristã, dado em geral de maneira orgânica e sistemática, com fim de iniciá-los na plenitude da vida cristã" (CT). Segundo o Novo Catecismo da Igreja Católica (1992), "no centro da catequese encontramos essencialmente uma Pessoa, a de Jesus Cristo de Nazaré, Filho único do Pai...”.

A finalidade definitiva da catequese é levar à comunhão com Jesus Cristo: só Ele pode conduzir ao amor do Pai no Espírito e fazer-nos participar da vida da Santíssima Trindade. Todo catequista deveria poder aplicar a si mesmo a misteriosa palavra de Jesus: 'Minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou' (Jo 7,16)" (NCIC, 426-427).

Em sua origem, o termo "CATEQUESE" diz respeito à proclamação da Palavra. O termo se liga a um verbo que significa "Fazer", "Ecoar" (gr. Kat-ekhéo). Assim, a ela tem por objetivo último fazer escutar e repercutir a Palavra de Deus. A catequese faz parte da ação evangelizadora da Igreja que envolve aqueles que aderem a Jesus Cristo. Catequese é o ensinamento essencial da fé, não apenas da doutrina como também da vida, levando a uma consciente e ativa participação do mistério litúrgico e irradiando uma ação apostólica.

 

Todo cristão que aceita Cristo por inteiro é o verdadeiro balizado; ele é responsável em anunciar a Palavra de Deus, a começar por si próprio e pela família. Para tanto, tem uma maturidade cristã de fé e de amor ao próximo e à Igreja.

A missão do catequista mais do que passar as regras, a doutrina, é promover entre a Pessoa de Jesus e o catequizando um encontro pessoal. A verdadeira catequese promove um encontro com Jesus.

Oração do Catequista: Concedei-me, Senhor, o dom da sabedoria que provém do vosso Santo Espírito. Daí-me o entendimento de vossa verdade para que eu possa vivê-la e comunicá-la a tantas pessoas que desejam conhecê-la. Iluminai-me com a luz da verdadeira fé para que eu possa transmiti-la aos corações sedentos de autenticidade.

Jesus, Mestre Divino, que formastes os apóstolos segundo os princípios do vosso Evangelho, conduzi-me sempre pelos caminhos de vossa verdadeira ciência.

Ajudai-me, Senhor, a assumir o compromisso de minha missão de catequista e fazei que eu me torne capaz de orientar muitos outros no caminho da verdadeira felicidade.

Que eu me deixe envolver profundamente pelo amor do Pai e possa comunicar esse amor aos meus irmãos e irmãs. Amém.

 

Minha benção fraterna.

Padre Luizinho - Com. Canção Nova

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Maria, grande presença intercessora da Igreja 

 Assim relata o Livro do Apocalipse:
Um grande sinal apareceu no céu: uma mulher, vestida de sol, a lua debaixo dos pés, e uma coroa de doze estrelas na cabeça; estava grávida e gritava em trabalho de parto, em dores para dar à luz. Apareceu então um sinal no céu: era um grande dragão, vermelho-afogueado. Ele tinha sete cabeças e dez chifres e, nas cabeças, sete diademas. Sua cauda, varrendo a terça parte das estrelas do céu, lançou-as sobre a terra. O dragão prostrou-se diante da mulher, que estava para dar á luz, a fim de lhe devorar o filho, tão logo nascesse. E ela deu à luz um filho, um varão: é ele que deve apascentar todas as nações com vara de ferro. E seu filho foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono. A mulher, então, fugiu para o deserto, onde Deus lhe preparava um lugar; para aí ser alimentada por mil duzentos e sessenta dias. Houve então um combate no céu: Miguel e seus anjos combateram contra o dragão. Também o dragão combateu, junto com seus anjos, mas não conseguiu vencer: e não se encontrou mais lugar para eles no céu. Foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, aquele a quem chamou Diabo e Satanás, o sedutor do mundo inteiro. Ele foi precipitado à terra, seus anjos com ele. Então ouvi uma forte voz no céu, que dizia: “Eis o tempo da salvação, da força e do Reinado de nosso Deus e do poder do seu Cristo: porque foi derrubado o acusador dos nossos irmãos, aquele que os acusava dia e noite diante do nosso Deus. Mas eles venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra da qual deram testemunho: pois não amaram a própria vida a ponto de temer a morte. Por causa disso, alegrai- vos, ó céus e vós que neles habitais! (Ap 12,1-12a).

Esta mulher que fala o Apocalipse é em primeiro lugar a Igreja, mas também Maria, a filha primogênita desta Igreja.

A Igreja é composta por homens e mulheres que acreditam em Jesus. Em nossa família e em nossa estirpe, a principal entre todos nós é uma irmã escolhida por Deus: Maria. Não por ela mesma, mas por aquilo que o Senhor fez dela. Ele a escolheu para ser canal entre o céu e a terra, para ser portadora do Salvador.

Sim, foi ela quem nos trouxe Jesus. Ela foi o canal por onde o Filho de Deus pôde descer do céu a esta terra e realizar a salvação. Maria teve a graça de gerar durante nove meses, em seu seio, o nosso Salvador. Verdadeiramente ela o gerou, o sangue de Maria foi dado a Jesus. Então, aquele corpo que andou pelas terras da Palestina pregando, fazendo milagres, arrastando todos para o Pai, aquele corpo de cuja força Jesus precisou para nos falar, para expulsar demônios, para levantar mortos, para curar doentes e trazer todos de volta para o Reino do Pai, foi lhe dado por Maria.

Esta foi a graça que ela recebeu, por isso é a mais importante das filhas da nossa família. Ela é a primeira na Igreja. Esta palavra do Apocalipse se refere à Igreja, mas também, e em primeiro lugar, à Virgem Maria. Por tudo isso, o inimigo a odeia, pois ela arruinou todos os planos dele. Ela pisou na cabeça da serpente e o Senhor colocou hostilidade entre o inimigo e a mulher, entre a descendência dele e a dela.

Satanás quer devorar os filhos da Igreja, os filhos de Maria que somos nós cristãos. Ele quer acabar conosco e nos destruir, mas não consegue, porque o Senhor está a nosso favor.

Este trecho do livro do Apocalipse faz parte da história que estamos vivendo agora. Maria está conosco. Creia.

Nestes finais de tempo, a Virgem é a grande presença intercessora da Igreja. Ela trouxe o Salvador e está interessada em que não se perca nenhum daqueles que foram salvos pelo sangue de Jesus.

Trecho do livro “O pão da Palavra – volume 3” de monsenhor Jonas Abib

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Evangelho - Lucas 6,12-19 (28/10/2009)


Naqueles dias, Jesus foi à montanha para rezar. E passou a noite toda em oração a Deus. Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de apóstolos: Simão, a quem impôs o nome de Pedro, e seu irmão André; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelota; Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, aquele que se tornou traidor.
Jesus desceu da montanha com eles e parou num lugar plano. Ali estavam muitos dos seus discípulos e grande multidão de gente de toda a Judeia e de Jerusalém, do litoral de Tiro e Sidônia. Vieram para ouvir Jesus e serem curados de suas doenças. E aqueles que estavam atormentados por espíritos maus também foram curados. A multidão toda procurava tocar em Jesus, porque uma força saía dele, e curava a todos.
Palavra da Salvação.

A Igreja celebra hoje (28/10):São Simão e São Judas Tadeu

Homilia:A ORAÇÃO E ELEIÇÃO DOS DOZE APÓSTOLOS Lc 6,12-19

:: Postado por Régis Cristoativado às 21h02
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Mesmo quando você está afastado, Jesus te ama!

Jesus é a única porta de salvação, em nenhum outro há salvação, a não ser Nele, não é radicalismo é a única verdade. Só existe uma porta e é por ela que nós temos que entrar, a salvação está unicamente em Jesus, é através de Jesus que nós precisamos entrar, não há outra salvação a não ser Jesus, e glória a Deus porque nós estamos entendendo assim.

Portanto irmão, deixe-se atrair por Jesus o Pastor, esteja você em que situação estiver. Se você andava longe, afastado, rebelde, Jesus agora está chamando você e se você era muito rebelde Ele o ama muito, se você estava muito longe Ele o ama muito, se você estava muito afastado Jesus o ama muito, mesmo porque você agora se afastou e está agora ferido machucado Jesus o ama muito, e quando você se entregar a Ele, Ele vai cuidar das suas feridas e das suas machucaduras.

Se você tornou-se sujo pelos caminhos da vida não espere ficar limpo para vir até Jesus, não espere ficar curado para depois vir a Jesus, você precisa vir como você está, que Jesus o Bom Pastor vai limpar você, Jesus o bom pastor vai curar você, você vai a Jesus como você está, mesmo que você esteja sujo vai a Jesus dessa forma e o restante Ele mesmo fará.

Deus o abençoe!

Seu irmão, Monsenhor Jonas Abib

:: Postado por Régis Cristoativado às 11h08
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Em meio a tribulações, coragem!


“No mundo tereis tribulações, mas coragem, confiança, eu venci o mundo”

Infelizmente não estávamos produzindo como o Senhor nos pede, por causa de decepção. A decepção pegou você, e você deixou-se ser pego por ela. A decepção faz com que percamos vida, e infelizmente em muitos, a força do Espírito Santo, a intrepidez, a valentia, foi-se embora e tornaram-se pessoas comuns.

Você julgou que era justo ficar decepcionado diante da situação em que se encontrava, e o ladrão acabou com você, com a valentia do Espírito Santo que estava em ti, talvez houve gente que te apunhalou pelas costas, mas o Senhor está dizendo para você ter coragem e arrancar o punhal das costas, isso está matando você, arranque sem medo e jogue fora.

O Senhor sabe que por nós mesmos não podemos fazer nada, por isso Ele reaviva a chama do dom, do carisma, do Espírito Santo que está em nós. Que a vontade do Senhor se realize em nós.

Deus o abençoe!

Seu irmão, Monsenhor Jonas Abib

:: Postado por Régis Cristoativado às 11h07
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O remédio é viver à luz de Cristo

Sozinhos ou em grupo, estamos sempre diante de Deus. Ele nos vê, sabe o que se passa no nosso interior muito mais que nós; conhece-nos verdadeiramente ainda que estejamos no escuro; tudo diante d’Ele é claridade.  “Até mesmo os cabelos de vossa cabeça estão todos contados” (Lc 12,7a).

Esta verdade maravilhosa deve nos impulsionar hoje a realizar as nossas ações com transparência, sinceridade, na liberdade de filhos de Deus. Muitas vezes, preocupamo-nos com o que as pessoas vão falar a nosso respeito diante de certas atitudes nossas, mas a nossa vida deve sempre estar na luz de Cristo, porque “não há nada de escondido que não venha a ser revelado, e não há nada de oculto que não venha a ser conhecido” (Lc 12,2).

Peçamos hoje ao Senhor a graça de vivermos e realizarmos todas as nossas ações à luz de Cristo.

Jesus, eu confio em vós!

:: Postado por Régis Cristoativado às 11h06
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Você quer ajudar sua família?


Experimente, por alguns dias, esquecer suas expectativas e reclamações com relação aos seus familiares. Tente focar sua atenção nas qualidades destes que são a sua família. Fale dessas qualidades, comente-as com outras pessoas e diga também aos entes queridos que as possuem.

Você vai ver que quando focamos o que as pessoas têm de bom e lhes falamos sobre isso, reforçamos o que existe de melhor em todas elas e lhes fazemos um bem muito maior do que se lhes apontássemos seus erros!

Experimente! Depois me conte o resultado, viu?

Deixe agora seu comentário sobre esta mensagem no
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Com carinho e orações,
Seu irmão, Ricardo Sá

:: Postado por Régis Cristoativado às 11h05
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Façamos hoje o bem e perseveremos nesta prática

Não só devemos fazer o bem como perseverar nesta prática, porque “Deus retribuirá a cada  um segundo as suas obras. Para aqueles que, perseverando na prática do bem, buscam a glória, a honra e a incorruptibilidade, Deus dará a vida eterna” (Rm 2,6-7).

Jesus passou por esta vida fazendo o bem a todos sem fazer acepção de pessoas. Ele nos convida, hoje, a agirmos da mesma forma, ainda que tenhamos que contrariar nossa natureza revoltada. Tomemos uma firme decisão de sempre, e em todas as circunstâncias, fazermos o bem sem olhar a quem.

Jesus, ensina-nos a seguir os Seus passos no caminho do bem.

Jesus, eu confio em vós!

:: Postado por Régis Cristoativado às 11h04
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A arte de ensinar - Saber valorizar o aluno e orientá-lo no que for necessário

A missão do professor sempre se destacou pelo fato de trabalhar com a mais nobre realidade do mundo: o coração e a inteligência do ser humano. Nada é mais importante do que o ser humano. Se é nobre e necessário dominar o aço e os microorganismos, construir casas e computadores, muito mais nobre é formar o homem, senhor de tudo isto. Os sábios gregos já diziam: “dá-me uma sala de aula e mudarei o mundo!”

O jovem e frágil aluno de hoje, será o condutor da nação amanhã; o que for semeado hoje no seu coração, na sua mente e no seu espírito, será colhido amanhã pela sociedade. E o que o aluno espera de um Professor?

 

Em primeiro lugar que o professor seja honesto e honrado, exigências mínimas de quem carrega o título de mestre. Sabemos que o homem moderno está cansado de discursos, quer ver exemplos. O mestre romano Sêneca dizia que “de nada vale ensinar o que é a linha reta, se não ensinar o que é a retidão”.

Alguém já disse que o aluno só aprende com satisfação, quando o professor ensina com entusiasmo e sabe motivar o aluno. Sem isto o jovem não descobrirá a beleza da disciplina. É verdade que os alunos respeitam o professor que domina a matéria, mas isto ainda não é o suficiente. A primeira missão do professor é motivar para o aprendizado. “Um homem motivado vai à Lua, mas sem motivação não atravessa a rua”.

O aluno espera que o professor tenha paciência com ele que ainda não descobriu a beleza da matéria; tenha a humildade de não usar o seu conhecimento para humilhá-lo, e que não use do poder da avaliação para destruir a sua auto-estima. Ele quer ver o seu Professor fazer da Avaliação um momento, a mais, do aprendizado; elaboradas com equilíbrio, e corrigidas com esmero e justiça, sem fazer da prova uma guerra onde se cobra dele uma maturação na disciplina que ele ainda não teve tempo de alcançar.

 

O aluno espera que o professor prepare bem as aulas e que gaste tempo para se aprofundar na matéria. Sabemos que para ensinar bem, um pouco de uma disciplina, é preciso saber muito sobre ela. Quanto mais sabemos, mais os alunos gostam de nos ouvir. Nada pior para um aluno do que ter que assistir uma aula maçante, mau preparada, ministrada por alguém que não conhece o que ensina. É um grande desrespeito... para não dizer um crime.

O aluno espera que o professor ensine com didática, competência e clareza; tenha pontualidade de horário, apresentação adequada e saiba dominar a classe com liderança.

Ele quer ver o professor como um amigo que o trata com respeito, confiança, atenção e cordialidade; interessado em tirar as suas dúvidas e a apontar-lhes caminhos novos...

Por dever de consciência, cada professor tem que dar o melhor de si para a boa formação dos jovens. Aí estará, inclusive, a sua maior realização; para a pessoa honesta, é no bojo da virtude que ela encontra a verdadeira recompensa.

 

Cito algumas recomendações pedagógicas para o bom desempenho de um Professor(a):

 

1.Saber motivar os alunos para o que vai ensinar.

2.Dominar a matéria e atualizar-se.

3.Preparar bem as aulas.

4.Expor a matéria com clareza, ordem e seqüência lógica.

 

5.Preparar, aplicar e corrigir as avaliações e provas com esmero, equilíbrio e justiça.

6.Ser assíduo, pontual e bem apresentado.

7.Tratar todos os alunos com respeito, atenção e cordialidade, sem com isto confundir as funções de cada um.

8.Manter a disciplina na classe.

9.Atender bem os alunos e tirar suas dúvidas, seja em classe ou fora dela.

10.Saber valorizar o aluno e orientá-lo no que for necessário.

 

É no banco da Escola que se formam os homens e as mulheres que um dia exercerão o poder, e conduzirão a História, nas mais variadas atividades e organizações. Muitos já disseram que “as palavras têm mais força do que os canhões”. Esta é a nobre missão: formar a juventude, não só no aspecto científico e técnico, mas também – e principalmente – no aspecto humano, moral e ético. Sem a primazia da pessoa sobre a coisa, da moral sobre a ciência e da ética sobre a técnica, a humanidade corre sérios riscos, como pudemos ver pelas desastradas guerras e morticínios do recém encerrado século XX. O mundo, sem dúvida, encontra-se diante de uma encruzilhada, e o bom caminho a seguir só poderá ser discernido pelo bom entendimento da ciência com a moral. E isto depende de dos professores.

 

 

Felipe Aquino - felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 fihos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Conheça mais em Blog do Professor Felipe
Site do autor: www.cleofas.com.br

:: Postado por Régis Cristoativado às 11h00
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O que as mulheres gostam de ouvir? - Elas gostam de ouvir aquilo que o coração traduziu

Percebe-se que para as mulheres o silêncio não é um problema a ser vencido. Seja num consultório, na fila do supermercado, do banco, elas conseguem iniciar qualquer assunto e, sem constrangimento, passam de um tema para o outro sem grandes problemas. Uma conversa que para os homens poderia durar alguns escassos minutos, elas conseguem estender a mesma proposta por horas a fio.

Para quem tem tanta facilidade em falar, o que essas mulheres gostariam de ouvir?

Em uma situação que envolve casais, falar para a mulher que ela é amada, bonita, que a sua companhia é agradável são coisas importantes. Mas, maior será seu contentamento se partir do homem a proposta de, juntos, discutirem a relação, traçar planos, estabelecer metas; manifestando da parte dele o interesse pelo relacionamento. Essas palavras seriam para as mulheres tão necessárias para sua alegria quanto o sol é para a fotossíntese das plantas.

 

 

Toda mulher gosta de receber elogios e a sinceridade os tornam ainda mais eficazes. Mesmo sendo vocábulos comuns, elas esperam de seus maridos e namorados a tentativa de tornar único algo comum.

Uma mulher que esteve horas no cabeleireiro se preparando para uma festa, com certeza recebe elogios, ainda no salão, do profissional e das outras pessoas que estiverem próximas dela. Para elas, os comentários dessas pessoas são importantes, mas não o bastante; pois melhor será ouvi-los de quem as ama.

 

Outro ponto que as mulheres esperam de seus amados é o desenvolvimento da sensibilidade deles, especialmente, na maneira de apresentar suas objeções. A prudência com as palavras é sempre boa, pois, através delas podemos edificar ou destruir os ânimos de alguém. Da mesma maneira que um elogio robustece o vigor de uma pessoa, outras palavras podem minar ou destruir sua autoestima.

 

Imaginemos que uma mulher, voltando toda animada das compras, experimenta o novo vestido para mostrar ao esposo. Se ele antecipar-se em perguntar quanto foi pago pelo vestido, seguramente não serão as palavras mais acertadas para a ocasião. A respeito das despesas, a esposa mesmo se adiantará em falar caso tenha sido cometido algum exagero na ocasião das compras. Entretanto, se o homem elogiá-la dizendo, por exemplo, que se alegra em perceber o quanto ele se sente privilegiado por tê-la tão bonita, seguramente, ela o retribuirá com outros gestos, fazendo dele o homem mais feliz.

 

Há um tempo para cada coisa, e dentro do relacionamento sempre haverá um momento apropriado para que o casal aponte suas observações e críticas.

 

Para elas, não basta apenas ouvir palavras bonitas, mas estas têm que trazer sentimentos. O que elas gostam de ouvir são palavras que somente quem as conhece profundamente poderia tecer e, porque vieram da pessoa amada, ganham um expressivo sentimento. Dessa forma, para que os homens consigam alcançar o contentamento de quem ama, basta deixar o coração traduzir em palavras os valores das simples emoções.

 

Essa atitude de mudança poderá ser um esforço para alguns ao perceber que raramente têm se preocupado em agradar e cuidar da pessoa amada, também, com palavras. Mas, mesmo que não seja possível para eles assumirem um novo proceder intantaneamente, a tentativa de inovar na maneira de fazer seus comentarios já será música para os ouvidos delas.

 

Então, o diferencial que compete aos homens apaixonados será de, com um pouco mais de criatividade, potencializar aquilo que outras pessoas também poderiam normalmente dizer. Isso significa tornar uma palavra comum sempre algo ainda mais especial para quem se ama. Feliz novas adaptações.

 

Um abraço, Dado Moura 

contato@dadomoura.com
Dado Moura é membro aliança da Comunidade Canção Nova e trabalha atualmente na Fundação João Paulo II para o Portal Canção Nova, como articulista.

:: Postado por Régis Cristoativado às 10h59
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Deus não poderia escolher outra pessoa; Ele quis você!

São Paulo diz que foi como que crucificado com Cristo na cruz. Mas como a pessoa pode ter coragem de dizer isso? É a experiência do amor de Deus e a fé.

Muitos de nós já fizemos uma experiência do amor de Deus. Mas o problema é que a experiência do batismo no Espírito Santo é algo muito bom, mas que evapora. Isso quer dizer que tudo aquilo que é sentimento ou experiência humana é passageiro. Os sentimentos são efêmeros, não permanecem. Mas a fé no amor de Deus deve permanecer para sempre. Eu preciso crer nisso: Ele me amou. É preciso fazer uma distinção entre sentir o amor de Deus e crer no amor de Deus. No início fazemos uma experiência, mas depois Deus tira a "mamadeira". Ele quer que cresçamos espiritualmente. Começamos então a caminhar na fé, sem sentir a presença de Deus.

 

Fé, portanto, é acreditar naquilo que não se vê. Assim nós temos que crer no amor de Deus. Sim, você pode ter experimentado o amor de Deus, mas também quando a experiência humana for embora, você pode duvidar. Por isso é preciso crer concretamente no amor de Deus.

 

Deus poderia ter escolhido pessoas melhores do que nós, mas Ele não quis. Vou fazer uma comparação: imagine Deus entrando numa loja bem sofisticada, de vasos preciosos e olhando vaso por vaso: um vaso de ouro, com brilhantes, de porcelana, da China, outro de prata e marfim, de milhões de dólares. Ele, porém, não escolhe nenhum desses vasos. Ao contrário, atravessa a loja, desce até o porão e vai ao banheiro dos empregados e pega um penico, um penico velho, enferrujado, sujo, com moscas ao redor. Esse penico sou eu, é você.

 

Deus nos escolheu, Deus nos quis. Poderia ter escolhido coisa muito melhor. "Esse penico? E o vaso de marfim, o de ouro?" E Ele diz: "Mas eu não amei nenhum desses vasos preciosos, eu amei você, eu te escolhi." É a eleição de Deus. Ele nos escolheu e colocou um tesouro dentro desse "penico sujo", o tesouro do seu amor. Mas nós não aceitamos isso, porque queremos ser amados por nossos méritos. Só aceitamos ser amados se realmente valemos a pena. Parece humilhante sermos amados no meio das nossas misérias, mas Ele nos ama assim mesmo. Ele não espera a nossa conversão para nos amar.

Essa experiência de ser amado quando eu não mereço, é a verdadeira experiência do amor de Deus.

Preciso crer que Deus fez bem em me querer, me escolher. Eu não teria me escolhido, mas eu preciso crer que fui a melhor escolha.

 

Às vezes achamos que São Paulo era um super pregador. Mas não é isso que ele mesmo diz. Na segunda carta aos Coríntios ele diz que não sabe pregar. Nos Atos dos Apóstolos, um rapaz estava ouvindo sua pregação, cochilou, caiu da janela e morreu. São Paulo então rezou e ressuscitou o menino. Mas Paulo foi um grande pregador porque pregava com a vida, com sua entrega, com seu desprendimento em viver a Palavra de Deus. Ele passou por flagelações, apedrejamentos, naufrágios, vários perigos, ficou dias em alto mar. O que levava esse homem a atravessar o mundo? O amor de Deus que o impulsionava.

 

Deus nos ama e a experiência extraordinária de sermos amados por Deus é que permite que nós nos demos de presente aos outros. Pare de andar nessa vida cobrando amor dos outros. Você não precisa do amor de ninguém, você já é amado. "Ah, mas eu não sinto!" Simplesmente creia! Quando somos seguros de que valemos a pena, sabemos que não seremos trocados por ninguém. Sei que sou um presente. Isso muda completamente a vida familiar. Deixamos de ficar cobrando uns aos outros. Nossa vida familiar às vezes vira um inferno porque ficamos recriminando uns aos outros, colocamos a culpa uns nos outros porque não nos sentimos amados. O amor precisa ser crido e não sentido. Se não, duvidamos até do amor da nossa mãe por nós.

 

É preciso crer no amor. Se você não crê no amor de Deus, também não vai crer na entrega d'Ele na cruz.

Peçamos ao Senhor que venha confirmar a fé que temos no seu amor. A fé é uma virtude. É preciso repetir o ato de fé até que se torne um hábito. É preciso crer no amor de Deus.

Pense nas razões pelas quais você escolheria ser outra pessoa, viver outra vida e diga: "Senhor eu creio, mas aumentai a minha fé. Senhor, eu olho para mim e não entendo porque vós me escolhestes. No entanto, Senhor, eu creio. Fizestes bem em me querer, em me escolher. Foi bom que me chamastes para caminhar nesta vida, na fé do vosso amor. Não vejo, não sinto, mas eu creio nesse amor. É um ato de vontade unido à vossa graça. Amém ao amor de Cristo que me alcançou no meio dos meus pecados, da minha miséria. Sei que me chamastes para uma vida ao vosso lado no céu. Eis-me aqui Senhor."

 

 

 

Padre Paulo Ricardo - Reitor do seminário Cuiabá

:: Postado por Régis Cristoativado às 10h57
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Um modelo de docilidade - Maria simples criatura escolhida como mestra do amor

A alegria e a emoção invadem o meu coração neste momento que escrevo sobre Maria, a mulher que abandonou-se inteiramente nas mãos do Criador.

A mestra do amor que gera o Mestre do amor, pois só quem ama e capaz de submeter-se ao amor e assumir todas as suas conseqüências.

Maria, uma mulher que teve a coragem de renunciar ao seu lindo plano de amor, que era casar-se com Jose, por causa de um Bem Maior: ser a Mãe do Salvador.

Muitas vezes em nossa vida, nos não conseguimos viver a vontade de Deus, porque temos dificuldades de fazer a troca de um Bem por um Bem Maior. Mas, quando amamos a Deus sobre todas as coisas, os nossos desejos e interesses são considerados mesquinhos e pequenos diante da grandeza, bondade, sabedoria e amor do Pai.

Maria fez da sua felicidade a realização do projeto de Deus. Nós também somente conquistamos a felicidade autêntica imitando-a na realização de uma total entrega a Deus. E todo aquele que ama Jesus prefere a vontade e os desejos do Pai.

 

Entre inúmeras virtudes de Maria, saliento a sua docilidade e obediência a Palavra de Deus, que capacitou Maria para gerar o próprio Deus. Os discípulos de Jesus são aqueles que acolhem a Palavra e permitem que as suas vidas sejam transformadas e conduzidas por ela. Jesus reconhece todas as pessoas que seguem o exemplo da sua mãe. “Felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática” (Lc 11, 28). Se todos ouvissem a Deus como Maria, teríamos pessoas mais felizes e uma convivência humana bem mais fácil.

 

Maria, simples criatura de Deus, foi escolhida como modelo de abertura total à ação do Criador. Ele olhou para a humildade da Sua serva; e ela, apesar de uma escolha de destaque, continuou sendo simples e humilde. Torna-se verdadeira discípula e assume a missão de apresentar o filho de Deus para o mundo. Para entendermos a missão de Maria é preciso nos abrirmos ao projeto de Deus, que visa o bem humano, a nossa união, a convivência fraterna de todos, tendo em vista a conquista ao Premio Celeste: o Céu.

 

Toda a humanidade deveria reconhecer a escolha de Deus: Maria, a Mãe de Deus, como esta no evangelho de Lucas: “Todas as gerações me chamarão Bem-Aventurada” (Lc 1, ) . Ela deseja que todos os seus filhos brasileiros a acolham como a anfitriã do nosso Pais, a nossa mãe. O mundo atual tem levado as pessoas a serem egoístas e competitivas, mas nos brasileiros não podemos deixar que esta maneira de ser nos contagie, porque somos um povo que acolhe o estrangeiro e tem gestos de amor para com o outro.

 

Neste dia da Virgem Aparecida, a Rainha e Padroeira do Brasil, vamos pedir ao Pai que Ele una os nossos corações, para que cada vez mais possamos nos render ao amor daquela que e a mestra do amor e que gerou o Mestre do Amor. O amor não divide, o amor se multiplica. Aprendamos com ela a amar a Deus acima de todas as coisas e o próximo como a nos mesmos. Se você ainda não se relaciona com Maria como uma mãe, comece hoje a dar os primeiros passos, e deixe que ela entre em sua casa, em seu coração e seja a sua educadora e mestra, a sua amiga, conselheira, consoladora, auxilio e companheira rumo ao Céu!

 

 

 

Por:Marina Adamo - marina@cancaonova.com
Marina Adamo é missionária da Comunidade Canção Nova, atualmente na Casa de missão do Georgia, USA. É autora do livro "Nínive ou Társis? Como escolher um caminho seguro",

:: Postado por Régis Cristoativado às 10h56
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Fragilidades - A Vida está sempre por um fio!

“Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois apenas como neblina que aparece por um instante e logo se dissipa.” (Tg 4,14)

 

São consideráveis as vezes que esbarramos na fragilidade da vida.

O Poeta dizia que o próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela.

Dias a mais...

Dias a menos!

Isso nos devia obrigar a pensar no jeito como temos vivido.

A Vida está sempre por um fio!

E reconhecer esse fio é ter coragem de rever conceitos...

Na vida humana sempre teremos motivos para o arrependimento...

Isso não é ruim! O Arrependimento nos leva à percepção de nossa fragilidade.

Dizem que Deus quis que tudo fosse transitório e frágil para que ninguém se apegasse ao que é efêmero e vivesse intensamente cada momento da vida na alegre esperança da eternidade.

Atenta à fragilidade da vida, Madre Teresa de Calcutá sempre lembrava suas filhas que não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz.

Aprendizados...

A Sabedoria da Vida é sempre mais profunda que a sabedoria dos homens.

As vezes nos anulamos e anulamos os outros em nome de uma falsa felicidade!

Esperamos o amanhã para oferecer abraços, sorrisos...

E talvez o amanhã não chegue!

Isso não é visão pessimista da vida... É visão inteligente!

Você tomaria um veneno só porque sabe qual o antídoto?

Acho que não!

É preciso reconhecer e respeitar fragilidades...

 

E se fizemos errado até agora não importa!

 

Não devemos esperar que Deus nos dê um caminho novo.

Pelo contrário, aceitemos com gratidão as novas maneiras de caminhar que Ele sempre nos oferece!

 

Deus o Abençoe Sempre!

 

 

 

 

Bruno Bressani - brunobressani.blogspot.com

:: Postado por Régis Cristoativado às 10h54
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A missão que começa em casa - Amar é uma decisão que não é tomada apenas com o coração

Em outubro, mês missionário, a Igreja celebra a devoção a uma de suas grandes santas, uma doutora, uma mestra do amor: Santa Terezinha do Menino Jesus, a padroeira dos missionários.

"Ó Jesus, meu amor! Minha vocação, enfim, eu encontrei, minha vocação é o amor" (Santa Terezinha).

 

Reconheço que amar é o maior de todos os desafios do cristão, porém, é por ele que se alcança o céu. São Paulo é muito claro quando nos exorta em Romanos: "A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, a não ser o amor recíproco” (Rm 13,8). Sem dúvida, não há outro caminho para se chegar a Deus a não ser pelo amor; e nesse caminho não há atalhos. Santa Terezinha, certa vez, expressou-se assim: "Não é o bastante amar, é preciso prová-lo!"

 

Amar é uma decisão que não é tomada apenas com o coração, pela sensibilidade; mas com a razão. Assim como a vida é uma questão de escolha, amar também é uma escolha que só você pode fazer por si mesmo; ninguém mais pode decidir-se por amar em seu lugar.

 

Amar não é um ato mecânico, é uma escolha que passa pela liberdade e pela consciência. É um ato da vontade do querer. Para amar é preciso aceitar perder-se, esquecer-se, não voltar a si mesmo. A sensibilidade auxilia que você saia de si, mas não é suficiente para levá-lo a amar. A admiração pelo outro e a afeição empurram você para ele, mas isto ainda não é amor.

 

"Compreendi que meu amor não se devia traduzir somente por palavras" (Santa Terezinha). Amar não é dar alguma coisa a alguém; isso é filantropia.

 

Amar é dar-se por inteiro a alguém, quer ele mereça ou não. Jesus fez isso por mim e por você. Foi isso que Ele fez pela humanidade inteira. O Senhor se ofertou, inteiramente, a todos no seu sacrifício de morte na cruz. O amor não busca outro motivo nem outro fruto fora de si; o seu fruto consiste na sua prática. Amo porque amo; amo para amar. O amor é um constante ato que se renova cada vez que é praticado.

 

Eu sou feito para amar, nasci do amor e voltarei para ele. Logo, é importante que eu o viva. Essa compreensão da nossa existência pautada pelo amor fez toda diferença na vida de Santa Terezinha: "...e minha vida é um único ato de amor". E faz também na vida de cada um de nós uma verdadeira revolução.

 

É com disposição de amar que devem ser feitas todas as nossas atitudes, porque o amor é a base de tudo. Tudo vai passar, somente o amor vai permanecer.

 

Em 1996, conheci a história de Santa Terezinha, sua luta por amar a todos e demonstrar esse amor, especialmente àquelas irmãs que menos lhe agradavam. A imensidão do amor de Deus por elas impulsionou-me a fazer a escolha, desde então, da pequena via para minha vida: a cada dia acordar e perguntar ao Senhor a quem amar e como amar nesse momento.

 

Dentro de minha casa, no seio de nossa família em primeiro lugar, meu pai foi alcoólatra. Durante anos ele foi causa de sofrimento em nossa casa. Com o tempo, ele parou de beber, mas as marcas da história estavam ali. Então, a ele eu dediquei todo meu amor, meu perdão, minha decisão de amá-lo gratuitamente. O amor venceu! O céu aconteceu.

 

Madre Tereza de Calcutá nos diz: "No entardecer, seremos julgados pelo amor". Amar é um desafio que Deus nos faz todos os dias. Muitos não o compreendem, outros não tiveram a graça de experimentá-lo. Porém, quem vivenciou o verdadeiro amor, por ele se deixa transformar.

 

Santa Terezinha do Menino Jesus, rogai por nós e ensinai-nos a amar.

 

 

 

:: Postado por Régis Cristoativado às 10h53
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MP3: Consagrados para o mundo  

"Nós estamos em uma nova fase da história, um tempo novo, tempo de Maria. Na civilização do amor, passamos de um tempo para o outro, mas talvez não percebamos, pois não é uma coisa sensível. Assim como todos os sacramentos, antes e depois do padre batizar a criança, não vemos nenhuma diferença externamente nela, mas o antes e o depois do batismo é totalmente diverso.

Baixe e ouça essa pregação

Não percebemos nada de diferente antes e depois do padre tomar o pão e o vinho na Missa, pronunciar as palavras de consagração. O pão e o vinho continuam o mesmo e, exteriormente, não vemos nada de novo; mas sabemos toda a diferença que acontece.

Entramos na Era de Maria, no tempo da justiça e do amor, e tudo que for injustiça vai cair. Deus vai limpar tudo que é mau e, nesta hora, ficaremos com medo, pois muitas coisas vão ruir e tudo o que não foi construindo nas bases do Senhor, será destruído..."

Trecho da pregação "Consagrados para o mundo"

Nesta palestra, monsenhor Jonas nos fala que chegará o momento em que tudo o que for maldade e injustiça cairá e só ficará o que foi criado nas bases do Evangelho. Vale a pena ouvir!

:: Postado por Régis Cristoativado às 10h50
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Codimuc prepara lançamento de nova banda.

AUB. Esse é o nome da nova banda que a gravadora CODIMUC vai lançar no cenário fonográfico católico neste mês de outubro. A previsão é de que o CD AUB – Anjos da Última Batalha, álbum de estréia do grupo paranaense, esteja nas lojas no próximo dia 20.

Formada por Fabrício Augusto (vocal e guitarra base), Eduardo Muhlstedt (guitarra solo), Francis Souza (baixo) e Bry Adam (bateria), a banda reúne no mesmo trabalho diversas tendências, tanto musicais quanto estéticas. Performático, o grupo promete surpreender a música cristã com uma dinâmica de palco cheia de personalidade e uma musicalidade que agrega o que há de melhor no Rock Alternativo.

Entre os dias 20 e 23 de outubro, o grupo estará em São Paulo, onde cumpre agenda de divulgação em programas de TV e Rádio.

Entre os destaques do disco, está a faixa Seguro Estou, que expressa uma entrega total a Deus e diz: “Sem me arrepender de dar o meu sim, eu me entrego a ti, pois sei que seguro estou”.

Ouça a música Seguro Estou.

Clique aqui para baixa a música Seguro Estou

 

:: Postado por Régis Cristoativado às 10h48
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Meus pais querem que eu saia da internet!

Bom galera, esse post não é para defender postura de pai ou de mãe, nem para levantar a bandeira contra a internet. Pra falar a verdade, eu curto muito a internet, dá para conversar com amigos e parentes que estão distantes, fazer boas pesquisas e principalmente como meio de evangelização é muito eficaz, atinge uma galera, sem que a gente precise sair de casa. Mas estou aqui para te ajudar a compreender que realmente a internet pode causar um mal terrível na sua vida se você não souber ter limites na hora de usá-la.

Muitas pesquisas tem sido feitas em relação a “vida on-line” de crianças e adolescentes. E já se descobriu que em média, essa turma passa 31 horas por semana na internet, sendo 2 hs em sites pornográficos e a média diária de uso da internet é de 4,4 horas. Agora imagina só: você passa pelo menos 6 horas na escola (isso para quem não estuda em horários integral), 8 horas dormindo, quase 5 horas na internet, o que sobra do seu dia? Que hora você convive com seus pais? Que horas joga futebol? Conversa com as amigas? Ah esqueci, você conversa nessas 4 horas em que passa na internet, né? Porque você quase já não tem amigos reais, somente os virtuais né…. Esse é um dos problemas: adolescentes e jovens cada dia mais fechados a relacionamentos reais e abertos para amizades e namoros virtuais, onde muitas vezes se enganam, se ferem e se machucam porque o que se passa na maioria das vezes é uma baita mentira a respeito de si mesmo. Ninguém coloca foto feia no orkut , certo? Você já colocou uma foto sua com dor de barriga? Todo mundo é lindinho e lindinha na internet. Cuidado!! Cuidado também com o tipo de conteúdo que você anda buscando ou até aceitando em seu email: vídeos e fotos sensuais e pornográficos causam um mal terrível na sua afetividade e sexualidade, acabam com aquilo que foi criado por Deus como uma preciosidade em você, destroem sua pureza.

Outro ponto que as pesquisas revelam é que o uso exagerado da internet causa dificuldade para dormir e consequentemente, mau rendimento escolar, aí fica complicado, né. Galera, o livro do Eclesiastes no capítulo 3 diz que “todas as coisas são boas a seu tempo” ou seja, tudo pode caminhar a nosso favor se soubermos a hora certa de usar. A internet como eu já disse é fera! Mas se você não tiver limites, essa fera vai te devorar, pois outros dados que as pesqueisas revelam é que o uso exagerado da internet pode causar depressão e agressividade. É preciso ter equilíbrio em tudo na nossa vida.

Se liga, desliga um pouco da internet e vai aproveitar outras coisas bem da hora que a vida tem pra te oferecer, coisas reais, ali bem perto de você, como o simples fato de estar com pessoas de verdade. “Falô?”

:: Postado por Régis Cristoativado às 10h46
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A sensibilidade do músico

O músico é um artista, e todo artista é favorecido por Deus com dotes artísticos, por isso é sensível. Arte é sensibilidade e com esta se faz.
Deus fez o músico muito sensível, o que é uma graça; mas por causa do pecado original, infelizmente, essa sensibilidade traz para fora a sensualidade. Assim, o músico acaba sendo muito sensual mesmo sem querer.
Se você usa um aparelho para sugar o barro, vai sair muita sujeira dele. No lodo há água, mas o que sai não é apenas a água limpinha, porque, infelizmente, o sugador puxa também a sujeira. A sua sensibilidade suga de você, da sua carne marcada pelo pecado, toda sensualidade.
Quem é músico sente isso na própria pele. Digo isso por mim que também o sou. Como lutei a minha vida inteira! Lutei nos meus tempos de adolescente, mas não entendia o porquê de tanta luta. Foram quedas e vitórias, graças a Deus! Foram pecados, mas também ascensões. “Onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rm 5,20).
Você é muito sensível, por isso a sua sexualidade está à flor da pele. Mas você não pode se esquecer de que foi o próprio Deus quem o fez sensível. Ele sabe que o pecado habita em você, sabe que a malícia e a sensualidade estão presentes em você. Por isso Ele mesmo providenciou a salvação. Onde houve abundância de pecado, Ele providenciou superabundância de graça.
Quando nossos primeiros pais caíram, houve abundância de pecado, porém, imediatamente, veio a superabundância da graça. O Senhor prometeu o Salvador e disse à serpente: “Porei hostilidade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a descendência dela... ”(Gn 3,15).
Tanto quanto Jesus, você pertence à geração da mulher. Graças a Deus, você é da geração dela.
Não podemos ser ingênuos com a tentação, porque o tentador sabe o que faz. Onde atacar. Ele conhece nossos pontos fracos. Mas a graça e as defesas são infinitamente maiores. Não se pode brincar com a tentação, mas a graça é maior, porque “onde abundou o pecado, superabundou a graça”, e isso acontece concretamente com você. Confie nisso.
A grande graça que o Senhor quer lhe dar é um batismo no amor, porque ou você ama ou cai na sensualidade. É preciso que haja muito amor, pois você não deixará de ser sensível. Deus o fez assim.
Há uma diferença entre o corte de um facão usado na roça, de uma navalha. Deus não o fez um facão, mas uma navalha. Com o facão se corta o mato, que é resistente. Com a navalha não é assim, pois uma barba áspera já afeta a lâmina da navalha. Ou você ama para valer, ou acaba sendo vítima da sua sensualidade.
Graças a Deus, há muita coisa boa dentro de você, pois o Espírito Santo está em você; portanto, o amor também está aí. O amor é Deus e habita em você.

Por:Monsenhor Jonas - Fundador da Comunidade Canção Nova

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:: Postado por Régis Cristoativado às 10h45
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Evangelho (Lucas 12,8-12)
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Todo aquele que der testemunho de mim diante dos homens, o Filho do Homem também dará testemunho dele diante dos anjos de Deus. Mas aquele que me renegar diante dos homens, será negado diante dos anjos de Deus. Todo aquele que disser alguma coisa contra o Filho do Homem será perdoado. Mas quem blasfemar contra o Espírito Santo não será perdoado. Quando vos conduzirem diante das sinagogas, magistrados e autoridades, não fiqueis preocupados como ou com que vos defendereis, ou com o que direis. Pois, nessa hora, o Espírito Santo vos ensinará o que deveis dizer”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor

Homilia:QUEM BLASFEMAR COM O ESPÍRITO SANTO NÃO É PERDOADO Lc 12,8-12
A Igreja celebra hoje:Santo Inácio de Antioquia

:: Postado por Régis Cristoativado às 10h32
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Evangelho (Lucas 1,26-38)
Naquele tempo, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José. Ele era descendente de Davi e o nome da Virgem era Maria. O anjo entrou onde ela estava e disse: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!”
9Maria ficou perturbada com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. O anjo, então, disse-lhe: “Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus. Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi. Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó, e o seu reino não terá fim”.
Maria perguntou ao anjo: “Como acontecerá isso, se eu não conheço homem algum?” O anjo respondeu: “O Espírito virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com sua sombra. Por isso, o menino que vai nascer será chamado Santo, Filho de Deus. Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na velhice. Este já é o sexto mês daquela que era considerada estéril, porque para Deus nada é impossível”.
Maria, então, disse: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!” E o anjo retirou-se.
Palavra da Salvação.

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A Igreja celebra hoje:Nossa Senhora do Rosário

Esta festa foi instituída pelo Papa Pio V em 1571, quando celebrou-se a vitória dos cristãos na batalha naval de Lepanto. Nesta batalha os cristãos católicos, em meio a recitação do Rosário, resistiram aos ataques dos turcos otomanos vencendo-os em combate.
A celebração de hoje convida-nos à meditação dos Mistérios de Cristo, os quais nos guiam à Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição do Filho de Deus.
A origem do Rosário é muito antiga, pois conta-se que os monges anacoretas usavam pedrinhas para contar o número das orações vocais. Desta forma, nos conventos medievais, os irmãos leigos dispensados da recitação do Saltério (pela pouca familiaridade com o latim), completavam suas práticas de piedade com a recitação de Pai-Nossos e, para a contagem, o Doutor da Igreja São Beda, o Venerável (séc. VII-VIII), havia sugerido a adoção de vários grãos enfiados em um barbante.
Na história também encontramos Maria que apareceu a São Domingos e indicou-lhe o Rosário como potente arma para a conversão: "Quero que saiba que, a principal peça de combate, tem sido sempre o Saltério Angélico (Rosário) que é a pedra fundamental do Novo Testamento. Assim quero que alcances estas almas endurecidas e as conquiste para Deus, com a oração do meu Saltério".
Essa devoção, propagada principalmente pelos filhos de São Domingos, recebe da Igreja a melhor aprovação e foi enriquecida por muitas indulgências. Essa grinalda de 200 rosas - por isso Rosário - é rezado praticamente em todas as línguas, e o saudoso Papa João Paulo II e tantos outros Papas que o precederam recomendaram esta singela e poderosa oração, com a qual, por intercessão da Virgem Maria, alcançamos muitas graças de Jesus, como nos ensina a própria Virgem Santíssima em todas as suas aparições.
Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós!

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No deserto das emoções - Quando não queremos ouvir a voz da alma

Tornou-se normalidade nos dias de hoje a dependência de emoções…
Se vamos a uma festa e não damos boas gargalhadas até alcançarmos a euforia, logo dizemos que a festa não foi boa…
Se uma noiva ao dizer o seu sim no altar não demonstrar voz trêmula e não deixa vir as lágrimas, desacreditamos de sua verdade…
Se contamos a alguém sobre um novo projeto ou conquista, e este alguém não vibra conosco, sentimo-nos rejeitados…
Mas por que será que estamos sempre em busca de emoções, de sentido para nossos sentimentos? Porque somos da geração fast food, da geração 24h, da geração "faça que eu pago".
Uma geração que não caminha mais em praça pública, porque é melhor uma esteira elétrica. Geração que não sente o vento no rosto, pois acostumou-se com o ar-condicionado; a geração que não levanta o bumbum do sofá, porque há controle na mão.
Geração BBB que, quando alguém não nos agrada, simplesmente a eliminamos. Geração que não sabe o que quer e, por isso, experimenta de tudo um pouco para ver se alcança um êxtase... nem que seja por alguns segundos. Uma geração que não dorme no silêncio e tem sempre um fone nos ouvidos com música, porque teme ouvir a voz da alma ou, quem sabe, a voz da própria consciência.
No entanto, quando uma geração corre atrás de seus sonhos, está aprendendo a viver em equipe, caminhando para ser resiliente e surpreender; adapta-se ao novo e está em constante mudança, num eterno adaptar-se, quebrando a cara, essa geração levanta e caminha.
Não quero de maneira nenhuma ser contrária à praticidade da vida moderna, mas a modernidade não pode nos aprisionar formando um muro para o natural da vida.
Portanto, não permita que por falta de emoção sua vida torne-se um deserto. E mesmo que em alguns momentos o deserto venha, lembre-se de que a primavera não é a mesma se não passar pelo outono. Assim como a companhia não será a mesma após um deserto. No seu deserto, saia em busca do poço que matará sua sede e não voltará a ter novamente, porque a sede da alma nada mais é do que a inquietude de uma busca pelo o eterno que se chama amor; e a supremacia do amor chama-se Deus.

Por:Maria do Céu M. Moraes - http://jardimsecretto.wordpress.com/

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A força da oração transforma as barreiras em vitórias

A oração precisa ser a prioridade da nossa vida, todas as outras deverão vir depois. Ao abrirmos os olhos, ainda na cama, elevemos o nosso coração a Deus e agradeçamos pelo novo dia que desperta, pela nossa vida, por tudo o que vamos viver, pela graça de Deus que nos sutenta. Assim, ao longo de todo o nosso dia, podemos rezar ao Senhor na lida da casa, no escritório ou dirigindo um automóvel.
Devemos permanecer com o coração unido a Deus. É maravilhoso perceber que a oração põe tudo no seu devido lugar, mesmo as coisas mais desencontradas; o que não conseguimos fazer com as nossas próprias forças, a oração realiza. A ordem de Deus para nós hoje é: “Orai sem cessar” (I Ts 5,17).
Peçamos ao nosso Anjo da Guarda que nos ensine e nos ajude a orarmos incessantemente.
Jesus, eu confio em vós!

Por:Luzia Santiago

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Não seja injusto com você mesmo
Da nossa decisão depende a nossa felicidade
Onde está a vontade de Deus?
Por que fico triste quando falam de mim?
A música católica na evangelização
Na perda de um grande amor, reencontrei-me com Deus.

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h53
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BAIXE PREGAÇÃO:Em Batalha com os Anjos de Monsenhor Jonas Abib
 
Evangelho (Lucas 10,17-24) (SABADO)
Naquele tempo, os setenta e dois voltaram muito contentes, dizendo: “Senhor, até os demônios nos obedeceram por causa do teu nome”.
Jesus respondeu: “Eu vi Satanás cair do céu, como um relâmpago. Eu vos dei o poder de pisar em cima de cobras e escorpiões e sobre toda a força do inimigo. E nada vos poderá fazer mal. Contudo, não vos alegreis porque os espíritos vos obedecem. Antes, ficai alegres porque vossos nomes estão escritos no céu”.
Naquele momento, Jesus exultou no Espírito Santo e disse: “Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste essas coisas aos sábios e inteligentes, e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado.
Tudo me foi entregue pelo meu Pai. Ninguém conhece quem é o Filho, a não ser o Pai; e ninguém conhece quem é o Pai, a não ser o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”.
Jesus voltou-se para os discípulos e disse-lhes em particular: “Felizes os olhos que veem o que vós vedes! Pois eu vos digo que muitos profetas e reis quiseram ver o que estais vendo, e não puderam ver; quiseram ouvir o que estais ouvindo, e não puderam ouvir”.
- Palavra da Salvação.

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COMO EU DEIXEI DE COLOCAR AQUI SOBRE OS ULTIMOS SANTOS VOU DEIXAR OS LINKS É SÓ CLICAR NO NOME DELES PARA SABER MAIS SOBRE A VIDA DELES.
NO MEU BLOG: http://pax.zip.net TAMBÉM TEM MUITO MAIS COISAS SÓ PASSAR LÁ PARA VER.
 
DIA 23 DE SETEMBRO:São Pio de Pietrelcina
DIA 29 DE SETEMBRO:Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael
DIA 01 DE OUTUBRO:SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS
DIA 02 DE OUTUBRO:Santos Anjos da Guarda
DIA 04 DE OUTUBRO:SÃO FRANCISCO DE ASSIS
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Amor não é um simples sentimento

Fomos feitos por amor e para o amor. Amar é a essência da vida.
Muita gente, porém, pensa que o amor é somente um sentimento e, que brota naturalmente sem que a gente precise fazer nada. Não! Amar é, antes de tudo, um ato de vontade. É necessário querer amar. É preciso tomar a decisão de amar, de expressar amor pelas pessoas com as quais vivemos; de querer envolvê-las com sinais de amor, até mesmo surpreendê-las com as nossas manifestações de amor.
Aqueles que não foram amados, que não receberam amor, que não tiveram um ambiente caloroso de amor; aqueles que não foram envolvidos nesse clima de afeto partilhado, freqüentemente não sabem amar, não sabem expressar amor, não conseguem traduzir o amor em gestos. Não é que não existia amor neles: todos nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus amor. Há amor em nós, em todos nós.
O que essas pessoas não sabem é expressar o amor que há nelas. Não conseguem se manifestar em gestos de amor. Encabulam-se, inibem-se. Amar é resultado de aprendizagem. É preciso aprender a amar. Eles não receberam, não experimentaram, por isso não sabem amar, não sabem expressar amor.
E como se rompe esse círculo vicioso?
Decidindo-se a amar. É preciso que aconteça esse momento em nossa vida: a hora de decidir-se a amar, a manifestar amor em gestos concretos.
A gente aprende a amar amando.
Deus o abençoe!
Seu irmão, Monsenhor Jonas Abib

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Anjos de Deus, nossos defensores - Deus nos dá a ajuda necessária por intermédio dos anjos

Quantas dificuldades para que os anjos nos guardem no caminho. Como não dizer que os desafios não vão chegar nem que nada vai nos acontecer? Isso não existe e não é por isso que eles [anjos] existem, mas sim, para guardar o nosso caminho para o lugar prometido de Deus.
Que os anjos nos guiem pelo caminho, não retirando as coisas difíceis, mas para irmos ao lugar a nós preparado por Deus: o céu. Isso também não significa que devamos aceitar ajuda de qualquer “anjo”. Hoje há revistas sobre muitos anjos, mas não é desse tipo de “anjo” que estamos falando (anjos em forma de menino com asas, os quais flecham alguém para o amor). Como não havia como explicar o amor, então criaram o cupido para encher as pessoas de sentimentos. Mas os cupidos não são os santos anjos. Há também os anjos malvados que “ficam nos nossos ouvidos” e até o anjo da morte. Enfim, surgiu uma infinidade de anjos pelo mundo, mas não os santos anjos.
Os santos anjos foram criados para nos guiar para o céu. Existem os anjos enviados por Deus e há também os que combatem a nosso favor. Assim como o Senhor nos fala: o anjo que habita sobre a proteção do Altíssimo. Eles são os “carteiros divinos”, os que trazem uma mensagem que não é deles, mas do Senhor.
Arcanjo Miguel tem autoridade e é conhecido pela Palavra: “Quem como Deus”. Ele guardará com a própria proteção da Palavra. “Mas se diligentemente ouvires a sua voz, e fizeres tudo o que eu disser, então serei inimigo dos teus inimigos, e adversário dos teus adversários” (Êxodo 23, 22). Quantas vezes cometemos o erro de tentar resolver nós mesmos as coisas. A Palavra nos convida a dar atenção à proteção que Deus nos deu. Como a proteção divina (e o nosso inimigo, que não são pessoas, mas realidades espalhadas pelo ar, porque é o único inimigo que temos), os anjos colocam Deus entre nós e eles.
Quantas vezes chamamos as pessoas que são nossas amigas com a palavra “anjo”, não é assim? Quando digo que alguém é um anjo é porque é uma boa pessoa e uma boa amiga, alguém que me ajuda a crescer. É isso: a amizade que temos tem de transformar diversos caminhos da vida. Não seja mole demais, pois a vida não facilitará as coisas! Um dos frutos do Espírito Santo é a paciência, porque as coisas não são fáceis.
Os anjos são aqueles que contemplam Deus face a face. Contemplam-No porque a partir da contemplação aprendem a louvar. Eles lutam com a ação de graças ao Todo-poderoso, essa é a arma deles. Quando nos colocamos diante de alguém maravilhoso, dizemos que estamos “com o queixo caído”, e naturalmente soltamos uma palavra de admiração e de louvor. Imaginem a face de Deus?
Fomos criados para o serviço dos homens e para adorar ao Senhor. Os anjos, ao verem ao Altíssimo, vivem o louvor e a adoração sem fim. É algo muito poderoso, e podemos fazer o mesmo; e fazendo isso, expulsamos os que não querem contemplá-Lo. Fomos criados para o serviço dos homens e para adorar a Deus. Os anjos decaídos se aproveitam de nossa fraqueza para nos derrubar; – e nós que não somos resistentes – precisamos do auxílio desses seres enviados por Deus.
O Senhor nos apresenta a criança como modelo, como a maior no Reino do Céu, pois essa santa inocência é que nos leva ao céu. Do desejo de depender somente do Todo-poderoso, assim como as crianças dependem dos pais, esse é o desejo do Senhor. Quando dependemos de alguém que é capaz de realizar o que promete, então, ficamos tranquilos. E quem não quer depender do Senhor entra no desespero.
Sabemos que dependemos do Senhor, mas não tem como saber do tempo de Deus. Quantas vezes temos nossas vontades e nosso próprio tempo? Mas, sem reconhecer a dependência do Senhor, nós nos revoltamos e nos desesperamos. Nesses momentos, os anjos que disseram “sim” a Deus vêm em nosso auxílio.
Ainda dá tempo de voltar atrás e de recomeçar. Não se entregue! A resposta de Deus: “Porque o meu anjo irá adiante de ti, e te levará aos amorreus, e aos heteus, e aos perizeus, e aos cananeus, heveus e jebuseus; e eu os destruirei” (Êxodo 23,23). Quando acaba a nossa força, o Senhor nos dá a ajuda necessária por intermédio desses seres celestes. Mas é preciso confiar. Tenha fé e olhe que a vida não acabou e estamos caminhando.
Quantas vezes encontramos, nas Sagradas Escrituras, os anjos que vêm em nosso auxílio, como, por exemplo, ao soltarem Pedro e Paulo, pois estão presentes o tempo todo. E como no Salmo 90, 1: “Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.”
Não tenha medo!

Por:Padre Xavier - Comunidade Canção Nova

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Evangelho (Marcos 10,2-16) (DOMINGO)
Naquele tempo, alguns fariseus se aproximaram de Jesus. Para pô-lo à prova, perguntaram se era permitido ao homem divorciar-se de sua mulher.
Jesus perguntou: “O que Moisés ordenou?”
Os fariseus responderam: “Moisés permitiu escrever uma certidão de divórcio e despedi-la”.
Jesus então disse: “Foi por causa da dureza do vosso coração que Moisés vos escreveu este mandamento. No entanto, desde o começo da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e os dois serão uma só carne. Assim, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu o homem não separe!”
Em casa, os discípulos fizeram, novamente, perguntas sobre o mesmo assunto.
Jesus respondeu: “Quem se divorciar de sua mulher e casar com outra, cometerá adultério contra a primeira. E se a mulher se divorciar de seu marido e se casar com outro, cometerá adultério”.
Depois disso, traziam crianças para que Jesus as tocasse. Mas os discípulos as repreendiam. Vendo isso, Jesus se aborreceu e disse: “Deixai vir a mim as crianças. Não as proíbais, porque o Reino de Deus é dos que são como elas. Em verdade vos digo: quem não receber o Reino de Deus como uma criança, não entrará nele”.
Ele abraçava as crianças e as abençoava, impondo-lhes as mãos.
- Palavra da Salvação.




:: Postado por Régis Cristoativado às 15h07
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Evangelho (Lucas 9,46-50)
Naquele tempo, houve entre os discípulos uma discussão, para saber qual deles seria o maior. Jesus sabia o que estavam pensando, pegou então uma criança, colocou-a junto de si e disse-lhes: “Quem receber esta criança em meu nome, estará recebendo a mim. E quem me receber, estará recebendo aquele que me enviou. Pois aquele que entre todos vós for o menor, esse é o maior”.
João disse a Jesus: “Mestre, vimos um homem que expulsa demônios em teu nome. Mas nós lho proibimos, porque não anda conosco”.
Jesus disse-lhe: “Não o proibais, pois quem não está contra vós, está a vosso favor”.
Palavra da Salvação.
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Como entender Cristo na Hóstia Consagrada - Só Deus pode 'transubstanciar
Em todo ser há um conjunto de coisas que podem mudar, como o tamanho, a cor, o peso, o sabor, etc., e um substrato permanente que, conservando-se sempre o mesmo, caracteriza o ser, que não muda. Esse substrato é chamado substância, essência ou natureza do ser. Em qualquer pedaço de pão há coisas mutáveis: a cor, tamanho, gosto, o sabor, a posição, sem que a substância que as sustenta mude; esta substância ninguém vê; mas é uma realidade. Assim, há homens de cores diferentes, feições diferentes, etc.; mas todos possuem uma mesma substância: uma alma humana imortal, que se nota pelas suas faculdades, as quais os animais não têm: inteligência, liberdade, vontade, consciência, psique, entre outros.
Quando as palavras da consagração são pronunciadas sobre o pão, a substância deste muda ou se converte totalmente em substância do Corpo humano de Jesus (donde o nome "transubstanciação"), ficando, porém, os acidentes externos (aparências) do pão (gosto, cor, cheiro, sabor, tamanho, etc.); sendo assim, sem mudar de aparência, o pão consagrado já não é pão, mas é substancialmente o Corpo de Cristo. O mesmo se dá com o vinho; ao serem pronunciadas sobre ele as palavras da consagração; sua substância se converte na do Sangue do Senhor, pelo poder da intervenção da Onipotência Divina.
Isso explica como o Corpo de Cristo pode estar simultaneamente presente em diversas hóstias consagradas e em vários lugares ao mesmo tempo. Jesus não está presente na Eucaristia segundo as suas aparências, como o tamanho ou a localização no espaço. Uma vez que os fragmentos de pão se multiplicam com a sua localização própria no espaço; assim onde quer que haja um pedaço de pão consagrado, pode estar de fato o Corpo Eucarístico de Cristo.
Uma comparação: quando você olha para um espelho, aí você vê a imagem do seu rosto inteiro; se quebrá-lo em duas ou mais partes, a sua imagem não se quebrará com o espelho, mas continuará uma imagem inteira em cada pedaço.
É preciso, então, entender que a presença de Cristo Eucarístico pode se multiplicar, sem que o Corpo do Senhor se multiplique. Isso faz com que a presença do Cristo Eucarístico possa multiplicar (sem que o Corpo d'Ele se multiplique) se forem multiplicados os fragmentos de pão consagrados nos mais diversos lugares da Terra. Não há bilocação nem multilocação do Corpo de Cristo.
O Corpo de Cristo, sob os acidentes do pão, não tem extensão nem quantidade próprias; assim não se pode dizer que a tal fragmento da hóstia corresponda tal parte do Corpo de Cristo. Quando o pão consagrado é partido, só se parte a quantidade do pão, não o Corpo de Jesus.
Assim muitas hóstias e muitos fragmentos de hóstia não constituem muitos Cristos – o que seria absurdo – , mas muitas "presenças" de um só e mesmo Cristo. Analogamente a multiplicação dos espelhos não multiplica o objeto original, mas multiplica a presença desse objeto; também a multiplicação dos ouvintes de uma sinfonia não multiplica essa sinfonia, mas apenas a presença desta.
Por essas razões, quando se deteriora o Pão Eucarístico por efeito do tempo, da digestão ou de um outro agente corruptor, o que se estraga são apenas os acidentes do pão: quantidade, cor, figura, entre outros, e nesse caso, o Corpo de Cristo deixa de estar presente sob os Véus Eucarísticos; isso porque Nosso Senhor Jesus Cristo quis que, nas espécies ou nas aparências de pão e vinho, garantir a Sua presença sacramental, e não nas de algum outro corpo.
A fé católica ensina uma conversão total e absoluta da substância do pão na do Corpo de Cristo; o Concílio de Trento rejeitou a doutrina de Lutero, que admitia a “empanação” de Cristo: empanação, segundo a qual permaneceriam a substância do pão e a do vinho junto com a do Corpo e a do Sangue de Cristo; o pão continuaria a ser realmente pão (e não apenas segundo as aparências), o vinho continuaria a ser realmente vinho (e não apenas segundo as aparências), de tal sorte que o Corpo de Cristo estaria como que “revestido” de pão e vinho. Para o Concílio de Trento e, para a fé católica, esse tipo de presença de Cristo na Eucaristia é insuficiente; é preciso dizer que o pão e o vinho, em sua realidade íntima (substância), deixam de ser pão e vinho para se tornarem a realidade mesma do Corpo e do Sangue de Cristo.
Assim como na criação acontece o surgimento de todo o ser, também na Eucaristia há a conversão de todo o ser. Essa “conversão de todo o ser” é “conversão de toda a substância” ou “transubstanciação”.
Assim como só Deus pode criar (tirar um ser do nada), só Deus pode “transubstanciar”; ambas as atividade supõem um poder infinito que só o Senhor tem.
Para entender um pouco melhor o milagre da Transubstanciação podemos dizer ainda o seguinte: No milagre da Multiplicação dos Pães, Jesus mudou apenas a espécie do pão (no caso a quantidade), mas não mudou a sua natureza, continuou sendo pão. Quando Ele fez o milagre das Bodas de Caná, mudou a natureza da água (passou a ser vinho) e mudou também a sua espécie (cor, sabor, etc); no milagre da Transubstanciação, o Senhor muda apenas a natureza do pão e do vinho (passam a ser seu Corpo e Sangue) sem mudar a espécie (cor, sabor,cheiro, tamanho, etc.).
Tudo por amor a nós; Ele, o Rei do universo, se faz pequeno, humilde, indefeso... nas espécies sagradas do pão e do vinho, para ser nosso alimento, companheiro, modelo, exemplo, força, consolação...

Por:Felipe Aquino

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É possível ser santo? - A santidade é uma possibilidade para todos
“Sou santo!” Quando ouvimos uma declaração dessas nos assustamos ou achamos presunção, orgulho, vaidade. Facilmente retrucamos afirmando: “Santo de pau oco?!”
A santidade nos parece algo tão distante ou quem sabe meio impossível. Por isso nem pensamos em persegui-la para alcançá-la. Embora Jesus nos tenha ordenado: “Sede perfeitos (santos), assim como vosso Pai celeste é perfeito” (Mateus 5, 48).
Podemos mesmo pensar que a santidade seja um chamado e uma possibilidade apenas para algumas pessoas especiais como papas, bispos, fundadores de comunidades e congregações religiosas. Mas não é assim. A santidade é uma possibilidade para todos, de modo especial para os batizados.
No batismo, recebemos o Espírito Santo. Não costumamos dizer “fogo quente”, pois, trata-se de uma redundância, já que só será fogo se for quente; nem “gelo frio”, pelo mesmo motivo. Mas, podemos afirmar que o Espírito que recebemos no Batismo é Santo, pois este tem como função santificar. A função do fogo é aquecer. A do gelo, esfriar. A do Espírito, santificar.
No livro do Êxodo vemos uma bela passagem que nos pode ajudar a entender a santidade: “Moisés notou que sarça estava em chamas, mas não se consumia” (Êxodo 3, 2). Deus disse a esse profeta: “Tira as sandálias dos pés, porque o lugar onde estás é uma terra santa” (Êxodo, 3, 5).
Passemos o Novo Testamento à nossa vida.
a. A chama que queima e não se consome é o Espírito Santo, que recebemos em nosso batismo. Ele é Deus. Está em nós. É uma chama divina que habita em nosso interior e jamais se consome. Quando acendemos um fogo, se não pusermos lenha sempre que necessário, ele apagará. Consumida a lenha, termina o fogo. A chama do fogo do Espírito Santo é esta “sarça” que queima sem parar em nosso interior. Ela é capaz de queimar o tempo todo e não se consumir. Isso ocorre porque se trata de uma chama divina, portanto, não necessita que “se reponha a lenha”.

b. Esta terra é santa. Quem a santifica é a presença da chama ardente, que não se consome. Que permanece acessa. A terra torna-se santa devido à chama que nela está queimando. Aqui nos damos conta de que há verdadeiramente a possibilidade de sermos santos. A santidade é possível não porque sejamos uma terra santa por nós mesmos. Somos e continuamos pecadores, mas em nós arde uma chama, “a chama do amor”, a chama do Espírito Santo. Quem se deixa iluminar, é aquecido por ela. Quem segue este conselho da Palavra de Deus “deixai-vos conduzir pelo Espírito e não satisfareis os apetites da carne” (cf. Gálatas 5,16), crescerá em santidade, tornar-se-á “uma terra santa”.
Santidade é uma obra do Espírito Santo em nós. Assim como o fruto é uma “obra” da árvore; a pintura, do pintor; a escultura, do escultor; a santidade é uma ação do Espírito Santo Paráclito. Esta santidade poderá ser percebida pelos frutos daquela “terra” na qual arde a “sarça” do Espírito: “o fruto do Espírito é caridade, alegria, paz, paciência, afabilidade, bondade, fidelidade, brandura, temperança” (cf. Gálatas 5, 22).

c. “Tira as sandálias dos pés”. Posso pisar sobre um fio elétrico e levar um grande choque ou não. Depende do isolante que eu tenha em meu calçado. Deus diz a Moisés: “Tira o 'isolante' dos teus pés”. Tira as sandálias! Pisa na terra! Entra em contado direto com ela. Sente o calor da terra. Deus deu-nos o Espírito Santo. Quis colocá-Lo tão em contato conosco que acabou colocando-O dentro de nós. Somos por Ele habitados para estarmos em contato direto o tempo todo e totalmente com Ele. Onde há isolante, a energia não chega. A cinza que se acumula sobre a brasa não permite que ela aqueça o churrasco. É preciso soprá-la. Jesus “soprou sobre eles dizendo-lhes: recebei o Espírito Santo” (cf. João 20, 22). O calor do Espírito nos aquece. Com esta força podemos progredir na santidade.

Se até hoje buscamos a santidade pelas nossas boas obras, renúncias, sacrifícios, podemos continuar. Mas, vamos acrescentar nessa busca a súplica constante para que o Pai dos Céus, que nos adotou como filhos, continuamente, sopre sobre “as brasas do Espírito” que recebemos no batismo. Que a chama da sarça do Espírito cresça sempre mais nesta terra, templos do Espírito, que somos, como nos diz a Palavra: “Não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, o qual recebestes de Deus e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis?” (I Coríntios 6,19). Desta forma nos tornaremos cada dia mais santos, porque possuídos, fortificados e guiados pelo Espírito Santo.

Peçamos todos os dias: Sarça ardente do Divino Espírito, que habitas em mim, e que me tornastes santo pelo Batismo, ajuda-me a progredir no caminho da santidade e a produzir os frutos do Espírito. Então não precisarei dizer para ninguém: “sou santo!”. Essa declaração vai se tornar dispensável, pois, “pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinhos e figos dos abrolhos?” (Mateus 7,16).


Por:Padre Alir Sanagiotto, SCJ

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h45
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A forma eficiente de receber a cura - O Senhor não se alegra com o nosso sofrimento
A forma mais eficiente de receber a cura e a libertação é através da oração de louvor. Quando louvamos a Deus nós submetemos nossas vidas a Ele. É na nossa fraqueza que encontramos toda a nossa força. Quando estamos louvando ao Senhor é o mesmo que dizermos a Ele que somos pessoas fracas que precisamos de ajuda d’Ele, da Sua cura e de Sua libertação e do Seu amor.
Precisamos orar em línguas. Porque quando oramos em línguas nos apresentamos diante do Senhor como criancinhas que estão aprendendo a falar. A I Carta aos Coríntios, capítulo 12, é a prece da criancinha. Muitas vezes, a criança não sabe como se expressar diante da sua mãe, ela apenas balbucia, e aquelas sílabas que os pequenos pronunciam só a mãe consegue entender. Não vamos encontrar essa linguagem infantil em nenhum dicionário, mas para a mãe aquilo tem muita expressividade.
Muitas vezes, nos encontramos diante de Deus sem saber o que pedir, como criancinhas. Não sabemos em que linguagem devemos nos comunicar com Ele, então a língua que usamos para falar com Ele é a de uma pequena criança. E não importa sobre o que vão dizer sobre nós de utilizarmos essa língua. Eu sou um(a) filho(a) livre diante de Deus, que se comunica comigo.
"Outrossim, o Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza; porque não sabemos o que devemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis (cf. Romanos 8,26).
Paulo fala nessa passagem bíblica que muitas vezes não sabemos como orar, então nós pedimos ao Espírito, que habita em nós, para orar em nós ao Pai, para orar numa língua que é a língua d'Ele [Espírito Santo]. E São Paulo expressa isso ao dizer que é o Paráclito que vem em auxílio à nossa fraqueza, porque não sabemos o que pedir, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis, e esses gemidos, que não podem ser traduzidos em palavras, é o Espírito orando em nós ao Pai segundo nossas necessidades, e que hoje, vem orar através de nós.
Estamos pedindo que o Espírito Santo de Deus venha orar em nosso nome para que a nossa oração chegue ao Pai, porque o Espírito sabe exatamente o que estamos necessitando.
Pelo Espírito vamos descobrir necessidades que nós mesmos não temos conhecimento; e uma coisa que precisamos fazer é entregar as nossas necessidades nas mãos do Espírito Santo, que sabe muito mais que nós o que precisamos.
Qual é o Pai que se rejubila vendo um filho sofrendo? Ou morrendo de fome e sede?
O Senhor não se alegra com isso! Não é Deus que causa todos esses desastres ao mundo. Ele não traz doença nem sofrimento. Caso contrário, qual seria o sentido de ir até Jesus buscar cura e libertação?
Ao contrário do que pensamos, Deus tem compaixão, e compaixão vem do latim que significa "sofrer junto". Ele não nos promete cura e libertação, mas Ele já nos está dando a cura e a libertação ao derramar o Seu Espírito que nos faz voltar à vida, e não nos deixará como ossos que estão secos, mas através desse sopro do Espírito nos fará criaturas vivas.
Lembra como a Bíblia apresenta a criação do homem? O homem que era apenas barro e o Senhor sopra naquele barro e o torna vivo. Lembra quando Jesus soprou sobre os apóstolos e derramou sobre eles o Seu Espírito Santo e eles se tornaram novas criaturas a partir daquele momento? Jesus, hoje, sopra cada um de nós e a partir disso você se torna uma nova pessoa, nos tornamos pessoas curadas e libertas.
Senhor, nós cremos em Tua Palavra. Não é apenas uma promessa, mas uma realidade! Tu és fiel na Tua Palavra. Eu abro, Senhor, meu coração para qualquer cura e libertação que queira fazer em mim. Abra os nossos corações, meu Senhor, para que possamos receber toda a cura que vem de Ti, e receber novamente a verdadeira vida.
Eu sei que o Senhor deseja fazer isso com todo o Seu povo. O Senhor deseja fazer isso comigo e eu Te agradeço, Senhor, por me fazer uma pessoa viva!

Por:Frei Elias Vella
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Outonos e primaveras - A arte das sementes de morrer em silêncio

Primavera é tempo de ressurreição. A vida cumpre o ofício de florescer ao seu tempo. O que hoje está revestido de cores precisou passar pelo silêncio das sombras. A vida não é por acaso. Ela é fruto do processo que a encaminha sem pressa e sem atropelos a um destino que não finda, porque é ciclo que a faz continuar em insondáveis movimentos de vida e morte. O florido sobre a terra não é acontecimento sem precedências. Antes da flor, a morte da semente, o suspiro dissonante de quem se desprende do que é para ser revestido de outras grandezas. O que hoje vejo e reconheço belo é apenas uma parte do processo. O que eu não pude ver é o que sustenta a beleza.
A arte de morrer em silêncio é atributo que pertence às sementes. A dureza do chão não permite que os nossos olhos alcancem o acontecimento. Antes de ser flor, a primavera é chão escuro de sombras, vida se entregando ao dialético movimento de uma morte anunciada, cumprida em partes.
A primavera só pode ser o que é porque o outono a embalou em seus braços. Outono é o tempo em que as sementes deitam sobre a terra seus destinos de fecundidade. É o tempo em que à morte se entregam, esperançosas de ressurreição. Outono é a maternidade das floradas, dos cantos das cigarras e dos assovios dos ventos. Outono é a preparação das aquarelas, dos trabalhos silenciosos que não causam alardes, mas, que, mais tarde, serão fundamentais para o sustento da beleza que há de vir.
São as estações do tempo. São as estações da vida.
Há em nossos dias uma infinidade de cenas que podemos reconhecer a partir da mística dos outonos e das primaveras. Também nós cumprimos em nossa carne humana os mesmos destinos. Destino de morrer em pequenas partes, mediante sacrifícios que nos fazem abraçar o silêncio das sombras...
Destino de florescer costurados em cores, alçados por alegrias que nos caem do céu, quando menos esperadas, anunciando que, depois de outonos, a vida sempre nos reserva primaveras...
Floresçamos.
Por:Padre Fábio de Melo

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No ato de servir, encontramos a felicidade - A pura alegria de proporcionar bem-estar ao próximo
O ato de “servir” é praticamente inerente a todo ser humano. É notável como o serviço tem sido necessário para os avanços da humanidade através dos séculos. Em princípio, tudo o que se faz, se constrói, se pesquisa ou inventa tem por finalidade melhorar a vida no nosso planeta. Não se pode negar que esse empreendedorismo rende benefícios individuais, como prestígio, compensação financeira, satisfação pessoal com o aprendizado ou com sua aplicabilidade.
No entanto, vale a pena mencionar que nem todos os propósitos são honrosos.
Dentro das dimensões do trabalho existe também a face do servir com gratuidade. O serviço voluntário implica fazer algo para outra pessoa sem esperar uma gratificação como forma de pagamento. Há quem, em atitude magnânima, seja capaz de servir ciente de que não receberá sequer um “muito obrigado”. Aquele que, livre e espontaneamente, se torna voluntário na execução de determinado trabalho, pelo simples propósito de fazer o bem, liberta o favorecido de qualquer forma de retribuição. Há quem acredite que esse desprendimento seja uma insanidade por ser totalmente avesso à inclinação que temos em buscar os meios para a própria sobrevivência.
Mas, quando nos fazemos servos dos outros, enchemos nosso coração com o sentimento da alegria. Aquele que está disposto a trabalhar, sem visar recompensas, tem apenas a pura alegria de proporcionar bem-estar ao próximo, sem um acréscimo a sua pessoa. É um júbilo espiritual.
Nossa Senhora demonstra a alegria de ser serva quando vai ajudar a prima Isabel e canta esse sentimento ao encontrá-la: “Minha alma glorifica o Senhor, e meu espírito exulta de alegria em Deus, meu salvador, porque Ele olhou para sua pobre serva” (Lucas 1, 46-48).
Mais tarde, Jesus faz do servir desinteressado um princípio cristão: “O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar sua vida em resgate de muitos” (Mateus 20,28).
Para não nos atermos somente aos grandes propósitos, mas também àqueles ‘pequenos grandes gestos’, temos no Evangelho de Lucas: “Mas quando deres uma ceia, convida os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos. Serás feliz porque eles não tem com que te retribuir” (Lucas 14,13-14).
Existe nessas citações bíblicas um princípio eterno, que liga o efeito da alegria à ação de servir. Esse sentimento tão prazeroso acontece também pelo serviço. Portanto, podemos buscar sempre mais preencher nossas vidas com o belo sentimento da felicidade que proporcionamos aos outros sem que estes nos tenham pedido e sem que esperemos nada em troca.
Jesus, o Mestre, com Sua Mãe, a Santíssima Virgem Maria, querem nos indicar com isso que a verdadeira alegria está dentro de nós e vem à tona quando deixamos aflorar todo o amor que podemos proporcionar aos que Deus põe em nosso caminho.
A recompensa maior certamente está no céu, mas pode ser desfrutada já aqui neste mundo. Para encontrar a felicidade, comece praticando um dom e oferecendo-o gratuitamente a quem está próximo de você. Necessidades e circunstâncias por aí não vão faltar, é só ficar atento, pois o Altíssimo quer fazê-lo feliz!

Por:Sandro Ap. Arquejada
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São Jerônimo e o Dia da Bíblia - Deus quis manifestar a sua Pessoa aos homens
Estamos no mês da Bíblia, estabelecido neste mês justamente por causa de São Jerônimo, que, com seus estudos, traduções, interpretações, comentários e escritos nos facilitou o acesso a esse grande manancial de sabedoria transmitida pelos Livros Sagrados. A Bíblia, segundo o Magistério da Igreja, contém a revelação daquilo que Deus quis manifestar e comunicar a toda a humanidade, fazendo com que todos possam participar dos bens divinos.
O Concílio Vaticano II nos diz que “pela revelação divina quis Deus manifestar e comunicar a sua pessoa e os decretos eternos da sua vontade a respeito da salvação dos homens, para os fazer participar dos bens divinos, que superam absolutamente a capacidade da inteligência humana” (cf. “Dei verbum”, capítulo I, item 6).
Com efeito, a Bíblia significa coleção de livros, embora, costuma-se referir-se a ela como um livro único, na verdade, ela é uma coletânea de livros do Antigo Testamento e do Novo Testamento, em geral escritos em hebraico para o Antigo Testamento e grego para o Novo Testamento. O hebraico era um idioma falado pelas famílias semíticas e tudo o que contém nas Sagradas Escrituras nessa língua deve-se aos chamados escribas, fruto do laborioso e lento ofício a favor do povo escolhido. Já o grego era a língua dominante na época em que houve a divulgação da doutrina e vida de Jesus Cristo; por esse fato, o Novo Testamento foi escrito nesse idioma.
Em decorrência dessas línguas, contudo, a Bíblia era inacessível aos romanos, que falavam o latim. Então, Jerônimo, educado em Roma, conhecedor do latim e grego, após uma longa doença, sentiu o chamamento de Deus para a vida religiosa e se tornou padre da Igreja Católica.
Por volta do ano 374, ele foi para a Palestina, onde estudou hebraico e a interpretação da Bíblia. Inspirado por Deus, traduziu todos os livros da Bíblia para o latim, cuja tradução denominou-se “Vulgata”, pois o latim era a língua universalmente falada na época. O trabalho executado por São Jerônimo foi imenso, pois copilou, com fidelidade e dedicação, uma infinidade de documentos no decorrer das suas longas viagens pelo Oriente, do que resultou a edição adotada oficialmente pela Igreja Católica.
A “Vulgata” foi grandemente divulgada, inicialmente por meio de manuscritos feitos pelos monges nos mosteiros e, com o advento da imprensa por Gutemberg, no século XV, teve ampla divulgação. Hoje, é o livro mais vendido do mundo. Estima-se que foram vendidos 12 milhões de exemplares na versão integral, 13 milhões de Novos Testamentos e ainda 450 milhões de brochuras com extratos dos textos originais.
Um fato histórico trouxe um trauma enorme para os seguidores de Cristo: a chamada Reforma, dividindo protestantes e católicos. Os protestantes elegeram a Bíblia, excluídos alguns livros, como única maneira de inspiração divina. Os católicos, por sua vez, admitiram-nos juntamente com a tradição da Igreja, como formas de Deus falar aos homens, sempre com a interpretação do Magistério da Igreja.
Ainda aqui nos recorda o Concílio Vaticano II: “A Sagrada Tradição, portanto, e a Sagrada Escritura relacionam-se e comunicam estritamente entre si. Com efeito, ambas derivando da mesma fonte divina, fazem como que uma coisa só e tendem ao mesmo fim. A Sagrada Escritura é a palavra de Deus enquanto foi escrita por inspiração do Espírito Santo; a Sagrada Tradição, por sua vez, transmite integralmente aos sucessores dos apóstolos a palavra de Deus confiada por Cristo Senhor e pelo Espírito Santo aos apóstolos, para que, com a luz do Espírito de verdade, a conservem, a exponham e a difundam fielmente na sua pregação; donde acontece que a Igreja não tira a sua certeza a respeito de todas as coisas reveladas só da Sagrada Escritura. Por isso, ambas devem ser recebidas e veneradas com igual afeto e piedade” (cf. ("Dei verbum" – cap. II, item 9).
A Igreja sempre teve nos Livros Sagrados uma das fontes de inspiração e vida. Uma coisa, porém, é certa: após a invenção da imprensa, e agora com a versão da Bíblia nas línguas faladas em todo o mundo, ela é, na verdade, o livro mais divulgado e, hoje, fonte de inspiração para toda a humanidade.
E todo o manancial constituído pelas Escrituras Sagradas, portanto, devemos ao trabalho dedicado e persistente do grande exegeta, escritor e santo, São Jerônimo, o qual a Igreja o festeja no dia 30 de setembro, mês da Bíblia.
Ao concluir esta reflexão, faço-o com os versículos 103 a 105 do Salmo 119: “Como são doces ao meu paladar tuas promessas; mais que o mel para minha boca. Dos teus preceitos recebo inteligência, por isso odeio todo caminho falso. Lâmpada para meus passos é tua palavra e luz no meu caminho.”

Por:Dom Orani João Tempesta

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h45
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ESTA FORMAÇÃO QUE ESTÁ ABAIXO SOBRE A SANTA MISSA TEM O INTUITO DE LEVAR AS PESSOAS A CONHECEREM MAIS PROFUNDAMENTE O VALOR DA SANTA MISSA.

 

:: Postado por Régis Cristoativado às 12h55
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A Santa Missa, ou Celebração Eucarística, é um ato solene com que os católicos celebram o sacrifício de Jesus Cristo na cruz, recordando a Última Ceia.

A nossa refeição sempre reúne em torno da mesa pessoas que se querem bem - é um momento de partilha, de confraternização, de amizade.

Há dois mil anos também era assim. E foi uma ceia que Jesus escolheu para reunir Seus apóstolos durante a Páscoa do ano de Sua morte. Com certeza Jesus queria um ambiente de confraternização e cordialidade para esse encontro que, só Ele sabia, seria o último a reunir o grupo todo.

Normalmente, aquela ceia seguiria o ritual das ceias cultuais judaicas. No início o hospedeiro tomava um pedaço de pão, erguia um palmo acima da mesa e dizia uma breve oração antes de dividir o pão com todos. E na Páscoa, para assegurar as graças divinas, a ceia incluía o sacrifício de um cordeiro.

Mas, dessa vez, no início Jesus tomou o pão, partiu e, no lugar da oração convencional, disse “Tomai, comei. Isto é o Meu Corpo que será entregue por vós”.

Pronunciando aquelas palavras, Jesus Se colocava no lugar do cordeiro sacrificado habitualmente e os pedaços do pão que distribuía eram o Seu corpo - que brevemente, pelo sacrifício na cruz, seria entregue para a salvação de toda a  humanidade.

No fim da ceia Jesus tomou o cálice de vinho e o abençoou dizendo “Bebei dele todos; porque isto é o meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado em favor de muitos para remissão de pecados”.

Ao dizer Nova Aliança (o mesmo que Novo Testamento), Jesus quis demonstrar que não valia mais a Antiga Aliança (ou Antigo Testamento) pela qual Deus havia escolhido apenas Israel para ser o Seu povo. A Nova Aliança estabelecia uma nova relação entre Deus e os homens. Com ela, não apenas Israel mas todos os povos seriam chamados a ser filhos de Deus.

E, para deixar esta mudança marcada no coração dos homens de uma forma especial, Jesus terminou dizendo “Fazei isto em memória de mim”.

Assim foi instituído o sacramento da Eucaristia, que é o ritual central da Missa e a memória da paixão de Cristo. Nesse ritual, através da comunhão mostramos nossa gratidão por poder partilhar a presença do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Oritual da Missa justamente revive todos os momentos daquela memorável refeição com o mesmo sentido de fraternidade. São quatro partes ou momentos bem distintos.

A primeira parte da Missa, os Ritos Iniciais, marca a chegada e a reunião de todos os convidados em torno da mesa.

Segue-se uma animada conversa entre amigos que se encontram: é a segunda parte, a Liturgia da Palavra, o alimento espiritual, a palavra de Deus - a Boa Nova que Jesus sempre pregava.

A terceira parte é o momento central de toda ceia - todos vão alimentar-se. É a Liturgia Eucarística, o coração da Missa. Ela revive o mistério pascal de Cristo, isto é, Sua morte e ressurreição.

Com a consagração feita sobre o altar, a hóstia adquire as propriedades do corpo de Jesus. E como fizeram os apóstolos naquela ceia, os fiéis também tomam seu alimento sólido (o pão, agora em forma de hóstia), e podem tomar o vinho, seu alimento líquido (em muitas ocasiões o celebrante imerge a hóstia no cálice de vinho antes de oferecê-la ao fiel).

A Eucaristia recorda esse momento de comunhão. Na Eucaristia os fiéis ressurgem com Cristo para uma nova existência.

Encerrando a Ceia, a bênção e a despedida dos Ritos Finais têm o mesmo sentido da bênção dada por Jesus a seus discípulos após Sua ressurreição: nesse momento Jesus os enviava para apregoar pelo mundo a palavra de Deus.



A Missa é apenas isso. Ou tudo isso. Veja agora em detalhes como se desenrola cada parte dessa cerimônia tão rica em significados:

-Ritos Iniciais
-Liturgia da Palavra
-Liturgia Eucarística
-Ritos Finais


A primeira parte da Missa também é chamada “Missa dos Catecúmenos” (ou seja, Missa das pessoas que ainda estão sendo preparadas para receber o batismo).
 
Os Ritos Iniciais são uma introdução para a Missa que vai ser celebrada. O objetivo é fazer com que os fiéis se preparem para comungar idéias e sentimentos.
 
Aqui se inicia uma dupla comunhão: uma comunhão com Deus e uma comunhão com os demais membros da comunidade.
 
Os ritos iniciais são:
» Antífona da Entrada
» Saudação
» Ato Penitencial
» Senhor
» Glória
» Oração do Dia
 
A Missa começa com a assembléia, de pé, saudando a chegada do celebrante e dos ministros com o Canto de Entrada, o primeiro dos três cânticos tradicionais na liturgia (os outros dois cânticos tradicionais são o Senhor e o Glória).
 
Chegando ao presbitério, o celebrante e os ministros saúdam o altar e todos fazem o sinal da cruz. É importante notar que a assembléia não se reúne em seu próprio nome, mas em nome da Santíssima Trindade. Fazer o sinal da cruz significa dizer “Nós nos reunimos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.
 
Depois da saudação, é usual o celebrante dizer algumas palavras sobre a Missa do dia.
 
Em seguida, o celebrante convida os fiéis a uma confissão geral e conclui com a absolvição. Aqui não se trata de uma confissão regular, mas apenas de uma forma de os fiéis tomarem consciência de sua condição de pecadores. Na medida em que a pessoa reconhece sua pequenez, sua condição de pecador, Deus pode vir-lhe ao encontro com Sua graça.
 
Este reconhecimento pode ser feito por uma oração (“eu pecador, me confesso...”) pela leitura de versículos bíblicos (“Tende compaixão de nós, Senhor”) ou por uma ladainha.
 
"Senhor”, a ladainha que vem em seguida, é o segundo cântico
tradicional na liturgia. A designação “Senhor” é uma redução de “Senhor, tende piedade”, que em grego se diz Kyrie eleison. Por
isso esta parte da Missa também é chamada de Kyrie.
 
Nesta ladainha “Senhor, tende piedade de nós”, os fiéis aclamam o Senhor e imploram Sua misericórdia.
 
Nos domingos fora do Advento e da Quaresma, em solenidades, em festas e celebrações mais solenes os ritos iniciais incluem o Glória, hino cantado ou recitado por todos.
 
O Glória é uma espécie de salmo composto pela Igreja e representa um solene ato de louvor ao Pai e ao Filho.
 
O celebrante diz “Oremos” e faz um minuto de silêncio para que todos sintam bem a presença de Deus e formulem interiormente seus pedidos.
 
O rito de entrada se encerra com a Oração do Dia, ou Coleta, que consiste numa súplica coletiva (daí o nome Coleta) a Deus Pai, por Cristo, no Espírito Santo.
 
A Oração do Dia tem sempre três elementos: a invocação dirigida a Deus, um pedido que se faz e a finalidade do pedido.
 
Durante as refeições as pessoas conversam, relatam acontecimentos. Toda conversa é sempre um enriquecimento espiritual, e na Missa também é assim. A Liturgia da Palavra é o alimento espiritual nesta ceia que a Missa reproduz. É a catequese, o ensinamento dos mistérios que são o fundamento da fé.
 
Na Missa os fiéis vão participar da Eucaristia, instituída por Jesus há 2.000 anos. Por isso, se a gente entender o que Jesus e os apóstolos pensavam naquele momento fica mais fácil entender os motivos que levaram Jesus ao sacrifício na cruz. É isso que as leituras procuram fazer.

:: Postado por Régis Cristoativado às 12h52
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Os atos da Liturgia da Palavra são:
» Primeira Leitura
» Salmo Responsorial
» Segunda Leitura
» Aclamação ao Evangelho
» Evangelho
» Homilia
» Profissão de Fé
» Oração Universal

Os fiéis sentam-se para ouvir primeiro a Palavra de Deus revelada pela Primeira Leitura, que é a leitura de um trecho do Antigo Testamento e que, nos dias de semana, pode ser também um trecho das Epístolas dos apóstolos ou do Apocalipse (No tempo Pascal a leitura é dos Atos dos Apóstolos). Esses escritos ajudam a compreender melhor a missão e os ensinamentos de Jesus, que o Novo Testamento nos apresenta.

Os fiéis declaram aceitar a Palavra que acabaram de ouvir dizendo em seguida o Salmo Responsorial.

A Segunda Leitura é reservada para os domingos e dias festivos da Igreja. Esta leitura é feita das Epístolas ou dos Atos dos Apóstolos, ou do Apocalipse.

A Segunda Leitura procura ter sempre alguma relação com o texto da Primeira, tornando mais fácil compreender a mensagem apresentada.

Terminada a Segunda Leitura, os fiéis levantam-se para aclamar “Aleluia!”. Chegou um momento muito importante e de grande alegria: eles irão ouvir a Palavra de Deus transmitida por Jesus Cristo. É a leitura do Evangelho.


O Evangelho é, de fato, o ponto alto da Liturgia da Palavra. Jesus está presente através da Sua Palavra, como vai estar presente também depois, no pão e no vinho consagrados.

Completou-se a leitura dos textos bíblicos (as Leituras e o Evangelho). O celebrante explica, então, com suas próprias palavras os fatos narrados nos textos.
Esta interpretação é a homilia, uma pregação pela qual ele traduz e aplica a Palavra de Deus aos nossos dias.

A homilia é obrigatória aos domingos e nas festas de preceito, e recomendável nos demais dias.

Depois de ouvir a Palavra de Deus, de novo de pé os fiéis fazem uma declaração pública de que acreditam nas verdades ensinadas por Jesus. Isto é, reafirmam que estão, todos, unidos pela mesma crença num só Deus, o Deus que lhes foi revelado por Jesus.

Essa declaração é o Credo: “Creio em Deus Pai...”

Os fiéis reafirmaram sua crença. Então se dirigem em conjunto a Deus dizendo de seus anseios, necessidades e esperanças através da oração dos Fiéis ou oração Universal que o celebrante recita e onde, a cada pedido, os fiéis suplicam “Senhor, escutai a nossa prece!”.

É quando se pede pela Igreja, pelos que sofrem, pelas necessidades do país, pelas necessidades da comunidade onde se realiza a Missa etc.

A celebração eucarística é o supremo e mais belo ritual da Missa, reproduzindo com delicadeza o acontecimento central da Última Ceia, quando Jesus instituiu a Eucaristia.

A Missa recorda este momento com o Ofertório, a Oração Eucarística e a Comunhão.

Os atos da Liturgia Eucarística são:
» Preparação das Oferendas
» Oração sobre as Oferendas
 
» Oração Eucarística
    Prefácio
    Santo
    Oração Eucarística

» Ritos da Comunhão
    Pai Nosso
    Abraço da Paz
    Fração do Pão
    Agnus Dei
    Comunhão

Jesus é a Vítima do Sacrifício que se vai realizar sobre o altar. Ali são preparados para o Sacrifício o pão e o vinho, que depois de consagrados se transformam no Corpo e no Sangue de Jesus. Durante a preparação os fiéis permanecem sentados.

O celebrante vai para a frente do altar e recebe as ofertas trazidas em procissão. Pão e vinho e outras ofertas, frutos do trabalho do homem, são apresentados ao altar simbolizando o oferecimento que os fiéis fazem a Deus de suas vidas, cheios de gratidão por todas as graças recebidas. (Por isso esta parte da Missa também é conhecida como Ofertório.)

Entregues as oferendas, de novo de pé os fiéis atendem à convocação do celebrante (“Orai, irmãos e irmãs...”) e pedem a Deus que aceite o sacrifício que elas representam: “Receba o Senhor por tuas mãos (as mãos do celebrante) este sacrifício para glória do Seu nome...”

O acólito derrama um pouco de água sobre os dedos do celebrante enquanto este diz em voz baixa a oração do Lavabo: “Lavai-me, Senhor, da minha iniquidade e purificai-me do meu pecado”.

Em seguida, o celebrante toma as oferendas - pão e vinho - e as oferece a Deus (“Acolhei, ó Deus, as preces dos vossos fiéis...”).

Chegamos à Oração Eucarística, o ritual central da Missa. É o momento em que Deus vai atender a súplica dos fiéis e santificar as oferendas transformando o pão e o vinho no Corpo e no Sangue de Jesus. O celebrante lembra que agora, mais do que nunca, o pensamento de todos deve estar voltado para o Senhor e por isso trava com os fiéis este diálogo:

- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
- Corações ao alto.
- O nosso coração está em Deus.
- Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
- É nosso dever e nossa salvação.

O ritual prossegue com a recitação do Prefácio pelo celebrante. O Prefácio é um verdadeiro hino de ação de graças, um grito de alegria por havermos tido a suprema graça de receber Jesus, nosso Senhor e dom do Pai, que Se sacrificou para nos salvar.

Em nome da assembléia, o celebrante glorifica a Deus e Lhe rende graças por toda a obra da salvação (ou por um de seus aspectos, de acordo com o dia, a festa ou o tempo). De certa forma, o Prefácio anuncia o conteúdo da Oração Eucarística.

Ao Prefácio segue-se a oração “Santo”, pela qual a assembléia proclama a santidade e grandeza de Deus. No início da oração, repetindo “Santo” três vezes os fiéis reconhecem a existência de Deus nas pessoas do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Agora estamos todos preparados para o momento da Consagração.

Os fiéis se ajoelham, o celebrante estende as mãos sobre o pão e o vinho e pede ao Espírito Santo que os transforme no Corpo e no Sangue de Jesus (“Santificai, pois, estas oferendas...”).

O momento da Consagração é descritivo da Última Ceia. O celebrante relembra e repete os mesmos gestos de Jesus, obedecendo à Sua ordem (“Fazei isto em memória de mim”).

Ergue a hóstia oferecendo-a à consagração. Em seguida ergue o cálice oferecendo o vinho igualmente à consagração.

Acontece a transubstanciação. Pão e vinho adquirem as propriedades do Corpo e do Sangue de Jesus.

A Eucaristia é o Sacramento da presença de Jesus ressuscitado. A assembléia, de pé, reconhece isso dizendo “Toda vez que comemos deste pão e bebemos deste cálice anunciamos, Senhor, a Vossa morte e proclamamos a Vossa ressurreição”.

O celebrante ainda ora pela Igreja Católica e pelas necessidades dela e termina esta parte, elevando o pão e o vinho num gesto de oferenda, com uma oração que resume todo o louvor da Oração Eucarística: "Por Cristo, com Cristo, em Cristo, toda honra e toda glória...".

Os fiéis se preparam para receber a comunhão, ou seja, se preparam para receber o Corpo de Cristo e, com esse gesto, comungar, partilhar dos mesmos sentimentos de amor e entrega a Deus que Jesus teve quando Se sacrificou por nós. E não pode haver comunhão com Cristo sem haver antes a comunhão entre irmãos.

Todos rezam, então, o Pai Nosso. E rezam com Jesus, falando com Deus pela boca de Seu Filho. Através desta oração, os membros da grande família presente à celebração reconhecem novamente a Deus como Pai e suplicam a graça de poderem viver como verdadeiros filhos e amarem-se como verdadeiros irmãos em Cristo.

Paz é fruto da justiça. Paz é fruto da igualdade. Paz é tão necessária quanto o ar que respiramos. Quando quis dar aos Apóstolos o melhor de Si, Jesus lhes disse “Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz”.

O celebrante recorda esse momento e ora pedindo a Jesus que nos dê a mesma paz que Ele ofereceu aos Apóstolos. Os fiéis respondem “Amém”, e com isto fazem suas as palavras do celebrante.

Os fiéis, que disseram a Jesus que querem viver na Paz de Deus, demonstram esta disposição com o abraço da paz.

Eles se cumprimentam com um abraço ou um aperto de mão e um sorriso de cumplicidade e amizade. Afinal, estão todos à mesma mesa e vão tomar, juntos, a mesma Refeição. E só podem entrar em comunhão com Cristo e com Deus se estiverem em paz e em comunhão uns com os outros.

Agora o celebrante se prepara para distribuir os alimentos consagrados. Parte a grande hóstia sobre a patena e coloca uma parte no cálice com vinho consagrado.

A fração do pão significa que todos os fiéis vão participar no mesmo Alimento e o gesto de colocar parte da hóstia no cálice simboliza a união do pão e do vinho consagrados: uma vez consagrados, o pão e o vinho formam uma unidade, o Corpo vivo de Cristo, e recordam o mistério da ressurreição.

Antes de receber a comunhão, entretanto, os fiéis fazem ainda uma última confissão de humildade na oração do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo...”).

O celebrante comunga o Corpo de Cristo. Depois comunga o Sangue de Cristo. Em seguida distribui aos fiéis a hóstia consagrada.

Em ocasiões especiais, ou em pequenas comunidades, a Comunhão pode ser feita sob as duas formas, isto é, o sacerdote mergulha a hóstia no vinho antes de oferecê-la ao comungante.

Este é o momento da grande comunhão dos fiéis com Deus, dos fiéis com Cristo, dos fiéis entre si. Os que comem do mesmo Pão passam a formar um só corpo com Cristo e devem ter a mesma disposição que Ele teve em fazer a vontade do Pai: fazer do mundo um reinado de justiça e paz como preparação para a vida eterna.

Ao receber a comunhão o fiel responde “Amém”, confirmando sua fé em Cristo presente na Eucaristia e confirmando que, em Cristo, recebe a todos em sua vida e se compromete a doar-se a seus irmãos.

Finda a comunhão, enquanto se faz a purificação do cálice e da patena, os fiéis permanecem sentados e o celebrante reza em silêncio. Após um momento de fundo recolhimento, pede a Deus em nome de todos que faça frutificar a eucaristia que os uniu, renovando humildemente o pedido de poder participar plenamente da vida cristã.

Os ritos finais encerram a assembléia mas não encerram o envolvimento espiritual dos fiéis com a
sua Igreja. Abençoados por Deus, eles partem com a missão de viver a fé cristã na prática diária.

A Missa se encerra com a Bênção Final, um Canto Final e a exortação da Despedida.

Todos de pé, o celebrante ergue a mão e marca os fiéis com o sinal da cruz pedindo para eles a bênção do Pai, do Filho e do Espírito Santo – e a comunidade expressa sua alegria cantando uma vez mais.

Por fim, a assembléia é despedida.

Nas missas celebradas em latim, o celebrante diz “Ite missa est”, o que significa algo como “Essa é a missão (a ser cumprida)”. Nas missas em português, o celebrante conclui dizendo “Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe”, com o mesmo sentido de liberar a assembléia para cumprir a missão que recebeu de levar aos povos a palavra de Deus.

Os convidados à casa do Senhor saem de coração leve. Não vêem sua presença na Missa como o cumprimento de um dever - sentem-se felizes e distinguidos porque Deus lhes permitiu participar da Sua refeição.

A Missa oferece um enriquecimento do espírito cristão que os fiéis devem continuar vivendo em casa, no trabalho, no lazer.

Os fiéis levam para o seio de suas famílias a vivência da Missa e contribuem para a Missa celebrando a família, que é o alicerce da sua Igreja.
 
__________
Espero que com está formação eu tenho ajudado um pouco a entenderem o valor da Santa Missa. 
 
FONTES QUE USEI:
http://www.ahoradamissa.com/
http://rosariopermanente.leiame.net/catequese/missa.php
http://www.sinaisdostempos.org/missa/index.html
http://www.npdbrasil.com.br/religiao/rel_missacom.htm
http://www.santamissa.com.br

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Evangelho (Lucas 9,43b-45) (SABADO - 26/09/2009)
Naquele tempo, todos estavam admirados com todas as coisas que Jesus fazia. Então Jesus disse a seus discípulos: “Prestai bem atenção às palavras que vou dizer: O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens”.

Mas os discípulos não compreenderam o que Jesus dizia. O sentido lhes ficava escondido, de modo que não podiam entender; e eles tinham medo de fazer perguntas sobre o assunto.
Palavra da Salvação.

:: Postado por Régis Cristoativado às 12h35
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MP3: Tua Palavra é vida
VIDEO: Dicas para nosso estudo biblico - Fontes que auxiliam no estudo da palavra
Blog da Salette Ferreira vence o 1º Prêmio Blogbooks

Evangelho (Lucas 8,1-3)
Naquele tempo, Jesus andava por cidades e povoados, pregando e anunciando a Boa Nova do Reino de Deus. Os doze iam com ele; e também algumas mulheres que haviam sido curadas de maus espíritos e doenças: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios; Joana, mulher de Cuza, alto funcionário de Herodes; Susana, e várias outras mulheres que ajudavam a Jesus e aos discípulos com os bens que possuíam.
- Palavra da Salvação.
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A confissão traz alegria ao coração

Eu quero convidar você para abrir a Palavra de Deus em:
Salmo 32,1-11.
Muitas vezes, fazemos coisas na hora da raiva e não medimos as consequências desse ato; e depois que esse sentimento passa nos arrependemos.
Com o nosso coração culpado, vem alguém e diz: “Estou cancelando a sua culpa; estou perdoando o seu pecado”. Isso nos traz felicidade, porque é feliz o homem que foi perdoado.
A culpa e o remorso são como um verme corroendo-nos por dentro. Aquele que se sente culpado não tem paz, mas o que foi perdoado a tem.
“Enquanto me conservei calado, mirraram-se-me os ossos, entre contínuos gemidos” (Salmo 31(32), 3). Negar a morte não faz com que esta não exista, assim como tem gente que nega que o diabo existe, porque tem muito medo dele. Mas afirmar a não existência dele vai fazê-lo deixar de existir. Pecamos? Não adianta fugir ou negar!
Enquanto não enfrentamos o mal que nos consome, não conseguimos ficar na presença de Deus. Por isso existem pessoas que não suportam nem mesmo ouvir um “graças a Deus”.
Se enfrentamos o pecado, podemos nos beneficiar da presença de Deus, do Seu carinho e do Seu amor. (“A palavra ainda me não chegou à língua, e já, Senhor, a conheceis toda” (Salmo 138 (139),4). Nós mal acabamos de nos confessar e o Senhor já nos perdoou. No momento em que nos voltamos arrependidos e nos confessamos, o Altíssimo, nessa mesma hora, pede a Jesus que derrame o Seu Espírito Santo sobre nós.
O Senhor nos diz, nesta manhã, que Ele não nos força a nada, porque Ele não quer uma obediência obrigada, Ele quer o nosso coração. A confissão só vale se nascer do coração sincero.
Os primeiros padres da Igreja chamavam o sacramento da confissão de “batismo laborioso”, um batismo do qual nós participamos. A confissão é tão importante quanto o batismo de regeneração.
A graça envolve quem confia no Senhor; e os que confiam revivem com Cristo.
A alegria vem por esta razão: Não há pecado e não existe ninguém, por maior que seja o seu pecado, que não seja perdoado!
A graça envolve aqueles que confiam em Deus. Você confia n'Ele? Então tenha paz porque a graça divina está envolvendo você nesta hora.
Abra o coração para a misericórdia que Jesus quer dar a você.


Márcio Mendes - Comunidade Canção Nova

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Coração de Jesus, uma porta aberta - Refúgio e abrigo para todos os pecadores.

“Chegando, porém, a vez de Jesus, como o vissem já morto, não lhe quebraram as pernas, mas um dos soldados abriu-lhe o lado com uma lança e, imediatamente, saiu sangue e água” (João 19, 33-34).
Jesus foi transpassado quando já estava morto. Seu Corpo estava frio e rígido. Diferente de um corpo que está vivo. Tocando nosso corpo percebemos o calor que dele sai e que não está rígido. Quando se corta um cadáver ele não volta a “colar-se”. Os cortes “não fecham”. O que foi aberto, assim fica. Se são forçadas, as partes até se encostam, mas não “colam” mais. Cadáver aberto fica aberto para sempre.
Jesus quis que Seu Coração fosse aberto, justamente, depois que Ele estava morto. Assim não poderia fechar-se mais. Depois de transpassado pela lança continuou e continuará para sempre aberto. É uma porta aberta. Casa com porta aberta é como se não tivesse porta. Quem quiser entra e sai na hora que bem entender. Casa com porta aberta passa a ser casa de todos, indistintamente.
Qualquer pessoa pode ir a uma praia. São tantas! A praia é uma “porta aberta”. Vai quem quer e quando quer. Assim também é o Coração de Jesus: praia de todos. Está aberto para todos, indistintamente. Porta aberta que nunca mais se fechou. Refúgio e abrigo para todos os pecadores.
Nossa sociedade, a cada dia, ergue muros mais altos e reforça a segurança para que não entrem “pessoas de má índole”. Jesus adotou outra “política”: “Quando eu for levantado da terra, atraírei todos os homens a mim” (João 12, 32). E disse mais “Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores” (Mateus 9,13).
Que bom que esta é a “estratégia” de Jesus Cristo: “Olharão para aquele que transpassaram” (cf. João 19, 37). Ele nos manda olhar para o Transpassado. No perigo, na chuva, na agonia, na aflição, no desespero… que bom encontrar uma porta aberta. Melhor ainda: a porta de um Amigo. Ainda melhor se a porta é a do Coração do próprio Deus, que morreu na cruz por todos nós.
“Aproximemo-nos, pois, confiadamente do trono da graça, a fim de alcançar misericórdia e achar a graça de um auxílio oportuno” (Hebreus 4, 16). Entremos como miseráveis pecadores nesta casa e sairemos de lá com a graça de termos cada dia mais um coração semelhante ao de Jesus. Quem entra e permanece nessa casa, certamente tem seu coração curado e renova as suas forças para amar sempre mais intensa e efetivamente aos irmãos.
Coragem, adentremos! A porta está aberta. O Dono está nos convidando e atraindo!

Padre Alir Sanagiotto, SCJ

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Missa não é show!

“O canto e a música desempenham sua função de sinais de maneira tanto mais significativa por ‘estarem intimamente ligados à ação litúrgica’, segundo três critérios principais: a beleza expressiva da oração, a participação unânime da assembléia nos momentos previstos e o caráter solene da celebração. Participam assim da finalidade das palavras e das ações litúrgicas: a glória de Deus e a santificação dos fiéis” (Catecismo da Igreja Católica, n. 1157).
Não pretendo fazer aqui um tratado de liturgia, apenas darei algumas dicas sobre a postura do ministério de música em animações litúrgicas, especialmente nas Celebrações Eucarísticas.
Na Santa Missa, o presidente é o sacerdote; portanto, antes de toda e qualquer celebração, converse com o padre e exponha o que o ministério preparou em unidade com a equipe de liturgia.
Sei de toda a complexidade e até das diferentes interpretações sobre a liturgia que alguns padres dão; em todo o caso, vale a máxima: “Quem obedece não peca”. Portanto, consulte-o e obedeça-lhe.
Se você tiver conhecimento o bastante sobre o assunto e abertura com o sacerdote, poderá defender sua opinião; o diálogo nos faz crescer. Mas converse em outro momento, não poucos minutos antes do início da celebração.
Na Celebração Eucarística, a música deve contribuir para o engrandecimento e a profundidade dos momentos litúrgicos; por isso, cada canção precisa se encaixar com o momento certo e acompanhar os tempos litúrgicos.
Santa Missa não é show! Não chame a atenção do povo para si ou para seu grupo musical. Na Eucaristia, Jesus é o centro. Não desvie a atenção das pessoas com “caras e bocas” durante a interpretação de uma música, nem na execução de um solo instrumental. Tampouco converse durante a Celebração Eucarística, escolha antecipadamente as músicas e seus respectivos tons. Se houver extrema necessidade de algum diálogo, faça-o da forma mais discreta possível. Nada mais desagradável do que um ministério se entreolhando com ar desesperado, de: “Qual a próxima música?” ou “Qual o tom?”.
Não use, durante a Missa, roupas com cores fortes ou estampadas, a não ser que você seja convocado de surpresa e não tenha condições de se trocar. Também não use, de jeito nenhum, roupas sem mangas, decotadas, transparentes ou bermudas durante a Celebração Eucarística.
Escolha os cânticos de acordo com as leituras e o tempo litúrgico. Não se pode cantar os “hits”, a não ser que se encaixem com o tema da celebração.
Peça aos músicos que toquem de forma harmônica e com um volume que favoreça a oração. Já vi muitas vezes sacerdotes e ate bispos serem “martirizados” pelo alto volume dos instrumentos, inclusive da bateria, montados a menos de um metro de seus ouvidos, em palcos pequenos.
Não use a harmonia mais complicada que você sabe tocar. Nas celebrações, precisamos ajudar o povo a rezar as canções. Acordes muito dissonantes não são os mais indicados nessas ocasiões. Cuidado para não fazer das Missas uma “válvula de escape” para seu desejo de tocar no “Free Jazz Festival” ou no barzinho mais “out” de sua cidade.
Ensaie com os fiéis antes da Missa. Ensine-lhes os cânticos novos e motive-os a rezar com eles.
Algumas fórmulas da Santa Missa, como o “Cordeiro de Deus”, não podem ser modificadas. Estude liturgia! Em liturgia não dá para improvisar.
Não queira ser um ministro de música “garçom”, que apenas serve aos outros o banquete. Participe ativamente de cada momento da Celebração, sente-se à mesa. Você também é um “feliz convidado para a Ceia do Senhor”.
Se você é animador de música na liturgia, não multiplique as palavras. Não queira fazer uma homilia a cada música, nem queira roubar o papel do comentarista.

Luiz Carvalho - Fundador da Comunidade Recado
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Tua palavra é de vida eterna

A Bíblia é como nossos amigos que, ao nos verem tristes, nos despertam e nos dão força. A Palavra do Senhor no dia de hoje está voltada para mim e para você – desafiando-nos a viver essa experiência. Só o Pai tem palavras de vida eterna para nós.
Não existe felicidade sem Deus, por isso, muitas pessoas vivem deprimidas atualmente: pensam que as coisas do mundo vão realizá-las. Não é uma coisa que nos realiza; é Alguém. Abra a sua Bíblia no Evangelho de São João 6, 25-33; 34-35; 60-69:
“E, achando-O no outro lado do mar, disseram-lhe: Rabi, quando chegaste aqui? Jesus respondeu-lhes, e disse: Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque a este o Pai, Deus, o selou. Disseram-lhe, pois: Que faremos para executarmos as obras de Deus? Jesus respondeu, e disse-lhes: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou.

Disseram-lhe, pois: Senhor, dá-nos sempre desse pão. E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede. Ele disse estas coisas na sinagoga, ensinando em Cafarnaum.
Muitos, pois, dos seus discípulos, ouvindo isto, disseram: Duro é este discurso; quem o pode ouvir? Sabendo, pois, Jesus em si mesmo que os seus discípulos murmuravam disto, disse-lhes: Isto escandaliza-vos? Que seria, pois, se vísseis subir o Filho do homem para onde primeiro estava? O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos disse são espírito e vida. Mas há alguns de vós que não crêem. Porque bem sabia Jesus, desde o princípio, quem eram os que não criam, e quem era o que o havia de entregar. E dizia: Por isso eu vos disse que ninguém pode vir a mim, se por meu Pai não lhe for concedido. Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele. Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos? Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. E nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivente”.
"Quando ficamos apegados às coisas deste mundo, não conseguimos nos libertar para experimentar as coisas de Deus"
Você que viaja muito, sabe como é ruim passar a hora de fazer as coisas: passar a hora de comer, de ir ao banheiro... Nesta Palavra, Jesus não tinha comida para dar as pessoas, a pregação demorou e não havia o que comer. A viagem daquelas pessoas era demorada.
Então, o Senhor disse para os discípulos confiarem n'Ele, porque quando, aparentemente, nós não vemos solução para os problemas, Ele a vê! Não vá trabalhar simplesmente pelo pão que perece, busque aquilo que vai levar você para a vida eterna. Todo o mundo tem os seus apegos: títulos, emprego, fama, dinheiro... Muitas pessoas perdem a vida, mas não perde o patrimônio que têm.
Quando ficamos apegados às coisas deste mundo, não conseguimos nos libertar para experimentar as coisas de Deus. Nós todos precisamos das coisas desta terra, mas só seremos felizes com as coisas do céu. A nossa felicidade não está nas superficialidades do mundo!
Confiar em Deus nos faz experimentar o inesperado. Confie no Senhor nas suas dificuldades e deixe-O provar-lhe, como o fez com os discípulos, que Ele é maior que tudo e que pode resolver os seus problemas.
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Sua vida precisa ser uma evangelização

Meus irmãos, está na hora de acordarmos e darmos tudo de nós. Comece onde puder começar; e se você ainda não tem o aprendizado de como levar o Evangelho, fale daquilo que você é hoje, daquilo que você conseguiu; a vida fala mais que mil palavras.
São Paulo fala: “Irmãos: Cristo vai ser glorificado no meu corpo, seja pela minha vida, seja pela minha morte. Pois, para mim, o viver é Cristo e o morrer é lucro” (Filipenses 1,20c-24.27a). O grande apóstolo não deixou ninguém se perder. E ainda diz que só uma coisa importa: viver à altura do Evangelho de Cristo.
Diga ao Senhor: “Senhor, é isso que eu quero ser pela Sua graça. Amém!”
Deus o abençoe!

Seu irmão, Monsenhor Jonas Abib

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h30
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Receita para vencer a tentação

“Sede sóbrios e vigilantes. O vosso adversário, o diabo, anda em derredor como um leão que ruge, procurando a quem devorar” (I Pedro 5, 8). A tentação está presente no nosso dia desde a hora que acordamos, até o momento que dormirmos. Como vencer esse mal?

Leia neste texto, de Frei Josué Pereira dos Santos, ministeriado em Cura e Libertação, uma receita para combater a tentação:

“Não podemos perder tempo, não podemos brincar de servir a Deus. O inimigo investe em nós porque sabe que o tempo é breve. É hora de decisão, de tomar postura. Tem um filme que se chama 'Tropa de Elite', e eu digo que o pequeno povo que resta é chamado a ser da tropa de elite, por isso, precisamos ser provados, e decididos em seguir a Deus.

Busque milagres, cura, mas, primeiramente, a vontade do Senhor para a sua vida. O Espírito Santo conduziu Jesus ao deserto e também nos conduz a ele. São nas noites escuras que encontramos com o Pai. Faça jejum para você ter força espiritual. É tempo de oração, de jejum, de penitência. Deus não quer nos dar mais leite, mas, sim, alimento sólido.

Confie no Senhor! Não queira ensinar Deus a ser de Deus. Se Ele conduz você pelo deserto, se submeta ao Espírito Santo; ore e jejue, porque assim o inimigo não terá vez em sua vida. Não desanime, o Senhor está contigo.

Quando Jesus teve fome o diabo estava ali, querendo colocar meias-verdades para Ele. É preciso aprender que há dificuldades, e é preciso dar responsabilidades. A vida não é feita só de coisas boas e agradáveis, há provações, e precisamos ser firmes para bem viver o tempo de dor.

O jejum e a penitência nos ajudam a dominar o corpo, pois se não o dominamos facilmente vamos dar brecha ao inimigo. Precisamos orar e vigiar a todo momento, para que não sejamos instrumentos de tentação do inimigo”.
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Exaltação à Santa Cruz - A cruz tornou-se motivo de glória

A Festa da Exaltação da Santa Cruz é celebrada no dia 14 de setembro, recordando a doação definitiva de Jesus Cristo. A Cruz de Jesus é um mistério de Deus desde toda a eternidade e já foi manifestada a nós. A cruz, antes de tudo, é uma manifestação de amor, o grande mistério do derramamento do Espírito Santo. Quando o fiel olha para a Cruz de Cristo, ele vê o sacrifício. Não compare sacrifício com tristeza; o sacrifício é reflexo de Cristo.

A Festa da Exaltação da Santa Cruz é a Festa da Exaltação do Cristo vencedor. Para nós cristãos, o lenho sagrado é o maior símbolo de nossa fé. Quando somos apresentados à comunidade cristã, na cerimônia batismal, o primeiro sinal de acolhida é o sinal da cruz traçado em nossa fronte pelo ministro, pais e padrinhos, sinalando-nos para sempre com Cristo.

Celebrando a Festa da Santa Cruz, juntamente com o Crucificado somos elevados para o alto. Tão grande é o valor do madeiro sagrado, que quem o possui, possui um tesouro. Eu chamo-o justamente de tesouro, porque é, na verdade, de nome e de fato, o mais precioso de todos os bens. Nele está a plenitude da nossa salvação e por ele regressamos à dignidade original.

Foi na Cruz que Jesus Cristo ofereceu ao Pai o Seu Sacrifício. Por isso, é justo que veneremos o sinal e o instrumento da nossa libertação. Objeto de desprezo, patíbulo de infâmia, até o momento em que Jesus, obediente até a morte, nela foi suspenso. A Cruz tornou-se, desde então, motivo de glória, pólo de atração para todos os homens.

Ao celebrarmos essa festa, nós queremos proclamar que é da Cruz, sinal do amor universal de Deus, fonte de toda a graça (N.A., 4) que deriva toda a vida de Igreja. Queremos também manifestar o nosso desejo de colaborar com Cristo na salvação dos homens, aceitando a Cruz, que a carne e o mundo fizeram pesar sobre nós (G.S. 38).

A lenho sagrado não é uma divindade, um ídolo, feito de madeira, barro, bronze, mas ele é para nós santo e sagrado, porque dele pendeu o Salvador do mundo. Ele é o símbolo universal do cristão. Com orgulho e devoção ele é a nossa marca, o sinal de nossa identidade, vocação e missão. Traçando o sinal da cruz em nossa fronte, a todo o momento, nós louvamos e bendizemos a Santíssima Trindade, Pai e Filho e Espírito Santo, agradecendo o tão grande bem e amor que, pela Cruz, o Senhor continua a derramar sobre nós.

A Cruz é também a exaltação de Cristo; leia o que Ele próprio diz: “Quando Eu for exaltado, então atrairei todos a Mim” (João 12,32). Como você vê, o madeiro sagrado é a glória e a exaltação de Cristo. Celebrando a Festa da Exaltação da Santa Cruz, celebramos a vitória de Cristo, que nos possibilita desde agora celebrar a nossa futura glória no céu. Pois, se morremos com Cristo, cremos também que viveremos com Ele (cf. Romanos 6,9).

Por:Eduardo Rocha Quintella - Bacharel em Teologia
http://www.eduardoquintella.com.br
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Quem é Deus para você?

"Naquele tempo, Jesus partiu com seus discípulos para os povoados de Cesareia de Filipe. No caminho perguntou aos discípulos: “Quem dizem os homens que eu sou?”
Eles responderam: “Alguns dizem que tu és João Batista; outros que és Elias; outros, ainda, que és um dos profetas”. Então ele perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro respondeu: “Tu és o Messias”.
Jesus proibiu-lhes severamente de falar a alguém a respeito. Em seguida, começou a ensiná-los, dizendo que o Filho do Homem devia sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei; devia ser morto, e ressuscitar depois de três dias.
Ele dizia isso abertamente. Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo. Jesus voltou-se, olhou para os discípulos e repreendeu a Pedro, dizendo: “Vai para longe de mim, Satanás! Tu não pensas como Deus, e sim como os homens”.
Então chamou a multidão com seus discípulos e disse: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. Pois, quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas, quem perder a sua vida por causa de mim e do Evangelho, vai salvá-la”." (Mc 8,27-35) 

A Palavra de Deus é viva e nos atrai irresistivelmente a si, para que a nossa vida também seja Palavra de Deus.

A pergunta que Jesus faz a Seus discípulos no evangelho de hoje é  radical! Todos nós, em um momento ou outro de nossa vida, teremos que respondê-la. Antes, porém, é preciso meditar nos fundamentos da “pergunta” que Ele nos faz... Por que Cristo faz essa pergunta? O “vós quem dizeis que eu sou?” não foi mera especulação por parte de Jesus, muito menos algum tipo de carência ou necessidade de afirmação. Sabemos que entre nós, nas relações humanas, marcadas pelo egoísmo, buscamos com avidez sempre saber o que os outros pensam/dizem de nós e nos preocupamos imensamente com isso. É o que recebe o nome técnico de “capital de relacionamento”. Inseguros e sem saber o que Deus pensa de nós, tentamos achar satisfação e, em última instância, a nossa própria identidade no que os outros pensam e falam de nós. Não é esse, absolutamente, o caso de Jesus, que é Deus e plenamente senhor de si mesmo. Na verdade, se Ele nos questiona, é para revelar-se; se pergunta acerca de um mistério inatingível ao homem, é para que Ele mesmo responda e revele-se ao homem.

Provocado por Jesus e movido pelo Espírito, Pedro responde e, com ele, toda a Igreja de Cristo em todos os tempos: “Tu és o Messias”. Esta resposta, porém, se for apenas coletiva, como uma fórmula que será mecanicamente repetida por todos, fatalmente acabará sendo resposta de ninguém, vazia e sem força. Ela deve ser (e só pode ser) pessoal, resposta que somente eu posso dar, como fruto de uma experiência. Como é  pessoal o amor de Deus, também são pessoais essas respostas às  “perguntas de Deus” ao longo da vida.

     Como foi dito acima, cedo ou tarde serei colocado diante dessa pergunta tão profunda e radical: ”Quem, de verdade, é Jesus para mim?”  E a vida dos santos não nos permite enganos: a pergunta virá  na vida; quando for preciso re-optar pelo seguimento de Cristo e, mesmo no escuro, trilhar um caminho de volta ao primeiro amor, muitas vezes em momentos de solidão, deserto e silêncio, grandes provações ou tentações. Assim, da mesma forma que a pergunta vem é que eu poderei respondê-la: na vida.

     Nas linhas seguintes do evangelho de hoje, Jesus indica como podemos responder a Ele, e o faz mostrando como Ele próprio responderia ao Pai –  oferta radical de vida. De fato, toda a vida de Jesus não foi outra coisa senão resposta ao Pai. Lemos claramente em todos os atos de Cristo a revelação de quem era o Pai para Ele e do valor que dava à  Sua Santa Vontade. Que outro caminho indicar aos discípulos senão aquele que Ele mesmo percorreria dali a pouco tempo? Indica a via da cruz... e é reprimido por Pedro.

     Como a profissão de fé, este “vacilo” de Pedro é também nosso. É o nosso recuo diante da necessidade de crer em Cristo e estar ao Seu lado quando Ele se mostra aparentemente fraco, impotente, talvez contrariando os nossos sonhos românticos sobre Ele, ou mesmo os “sonhos” lícitos, mas ainda não purificados no amor da Vontade do Pai. Recuamos ainda mais bruscamente quando não só  Ele se apresenta assim, mas nos deixa entrever que nós também deveremos fazer a mesma coisa, “pôr em pratica a nossa fé”: se creio que o único caminho é o Ressuscitado que passou pela cruz, devo deixar-me crucificar com Ele para, da cruz, colher a ressurreição. É o que a primeira leitura nos apresenta, o perfil do servo sofredor mas, acima de tudo, confiante: “Ofereci as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba; não desviei o rosto de bofetões e cusparadas (...) Sim, o Senhor Deus é meu Auxiliador; quem é que me vai condenar?” Esse perfil deve ser também o nosso e, por mais que sejamos próximos de Cristo e façamos parte de Seu círculo de amizade, esse caminho tão estreito de pobreza e esvaziamento por vezes, de alguma forma, ainda nos agride e “põe medo”.

     Diante de mais essa “pergunta de Deus”, vem ele mesmo ser a resposta: a Sua Graça... A confiança profunda na Sua Graça! O salmo da liturgia de hoje, belo e profundíssimo, como um óleo suave, nos unge com essa confiança:
     
Eu amo o Senhor, porque ouve/ o grito da minha oração.

Inclinou para mim seu ouvido,/ no dia em que eu o invoquei. (...) 
O Senhor é justiça e bondade,/ nosso Deus é amor-compaixão. (...)

Libertou minha vida da morte,/ enxugou de meus lábios o pranto (...).

Andarei na presença de Deus,/ junto a ele na terra dos vivos.
 
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:: Postado por Régis Cristoativado às 22h13
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Evangelho (João 3,13-17)

Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: “Ninguém subiu ao céu, a não ser aquele que desceu do céu, o Filho do Homem. Do mesmo modo como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que o Filho do Homem seja levantado, para que todos os que nele crerem tenham a vida eterna.
Pois Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna. De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele”.
- Palavra da Salvação.
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Guardar o silêncio - Santidade se alcança, também, no domínio da lingua

Lembro-me de que, quando seminarista, tinha a língua solta, não encontrava em mim forças para guardar segredos e frequentemente, mesmo não querendo, acabava revelando coisas que pessoas haviam confiado a mim. Estava no terceiro ano de Filosofia quando um dia – sinto que foi o Espírito Santo – me senti tocado de uma forma particular, de modo que um pensamento muito forte surgiu dentro de mim: “Eu preciso aprender a dominar a minha língua, pois se eu não for capaz de guardar segredo, quem é que vai ter a coragem de confiar em mim? Nem eu terei coragem de me confessar comigo mesmo”.

E comecei a me exercitar no controle da minha língua. Graças a Deus, a luta continua, mas a vitória que Deus tem me concedido nessa área tem sido abundante. São Tiago 3 comenta: “Todos nós tropeçamos em muitas coisas. Aquele que não peca no uso da língua é um homem perfeito, capaz de refrear também o corpo todo. Ora, também a língua é um fogo! É o universo da malícia! Está entre os nossos membros contaminando o corpo todo e pondo em chamas a roda da vida, sendo ela mesma inflamada pelo inferno! Da mesma boca saem bênção e maldição! Ora, meus irmãos, não convém que seja assim”.

Buscar o domínio da língua pelo silêncio é algo necessário. Santa Faustina nos exorta em muitas passagens do Diário a empreendermos esta luta: Diário 92: “Nos momentos em que muito sofro procuro calar-me, porquanto não confio na língua que, em tais momentos, tem a tendência de falar de si mesma, e ela deve me servir para glorificar a Deus por tantos bens e dons que ele me concedeu.Quando recebo a Jesus na Santa Comunhão, peço-lhe com fervor que se digne curar a minha língua incessantemente glorifique a Deus. Grandes são os erros cometidos pela língua. A pessoa não atingirá a santidade se não tomar cuidado com a sua língua”.

Diário 118: “A língua é um membro pequeno, mas realiza grandes coisas. A religiosa que não sabe calar-se nunca atingirá a santidade, ou seja, jamais será santa. Que não se iluda – a não ser que através dela esteja falando o Espírito de Deus; neste caso, não é permitido calar-se. Mas, para ouvir a voz de Deus, é preciso ter o silêncio na alma, isto é, com o recolhimento em Deus. Pode-se falar muito e não interromper o silêncio, e ao contrário pode-se falar pouco e sempre romper o silêncio. Oh! Que dano irreparável implica a inobservância do silêncio! Faz-se um grande mal ao próximo, porém ainda maior à própria alma”.

Diário 171: “Luta para guardar silêncio. Como normalmente ocorre, para o retiro vêm Irmãs de diversas casas. Uma das Irmãs, que não tinha visto há muito tempo, veio à cela e disse-me que tinha algo para me dizer. Nada lhe respondi, e ela percebeu que eu não queria interromper o silêncio. E ela comentou: “Não sabia que a Irmã é tão esquisita,” e saiu. Percebi que essa pessoa não tinha nada a tratar comigo, além de satisfazer a curiosidade egoísta. Ó Deus, ajudai-me a me manter fiel”.

Pedir ao Senhor e lutar para guardar silêncio é algo que devemos fazer.
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Olhemos para o alto
“Ninguém subiu ao céu, a não ser aquele que desceu do céu, o Filho do Homem” (João 3,13).

Jesus desceu do céu para nos salvar, para nos dar a vida eterna por meio de Sua morte na cruz. Olhemos para o alto em todas as circunstâncias, onde está Deus, porque é d’Ele que vem a nossa salvação e tudo o que nós esperamos. “Só em Deus repousa a minha alma, é d’Ele que vem o que eu espero” (Salmo 61,6).

Neste dia de hoje, em cada situação vivida, peçamos ao Espírito Santo que sejamos iluminados por Ele. Que possamos seguir as inspirações de Deus, suscitadas pelo sopro do Espírito Santo Paráclito, para que o nosso dia seja repleto de sabedoria, alegria, de gratidão e de paz!

Com toda a confiança e gratidão ao bom Deus, deixemos hoje a nossa vida nas mãos d’Ele, para que Ele nos conduza e decida sobre nossas vidas em todos os momentos, porque do alto vem a nossa salvação e tudo o que há de bom.

Jesus, eu confio em Vós!

Luzia Santiago
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:: Postado por Régis Cristoativado às 22h12
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Evangelho (Lucas 6,20-26)
Naquele tempo, Jesus, levantando os olhos para os seus discípulos, disse: “Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o Reino de Deus! Bem-aventurados vós que agora tendes fome, porque sereis saciados! Bem-aventurados vós que agora chorais, porque havereis de rir!
Bem-aventurados sereis, quando os homens vos odiarem, vos expulsarem, vos insultarem e amaldiçoarem o vosso nome, por causa do Filho do Homem!
Alegrai-vos, nesse dia, e exultai pois será grande a vossa recompensa no céu; porque era assim que os antepassados deles tratavam os profetas. 4Mas, ai de vós, ricos, porque já tendes vossa consolação!
Ai de vós que agora tendes fartura, porque passareis fome! Ai de vós que agora rides, porque tereis luto e lágrimas!
Ai de vós quando todos vos elogiam! Era assim que os antepassados deles tratavam os falsos profetas.
- Palavra da Salvação.
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Somos capazes de amar


Em todas as línguas o verbo amar é lindo! É o próprio nome de Deus! Deus é amor em ação! Você é imagem e semelhança de Deus; você é filho. Por isso, você ama e foi criado para amar e não para odiar.
Quando estamos voltados para o Senhor, sentimos Seu amor e começamos a amar: voltamos à vida. Sabemos que passamos da morte para a vida, porque o amor de Deus está em nós. Por estarmos voltados para Ele, começamos a amar o próximo.
Não é possível amar os outros se não amamos a Deus em primeiro lugar. Não é possível amar a Deus se não sentimos o amor d'Ele por nós.
Precisamos gastar toda capacidade de amar dada pelo Senhor. Gastar tudo o que nos foi dado. Esta é nossa grande alegria: se gastarmos a mais, se ultrapassarmos nosso limite, quando tivermos de ter paciência, quando tivermos de carregar nossos irmãos ou perdoar alguém, é o Senhor quem nos pagará. Ele nos promete: “Sou Eu que te pagarei na minha volta”.

Deus o abençoe.
Seu irmão, Monsenhor Jonas Abib
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O maior fardo que temos somos nós mesmos! 

 
"Vinde a mim todos vós”. É é o chamado do Senhor nos tempos de hoje: “Vinde a mim todos vós”. Jesus está em todos os lugares, todas as cidades, caminhando por todas as ruas, batendo às portas todas, chegando a cada pessoa e a cada coração dizendo: “Vinde a mim todos vós”. Você também está sendo chamado a se aproximar de Cristo.
Se você já é do Senhor, já é íntimo d'Ele, está sendo chamado para ser mais íntimo ainda. Sempre há lugar para maior intimidade. Se você está mais ou menos frio, tíbio, relaxado, o chamado do Senhor para você é urgente, é para agora: “Vinde a mim, vinde a mim, todos vós”. Principalmente se você está longe, afastado do Senhor.
O Senhor não está com o dedo levantado para acusá-lo, nem mesmo o chamando para castigá-lo ou jogar em seu rosto seus erros, seus pecados, suas faltas. Não! O Senhor o chama de volta porque Ele o ama. Ele não precisa de você, mas você precisa d'Ele. Por isso, Ele o está chamando de volta. Quanto mais afastado, mais longe estiver, maior o motivo que tem para voltar. E maior é o amor do Senhor que o quer de volta. Se você está próximo, mais ou menos ou muito longe do Senhor, revoltado, desanimado, volte!
É o Senhor dizendo a você: “Vinde a mim todos vós”. “Vinde a mim, todos vós que estais cansados sob o peso do fardo, e eu vos darei descanso” (Mateus 11,28). Às vezes, você pensa que o Senhor quer tratá-lo como “filhinho de papai”. Qualquer “dodói” que você tenha, pode chegar ao Senhor e Ele, um Superpai, irá tratá-lo como “superfilho” cuidando de seus “dodóis”... Não é isso! Deus não quer tratá-lo como “filhinho de papai”, mas como filho. Ele é um Pai cheio de amor, de misericórdia, mas quer tratar filhos como filhos justamente porque é Pai.
Quando Ele diz: “Todos vós que estais cansados sob o peso do fardo”, fala realmente do fardo desta vida. O fardo do mal, do pecado, da tentação, de mil misérias que encontramos em nós mesmos e também no mundo.
O maior fardo que tenho sou eu mesmo. Todos os vícios, pecados e más inclinações que tenho dentro de mim, o “homem velho” que sou obrigado a carregar. Com você também é assim. O maior fardo que você carrega é você mesmo: tem seu seu nome. Não é apenas um fardo exterior, é interior. Seu coração é mau e é do interior dele que vêm todos os males.
Por isso, o Senhor o chama: “Vinde a mim, todos vós que estais cansados sob o peso do fardo, e eu vos darei descanso” (Mateus 11,28). Além de seu fardo pessoal e interior, você carrega o fardo deste mundo. Livre-se do jugo que pesa sobre você, o jugo do pecado e coloque em suas costas o jugo de Jesus Cristo.
Como o Senhor vai aliviá-lo? Simplesmente tirando seu fardo. O versículo 29 esclarece: “Tomai sobre vós o meu jugo e sede discípulos meus”. É uma questão de substituição. Troque seu fardo pessoal, do pecado, do mundo, pelo fardo de Jesus. Livre-se do jugo que pesa sobre você, o jugo do pecado, e coloque em suas costas o jugo de Jesus.
Jesus o afiança: “O meu jugo é fácil de carregar e o meu fardo é leve”. Pode fazer essa troca sem medo. Você vai sair ganhando. Não fique receoso! O Senhor vai livrá-lo de seu fardo do mal, de pecado e colocar sobre você Seu jugo: fardo leve, fácil. A verdade é que você ficar sem fardo.
Há muito cristão enganado pensando que, se for ao Senhor, vai ficar livre para fazer e pensar tudo o que quiser... ir a qualquer lugar... Não é assim. Pelo contrário, você precisa de um jugo, de rédeas. O jugo e as rédeas de Jesus vão levá-lo para a vida.
O jugo pessoal, do “homem velho”, do mundo, que parece ser muito suave, que dá ampla liberdade para se fazer o que há na cabeça, o que se quer, o que se bem entende, na verdade, leva à escravidão. Viver sem rédeas é uma verdadeira escravidão. Mas o fardo e as rédeas de Jesus o levam para a vida eterna. É isso que o Senhor quer.

(Trecho do livro “O Pão da Palavra – volume 1” de monsenhor Jonas Abib)
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A fé transpõe todos os obstáculos


A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo pode transpor qualquer obstáculo na nossa vida. Precisamos seguir sempre em frente, sem jamais desanimar nem ficar presos ao passado. Olhemos para frente, olhemos para o alto, “onde está Cristo sentado à direita de Deus” (Cl 3,1b).
Somente caminhando à luz da fé somos capazes de enxergar para além das dificuldades e das limitações humanas. Sem o olhar da fé, desanimamos. Precisamos ter a mesma postura de Abraão, que: “Diante da promessa divina, não duvidou por falta de fé, mas revigorou-se, na fé e deu glória a Deus, convencido de que Deus tem poder para cumprir o que prometeu” (Rm 4,20-21).
O Senhor tem muitas promessas para a nossa vida e precisamos acolhê-las na fé, como Abraão as acolheu e “esta atitude de fé lhe foi creditada como justiça”.
Peçamos, hoje, ao Espírito Santo que revigore nossa fé. Caminhemos na certeza de que sempre a graça de Deus é muito maior do que os nossos limites e fraquezas; e unidos a Ele esforcemo-nos para viver santamente em cada momento ao longo do dia, mesmo quando tudo parecer desencontrado.
Senhor, queremos hoje confiar em Ti e caminhar Contigo.
Jesus, eu confio em Vós!

Luzia Santiago
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O que fazer em meio ao desespero?!

Nada muito complicado! Seguem algumas dicas:
- Será muito importante tentar identificar o que é resultado de suas emoções agitadas e o que é a verdade. Separe uma coisa da outra! Provavelmente está tudo misturado, gerando uma confusão tremenda!
- Atenção com os medos, pois, nos momentos de desespero eles se tornam muito maiores do que, na verdade, o são. Tente discernir qual medo é real e qual é fruto da confusão – produzido pelo próprio desespero em que você se encontra.
- Reveja suas metas! Agora, elas precisam valer de verdade!
- Se não conseguir fazer o que está sugerido aqui, busque ajuda! É fundamental que você não fique sozinho nesses momentos.

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Com carinho e orações, seu irmão, Ricardo Sá
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Não basta escolher - É preciso mais para renovar e exigir a ética na política

Denúncias, investigações, excessos de discursos e bate-bocas; abertura de Comissões Parlamentares de Inquérito, as CPI’s, e seus legisladores inquisidores de depoentes convidados, sabatinadores de réus. São alguns dos ingredientes que fazem o nauseante cardápio da mídia nacional, que imprime uma avalanche de notícias “nervosas” sobre todos os envolvidos, o que só faz acentuar – equivocadamente – a convicção de cada cidadão acerca de suas verdades, especialmente quando se trata de política.
A pouco mais de um ano para as eleições presidenciais, em que o povo terá, novamente, a oportunidade de escolher, além do presidente, governadores, senadores e deputados, o horizonte político está cinzento, apesar de alguns avanços positivos na detecção de irregularidades, e o tempo em Brasília nublado com as inúmeras delações e acusações entre os “atores”, que se projetam negativamente na superfície midiática, o que é profunda e tristemente lamentável.
Com tudo isso acontecendo, precisamos questionar o papel da imprensa neste processo, observando como os meios de comunicação noticiam tais temas.
Estamos mesmo bem informados acerca dos fatos e das ocorrências no Congresso Nacional e no Palácio do Planalto?
Como cidadãos, por que muitos se acomodaram? Será omissão ou conivência?
Obviamente, sem a efetiva participação dos indivíduos e a necessária perseverança na busca pela verdade dos acontecimentos e a exigência – de nossa parte – com “o bom uso do dinheiro público” não há conquistas nem direitos!
Por que muitos afirmam que, infelizmente, as coisas são assim mesmo e, à menor dificuldade, não agem para transformar o mundo à sua volta?
Sob inúmeros escândalos, vergonhosamente proporcionados por aqueles em quem confiamos o voto para nos representar, a população brasileira se vê, de novo, às margens da verdade sobre as decisões políticas que ocorrem nos bastidores do Planalto, do parlamento na capital federal e em muitos palácios estaduais.
Em 2010, teremos de escolher candidatos para ocupar cargos que exigem preparo, bem como a perspicácia dos eleitores, sobretudo, queremos retidão de caráter daqueles que se propõem a ocupar um lugar no Executivo ou Legislativo. As eleições do próximo ano serão um duro teste que teremos (outra vez!) de enfrentar com coragem, sem desanimar!
O pensador Reitor Inge nos ensina que “fazer o que está certo não é o problema; o problema é saber o que está certo”. Definir exatamente o que é certo e errado nos dias atuais, em que a contradição humana torna-se cada vez mais evidente, é árdua e complexa tarefa destinada a nós, até mesmo para os especialistas. Entretanto, necessitamos repensar nossa vida, nossa realidade, para imprimirmos a ousadia e a audácia a fim de buscar as transformações que a sociedade almeja.
Durante toda a vida percorremos caminhos sinuosos e buscamos com todas as forças acertar nas nossas escolhas, visto que é preciso decidir para seguir e enfrentar os desafios que a caminhada nos oferece. Todavia, é preciso agir positivamente, a fim de promovermos transformações na estrutura sociopolítico-econômica em favor da solidez da democracia e o consequente resgate da eticidade e da moralidade no parlamento.
E não nos esqueçamos de cobrar a reforma política – sobre a qual tanto se comenta e nada foi feito –, que certamente vai oxigenar a mentalidade de nosso povo para a construção de uma nova realidade.
Que este tempo de tantas incertezas nos inspire vigorosamente a uma busca incansável pela edificação de uma política possível e viável, isto é, a um exercício pela equidade na política em que a prevalência ético-moral se manifeste positivamente nas pessoas, nos cidadãos de bem, para que as árvores não deixem secar suas folhas e as flores no futuro não murchem nem apodreçam.
E não citar Santo Agostinho quando afirma que “o dom da fala foi concedido aos homens não para que eles enganassem uns aos outros, mas sim para que expressassem seus pensamentos uns aos outros” seria omitir o bom exemplo de quem optou pela verdade e a quem todas as pessoas – especialmente aqueles revestidos de poder e autoridade – deveriam imitar.
Não basta escolher, é preciso exercer a cidadania em plenitude, participando com disposição para restaurar a consciência, quebrar a rigidez mental que alimenta o pessimismo, para exigir a ética na política e, consequentemente, em todos os demais segmentos institucionais.

Reinaldo Cesar - http://blog.cancaonova.com/jornalistareinaldo

:: Postado por Régis Cristoativado às 21h55
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O mês da Bíblia - Aqueles que leem a Bíblia progridem na vida do Evangelho

A Palavra de Deus está sempre ao alcance da mão e do coração de quem segue a Deus. E por moção do Espírito Santo, a Palavra vai transformando o coração das pessoas e moldando a comunidade cristã. É claro, supondo um coração aberto, como de discípulo diante do mestre. O profeta Jeremias fez uma experiência profunda: nas mãos de Deus sentiu-se como um vaso de barro nas mãos do oleiro.

 As famílias, os grupos e as comunidades que leem a Bíblia de fato progridem na vivência do Evangelho, em unidade com a vontade de Deus e na comunhão fraterna. A Palavra meditada impulsiona as pessoas a superar o pecado e o azedume, causando certa plenitude espiritual com uma aura de paz e de alegria.

 É o encantamento espiritual, a força interior, a capacidade de passar imune pelas tentações que nos rodeiam.

 São Francisco de Assis, um dos grandes revolucionários da humanidade, apregoava a vida fraterna em meio ao egoísmo; a vida em Deus, mesmo em meio ao prurido da carne e do consumismo; a alegre adesão à vontade de Deus, vencendo o orgulho e a sede do poder. Quando se chega a uma fraternidade assim, logo se capta o perfume do Evangelho.

 Por pedagogia, destinamos o mês de setembro a conhecer a Bíblia. Aliás, primeiro a ter a Bíblia em casa. Depois, a lê-la diariamente. Aprender a meditá-la diante de Deus, num coração orante.

 A família aprende a acolher de modo afável seus membros: os pais se relacionam de modo afetivo com os filhos, como Deus, com Seu povo. Os filhos, por sua vez, acolhem os pais de modo pacífico, criando um ambiente sereno e alegre. É o encantamento da família.

 É neste ambiente que germinam as vocações cristãs, que se alimentam ideais generosos e se superam obstáculos à felicidade.

 Seja feliz! Conheça, leia e medite a Palavra de Deus.

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h34
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Leia a Bíblia todos os dias

Eis a principal regra de ouro: ler a Bíblia todos os dias. Sem exceção. Leia quando tiver vontade e quando não tiver também! É como remédio: com ou sem vontade, tomamos, porque é necessário. Com a Bíblia é a mesma coisa. E nos tempos em que vivemos, isso é premente.

Assim como você alimenta o corpo todos os dias, alimente diariamente o seu espírito com a Palavra de Deus. Assim como tomamos banho todos os dias e, quando não podemos fazê-lo de manhã, à noite o corpo pede um banho, assim também se passa com a leitura da Bíblia: se você não conseguir ler durante o dia, sem que você se aperceba, o seu espírito ficará pedindo um banho da Palavra de Deus. Não deixe de dar ao seu espírito o que você dá ao seu corpo!

Tem gente que não consegue dormir sem tomar banho; essas pessoas se viram e se reviram na cama sem dormir.

Que eu e você sejamos assim: que não possamos dormir sem o banho da leitura da Palavra de Deus.

Deus o abençoe!

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h34
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Que tipo de terreno tem sido seu coração?  

 Nestes últimos tempos, o Senhor tem derramado Sua Palavra em profusão. Você tem recebido muito. Mas é o momento de se perguntar: “Como tenho recebido tudo isso?” O que o Senhor lhe dá é sempre precioso, uma semente boa que tem em si toda a capacidade de gerar frutos. Que tipo de terreno tem sido seu coração? O próprio Jesus se preocupa com isso. Então, apresenta a Parábola do Semeador:

“Enquanto semeava, algumas sementes caíram à beira do caminho; e os pássaros do céu vieram e comeram tudo. Outras caíram em sítios pedregosos, onde não havia muita terra; logo brotaram, porque a terra era pouco profunda; mas, quando o sol se levantou, ficaram queimadas e por lhes faltarem raízes, secaram. Outras caíram entre os espinhos; os espinhos cresceram e as sufocaram. Outras caíram na terra boa e deram fruto, uma cem, outra sessenta, outra trinta por um. Quem tiver ouvidos, ouça!” (Mateus 13,4-9).

O próprio Jesus explicou aos discípulos o significado profundo dessa parábola:
“Vós, portanto, ouvi a parábola do semeador. Aquele que ouve a Palavra do Reino e não compreende, porque o maligno vem e se apodera do que foi semeado no seu coração, é o que recebeu a semente à beira do caminho. Aquele que recebeu a semente em lugar pedregoso é o que, ouvindo a Palavra, logo a acolhe com alegria; mas não tem raízes em si, é homem de momento: mal chega a tribulação ou a perseguição por causa da Palavra, ele cai. Aquele que recebeu a semente entre os espinhos é o que ouve a Palavra, mas o cuidado do mundo e a sedução das riquezas sufocam a Palavra, e ele fica sem fruto. O que recebeu a semente na terra boa é o que ouve a Palavra e compreende: então, ele dá fruto e produz, um cem, outro sessenta, outro trinta por um (Mateus 13,18-23).

É o momento de se perguntar: “Que tipo de terreno tenho sido?” Existe aquele terreno que acolhe a Palavra, mas não a retém, não a guarda, recebe a Palavra apenas festivamente (com leviandade), mas não a acolhe, não tem profundidade. Então, o que acontece? Lá está o demônio, girando em torno dele, querendo arrancar-lhe a semente da Palavra. O demônio age sempre assim, não quer que a Palavra caia em seu coração e produza frutos em sua vida. Como ave faminta, procura sempre arrebatar a semente quando ela começa a frutificar.

Pode ser que você viva assim: vai à Santa Missa, a reuniões, ao grupo de oração, faz palestras, participa de dia de louvor, de encontros, mas tudo apenas festivamente. A Palavra cai em você, mas passa como aguaceiro. Cai, passa e não deixa resultados. Logo vem satanás, retira a Palavra e a leva embora sem que ela faça seu papel em sua vida.

Você pode ser um desses terrenos. Todos nós corremos esse risco: não acolher o tesouro da Palavra. A consequência é que você acaba sendo mais um festivo no Reino de Deus. Faz muita festa, movimentação, barulho, sem nenhum silêncio, sem profundidade: sem verdadeiro acolhimento.

Há outro tipo de terreno: o sol pedregoso. A Palavra caiu e você a acolheu com alegria, mas não a deixou que fincasse raízes. O próprio Jesus explica essa inconstância: sobrevindo uma dificuldade, um problema, uma tribulação ou perseguição por causa dela [Palavra], logo você a deixa. E como temos agido assim! Parece que não temos força nenhuma, nem qualquer coragem, somos cristãos sem fibra, sem têmpera, pensando que Deus Pai deve nos tratar como “filhinhos de papai” retirando todas as dificuldades e os problemas do nosso caminho. Diante da primeira tribulação, somos já terreno pedregoso, onde a Palavra não pode fincar raízes.

Outro tipo de terreno é aquele cheio de espinhos. Você ouviu bem a Palavra, com alegria, recebeu, acolheu, mas os cuidados do mundo e a sedução das riquezas a sufocam e a tornam infrutuosa.

Infelizmente, isso tem acontecido com muita gente! Recebem a Palavra, passam pela conversão, são batizados no Espírito Santo, os dons afloram... mas os cuidados deste mundo, os trabalhos, os afazeres, as riquezas, o conforto, o comodismo, os compromissos sociais e tantas outras coisas vão sufocando a graça recebida e tudo vai embora.

Muitos cristãos começaram bem, caminharam por um bom tempo, mas não abriram mão da vida que viviam, do caminho que estavam trilhando. Quiseram ser cristãos, mas ao mesmo tempo, viver a vida antiga. Então, tudo que receberam se esvaziou. Os compromissos sociais, as reuniões, as festas, o conforto, a necessidade de ter mais dinheiro, a necessidade de seguir a moda, tudo isso foi sufocando a Palavra, a graça, o Espírito Santo com Seus dons e frutos... e tudo se foi. Será que você não tem sido esse terreno?

Por fim, Jesus fala da semente caída num terreno bom. Ele nem fala de um terreno especial, mas de um terreno bom em que a semente caiu e frutificou. Um terreno que acolheu a Palavra e produziu frutos. É preciso que sejamos assim!

Você tem recebido muito, graças a Deus! O Senhor está investindo em você. Não desperdice a graça tão abundante que tem sido derramada em sua vida.

(Trecho do livro “O Pão da Palavra – volume 2” de monsenhor Jonas Abib)

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h33
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Não espere que os outros mudem. Mude você!

Não deixe que a mágoa, a raiva, o ódio e o ressentimento cresçam e façam mal a você. Sabe como eu faço para isso não acontecer? Luto para não alimentar o mal. Clamo pelo Sangue de Jesus constantemente, pelo poder das Suas cinco chagas sobre mim, pelas pessoas e situações.

É fundamental rezar intensamente por aqueles que nos agridem, pedindo a Deus que os abençoe. É importantíssimo abençoá-los e louvar por aquilo que essas pessoas são e representam. Os demais nem precisam perceber que estamos em oração, basta pedir a Deus a graça de olhar as pessoas nos olhos com os olhos d’Ele. Assim, o nosso coração ama e expressa amor.

Quando descobrimos qualidades nas pessoas, neutralizamos o mal, passamos a enxergá-las com outros olhos e o amor nos vence. De maneira alguma devemos ressaltar os defeitos de quem quer que seja, pois todos trazemos traços do rosto de Deus Pai. Precisamos ressaltar o bem no outro.

Nunca espere que os outros mudem! Mude você! Ao mudarmos para melhor, as coisas começam a se modificar dentro de nós e as pessoas à nossa volta também!.

Jesus, eu confio em Vós!

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h33
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Olhemos para este dia com um novo olhar

Desde cedo o Senhor nos permite experimentar o Seu amor, o qual se renova por cada um de nós a cada manhã que desperta.

Como é maravilhoso começar um novo dia de maneira nova e alegre, com o coração aberto às novidades próprias reservadas pelo céu para nós. Se observarmos, veremos que logo cedo a natureza percebe esse dinamismo rejubilando-se, como diz o Salmo: “O céu se rejubile e exulte a terra, aplauda o mar com o que vive em suas águas; os campos com seus frutos rejubilem e exultem as florestas e as matas” (Salmo 95, 11-12).

Se olharmos para o céu todos os dias, veremos que ele está sempre com uma nova paisagem, com cores diferentes, porque em Deus tudo se renova. Se a natureza vive dessa forma, muito mais nós devemos fazê-lo porque fomos criados à imagem e semelhança de Deus.

Peçamos ao Senhor que nos conceda a graça de enxergarmos e experimentarmos as novidades que Ele reservou para nós neste dia de hoje e de nos entusiasmarmos com cada uma delas.

Jesus, eu confio em Vós!

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h32
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Primavera, tempo de ouvir o coração

Neste mês de setembro entramos na Primavera, estação do ano que marca, na história da Canção Nova, um tempo de graças especiais. No dia quatorze comemoramos o dia da Exaltação da Santa Cruz.
Veio-me à lembrança algumas palavras do Frei Raniero Cantalamessa, pregador do Papa, quando, ao falar da vida de Jesus, faz referência de forma especial às mulheres: “Junto da cruz de Jesus estavam sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas e Maria de Magdala” (Jo 19,25).
Desta vez, não falemos de Maria, a mãe de Jesus, pois sua presença no Calvário não requer explicações. Era “mãe d’Ele” e isto explica tudo; as mães não abandonam um filho, embora tenha sido condenado à morte. Mas por que estavam ali as outras mulheres? Quem e quantas eram?
Os Evangelhos fazem referência ao nome de algumas delas: Maria de Magdala, Maria mãe de Tiago o menor e de José, Salomé, mãe dos filhos de Zebedeu, uma certa Joana e uma tal Susana (Lc 8,3). Elas seguiram Jesus desde a Galiléia; ficaram ao seu lado, chorando, durante a viagem ao Calvário (Lc 23,27-28), no Gólgota ficaram a observar “de longe”, à distância mínima permitida e, depois, o acompanharam, tristemente, ao sepulcro com José de Arimateia (Lc 23,55).
Vamos chamá-las de “as piedosas mulheres”, mas elas são muito mais do que “piedosas mulheres”, são “Mães-Coragem!” Desafiaram o perigo que existia em mostrar-se tão abertamente em favor de um condenado à morte. Estas mulheres são as únicas que não se escandalizaram por Ele na cruz.
Devemos nos perguntar o porquê deste fato: por que as mulheres resistiram ao escândalo da cruz?Por que permaneceram próximas quando tudo parecia acabado e também os seus discípulos mais íntimos o tinham abandonado e já estavam organizando o regresso à casa? Jesus deu antecipadamente esta resposta, quando, ao responder a Simão, disse sobre a pecadora que lhe tinha lavado e beijado os pés: “Muito amou!” (Lc 7,47).
As mulheres seguiram Jesus por Ele mesmo, por gratidão ao bem que d’Ele receberam. Seguiam-no, está escrito “para o servir” (Lc 8,3; Mt 27,55); eram as únicas, depois de Maria, a Mãe, a ter assimilado o espírito do Evangelho. Tinham seguido as razões do coração e estas não as tinham enganado.
Neste ponto, a sua presença ao lado do Crucificado e do Ressuscitado possui um ensinamento vital para nós hoje. A nossa civilização, dominada pela técnica, precisa de um coração para que o homem possa sobreviver nela, sem se desumanizar inteiramente. Devemos dar mais espaço às “razões do coração”, se quisermos evitar que, enquanto se superaquece fisicamente, o nosso planeta recaia espiritualmente numa era glacial. A grande crise de fé no mundo de hoje deve-se ao fato de que não se ouvem as razões do coração, mas somente aquelas contorcidas da mente.
Não é difícil entender porque somos tão ansiosos para aumentar os nossos conhecimentos e tão pouco para aumentar a nossa capacidade de amar: o conhecimento traduz-se automaticamente em poder, o amor em serviço.
Uma das modernas idolatrias é a do “QI”, “coeficiente de inteligência”. Foram aperfeiçoados numerosos métodos para a sua medição. Mas quem se preocupa em medir também o “coeficiente de coração”? Hoje, é preciso finalmente abrir-se para a humanidade, uma era da mulher: uma era do coração, da compaixão.
A experiência quotidiana demonstra que a mulher pode “elevar-nos”, mas pode também fazer-nos precipitar. Ela precisa ser salva por Cristo, mas certamente, uma vez redimida por Ele e “libertada”, no plano humano, de antigas submissões, ela contribui para salvar a nossa sociedade de males arraigados que a ameaçam: violência, vontade de poder, aridez espiritual, desprezo da vida… Como devemos ser gratos às “mulheres piedosas”! Ao longo da viagem ao Calvário, o seu soluçar foi o único som amigo que alcançou os ouvidos do Salvador; enquanto ele estava na cruz, os seus “olhares” foram os únicos a pousar sobre Ele com amor e compaixão. À primeira “piedosa mulher” e modelo incomparável, à mãe de Jesus, repitamos uma antiga oração da Igreja: “Santa Maria, socorrei os pobres, sustentai os débeis, confortai os fracos: rogai pelo povo, intercedei pelo clero e por todas as mulheres”.
Juntamente com todas as mulheres de boa vontade, vós sois a esperança de um mundo mais humano.


Por:Luzia Santiago

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h30
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Evangelho (Lucas 4,31-37)

Naquele tempo, Jesus desceu a Cafarnaum, cidade da Galileia, e aí ensinava-os aos sábados. As pessoas ficavam admiradas com o seu en­si­na­mento, porque Jesus falava com autoridade. Na sinagoga, havia um homem possuído pelo espírito de um demônio impuro, que gritou em alta voz: “Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus!”
Jesus o ameaçou, dizendo: “Cala-te, e sai dele!” Então o demônio lançou o homem no chão, saiu dele, e não lhe fez mal nenhum. O espanto se apossou de todos e eles comentavam entre si: “Que palavra é essa? Ele manda nos espíritos impuros, com autoridade e poder, e eles saem”. E a fama de Jesus se espalhava em todos os lugares da redondeza.
Palavra da Salvação.

Homilia: JESUS, O HOMEM QUE LIBERTA Lc 4,31-37
A Igreja celebra: Santa Beatriz

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h28
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Virou vício reclamar! Como me libertar disso?


Tem gente que reclama de tudo! Reclama tanto que já conseguiu fazer da reclamação um hábito, uma doença que possui força para estragar relacionamentos e tornar a vida uma fruta sempre amarga. É gente que reclama e se sente no pleno direito de fazê-lo sempre, sem entender que existem pessoas que se comportam de um modo diferente!

Pessoas assim, reclamadoras e "problemocêntricas", não entenderam que é absurdo e pouco inteligente ficar correndo atrás dos beija-flores... É preciso, sim, cuidar dos jardins, rosas e todas as flores para que venham até nós! Quem vive assim já entendeu o verdadeiro sentido da vida e o segredo da felicidade!

E você? Reclama ou cultiva flores?

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Estou pronto para mudar de opinião?


Nem sempre é simples trocar de opinião, coisa que deveria ser prazerosa! Quem sabe e quer mudar de ponto de vista, opiniões, hábitos e modos de vida dá sinal de abertura e maturidade. Gente que se fixa no que pensa engessa o coração, endurece a alma, acinzenta o semblante!

Outro fato é que vivemos rodeados de pessoas que esperam muito de nós, e nós, nutrindo algumas dessas expectativas, corremos sempre o risco de nos tornar dependentes do que esperam que façamos, digamos, pensemos; de forma que acabamos vivendo na pior das prisões por conta do que pensam a nosso respeito... Terrível cativeiro!

Então... Está pronto para pensar diferente?

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Devo usar de bondade sempre?


Sim! A sabedoria, ensinada especialmente no livro dos Provérbios, na Bíblia, revela que é sábio agir sempre com bondade.

É essa virtude que nos mantém de coração aberto a todos, instigando-nos a repartir o que temos, a nos esquecermos de nós mesmos e a nunca negarmos um sorriso a ninguém.

Bondade (desculpe a redundância) que nos faz ser bons, amáveis, alegres, despojados, acolhedores, pacientes, irmãos de todos sem olhar a quem!

Quem aprende a ser bom ganha o favor de Deus e dos homens.

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Como vou resolver meus problemas?


Mais importante do que resolver problemas é nossa maneira de considerá-los.

Quero dizer com isso que – enquanto nos mantivermos na defensiva e não abraçarmos nossas dores e problemas, compreendendo que são sinceras oportunidades para sermos melhores –, vamos continuar perguntando sobre as soluções que, na verdade, nunca chegam ao agirmos assim.

Entendeu?


Com carinho e orações,seu
irmão, Ricardo Sá




:: Postado por Régis Cristoativado às 12h43
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A intimidade com Deus - O cristão não pode se perder em meio às suas dores

Desde o início, a Igreja foi perseguida. São Justino foi um grande filósofo e um grande estudioso da Filosofia e da Palavra de Deus. E só encontrou uma verdade: Jesus Cristo! E se tornou mártir, porque quis mostrar ao mundo que Jesus Cristo é o Senhor. Olhando para todas as perseguições pelas quais ele passou, percebemos que não há diferenças entre a época em que ele viveu com a de agora, pois também vivemos num tempo de perseguição. Basta entrar nos cinemas para ver que muitos filmes têm como objetivo principal acabar com nossa fé.

 

As coisas não mudaram, a cada momento enfrentamos a ira daqueles que não querem ver o Evangelho sendo anunciado. Isso nos ajuda a não nos esquecermos de que o servo não é maior que o Seu Senhor. E se Jesus, que é o Nosso Senhor, morreu, quem dirá nós.

 

Hoje, somos convidados para assumir uma postura diferente diante da sociedade. Quantos amigos perdemos para o mundo por terem se deixado levar por diversas ideologias? O cristão é aquele guerreiro que nada contra correnteza.

 

O homem tem a ânsia de ser feliz, e quer, sinceramente, preencher o vazio que há em seu coração. Mas muitos homens de hoje estão se alimentando do lixo da idolatria, que foi tão combatida por São Justino. Não podemos alimentar a nossa fé e a nossa caminhada com o "lixo" do mundo. Não podemos nos esquecer de que a verdade é Jesus. Quando nos encontramos com esta verdade, o "mundo" vem cheio de ira para cima de nós.

 

Olhando para o livro dos Atos dos Apóstolos, encontramos as características dos primeiros cristãos: a alegria, a fração da Eucaristia, o amor fraterno, a partilha dos bens... Hoje é lamentável ver que estamos perdendo essas características.

 

Muitos cristãos têm andado cabisbaixos por aí, esquecendo-se de buscar o Senhor de todo o coração. A idolatria está tomando conta de nossas casas, muitos têm trocado o crucifixo e as imagens de santos por objetos de superstição.

Vivemos no caos, porque nos esquecemos de nossa essência. Quando perdemos a dimensão de que fomos escolhidos e acolhidos por Deus, não conseguimos enxergar a felicidade e a salvação.

 

Os mártires não olharam para a perseguição nem para o martírio. Eles não retrocederam no seu testemunho em Jesus por medo de serem julgados pelos homens. Muitas vezes, somos levados a olhar somente para os nossos problemas, para as nossas fraquezas e não conseguimos olhar para Cristo.

 

O cristão não pode se perder em meio às suas dores, pois ele é em Cristo mais que vencedor! Somos chamados por Deus para, neste tempo, dizer corajosamente que somos de Cristo!

 

 

 

Padre Rafael - Fraternidade Salvistas

:: Postado por Régis Cristoativado às 12h40
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'A gente não faz amigos, reconhece-os'
Quando partimos da perspectiva do relacionamento entre as pessoas, muitas vezes, esbarramos nas limitações e diferenças que nos marcam. Em contrapartida, mesmo com essas dificuldades, continuamos buscando um outro “eu” que nos ensine a viver bem a vida, e como a música, suavizar a nossa existência.

 

A música, a poesia, a arte têm a capacidade de nos levar a um lugar que, muitas vezes, sozinhos, não conseguimos chegar: à reflexão, muito bonita, de quem somos e a qualidade daquilo que fazemos. E amizade transcende tudo isso, pois nos leva ao jardim secreto, para além dessa reflexão. O amigo nos toma pela mão, supera as diferenças, acolhe os nossos limites e ensina-nos a enxergar aquilo que temos de mais bonito: o nosso Jardim Secreto.

 

Para ser bem sincero, as marcas que a própria vida faz em nós, muitas vezes, levam-nos a enxergar o nosso coração como um grande deserto, lugar sem vida. Esse deserto a que me refiro, não é no sentido bíblico (lugar do encontro com Deus), mas sim, um lugar de morte, de solidão, onde parece que não vale a pena continuar. Mas o dom da amizade, um dos maiores que Deus nos deu, leva-nos a encontrar no nosso coração o nosso Jardim Secreto.

 

Um grande amigo traz consigo os “óculos de Deus”, enxergando-nos à maneira do próprio Senhor. Claro, ele nos vê na nossa realidade profana, em nossos limites; mas, ao mesmo tempo, enxerga-nos (acolhe-nos) na nossa dimensão sagrada. Vê em nós o belo, que nem nós mesmos enxergamos, acredita quando não acreditamos, não somente se compadece de nossas dores, como também nos ajuda e nos ama quando não sabemos agir nem reagir.

 

Como diz Vinícius de Moraes: “A gente não faz amigos, reconhece-os”. E esse reconhecimento acontece à medida que, na nossa vida, vemos nascer o fruto da esperança, da felicidade, o qual, é claro, não está livre das podas e do sofrimento. Mas até nisso nós percebemos o sinal da vida, pois para que a árvore cresça saudável, as podas são necessárias. Sem sofrimento não existe maturidade! À medida que você vê, sente e percebe que está nascendo ou que está encontrando esse Jardim Fechado, que é o seu coração naquilo que ele tem de mais bonito, tenha certeza de que Deus se encontrou com você, utilizando-se de um dos seus mais queridos instrumentos: UM AMIGO!

 

Reconheça esse Jardim Secreto em você, reconheça esse instrumento de Deus e com tudo isso aceite o amor que o próprio Cristo tem por você. Amor que não fica somente na cruz, mas que passa pelo coração de um grande amigo!

 

Luis Filipe Rigaud - Canção Nova Portugal
cn.luisfilipe@gmail.com

:: Postado por Régis Cristoativado às 12h40
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Alguns rapazes acham que ser virgem é embaraçoso

Isso depende de que tipo de garota ela é. Uma jovem mulher me contou que chorou quando seu namorado disse que queria parar de fazer coisas sexuais, porque ela pensava que ele estava terminando o namoro. Mas então, ela disse: “Ele me assegurou que esse não era o caso, e que ele ainda me amava e queria me amar pela minha personalidade e não só pelo meu corpo. Eu fiquei maravilhada com isso”.

 

É surpreendentemente raro para uma mulher menosprezar um rapaz que quer guardar a inocência do relacionamento. Para testar isso, eu perguntei a mil jovens mulheres em minha pesquisa a seguinte questão: “Se você está indo longe demais com um rapaz, e ele lhe dá um beijo na testa e diz: ‘Eu acho que precisamos ir devagar, eu respeito demais você para fazer tudo isso com você, e eu quero me apaixonar por você pelos motivos certos’, você o acharia mais ou menos atraente por isso?”.

 

Quase 100 por cento das garotas – 995 – disseram que achariam o rapaz mais atraente. Uma garota disse que isso era “porque ela estaria pensando em nós [os dois] e não somente nele”. Outra garota disse: “Eu não vou mentir. No primeiro momento eu ficaria pensando: ‘O quê? Que tipo de homem diz isso?’ Mas depois naquela noite eu pensaria: ‘Eu realmente gosto desse rapaz’”.

 

Eu fiz uma última pergunta para essas jovens: “Alguns rapazes acham que ser virgem é embaraçoso. Como você se sentiria se um rapaz guardasse sua virgindade para você, sua noiva?”. De novo, as respostas, na esmagadora maioria, indicam a atratividade da pureza. Aqui estão algumas das respostas dadas por elas:

 

- “Esse é o tipo de rapaz que eu tenho que pegar antes que o resto das bilhões de garotas pegue!”

- “Pare de se preocupar sobre o que os outros vão dizer. Significa tanto que você espere!”.

- “Isso é atraente!”.

- “Está tudo bem em ser virgem. Na verdade, a maioria das garotas prefere assim”.

- “É preciso muita força de vontade para permanecer virgem, e eu amo rapazes assim, que não se importam com o que as pessoas dizem”.

- “Ele é mais homem que muitos outros rapazes”

- “Eles não deviam ficar envergonhados, pois eu não estou”.

- “Essa noiva é uma sortuda”.

- “Muitas garotas como eu acham estranho quando um cara fica com medo de ser virgem. Ele devia se orgulhar!”.

- Eu me sentiria uma princesa, porque é assim que eu quero me sentir na noite do meu casamento”.

- “Eu ia querer ficar mais perto dele!”

- “Essa é a coisa mais linda que um homem pode dar à sua noiva. Isso resume a essência do que é ser um homem, com uma só escolha. Ele prometeu à sua noiva sua vida inteira, inclusive seu corpo”.

- “Ele pode te respeitar mais se pode respeitar a si mesmo”.

 

Quase todas as garotas – 996 – disseram que se sentiriam amadas, honradas e mais atraídas a um rapaz assim. Das 4 que sobraram, uma expressou descrença que possa existir alguém assim, e as outras três foram indiferentes, dizendo coisas como: “Eu não o amaria mais nem menos se ele não fosse virgem”.

 

Toda garota deseja saber que é querida, desejada, amada e que merece ser protegida. Quando uma garota chega à universidade, muitas vezes, ela já perdeu a esperança por causa das coisas que ela viu (ou fez). Ela pode aceitar os “ficar” ou as relações casuais, mas no fundo de seu coração ela sonha com algo mais. Na verdade, mais mulheres do que eu posso contar chegam, para mim, nas universidades em que dou palestras e me perguntam a mesma coisa: “Todos os rapazes só estão interessados em uma coisa. Onde eu posso encontrar um homem decente?”.

 

Imagine se você tivesse de falar para uma dessas mulheres que você não quer nada de sexual agora. Se ela abandoná-lo por você querer ser puro, então você já sabe que, para começo de história, ela nunca o amou, por isso está melhor sem ela. Mas se ela continuar ao seu lado, então vocês vão se respeitar sempre. De qualquer modo, nós temos de enfrentar nosso medo de rejeição, se é que nós queremos um dia amar de verdade.

 

Como essa pesquisa mostrou, a maioria das mulheres espera encontrar um homem seguro de si, capaz de autodomínio. Mesmo que você já tenha perdido sua virgindade, você ainda pode escolher recomeçar e passar a viver a virtude da pureza. Não importa o passado, nunca é tarde para se tornar o homem que você quer e deve ser.

 

 

Trecho do livro: “Pure Manhood”, de Jason Evert. San Diego: Catholic Answers, 2008

Jason Evert

:: Postado por Régis Cristoativado às 12h38
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Evangelho (Lucas 1,26-38)

Naquele tempo, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José. Ele era descendente de Davi e o nome da Virgem era Maria.
O anjo entrou onde ela estava e disse: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!” Maria ficou perturbada com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação.
O anjo, então, disse-lhe: “Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus.
Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus. Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi. Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó, e o seu reino não terá fim”.
Maria perguntou ao anjo: “Como acontecerá isso, se eu não conheço homem algum?” O anjo respondeu: “O Espírito virá sobre ti, e o poder do Al­tíssimo te cobrirá com sua sombra. Por isso, o menino que vai nascer será chamado Santo, Filho de Deus. Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na velhice. Este já é o sexto mês daquela que era considerada estéril, porque para Deus nada é impossível”.
Maria, então, disse: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!” E o anjo retirou-se.
- Palavra da Salvação.

Homilia:MARIA, MEDIANEIRA, DISCÍPULA E MISSIONÁRIA Lc 1,26-38
A Igreja celebra: Nossa Senhora Rainha

:: Postado por Régis Cristoativado às 12h33
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Vocação ao Casamento

Muitas pessoas buscam um significado para suas vidas e desejam entender com o que realmente se identificam na missão confiada a elas. Responder a uma vocação é assumir um chamado que não ouvimos nem acertamos na resposta marcando um "x" na opção que mais nos agrada. Mas nos certificamos de que estamos trilhando o caminho certo cada vez que vencemos um obstáculo quando buscamos fundamentar nossa vida seja para o sacerdócio, para o matrimônio ou para a vida religiosa.

As palavras de João Paulo II nos asseguram que “A semente de uma vocação existe no coração de cada jovem, e está esperando somente pela oportunidade de germinar” (cf. “Words of Inspirations”). E como seres espirituais, não podemos identificar o nosso agir específico, a não ser por meio da oração e das experiências referentes às atividades pertinentes ao que nos atrai.

Compromisso

Como em todas as vocações, a vida conjugal também exige compromisso, fidelidade e, sobretudo, perseverança. Acredito que somente sabemos das nossas afinidades por alguma atividade, quando nos dispomos a viver as experiências e conhecemos as responsabilidades pertinentes àquela ocupação a qual aspiramos.

O caminho vocacional para aqueles que desejam a vida conjugal também não poderia ser diferente. Há a necessidade de conhecer tudo aquilo que abrange um estado de vida assumido entre duas pessoas.

O relacionamento conjugal nos chama a cultivar o respeito recíproco e convida o casal para praticar o “desinstalar” de sua própria autossuficiência. A maneira como o casal manifesta esse sentimento dentro dessa relação os ajudará a conduzir suas vidas diante dos desafios de uma vida vocacionada . O amor existente entre o homem e a mulher – que é essencial para um casamento feliz – faz com que o casal viva a eterna reconciliação, prática que não se limita apenas aos dois, mas se estende de maneira incondicional aos filhos, frutos dessa vocação aos quais os genitores devem aceitar, formar e educar dentro da doutrina cristã.

As etapas que nos auxiliam a identificar se somos ou não chamados à vocação ao matrimônio se delineiam nos tempos do namoro e do noivado. Nesse período, os casais terão subsídios suficientes para avaliar a proposta de uma vida a dois. Para isso, é importante que conheçam a realidade familiar e todo o compromisso e responsabilidades acerca da vida conjugal por meio do estreitamento do convívio com aqueles que já são casados. A experiência dessa convivência lhes proporcionará uma mostra daquilo que compreende uma vida em comum, partilhada num mesmo objetivo, de modo a fundamentar a certeza do que desejam viver.

Conhecer os preâmbulos da vida conjugal não significa vivê-la de maneira íntima, com o propósito camuflado apenas na satisfação da libido. Da mesma maneira que o jovem vocacionado ao sacerdócio não celebra a Santa Missa antes de sua ordenação, a pessoa vocacionada à vida conjugal não tem por que viver uma experiência para a qual ela não está preparada para assumir, tendo em vista as responsabilidades e o compromisso referentes à plenitude desse chamado.

Santidade no matrimônio

O sacramento do matrimônio nos investe da graça para uma nova etapa que assumimos, num caminho de santidade, em que marido e mulher se formam mutuamente. Nessa jornada, podemos contar com a ajuda do nosso cônjuge para a realização e o cumprimento desse chamado.

O casal vocacionado ao matrimônio é, dessa forma, convidado para formar família – Igreja particular – formando com aquela pessoa uma só carne, com a qual receberá a investidura do sacramento, que os unirá para um propósito que será realizado em conjunto. Todavia, sem a abertura do coração, por meio de uma vida de oração, não será possível entender com convicção a real importância dessa vocação, a qual, somente com o auxílio de Deus, seremos capazes de cumprir.

Por: Dado Moura

:: Postado por Régis Cristoativado às 22h15
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Evangelho (Mateus 19,16-22)

Naquele tempo, alguém aproximou-se de Jesus e disse: “Mestre, que devo fazer de bom para possuir a vida eterna?”
Jesus respondeu: “Por que me perguntas sobre o que é bom? Um só é o Bom. Se queres entrar na vida, observa os mandamentos”.O homem perguntou: “Quais mandamentos?” Jesus respondeu: “Não matarás, não cometerás adultério, não roubarás, não levantarás falso testemunho, honra teu pai e tua mãe, e ama o teu próximo como a ti mesmo”.
O jovem disse a Jesus: “Tenho observado todas essas coisas. Que ainda me falta?”
Jesus respondeu: “Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me”. Quando ouviu isso, o jovem foi embora cheio de tristeza, porque era muito rico.
- Palavra da Salvação.

Homilia:VAI E VENDE TUDO O QUE TENS Mt 19,16-22
A Igreja celebra:São Jacinto


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Todos somos chamados
Será que alguém se importa comigo?
A instituicao da Igreja

:: Postado por Régis Cristoativado às 22h14
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A razão de nossa vida

Não fomos criados apenas para viver 80, 90, 100 anos de prazeres nesta terra – aliás, é uma ingenuidade pensar que isso seja possível. Fomos criados por Deus e para Deus, para fazer parte de Sua família, para estar com Ele para sempre no céu. Esta é a razão de nossa vida.

Devemos servir ao Senhor. Em primeiro lugar, porque nosso destino é o paraíso; devemos escapar das tentações e seguir a lei de Deus, libertando-nos, porque antes de tudo fomos feitos para vida eterna. Em segundo lugar, não fomos nós quem merecemos a salvação, por nossas obras, nossos méritos. Pelo sangue de nosso Senhor Jesus Cristo derramado na cruz é que fomos salvos; por misericórdia, o Senhor veio do céu, se fez homem e foi até a cruz, morrendo por nós, derramando todo seu sangue para nos salvar, para nos abrir as portas do céu.

Somo responsáveis pela salvação de todos os nossos. Deus quer que todos se salvem e por isso enviou seu Filho, que deu todo seu sangue na cruz por cada um de nós. Não podemos por a salvação em jogo.

Seu irmão, Monsenhor Jonas Abib

:: Postado por Régis Cristoativado às 22h10
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São Vicente de Paulo

 

São Vicente de Paulo nasceu no dia 24 de abril de 1581; foi batizado no mesmo dia de seu nascimento. Era o terceiro filho do casal João de Paulo e Bertranda de Morais. Seus pais eram agricultores e muito religiosos. Todos os seis filhos receberam o ensino religioso de sua mãe.

Vicente nasceu na aldeia de Pooy, perto da cidade de Dax, sul da França. Seus dois irmãos mais velhos ajudavam os pais na lavoura e Vicente era pastor de ovelhas e de porcos. Desde pequeno, demonstrava muita inteligência e grande religiosidade. Em frente à sua casa, em um pé de carvalho, tinha um buraco; ele colocou aí uma pequena imagem da Santíssima Virgem, onde diariamente ajoelhava e fazia uma oração. Diariamente conduzia os animais para melhores pastagens, onde ficava a vigia-los. Aos domingos ia à aldeia, com seus pais, para assistir a missa e frequentar o catecismo.


O Sr. Vigário aconselhou a seu pai para colocar o garoto Vicente em uma escola; via nele um grande futuro, devido sua inteligência. O pai, que era bem ambicioso, colocou-o em um colégio religioso, desejando que ele fosse padre e ser o arrimo da família. Foi matriculado em um colégio de padres Franciscanos, na cidade Dax, onde ele fez os estudos básicos. Para seguir a carreira sacerdotal fez os estudos teológicos na Universidade de Tolusa. Foi ordenado sacerdote em 23 de setembro de 1600. Continuou os estudos por mais 4 anos, recebendo o título de Doutor em Teologia.


Uma viúva que gostava de ouvir as suas pregações, ciente de que ele era pobre, deixou para ele sua herança, pequena propriedade e determinada importância em dinheiro, que estava com um comerciante em Marselha. Ele foi atrás do devedor, encontrando-o recebeu grande parte do dinheiro; ia regressar de navio, por ser mais rápido e mais barato. Na viagem o barco foi aprisionado por piratas turcos, e os passageiros acabaram levados para a Turquia. Em Tunis foram vendidos como escravos.


Vicente foi vendido para um pescador, depois para um químico; com a morte deste, ele passou Vicente para seu sobrinho, que vendeu-o para um fazendeiro (um renegado) que antes era católico, e com medo da escravidão, adotara a religião muçulmana. Ele tinha três esposas; uma era turca, que ouvindo os cânticos do escravo, sensibilizou e quis saber o significado do que ele cantava. Ela, ciente da história, censurou o marido por ter abandonado uma religião tão bonita. O patrão de Vicente, arrependido, propôs ao escravo a fugirem para a França. Esta fuga só foi realizada 10 meses depois.


Em um pequeno barco, atravessaram o Mar Mediterrâneo e foram dar na costa francesa, em Aignes Nortes e de lá foram para Avinhão. Nesta cidade encontraram o Vice-Legado do Papa. Vicente voltou à condição de padre e o renegado abjurou publicamente e voltou para a Igreja Católica. Padre Vicente e o renegado, ficaram residindo em casa do Vice-Legado. Tendo este de viajar a Roma, levou os dois em sua companhia. Padre Vicente aproveitou a estadia nesta cidade e freqüentou a Universidade, formando em Direito Canônico. O renegado pediu para ser admitido em um Mosteiro e tornou-se monge.


Tendo o Papa de mandar um documento sigiloso para o Rei da França, padre Vicente foi o escolhido. Pelos serviços prestados o Rei indicou-o como Capelão da Rainha. Seu serviço era distribuir esmolas para os pobres que rodeavam o Palácio, e visitar os doentes do Hospital da Caridade, em nome da Rainha. Padre Vicente não gostava do ambiente do Palácio e passou a morar em uma pensão, no mesmo quarto com um juiz. Certo dia amanhecera doente; o empregado da farmácia que vai atendê-lo, precisando de um copo, vai apanhar em um armário, e viu alí um dinheiro, que era do juiz, e ficou com ele. Na volta do juiz, não encontrando seu dinheiro, quis que padre Vicente desse conta dele; como ele não sabia do acontecido, o juiz colocou-o para fora do quarto e coluniou-o de ladrão.


Padre Vicente fica conhecendo o padre Berulle, que mais tarde foi nomeado Bispo de Paris, e indicou-o para vigário de Clichy, subúrbio de Paris. Paróquia pobre, a maioria de seus habitantes eram horticultores. Padre Vicente se deu bem com eles; as missas eram bem participadas e instituiu a comunhão geral nos primeiros domingos o mês. Criou a Confraria do Rosário, para todos os dias visitar os doentes. Padre Vicente atendendo ao padre Berulle, deixa a paróquia e vai ser o preceptor dos filhos do general das Galeras.


Foi residir no Palácio dos Gondi, família rica e da alta nobreza. Eles tinham grandes propriedades e padre Vicente, em companhia da senhora De Gondi, visita uma destas propriedades; é chamado para atender um agonizante e assiste sua confissão. Este disse para a senhora De Gondi, que se não fosse a presença do sacerdote, ele iria morrer em grandes faltas e ia permanecer no fogo eterno.


Padre Vicente percebeu que o povo do campo estava abandonado e na missa dominical concitou o povo a fazer a confissão geral. Teve que arranjar outros padres para ajudá-lo nas confissões, tantos eram os que queriam confessar.Padre Vicente esteve morando com a família Gondi 5 anos. Simulou a necessidade de ir a Paris e Atendendo o chamado do padre Berulle, padre Vicente volta para morar em casa dos Gondi, onde fica mais 8 anos.


Com o auxílio da senhora De Gondi, funda a Congregação das Missões e a Confraria da Caridade; a primeira cuida da evangelização dos camponeses e a segunda daria assistência espiritual e corporal aos pobres, isto em 1618. Em Folevile funda uma Confraria de Caridade para homens, em 23/10/1620. A Congregação das Missões surgiu espontaneamente. Padre Vicente conseguiu alguns colegas para pregações aos camponeses; exigia deles a simplicidade nas pregações, para o povo entender e rapidamente ela foi aumentando. No princípio alugaram uma casa para sua moradia. Com o aumento mudaram para um velho Colégio.


O número aumentava. Um cônego que dirigia um leprosário sem doentes ofereceu em doação os prédios do leprosário para residência dos padres. A instituição demorou de 1625 até 12 de janeiro de 1633, quando recebeu a Bula do Papa Urbano VIII, reconhecendo a Instituição. Padre Vicente sempre preocupou com as crianças enjeitadas e abandonadas, com os velhos e com os pobres e doentes. Durante sua vida criou grandes obras, que até hoje estão prestando serviços à humanidade.


A primeira irmã de caridade foi uma camponesa de nome Margarida Nasseau, que, com a orientação de Luiza de Marilac, ele estabeleceu a Confraria das Irmãs da Caridade. Elas eram 4 camponesas, hoje são centenas. Isto se deu em 29 de novembro de 1633. Padre Vicente criou tantas obras, que em pouco tempo não é possível enumerá-las; a história de sua vida é uma beleza. A seu respeito existe biografias, que poderão serem estudadas por vocês. Padre Vicente tinha quase 80 anos quando faleceu, dia 27 de setembro de 1660. Em 16 de junho de 1737 foi canonizado pelo papa Clemente XII, e em 12 de maio de 1885 é declarado patrono de todas as obras de caridade da Igreja Católica, por Leão XIII. Seu corpo repousa na Capela da casa-mãe – São Lázaro, em Paris.

:: Postado por Régis Cristoativado às 22h09
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Depoimento de um padre - Minha vida se tornou uma experiência constante de evangelização

A tarde era bela, os raios do sol cobriam a cidade. O coração ansioso, confiante e agradecido. Oito de dezembro de 2005, dia em que me tornei padre, me vem à mente como se fosse hoje. Algumas horas antes da minha ordenação, a experiência foi marcante: procurava uma definição simples e concreta da palavra “padre” e me veio ao coração, como um raio de luz, o verso bíblico que diz: “Cristo passou a sua vida fazendo o bem” (Atos dos Apóstolos 10,38b). A definição que emergia no meu interior naquele momento era: ser padre é alguém que, a exemplo de Cristo, passa a vida fazendo o bem.

 

Vejo, no concreto, que a oportunidade que tenho de fazer o bem é constante: ao saudar as pessoas, ao sorrir e ao olhar em seus olhos. No abraço amigo, ao atendê-las em confissão, nas visitas às famílias; ao estar com os mais pobres, com os enfermos e ao celebrar com devoção a Santa Missa.

 

Percebemos que a partir do momento em que o sacerdote não vive somente para si mesmo, e não retém a sua vida e seu ministério, mas os entrega para Deus, para a Igreja e a cada pessoa encontrada, ele se torna esse benfeitor e promotor da paz e do bem.

 

Andando um pouco pelo território das minhas recordações, lembro-me do saudoso Dom Aloísio Lorscheider, um grande mestre na arte teológica, ensinando-nos de maneira exemplar, em suas aulas de Teologia, que o padre “é o maior benfeitor da humanidade”. Com suas aulas inesquecíveis e sua presença marcante, conseguiu esculpir em nós as marcas do amor aos estudos e à vocação; marcas estas que se tornaram memoráveis, eternas...

 

A nossa Igreja, em seu rico acervo teológico, nos diz que o sacerdote é um sacrifício de um homem, um homem imolado, que se entrega livremente por uma causa: a fascinante causa do Reino de Deus, que é o maior bem que o próprio Deus coloca no coração e nas mãos de cada um de nós.

 

Sou um ser humano mais feliz como padre, por vários motivos, um deles é que Deus me ama e me chama a evangelizar e eu sempre gostei disso, sempre gostei de promover o bem extraordinário da proposta do Reino de Deus e do anúncio do amor entre as pessoas. Desde adolescente eu já evangelizava nas escolas, nos grupos de jovens e nas famílias. E como padre posso evangelizar ainda mais, ou melhor, minha vida se tornou uma experiência constante de evangelização.

 

A evangelização está em mim e ou não me vejo mais sem ela, evangelizar é viver para mim. Eu me recordo agora de uma frase belíssima de Dom Bosco a respeito da evangelização: “Por eles eu rezo, eu estudo, e por eles me santifico”.

 

Os desafios são grandes e as lutas são constantes, por isso, não deixamos de nos motivar pelos versos da canção que persiste em dizer: “Pois sei que para além das nuvens, o sol não deixou de brilhar, só porque a terra escureceu, minha vida está em Deus” ancorando-nos sempre na certeza de que a graça de Deus é maior e nos conquista a cada dia.

 

Outro motivo, é que ser padre me faz ser mais de Deus e mais dos outros, pois a vida do sacerdote é pertença de ambos. Ser mais do Senhor me conduz a ser mais dos outros e vice-versa.

 

É uma grande graça ser feliz na comunidade, estamos juntos, juntos queremos ser concretos no bem, formamos um exército de promotores da solidariedade, da justiça, da paz.

 

Por aqui aprendemos com Dom Alberto que “a vida se torna mais bela quando se torna um dom para os outros”. É nessa certeza, nesse belo desafio que caminhamos e seguimos sem parar, porque, para nós, parar é voltar atrás. Por isso é que navegamos nos versos da canção que nos diz: “não dá mais pra voltar, o barco está em alto-mar”.

 

 

Pe. Geraldo - Com. de Aliança Canção Nova
Padre da Aquidiocese de Palmas-To

:: Postado por Régis Cristoativado às 22h08
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Jesus quer transformar seu coração!

Infelizmente, o pecado original colocou em nós muito orgulho, muita vaidade, autossuficiência, prepotência. No fundo, queremos sempre ser maiores do que os outros.

No reino de Deus é o contrário. Quem mais serve é o maior no Reino de Deus. Quem mais se doa, mais se entrega, mais se faz escravo, esse é o maior no Reino de Deus.

É tudo ao contrário. Você é chamado justamente para isso: colocar-se a serviço dos outros, por amor. Ainda estamos muito carregados de orgulho pessoal, de autossuficiência, mais ainda, de prepotência pessoal e , por isso, fica difícil penetrar nessa realidade.

Estamos acostumados, mesmo dentro da Igreja, a viver uma vida igual à que se vive no mundo: cada um quer ser maior que o outro, cada um se orgulha mais que o outro, cada um quer subir por sobre o outro para para aparecer, para se projetar.

Então, fica difícil penetrar nessa realidade e viver a essência do Evangelho. Mas Jesus quer ir penetrando e transformando seu coração, sua vontade. Ele quer ir transformando seu coração, sua vontade. Ele quer ir transformando seu ser, mais e mais; dando-lhe a verdadeira pobreza de espírito, colocando em você a verdadeira humildade e mansidão. Tornando-o cada vez mais semelhante a Ele; deixando todo orgulho, toda soberba, toda prepotência, toda a autossuficiência, toda vaidade para se tornar simples, pobre, humilde, serviçal, doador, generoso, cada vez mais a imagem de Jesus.

É isso que Ele quer fazer em você.

Seu irmão, Monsenhor Jonas Abib

:: Postado por Régis Cristoativado às 19h08
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A chance de mudar


Nunca perca a oportunidade de acreditar que as pessoas podem mudar. E, quando isso ocorrer, confirme isso para elas incentivando-as no novo propósito.

Pois muita gente não muda para valer ou tem recaídas, porque se sente rodeada de pessoas que não acreditam em sua mudança, no fato de que elas realmente podem ser melhores.

Transmita-lhes essa garantia. Assegure-lhes a chance de mudar!

Com carinho e orações,seu 
irmão, Ricardo Sá

:: Postado por Régis Cristoativado às 19h07
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MP3: Do coração dos pais para o coração dos filhos

 
“Jesus nos diz: “Um mandamento novo vos dou: Amai-vos uns aos outros” (João 13,34). Estava no antigo testamento “amar o próximo como a ti mesmo”, e Jesus vem dizer um novo mandamento, e onde está a novidade? Jesus pode dizer um novo mandamento, pois o mandamento dele não era amar, era amar-vos uns aos outros.

Baixe e ouça essa pregação

Ele tinha um conceito novo, uma realidade nova, não simplesmente amar, é mais que isso, amar uns aos outros. É um amor de mão dupla, amar e ser amado; marido e mulher amando um ao outro, pais e filhos se amando, vizinhos se amando, colegas se amando. É isto que Jesus vem nos trazer, “Um novo mandamento vos dou”, não é apenas amar, é “amai-vos uns aos outros, como eu vos amei” (João 13,34).

Jesus diz: "amai-vos como eu vos amei", pois Ele amou extremamente, Jesus sabia tratar cada um [discípulo], da maneira que cada um precisava, pois o melhor tratamento não é dar o tratamento igual a todos, pois as pessoas são diferentes. Amar uma pessoa como ela precisa ser amada, não é fazer igual com todo mundo. Mas dar a ela o que precisa. Jesus amava a todos de maneira igual, tratando-os diferentemente.

E isto se aplica perfeitamente na nossa família, não basta você que você ame. O Senhor quer que você ame, mas que outros te amem também, que você seja amável, alguém que os outros tenham gosto em amar (...)”


Nesta pregação “Do coração dos pais para o coração dos filhos” monsenhor Jonas nos mostra a importância de amar e ser amável, de amar e provocar amor dentro das famílias.



Adquira esta pregação pelo telefone
(12) 3186 2600

:: Postado por Régis Cristoativado às 19h06
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Viver a sexualidade na luz - O autoerotismo acaba se tornando um tipo de droga

sexualidade é a obra culminante da criação. Por isso, precisamos aprender a administrá-la. Deus é perfeito e fez cada pessoa diferente, pessoas que nunca se repetirão.
Nós precisamos estar firmes no Senhor, pois existiu um anjo que não suportou nossa criação por Deus Pai: satanás. Este quer destruir o amor, quer destruir a nossa família. Ele, que não pôde atacar a sexualidade de Maria e José, então ataca a nossa. Ele ataca na raiz da nossa vida: no amor.
Para agredir a vida, o maligno tenta fazer com que entremos em transgressão com tudo aquilo que o amor traz. Dessa forma, o que é mais lindo na vida vira contra o próprio homem. A mesma coisa acontece com a sexualidade, pois o homem a está reduzindo apenas ao desejo carnal, esvaziando o coração, o sentimento. O resultado são as muitas “mortes” que acontecem, como a pornografia, teoria que leva à prática.
Há um comércio abominável de crianças e adolescentes na área sexual. Existe um número expressivo desse público [infanto-juvenil] que morre infectado por várias doenças por ano por conta disso. Não podemos nos calar diante disso!
Só há duas armas para sermos vitoriosos: A castidade e a fidelidade. Em Uganda, baixaram a taxa de contaminação de enfermidades sexualmente transmissíveis, porque a política viu que não havia outro meio ao não ser a castidade.
O autoerotismo, que é a masturbação, quando se torna um hábito e não conseguimos fugir dele, acaba se tornando um tipo de droga, uma obsessão, e faz com que nos fechemos em nós mesmos; e humanamente não conseguimos sair dele. Se você estiver passando por esse problema, sentindo-se escravo, dominado por ele, só Jesus pode curá-lo. Porque, quando pedimos perdão para o Senhor, Ele fica maravilhado com a pureza de nossa alma. Pois, dessa forma, nós mostramos que sofremos com isso, revelando assim que temos um coração puro. Peçamos perdão ao Senhor. Que Maria nos ajude e que nunca percamos a coragem de tomar essa decisão!
Eu conheci homens e mulheres que embora tenham se prostituído durante muitos anos receberam do Senhor a graça de uma “virgindade espiritual” e conseguiram um casamento maravilhoso. A castidade é uma grande liberdade, é o que protege o amor. Como a estratosfera nos protege contra o sol, e nos protege da luz, é justamente assim que acontece com a castidade, ela permite o aprofundamento do amor tornando-nos jovens. Já a impureza nos torna velhos. Basta olhar para moças que são prostituídas, elas têm o olhar envelhecido.
Vou mostrar para vocês as vantagens da castidade, de preservar a sua pureza para o casamento. Pois o pecado contra essa virtude é como uma flor arrancada, que morre facilmente, porque não teve a chance de ter sua raiz aprofundada.
Recusar-se a manter relacionamento sexual com o namorado, antes do casamento, é o maior teste de autenticidade do amor: “Eu quero algo profundo e verdadeiro! Quero que realmente nos conheçamos e esperemos esse momento [relação sexual] até o casamento”. Se seu (sua) namorado (a) deixá-la (o) é a prova de que ele (a) não a (o) ama. Mas, se ele (a) respeitar essa exigência é porque realmente a (o) ama. Algumas moças também querem ir logo ir para a cama com o namorado para segurá-lo, pois são inseguras.
O respeito mútuo protege um ao outro e fortalece a linguagem do amor. O amor para com o outro deve ser delicado e puro. O casal deve procurar viver a transparência. Para que, dessa forma, no dia casamento, você possa dizer: "Eu trago para você o mais puro dos sentimentos, me guardei só para você. Eu decidi que a minha primeira relação sexual seria com meu cônjuge".
É preciso ter muito cuidado e se proteger, cuidado para não cair em situações de risco, pois caímos muito facilmente. Precisamos, sobretudo, ter cuidado de não cair nas pornografias. E assim você terá muita harmonia em sua casa quando casar. E poderá viver a “liturgia do casamento”, pois, é uma escola de descoberta um do outro, de respeito e amor.
Precisamos construir a base do relacionamento. A união sexual é o telhado, por isso não podemos construir a casa pelo telhado. Ele é a “coroa” do casamento. 99% da alegria no ato sexual é a confiança um no outro e não o ato em si. Esses são uns pequenos conselhos para que os seus futuros filhos não sofram a consequência de uma família desajustada.
Louvado seja Deus. Ele os abençoe!

Padre Daniel Ange - Fundador da Escola "Jeunesse-Lumiére" (Juventude-Luz), um trabalho voltado para a juventude, localizada no sul da França.

:: Postado por Régis Cristoativado às 19h05
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Evangelho (Mateus 19,3-12)

Naquele tempo, alguns fariseus aproximaram-se de Jesus, e perguntaram, para o tentar: “É permitido ao homem despedir sua esposa por qualquer motivo?” Jesus respondeu: “Nunca lestes que o Criador, desde o início, os fez homem e mulher? E disse: ‘Por isso, o homem deixará pai e mãe, e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne’? De modo que eles já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe”.
Os fariseus perguntaram: “Então, como é que Moisés mandou dar certidão de divórcio e despedir a mulher?”
Jesus respondeu: “Moisés permitiu despedir a mulher, por causa da dureza do vosso coração. Mas não foi assim desde o início. Por isso, eu vos digo: quem despedir a sua mulher – a não ser em caso de união ilegítima – e se casar com outra, comete adultério”.
Os discípulos disseram a Jesus: “Se a situação do homem com a mulher é assim, não vale a pena casar-se”.
Jesus respondeu: “Nem todos são capazes de entender isso, a não ser aqueles a quem é concedido. Com efeito, existem homens incapazes para o casamento, porque nasceram assim; outros, porque os homens assim os fizeram; outros, ainda, se fizeram incapazes disso por causa do Reino dos Céus. Quem puder entender entenda”.
- Palavra da Salvação.

Homilia: A INDISSOLUBILIDADE DO MATRIMÔNIO Mt 19,3-12
A Igreja celebra hoje: São Maximiliano Maria Kolbe

:: Postado por Régis Cristoativado às 19h01
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Amar, o verdadeiro martírio - A atitude de amar é cada vez mais rara

Muitas vezes, deparamos com coisas que nos sentimos incapazes de fazer por conta de nossas misérias. Jesus, no “testamento” d'Ele, nos deixa uma ordem que é o grande desafio da vida de qualquer ser humano: “Amai-vos uns aos outros” (João 15,12). O mandamento do amor, muito mais que uma simples ordem, é um projeto de vida que perpassa a existência de todo homem.
Como imagem e semelhança de Deus, que é amor, o homem tem por vocação amar. Por isso se não a [vocação] cumpre, não encontra em sua vida a verdadeira realização e a felicidade. Amar é a vida do ser humano. Alguém que não ama já está morto.
Mas quem disse que amar é fácil? Quem disse que felicidade e realização são palavras opostas a sacrifício e a sofrimento? Em meio a um mundo hedonista, impregnaram em nossa consciência que felicidade é fazer e viver tudo o que, de alguma forma, não nos custe nada. É por isso que cada vez mais o mundo se torna individualista e a atitude de amar é cada vez mais rara. Amar exige sofrimento, renúncia, martírio.
Se amar é muito mais do que um simples sentimento, é uma decisão e uma atitude de vida, logicamente vai exigir um sacrifício próprio. Muita gente projeta a vida a partir de um desejo, às vezes, um carro, uma casa e sacrifica muita coisa em função disso. Se o projeto próprio dos filhos de Deus é amar, precisamos nos dispor a acolher os sacrifícios próprios dessa decisão.
Somos acostumados a desejar que as pessoas nos amem muito, incondicionalmente, sem olhar para as nossas misérias e limitações. Mas quando chega a hora de amar o outro, colocamos uma série de condições. E o amor incondicional? E o amor oblação? E a alegria maior de dar do que receber? E a verdade que o amor que me cura é o que dou e não o que recebo? Não são simples perguntas, mas uma verdadeira revisão de vida para a qual somos convidados por Deus.
Jesus afirma que se a semente, na terra, não morrer ela não gerará frutos. Amar é morrer! Morrer para as minhas vontades e minhas carências e me decidir em traduzir em ato a vocação que Deus destinou para a minha existência. Não há nenhum ato de amor que não exija de nós o derramar do nosso sangue, um martírio constante que nos leva à oblação e à doação. O amor acarreta sofrimento, cruz, morte. Mas traz consigo redenção, ressurreição, alegria!
Martírio é testemunho. Mártir é aquele que derramou o seu sangue para testemunhar ao mundo um amor maior. É aquele que cumpriu, com excelência, a sua vocação de amar. Em um mundo, que não mais acredita em muitas verdades essenciais, há a extrema necessidade de pessoas capazes de suportar todas as tribulações, de forma a testemunhar que o mandamento do Senhor não é uma utopia. Deus nos chama a sermos hoje mártires do amor, em meio a um povo que esqueceu a sua vocação de amar.
Talvez você esteja sofrendo muito por ter se decidido a amar alguém concretamente e sem esperar nada em troca. Pode ser que a decisão de amar o esteja levando a chorar ao se deitar e a perder noites de sono. Ou então, sua vida se tornou um verdadeiro calvário a partir do momento em que você saiu da teoria e foi colocar a sua vocação de filho de Deus em prática. Louvado seja Deus! Você está se aproximando cada vez mais da meta, da plenitude do verdadeiro projeto de vida que Jesus nos deixou : “Amai-vos uns aos outros, como Eu vos amo” (João 15, 12).
Quando os nossos sofrimentos são causados por atos verdadeiros de amor, eles nos trazem dor, mas trazem também um sentimento de felicidade inigualável. Não uma felicidade aos moldes mundanos, mas a verdadeira felicidade, a verdadeira paz no coração daqueles que realizaram, com aquele sacrifício, a vontade de Deus para a sua vida.
Jesus nos deixou o exemplo da cruz. A cruz é o modelo de amor. Ele nos amou até o fim e nos mostrou que, por amor, somos capazes de levar a nossa decisão até as últimas consequências. Até o derramamento de sangue. Dando literalmente a vida. “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida por seus amigos” (João 15, 13).
É hora de pararmos de ficar lambendo as nossas feridas e transformá-las em chagas de amor. Se amar o tem machucado e ferido, você agora tem mais coisas em comum com Jesus. Quando chegar à vida eterna, Ele vai olhar para essas chagas e vai lhe dizer: “Como você é parecido comigo!”. Por isso: não desista de amar! Não desista de testemunhar ao mundo que o amor não é uma utopia, mas uma verdade. Seja onde for que Deus o coloque, seja um mártir do amor. Dê a sua vida pela simples, mas inigualável e heroica decisão de amar sem condições, sem medidas.

Seu irmão, Renan Félix
renan@geracaophn.com
Seminarista da Comunidade Canção Nova, reside atualmente em Cachoeira Paulista (SP). Outros temas do autor: blog.cancaonova.com/renanfelix

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h57
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Família: desculpe o transtorno estamos em construção!

A família perfeita é aquela que não desiste de caminhar, de construir e restaurar o seu lar. A família é igual a uma casa em reformas, é o maior transtorno, às vezes, poeira, entulho, tudo que uma construção pode trazer, penso que você consegue imaginar. Mas esse retrato de uma casa em construção demonstra que ninguém está parado em si, ou acha que já está pronto, apesar dos incômodos está em construção, em reforma, em restauração, ninguém restaura um bem se ele não for muito precioso, e isso é um sinal muito positivo. Quem já não leu este aviso em construções públicas: “desculpe o transtorno estamos em construção, para lhe atender melhor”.
Primeira coisa que precisamos notar, é que em casa ninguém é igual, e estamos em níveis de maturidade diferentes. Os pais têm mais experiência, mas entre eles há diferenças. Os filhos estão crescendo, sendo construídos em todos os sentidos, no físico, no psicológico e no espiritual. Aqui entra em ação o material para construir cada um que se chama respeito e paciência com o processo do outro. Por isso, a família precisa ser o ambiente propício para as mudanças, para o crescimento e até para as crises. Ninguém deve ter vergonha de ser o que é, e está como está em casa. Em minha opinião, existem alguns pontos primordiais para construir e restaurar a família:

1º Restaurar o relacionamento com Deus: a base do sacramento do matrimonio é o amor, sem fazer a experiência de Deus é impossível amar de verdade. O amor real muitas vezes passa pela experiência da morte, do aniquilamento, do esquecer-se de si mesmo; e isso, sem Deus, é impossível superar. Mas é preciso respeitar a experiência religiosa de cada um, saber que ela também é individual, mas que dá para fazer um caminho para Deus JUNTOS.
2º Fazer da minha casa um ninho de amor: na minha casa eu decido amar primeiro, o processo começa em mim, e eu não posso cobrar aquilo que eu ainda não consigo dar. Procurar defeitos nos outros, culpados, não resolver as situações de tensão ou dificuldades vividas em casa, faz dela um inferno e não um pedaço do céu. Eu preciso sentir o desejo de voltar para casa, ela precisa ser o meu refúgio, meu oásis no meio do deserto. Casa, família, precisa me atrair, significa porto seguro, lugar onde não importa a minha condição: EU SEI QUE SOU AMADO.
3º Partilha e diálogo: isso quer dizer, onde todos crescem no conhecimento de si e dos outros. A falta de diálogo e partilha deixa crescer dentro dos membros da família os venenos que a podem destruir. Os ressentimentos e as magoas, a falta de perdão e o medo de se revelar. Dentro de casa precisa se promover um clima de confiança e aceitação do outro, eu preciso me sentir acolhido para partilhar a minha verdade. Outro dia ouvir a experiência de um movimento que se chama Equipes de Nossa Senhora, que trabalha com casais. Eles têm uma prática que se chama direito de sentar-se. Sentar-se à cadeira, sentar-se à mesa, para falar e ouvir tudo que o outro precisa disser. ISSO É CARIDADE.

Nós não podemos esquecer que cada um tem a sua parte essencial e importante na construção da família, os pais têm seu papel de pilar de sustentação e construção da casa, mas os filhos dão sentido, vigor e alegria aos pais. E assim vamos construindo famílias restauradas.
Pai santo, Pai amado, a restauração da minha família depende da minha participação ativa e consciente. Do meu amor e compreensão, respeito e paciência com o processo dos meus pais e irmãos, por isso, que eu não sonegue amor e verdade, perdão e misericórdia para com os meus, que esse processo comece em mim primeiro, eu decido amar primeiro em minha família e colaborar com a restauração do santuário da vida, que é minha casa. Amém. Desculpe o transtorno estamos em construção!

Minha benção fraterna.
Pe Luizinho,Sacerdote Canção Nova.

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h55
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A quem eu preciso perdoar hoje?

O perdão recebido e dado é profunda fonte de cura e libertação; sem contar que é um verdadeiro remédio para a saúde do corpo e da alma.
Vamos fazer hoje a experiência concreta de perdoar todas as pessoas pelas quais, de alguma forma, temos certa indiferença ou mágoa, por conta de alguma situação desencontrada entre nós?
Jesus nos perdoa sempre e nos convida para fazer o mesmo quando alguém nos magoa. O erro de nossos irmãos deve provocar em nós o desejo de perdão, da mesma forma que quando erramos provocamos o perdão de Deus. Quanto mais perdoamos, tanto mais parecidos com o Senhor nos tornamos. Todo o mal do qual somos vítimas é a oportunidade que temos de perdoar e amar mais os irmãos. “Amem-se uns aos outros, como eu os tenho amado” (João 13,34).
Senhor, nós nos decidimos hoje pelo perdão suplicando-Lhe que abençoe a nossa decisão.
Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago

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O coração de Jesus bate por nós!
Errei! E agora?
Os filhos são o reflexo dos pais
Juiz evangélico defende crucifixos em repartições públicas
Brasil está entre as menores taxas de mortalidade do mundo da gripe H1N1

:: Postado por Régis Cristoativado às 16h53
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Hoje é dia de amar… um pouco mais…

Hoje é dia de amar…
Diante de tantas dificuldades que tenho enfrentado, não quero perder o desejo de amar…
Hoje é dia de amar, não porque recebi flores ou bombons, porque fui promovida no emprego, porque alguém me elogiou ou aquele meu melhor amigo me trouxe um presente de aniversário…
É dia de amar, porque as pessoas precisam do meu sorriso, precisam do meu olhar atento, precisam do meu carinho, precisam simplesmente de se sentir amadas por mim.
Ah… Amar…
Não é fácil amar quando tudo parece estar perdido, quando o mundo parece conspirar contra os seus anseios, contra você…
Sim, mas é muito fácil amar quando todos te amam, quando todos te elogiam, e dizem ser você a pessoa mais linda do universo.
Eu quero sim, amar muito mais hoje,porque hoje eu enfrento os problemas cotidianos, porque as dificuldades vêm e vão a um passe de mágicas, porque sei que se eu amar um pouco mais, aquilo que eu estou sentindo, vivendo, será motivo de crescimento pessoal, porque Deus me deu esta oportunidade única, esta última chance, de amar um pouco mais, e no fim do dia poder dizer: hoje, mesmo diante das dificuldades, eu amei, eu sorri, eu vibrei, eu louvei e agradeci a Deus pela vida maravilhosa que Ele me deu. Que com o meu sorriso, eu pude ver muitos outros sorrirem, com o meu abraço eu pude curar corações feridos, e com o meu amor eu pude sentir que é amando que se pode SER AMADO!

Por:Renata Rebuli

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:: Postado por Régis Cristoativado às 11h14
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Evangelho (Mateus 18,21–19,1)

Naquele tempo, Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?”
Jesus respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados. Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna.
Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida. O empregado, porém, caiu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava: ‘Dá-me um prazo! e eu te pagarei tudo’. Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida. Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’.
O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: ‘Dá-me um prazo! e eu te pagarei’. Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia. Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muitos tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo. Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: ‘Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. Não devias, tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’
O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida.
É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão”. Ao terminar estes discursos, Jesus deixou a Galileia e veio para o território da Judeia além do Jordão.
- Palavra da Salvação.

Homilia:PERDOAR SEMPRE Mt 18,21-19,1
A Igreja celebra:Santos Ponciano e Hipólito

:: Postado por Régis Cristoativado às 11h08
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Por onde começar um estudo bíblico? - Cada pessoa deve procurar um roteiro de estudo que lhe seja mais útil

Quando alguém se propõe a fazer uma viagem, o ideal é que ele se programe para esta empreitada: defina qual meio de condução vai utilizar (avião, carro, ônibus…), onde vai se hospedar, em que lugar fará as refeições, entre outros. Se for de carro, por exemplo, é essencial que o viajante veja por qual caminho seguirá para chegar ao destino final. Se ele quiser chegar mais rápido deverá optar por determinada estrada; se quiser pagar menos pedágios deverá seguir por outro caminho; se quiser se hospedar em bons hotéis poderá escolher outra rota.
Com certeza, cada um dos caminhos tem sua beleza própria e também sua dificuldade. É preciso que a pessoa que vá viajar escolha o roteiro que é mais adequado para a sua realidade. Qual caminho se encaixa melhor no objetivo da viagem e do mesmo modo, qual não trará maiores dificuldades.
Quando nos propomos ao estudo bíblico algo parecido acontece. Estudar e se aprofundar nos textos bíblicos é também viajar por lugares muitas vezes desconhecidos. Por isso, é preciso que haja um planejamento, assim como nessa viagem de automóvel. Faz-se necessário escolher um roteiro de estudo – um método que melhor se encaixe na realidade daquele que se dispõe a ler e a entender os textos da Sagrada Escritura. Por isso, cada pessoa deve procurar um roteiro de estudos bíblicos que lhe seja mais útil e oportuno.
São vários os roteiros de estudos bíblicos que temos hoje no mercado. Sem desmerecer os demais, quero indicar aqui quatro deles, pois são os que conheço de forma mais aprofundada e sei dos resultados que proporcionam. Repito, esses são apenas alguns dos tantos e bons roteiros que temos à disposição. O que precisa ficar claro é a necessidade de seguir um percurso que nos dê segurança e nos impulsione a não desistir no meio da viagem.

Curso Bíblico da Escola Mater Ecclesiae – O primeiro roteiro vem da escola fundada por Dom Estevão Tavares Bettencourt OSB, cujo objetivo é a formação. É um tipo de curso de teologia para leigos por correspondência.

“Lectio Divina” – O segundo é um dos métodos mais antigos da Igreja. Leitura da Bíblia a partir de quatro passos: Ler, Meditar, Orar e Contemplar. O objetivo da Lectio Divina é – através de um método orante – proporcionar um contato direto com as Sagradas Escrituras.

O terceiro método é a coleção “Luz para os meus passos” – baseada na “Lectio Divina”. Trata-se de uma proposta que segue uma apostila com uma lição que deve ser feita a cada dia. De certo modo ela mescla essa leitura orante com alguns conhecimentos mais técnicos, como o que temos no método da Escola Mater Ecclesiae.

“A Bíblia no meu dia-a-dia” – O quarto roteiro indicado por mim faz parte da proposta do monsenhor Jonas Abib. O estudo possui alguns passos e também possui uma ligação direta com a “Lectio Divina”: num diário espiritual a pessoa deve, ao fazer o estudo de um trecho bíblico, anotar as promessas de Deus, as ordens d'Ele, os princípios eternos, a mensagem de Deus e como aplicar o entendimento do texto no cotidiano.

Além desses métodos, sei que algumas pessoas fazem estudos dos Livros Sagrados orientados por roteiros disponíveis em páginas da internet. É preciso muito cuidado! Já vi muita coisa errada e perigosa em várias dessas propostas. Se ainda assim, você faz ou deseja fazer um estudo orientado pela rede mundial de computadores, então tome as devidas precauções: veja quem é a pessoa que ministra o curso, se está vinculado à Igreja Católica, qual a procedência do site, converse com outras pessoas que também seguem esse curso e peça orientação ao seu diretor espiritual, pároco ou coordenador da sua comunidade.
Existe também o fato de muitas pessoas não conseguiram se adaptar a nenhum dos roteiros que conheceram e por isso resolveram ler a Bíblia começando no seu primeiro livro, o Gênesis, seguindo até o Apocalipse – lendo um ou alguns capítulos diariamente. Particularmente, acho esse caminho o mais difícil, mas não posso negar que também funciona ao ver algumas pessoas optarem e se adequarem a essa proposta.
O importante é que você faça uso de um bom roteiro que o impeça de se perder nessa viagem e o mantenha motivado para seguir adiante. Escolha um percurso de estudos que vá de acordo com as suas necessidades e capacidades, tomando o devido cuidado em averiguar a procedência do roteiro que assume para si. E que, seguindo essas orientações, possa, durante a maravilhosa viagem pelos textos bíblicos, ter a certeza de que a Palavra de Deus é lâmpada para nossos pés e luz para o nosso caminho (cf. Salmo 119,105).

Por: Denis Duarte - contato@denisduarte.com
Denis Duarte Especialista em Bíblia e Cientista da Religião.
http://www.denisduarte.com

:: Postado por Régis Cristoativado às 21h23
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Por que o padre não se casa? - Celibato é uma entrega total e amorosa ao Reino de Deus

Quando ouço alguém dizer ou mesmo me perguntar: “Por que padre não se casa?” Eu poderia repetir a pergunta de outro jeito: Por que você se casou ou por que você está solteiro? Por que você é professora ou advogado? Ou mãe de família? E assim por diante. Isso prova que toda vocação é um grande mistério entre Deus e o coração da pessoa por Ele convidada a abraçar um estado de vida. Não se esqueça que alguém pode ser feliz e realizado ou infeliz e triste pela escolha livre que fez. A vocação é assumida livremente e eu não fui obrigado a assumir o sacerdócio e o celibato.
O celibato não é uma castração nem uma proibição de casar ou outras coisas semelhantes. Celibato é uma entrega total e amorosa ao Reino de Deus e ao serviço do Seu povo. Neste estado de vida eu assumo e respondo livremente, pois a diferença não está tanto no exterior, mas está dentro de minha alma, foge de mim e de mim transborda.
Acredito que eu seja diferente somente pela escolha e pela consagração que Deus fez comigo, assim como você pode ser diferente naquilo que você é. Não posso negar: sou diferente de dentro para fora, sou consagrado, separado para ser todo de Deus, para ser todo das pessoas, da missão, da Igreja. O celibato não limita o meu amor, pelo contrário, alarga-o até o infinito; não me prende a ninguém, mas me deixa livre para todos. É um desafio, pois continuo exatamente como todo homem: com sentimentos, dificuldades e pecados também, mas eu abracei a escolha que fiz: “Estou no mundo, mas não sou do mundo, nem sou como todo o mundo”.
O nosso mundo precisa exatamente de mim assim diferente e talvez seja isso que incomode e ajude tanto as pessoas.
Você aceita ser diferente assumindo a vocação que abraçou?
Eu fui conquistado por amor e por amor continuo todos os dias deixando-me conquistar: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que escolhe a vós”. Vocação é um mistério que eu vou descobrindo todos os dias um pouco mais.
Peço a você a permissão de ter uma vocação diferente e nela ser realizado e feliz. Como existem casais, jovens, professores, domésticas, médicos felizes e realizados em sua vocação, eu sou feliz e realizado por ser sacerdote e celibatário. Que bom que todo o mundo não é igual e não tem a mesma vocação, a diferença enriquece a vida e o mundo.
Como sempre dizemos: “As diferenças não são barreiras, mas sim, riquezas”. O mais importante é ser coerente e verdadeiro na diferença que assumimos em nossa vida.
Parabéns por você ser diferente e feliz!

O que diz o Catecismo da Igreja Católica (CIC), número §1579: “Todos os ministros ordenados da Igreja latina, com exceção dos diáconos permanentes, normalmente são escolhidos entre os homens fiéis que vivem como celibatários e querem guardar o celibato "por causa do Reino dos Céus" (Mt 19,12). Chamados a consagrar-se com indiviso coração ao Senhor e a "cuidar das coisas do Senhor", entregam-se inteiramente a Deus e aos homens. O celibato é um sinal desta nova vida a serviço da qual o ministro da Igreja é consagrado; aceito com coração alegre, ele anuncia de modo radiante o Reino de Deus”.

CIC §1599: “Na Igreja latina, o sacramento da Ordem para o presbiterado normalmente é conferido apenas a candidatos que estão prontos a abraçar livremente o celibato e manifestam publicamente sua vontade de guardá-lo por amor do Reino de Deus e do serviço aos homens” (Cf. Catecismo da Igreja Católica, números 1579/1580).
O celibato não limita o meu amor, pelo contrário, alarga-o até o infinito, não me prende a ninguém, me deixa livre para todos.

Oração: Senhor da messe e pastor do rebanho, faz ressoar em nossos ouvidos o teu forte e suave convite: “Vem e segue-me"! Derrama sobre nós o teu Espírito, que Ele nos dê sabedoria para ver o caminho e a generosidade para seguir a tua voz. Senhor, que a messe não se perca por falta de operários. Desperta as nossas comunidades para a missão. Ensina a nossa vida a ser serviço. Fortalece os que querem dedicar-se ao Reino, na vida consagrada e religiosa.
Senhor, que o rebanho não pereça por falta de pastores. Sustenta a fidelidade dos nossos bispos, padres e ministros. Dá perseverança aos nossos seminaristas. Desperta o coração dos nossos jovens para o ministério pastoral na tua Igreja.
Senhor da messe e pastor do rebanho, chama-nos para o serviço do teu povo. Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores do Evangelho, ajuda-nos a responder "sim". Amém

Quer saber mais sobre vocação Canção Nova acesse os contatos:
vocacao@cancaonova.com
blog.cancaonova.com/vocacional

:: Postado por Régis Cristoativado às 21h22
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A maior necessidade que o mundo tem é de Jesus

Jesus chamou Seus discípulos um por um. Hoje, o Senhor também continua a passar e a chamar muitas pessoas. Podemos testemunhar isso no Evangelho de São João: No dia seguinte, João se achava de novo no mesmo lugar com dois dos seus discípulos. Fixando o olhar em Jesus que caminhava, ele disse: “Eis o cordeiro de Deus” (João 1,35-36). João apresentou com tanta determinação o Cordeiro de Deus que os discípulos já se puseram a seguir Jesus. E um passava a mensagem para o outro. André, também tocado pelo Messias, começou a segui-Lo e falou com seu irmão, Simão Pedro. Assim, falando um com o outro, passaram a segui-Lo. Hoje, também, Jesus está passando e chamando você. E você, chamado por Ele, vai passando a mensagem para os outros.

Na verdade, não é você que os chama. Apenas dá a notícia. Assim como Tiago disse a João e André disse a Pedro, você também diz a seus irmãos o que aconteceu, o que Jesus fez por você, como sua vida foi transformada. Dá testemunho, fala a respeito d'Ele, do entusiasmo que causou em você: Jesus, Sua Palavra, Sua vida. Dessa forma, as pessoas também irão procurar o Senhor. Ele as chama por meio de você e elas O seguem. É assim que se engrossam as fileiras de cristãos.
Jesus precisa, hoje, de muitos seguidores. Ele precisa de discípulos.
A palavra “discípulo” tem um força especial. Trata-se de alguém que aprende com o mestre e age como ele. Alguém que vive como o mestre vive. O mundo precisa de pessoas que vivam como Cristo. Não é algo impossível! Aí está o segredo do Cristianismo: pessoas vivendo como Jesus.
Essa é a obra do Espírito Santo, que tem sido derramado numa multidão de pessoas, não apenas para que recebam carismas, mas para vivam como Jesus viveu. O mundo precisa, os homens necessitam disso. Precisam urgentemente de pessoas que vivam como o Senhor viveu.
O próprio Cristo disse: “Somos o sal para esta terra”. Sem “sal”, as coisas se corrompem. Este mundo vai se corrompendo porque falta “sal”. Você cristão é que será esse “sal”! Não apenas por sua presença, mas porque a vida de Jesus se manifesta em sua vida.
Jesus disse: “Vós sois a luz do mundo” (Mateus 5,14). Este mundo também precisa de luz. Quando você vive como o Senhor, o mundo vai sendo iluminado. É um maravilhoso segredo!
A maior necessidade que o mundo tem é de Jesus. Mas quem vai refleti-Lo para o mundo é você.
A lua não tem luz própria. Sua luz é a luz do sol. Mas, à noite, você precisa é da luz lunar. Da mesma forma, na “noite” deste mundo, você precisa da luz de Cristo. E a luz de Cristo se irradia por meio dos cristãos. A luz de Jesus se reflete neles e assim, refletida, chegará aos homens. Os homens verão a luz de Cristo em você.
Não se trata de colocar um jugo em suas costas. É possível viver, hoje, a vida de Jesus. É possível, hoje, amar, ser delicado, cordial, como o Senhor. Você pode ser manso, paciente, agir e reagir como Ele diante dos acontecimentos.
Você pode ser puro, simples, agir com seus filhos, com seus pais, agir com seu marido, com sua mulher, como Cristo Jesus agiria. Pode agir com seus colegas de trabalho, com aqueles que são seus patrões, seus mestres e também com aqueles que são seus funcionários, seus empregados, como o Mestre agiria.
Quem faz isso em você é o Espírito Santo. Isso é o que o mundo mais precisa: “discípulos de Jesus”. Homens e mulheres que vivam como Ele. Essa é a obra que o Espírito Santo Paráclito quer fazer em nós.

(Trecho retirado do livro “O pão da Palavra – Vol. 2” de monsenhor Jonas Abib)

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:: Postado por Régis Cristoativado às 21h20
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Evangelho (Mateus 18,15-20)

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 15“Se teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular, à sós contigo! Se ele te ouvir, tu ganhaste o teu irmão. 16Se ele não te ouvir, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão seja decidida sob a palavra de duas ou três testemunhas. 17Se ele não vos der ouvido, dize-o à Igreja. Se nem mesmo à Igreja ele ouvir, seja tratado como se fosse um pagão ou um pecador público.
18Em verdade vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que des­ligardes na terra será desligado no céu. 19De novo, eu vos digo: se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isto vos será concedido por meu Pai que está nos céus. 20Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome eu estou ali, no meio deles”.
- Palavra da Salvação.

Homilia: A JUSTIÇA DE DEUS NÃO SE CANSA DE NÓS Mt 18,15-20
A Igreja celebra:São João Berchmans

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h20
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Pai, expressão de heroísmo - Toda criança deseja ter orgulho do pai e falar dos seus feitos

Nas fantasias de nossa infância, alguns personagens fazem-se presentes por atos extraordinários de bravura. Atraem a admiração e transformam o imaginário no comum das brincadeiras. Homens com superpoderes, que não conhecem as fragilidades dos mortais e são capazes de proteger a paz e a ordem do universo. Têm o ofício de vencer o mal, com o qual travam épicas batalhas. Eles são os super-heróis. Esses seres estimulam as crianças a quererem imitá-los em seus trajes e em seus feitos. Por tudo isso se tornam um marco na primeira etapa de nossas vidas.

 

Nós associamos heroísmo com um ato incomum e grandioso; a definição de herói é: “Aquele que se distingue por seu valor ou por suas ações extraordinárias” e também: “Quem arrisca a própria vida ou morre por um ato nobre.”

 

Há, no cotidiano, alguém que, desde nossa tenra idade, diferente de feitos grandiosos e ilusórios, torna-se herói pelo comum de gestos concretos e que, mesmo com seus limites, livra-nos dos perigos. Chamamos essa pessoa de “pai”.

 

Pai é a pessoa do sexo masculino que participa da geração de uma vida. Mas o ser paterno vai além de doar sua genética à gestação do um novo rebento. Pais são heróis que formam pessoas. São aqueles que, na ausência de forças sobre-humanas, são capazes de agregar valores ao coração dos filhos e entregar suas vidas por amor a eles.

 

No simples exercício do dom da paternidade, o genitor vai tomando feições de um homem incomum, atraindo a admiração dos filhos e tornando-se referência para a vida destes. É o exemplo a ser alcançado na forma como desenvolve seu profissionalismo, no trato com a esposa, nas direções da condução do lar, no sustento que provê, mas principalmente no amor que inspira suas ações.

 

Toda criança deseja ter orgulho do pai. Falar dos seus feitos para os amigos. Com o passar dos anos, vamos nos esquecendo das capas voadoras, dos artifícios e habilidades fantásticas que embalaram nossos sonhos infantis.

 

Aquele homem, herói comum do dia a dia, pode não ter mais o mesmo vigor, mas, nos traços do rosto ou no grisalho dos cabelos existe um sinal de luz, sabedoria adquirida da experiência, ao qual o filho pode ainda recorrer e, como no início, saber que esse seu poderoso aliado está sempre pronto a perpetuar o carinho e o amor até os dias do seu ser adulto.

 

Neste Dia dos Pais, demonstre a gratidão de quem teve uma experiência com um verdadeiro ser heroico. Afinal, o amor paterno recebido prepara o filho para vencer desafios e conquistar o mundo inteiro.

 

Feliz Dia dos Pais!

 

Deus abençoe a todos.

 

 

Sandro Ap. Arquejada - Comunidade Canção Nova
sandroarq@geracaophn.com

:: Postado por Régis Cristoativado às 11h09
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Eucaristia, remédio para nossa fraqueza

 
 Após a Ressurreição, Jesus apareceu diversas vezes aos apóstolos. De maneira repentina, se fazia visível, e logo depois se tornava invisível, para mostrar que já estava ali com eles. Apenas eles não conseguiam vê-Lo, pois os nossos sentidos não têm a capacidade de captar um corpo ressuscitado.

Não se tratava de um espírito – era o Corpo do Senhor – tanto assim que tinha os sinais das chagas. Cristo lhes mostrava as mãos, os pés, com Suas chagas, para tirar todas as dúvidas deles. Jesus até comeu no meio deles para que percebessem que era Ele mesmo e não “um espírito” como Ele mesmo fez questão de explicar: “Olhai as minhas mãos e os meus pés: Sou eu mesmo. Tocai-me, olhai; UM ESPÍRITO não tem carne nem ossos como vós vedes que eu tenho” (Lucas 24,39)

É com esse mesmo Corpo que Jesus está na Eucaristia. É Jesus por inteiro: um Corpo que tem Carne, Sangue e Ossos; mais ainda: um corpo humano de alguém que sente, ama e perdoa.

Jesus quis concretizar a Sua presença na hóstia, sob as espécies de pão e vinho, para que compreendêssemos que a Eucaristia que recebemos é o Seu Corpo, que é presença, remédio, cura, alimento e força para nós.

Assim como o alimento nos sustenta e o remédio que tomamos age sobre a nossa doença, a Eucaristia é o próprio Senhor, que vem a nós na forma de alimento e de remédio para atingir a nossa enfermidade, nosso ponto fraco.

Santo Agostinho, doutor da Igreja, nos fala: “A Eucaristia é o pão de cada dia, que se toma como remédio para a nossa fraqueza de cada dia”.

É o Senhor que revigora a nossa fé, para aproveitarmos toda a maravilha que é a Eucaristia. “Aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.” Nunca compreenderemos como o Senhor dá Seu Corpo e Sangue na forma de pão e vinho. Será sempre um mistério da fé; mas Cristo, sabendo disso, veio em auxílio à nossa fraqueza e à nossa incredulidade. É por isso que realizou prodígios para que pudéssemos aceitar com mais facilidade; para que a nossa inteligência não ficasse no escuro. Por isso, Jesus andou sobre as águas, multiplicou os pães, apareceu aos apóstolos após a Sua Ressurreição; tudo para que soubéssemos que Ele tem o poder de realizar aquilo que realizou na Eucaristia.

Reze pedindo ao Senhor o revigoramento da fé:

Creio, Senhor, que Tu estás presente na Eucaristia. É o Teu Corpo, o Teu Sangue, a Tua Alma e Divindade. É o Senhor, vivo e ressuscitado, que me vê, me acolhe, me ama e perdoa.
Senhor, não consigo Te tocar nem Te sentir, mas sei que estás presente na hóstia consagrada e isso me basta.
Obrigado, Senhor, porque creio e quero crer ainda mais. Aumenta a minha fé, para que eu usufrua de todas as graças que a Eucaristia me oferece.
Amém.


(Trecho do livro "Eucaristia, nosso tesouro" de monsenhor Jonas Abib)
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:: Postado por Régis Cristoativado às 11h09
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Uma corrente que mudou minha vida - Desde criança eu pensava em fazer algo capaz de tornar o mundo melhor

Quando recebemos algo bom, naturalmente pensamos em retribuir o benefício, pois a gratidão desperta em nosso interior e nos leva à ação. Acredito que o mesmo acontece na evangelização. Cada pessoa que percebe sua vida transformada – como fruto do anúncio da Boa Nova – de certa forma deseja contribuir para que outros também experimentem tamanha graça. Foi isso o que aconteceu comigo há um tempo e acontece ainda hoje.

 

Organizando meus escritos, encontrei o depoimento dado para um jornal, no qual me peguntaram por que pertenço à Comunidade Canção Nova. Reli o artigo e pensei: “É isso mesmo! Preciso dizê-lo para mais pessoas!”.

 

Você já ouviu falar do filme "A corrente do bem"? A ideia principal do longa-metragem é a de proporcionar a outros o bem que recebemos e assim os atos de bondade vão se multiplicando, transformando vidas e realidades.

 

Tudo começa com um menino, cuja tarefa escolar dizia que para o mundo ser melhor era preciso fazer três coisas boas. Então, a corrente teve início com três metas: ajudar uma velhinha a atravessar a rua, comprar um lanche para um faminto e sorrir para alguém triste.

 

Respondendo ao jornalista sobre o motivo de pertencer à Canção Nova, falei sobre esse filme e lhe contei que minha vida foi restaurada pelo bem que Deus me fez por meio dessa comunidade e que, por amor e gratuidade, fiz a escolha de dedicar não só minha profissão, mas também minha vida para fazer essa corrente tornar-se mais forte.

 

Tive meu encontro pessoal com Cristo quando não esperava. Por insistência de uma amiga fui visitar um grupo de oração da minha cidade e lá senti o amor de Deus tocar meu coração. Não entendi o que aconteceu naquela noite, mas me senti tão bem que saí daquele lugar transformada, querendo levar a mesma graça que experimentei a todas as pessoas, a começar pelos de minha casa. Enfim, queria que todos conhecessem este Jesus que eu acabava de descobrir que estava vivo e continua tocando os corações.

 

Alguns que me conheciam, pensavam que era empolgação passageira e tinham suas razões. Apesar de ser de uma família católica, não costumava frequentar a Igreja e estava começando uma carreira artística que poderia me afastar ainda mais dos desígnios de Deus. Porém, persisti na caminhada com Cristo. Comecei logo a procurar aliados que me ajudassem a perseverar e, por Providência Divina, nessa época conheci a Canção Nova. Foi uma questão de identidade entre mim e o carisma. Quanto mais eu conhecia a missão dessa obra de Deus, tanto mais me identificava com ela. Graças a Deus esta descoberta continua a cada dia.

 

Desde criança eu pensava em fazer algo capaz de tornar o mundo melhor. Imaginava que minha vida teria mais sentido se colaborasse com a felicidade de outros. Não era apenas sonho infantil, era uma inspiração que, na época, eu não compreendia; mas hoje sei: era sinal de minha vocação.

 

Acredito que, como missionária na Comunidade Canção Nova, estou contribuindo para tornar o mundo melhor, sim. A "corrente do bem" continua atingindo muitos corações, todos os dias, por meio dessa obra.

 

Minha vida foi transformada pelo anúncio do Evangelho e minha alegria está em viver para que outros também experimentem esta graça, quando falo, escrevo, atendo telefonemas, gravo, produzo e apresento programas, ou realizo as atividades próprias do dia a dia. Tenho consciência de que estou unida a uma obra para cuja missão Deus me criou; e a força para nossa missão nós a encontramos em Deus por meio da oração.

 

O Apóstolo Paulo, na Carta aos Filipenses, nos lembra que somos "cidadãos do céu", e que precisamos nos colocar a serviço de todos para contribuir na construção da cidade terrena na justiça e no amor. Fala com outras palavras da nova civilização com a qual tanto sonhamos.

 

E poderíamos nos perguntar: "Então, como atrair as pessoas para Cristo a fim de que Ele as transforme?" A resposta vem do próprio Evangelho: "Vivendo como Ele viveu"! Aí está nosso desafio constante. De fato, se praticarmos a Palavra de Jesus Cristo, estaremos cada vez mais sintonizados com Seus pensamentos, ensinamentos e jeito de ser. Dessa forma, daremos continuidade à corrente que Ele começou ao dar a vida por nós.

 

Pelo poder do Seu nome e vivendo Sua Palavra, somos impulsionados a doar a vida pelo próximo, assim como Ele o fez. Desse modo, damos continuidade à "corrente do bem", a qual mudou a minha vida e pode mudar a sua.

 

Que tal começar, hoje, a praticar gestos de bondade em gratidão pelo bem que você recebeu? Anunciar o Evangelho a pelo menos uma pessoa que encontrar neste dia já é um bom começo.

 

 

 

 

Dijanira Silva
dijanira@geracaophn.com
Missionária da Comunidade Canção Nova, em Fátima, Portugal. Trabalha na Rádio CN FM 103.7

:: Postado por Régis Cristoativado às 11h09
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Namorar não é fácil - O convívio nos coloca abertos às criticas

Pessoas com desejo de se casar e constituir família sentem-se frustradas por não conseguirem levar adiante um relacionamento. O problema parece ainda maior quando se lembram dos namoros anteriores malsucedidos, nos quais foram criados vários sonhos em castelos de areia por acreditarem ter encontrado o (a) príncipe (princesa) encantado (a). Esses traumas seguramente seriam minimizados se, durante o envolvimento, esses casais levassem mais em conta a falta de disposição do outro para acolher as exigências e as responsabilidades da vida a dois, além de outros sinais que poderiam ser um forte indício de incompatibilidade.


É engano acreditar que somente pela condição financeira estabilizada ou pela boa aparência se consiga estabelecer um namoro duradouro. Viver bem esse tempo significa permitir que este nos ajude e nos ensine a lidar com algumas situações ainda não experimentadas, como divergências de opinião, interferências dos familiares no relacionamento, dificuldades em encontrar o equilíbrio, brigas, vícios, entre outras dificuldades que certamente surgirão durante o processo de conhecimento mútuo.

 

 

No convívio, o casal de namorados passa a ser regido conforme um princípio comum, estabelecido a partir dos valores nos quais foram educados e que irão fundamentar uma futura vida conjugal. Da mesma maneira que formamos opiniões sobre as pessoas, estas também criam conceitos a nosso respeito. Se num breve encontro com alguém somos capazes de fazer um julgamento, bem maiores serão as chances de elaborarmos um verdadeiro dossiê a respeito da pessoa com quem estamos convivendo nessa fase [namoro]. Muito mais que se confrontarem com ocasiões divergentes, os enamorados precisarão buscar soluções sensatas para equacionar os variados tipos de impasses.

 

É certo que a experiência do convívio a dois nos coloca abertos às possíveis críticas e a recíproca também é verdadeira. Ser desaprovados a respeito de uma roupa que estamos usando, por exemplo, não nos causa tanto desconforto se comparado ao mal-estar causado ao sermos censurados pelo nosso comportamento. Aprender a acolhê-las [críticas] e aplicá-las no nosso viver é uma das virtudes necessárias para o desenvolvimento de um bom relacionamento. Esse novo processo, o qual muitas vezes é lento, se torna mais fácil com a ajuda do outro, quando este também deseja viver as possíveis mudanças exigidas.

 

Namorar alguém muito diferente de nós, não significa que o relacionamento esteja fadado ao fracasso. Por outro lado, sabemos que, nesses casos, maiores devem ser os gestos de paciência e esforço de forma a criar novas perspectivas para as divergências nos pontos de vista, valores, ideais, entre outros. Apenas reclamar do (a) namorado (a) – que foi sua escolha – de nada ajudará.

 

O ritmo da nossa vida nos impulsiona a sermos melhores a cada dia. Não podemos ser guiados pelo próprio comodismo de continuar a ser aquilo que nos torna pouco agradáveis ou intransigentes ao outro. Insistir na ideia de que “aquele que gosta de mim precisa me aceitar como sou” não funciona. Fazer uma avaliação sobre o que tem sido vivido no namoro e corrigir os possíveis desvios facilita o convívio e fortalece os laços. Pode acontecer que, nessa análise, se descubra a intolerância como uma possível causa da desarmonia no relacionamento, a qual não deve ser levada para a próxima etapa, isto é, o casamento.

 

 

Conheça a Comunidade Gente de Fé

 

Um abraço, Dado Moura


contato@dadomoura.com
Dado Moura é membro aliança da Comunidade Canção Nova e trabalha atualmente na Fundação João Paulo II para o Portal Canção Nova, como articulista.
Para ouvir comentários de outros artigos, acesse: podcast Relacionamentos
Outros temas do autor: www.dadomoura.com

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Maturidade na oração - Quem somos nós para achar que a nossa oração vai ser uma coisa fácil?

Como deve ser a nossa oração? Vamos examinar a nossa forma de orar para que a nossa oração seja eficaz e para que o poder de Deus se manifeste em nossas vidas. Orar com poder não quer dizer que eu seja poderoso, orar com poder é rezar de uma forma tal que deixemos de atrapalhar Deus em fazer a Sua vontade em nossas vidas. Os discípulos de Jesus se aproximam do Senhor da mesma forma que nos aproximamos d'Ele hoje: “Senhor, ensina-nos a orar” (Lucas 11, 1). Esse pedido nasceu da admiração deles ao verem o Mestre orando.

 

Jesus se fez homem para nos ensinar o que é ser humano. Não sabemos ser gente, ser humanos. Quando olhamos para o ser humano vemos uma tarefa, uma missão: realizar os sonhos de Deus em nossas vidas. É importante nos darmos conta de que fomos escolhidos por Deus, de que não viemos a este mundo por acaso e agora temos que dar conta da vida. Existe um sonho de Pai, um projeto de Deus para você. A nossa primeira atitude deve ser a de nos esforçarmos para nos adequar a esse projeto do Senhor.

 

Deus nos criou com uma missão, um projeto, e se fez homem para mostrar o que é ser homem, mas o projeto do Altíssimo em nós está deturpado por causa do pecado original.

 

Jesus vem se mostrar como ser humano completo. Como ser humano completo, pessoa divina, Ele reza. Só o Evangelho de Lucas nos mostra nove momentos nos quais Cristo estava orando. Sua oração devia ser fascinante, os discípulos se deram conta de que não sabiam como fazer e pediram a Ele que os ensinasse a orar.

 

Jesus ensina o Pai-Nosso, em duas passagens, mas em Lucas 11, 2, a oração está em uma forma mais abreviada: “Quando orardes dizei: Pai, santificado seja o vosso nome; venha o vosso Reino”. Aqui já acontece uma revolução, algo extraordinário: o Senhor nos ensina a orar ao Pai para realizarmos o Seu Reino, o reinado de Deus em nossa vida.

 

No início é um esforço humano, mas Deus nos visita e nos concede o dom, a graça de orar. Não somos nós, mas é Cristo que ora em nós pelo Seu Espírito. Para que isso aconteça é preciso a pregação a respeito do "kerigma", o primeiro anúncio do amor de Deus, da necessidade de renunciar ao pecado e buscar a conversão.

 

No Evangelho de Marcos, no Horto das Oliveiras, o Mestre também ora. “Não Seja feita a minha, mas a Tua vontade”. Essa é a característica da oração cristã: pedir que seja feita a vontade do Senhor. A oração pagã é diferente, as pessoas perguntam qual é a vontade delas e não a vontade de Deus Pai. Deus é o oleiro, que modela o barro, temos que parar de nos comportar como se fôssemos criadores. Jesus veio ao mundo para nos ensinar a fazer a vontade de Deus.

 

Um exemplo de oração pagã moderna é a oração baseada na lei da atração. Se desejamos as coisas boas elas acontecem, mas se desejamos coisas ruins, elas também acontecem. Isso é materialismo e paganismo disfarçados, são enganosos tais preceitos. Tantas pessoas morrendo de fome na África, será que essas pessoas não desejam comida?

 

Está faltando maturidade para compreender o que é a vida humana. Não podemos ser infantis e achar que a nossa vontade é o melhor para nós. Enquanto os pagãos são como os profetas de baal, que clamam por aquilo que desejam; o cristão expressa o desejo de fazer a vontade de Deus. Muitas vezes fazer a vontade de Deus é um verdadeiro parto, mas é a melhor coisa para nós. Se Jesus, nosso Mestre e Senhor, suou Sangue no Horto das Oliveiras, quem somos nós para achar que a nossa oração vai ser uma coisa fácil! Mesmo que a vontade do Altíssimo nos assuste, mesmo que vejamos uma cruz, sabemos que por trás dela, Deus tem uma ressureição para nós. Nós estamos prontos para fazer a vontade do Senhor. Não se trata de fazer a nossa vontade, mas de colocar nosso coração em sintonia com a vontade de Deus.

 

 

 

 

Padre Paulo Ricardo, reitor do seminário de Cuiabá
www.padrepauloricardo.org

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O que é Combate Espiritual? - São Paulo compara o cristão com um soldado

O ministério de libertação é uma força de apoio ao combate espiritual a que todo cristão é chamado a viver. Precisamos conhecer esse combate na vida e nas palavras de Jesus.

 

O Mestre sofreu tentações antes de começar Sua vida pública: cobiça, vaidade e orgulho! Venceu esses males e nos ensinou a pedir: Pai, não nos deixeis cair em tentação, MAS LIVRAI-NOS DO MAL. O Pai-Nosso é a principal oração de libertação. O Apóstolo Paulo falou muito de Combate Espiritual. O texto mais eloquente sobre esse tema está em Efésios 6,10-17: armadura do cristão. Cada versículo desse texto deve ser meditado com muita atenção.

 

A armadura de Deus é Jesus. Precisamos nos revestir de Cristo para estar a salvo dos ataques do inimigo. Isso significa permitir que o “homem novo” vá crescendo em nós, até o ponto de podermos dizer: já não sou eu que vivo, Cristo vive em mim.

 

Estar revestido de Cristo significa sentir como Ele sentia, fazer o que Ele fazia, falar como Ele falava, agir como Ele agia. É colocar a vontade amorosa de Deus como princípio e centro da nossa vida.

 

A Eucaristia é a expressão maior desse revestir-se de Cristo. É o melhor refúgio. Precisamos estar conscientes de que o inimigo de Deus existe e age. A Igreja afirma claramente que o demônio existe. Mas não é tão poderoso assim… é criatura, age só com a permissão de Deus.

 

É interessante conhecer as estratégias do maligno para que possamos resistir “no dia mau”, ou seja, na “hora H”. Santo Inácio de Loyola, com suas “regras de discernimento” nos ensina com sabedoria a perceber a voz do Espírito Santo, distinguindo-a da sedutora cantinela do inimigo.

 

Ao final do seu texto São Paulo compara o cristão com um soldado pronto para a guerra:

 

· o cinturão da verdade: Lembre-se de que o inimigo é o pai da mentira. É o príncipe das trevas. Portanto, não resiste à luz e à verdade. O Sacramento da Confissão é uma luz de verdade que deve ser utilizado como estratégia contra ele.

 

· a couraça da justiça: bastaria lembrar a Campanha da Fraternidade destes dois últimos anos. Justiça e Paz se abraçarão.

 

· calçado da prontidão para anunciar o Evangelho da Paz: a Nova Evangelização é uma estratégia de libertação. Quando nos fechamos em nós mesmos estamos à mercê dos ataques… mas quando nos colocamos a caminho…

 

· o capacete da salvação: na cabeça, um critério muito seguro que distingue as verdadeiras das falsas doutrinas: Jesus é o Salvador.

 

· a Espada do Espírito: é a Palavra de Deus, nosso instrumento de libertação.

 

 

QUESTÕES PARA REFLEXÃO PESSOAL

 

1. Conheço algo do Combate Espiritual na vida dos Santos? (Santo Agostinho, Antão, Bento…)

2. Já tive a curiosidade de pesquisar esse tema no Catecismo da Igreja Católica?

3. Conheço algum outro texto da Bíblia que frequentemente me anima no combate?

4. Tenho um diretor espiritual, ou, pelo menos, um confessor?

5. Tenho um projeto pessoal de vida? Escrito? Tenho metas? Ou meu combate consiste apenas em resolver problemas!?

 

 

 

 

 

 

Padre Joãozinho, SCJ
artigos@cancaonova.com
Padre do Sagrado Coração de Jesus (dehoniano), doutor em teologia, diretor da Faculdade Dehoniana em Taubaté (SP) e autor de vários livros e canções. Conheça o blog do Pe. Joãozinho

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O peso que a gente leva...  - Há coisas que quero levar, mas não podem ser levadas

Olho ao meu redor e descubro que as coisas que quero levar não podem ser levadas. Excedem aos tamanhos permitidos. Já imaginou chegar ao aeroporto carregando o colchão para ser despachado?

 

As perguntas são muitas... E se eu tiver vontade de ouvir aquela música? E o filme que costumo ver de vez em quando, como se fosse a primeira vez?

 

Desisto. Jogo o que posso no espaço delimitado para minha partida e vou. Vez em quando me recordo de alguma coisa esquecida, ou então, inevitavelmente concluo que mais da metade do que levei não me serviu para nada.

 

É nessa hora que descubro que partir é experiência inevitável de sofrer ausências. E nisso mora o encanto da viagem. Viajar é descobrir o mundo que não temos. É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar o valor do mundo que nos pertence.

 

E então descobrimos o motivo que levou o poeta cantar: “Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!” Ele tinha razão. A partida nos abre os olhos para o que deixamos. A distância nos permite mensurar os espaços deixados. Por isso, partidas e chegadas são instrumentos que nos indicam quem somos, o que amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo. Ao ver o mundo que não é meu, eu me reencontro com desejo de amar ainda mais o meu território. É consequência natural que faz o coração querer voltar ao ponto inicial, ao lugar onde tudo começou.

 

É como se a voz identificasse a raiz do grito, o elemento primeiro.

 

Vida e viagens seguem as mesmas regras. Os excessos nos pesam e nos retiram a vontade de viver. Por isso é tão necessário partir. Sair na direção das realidades que nos ausentam. Lugares e pessoas que não pertencem ao contexto de nossas lamúrias... Hospitais, asilos, internatos...

 

Ver o sofrimento de perto, tocar na ferida que não dói na nossa carne, mas que de alguma maneira pode nos humanizar.

 

Andar na direção do outro é também fazer uma viagem. Mas não leve muita coisa. Não tenha medo das ausências que sentirá. Ao adentrar o território alheio, quem sabe assim os seus olhos se abram para enxergar de um jeito novo o território que é seu. Não leve os seus pesos. Eles não lhe permitirão encontrar o outro. Viaje leve, leve, bem leve. Mas se leve.

 

 

Padre Fábio de Melo

Padre Fábio de Melo é professor no curso de teologia, cantor, compositor, escritor e apresentador do programa "Direção espiritual" na TV Canção Nova.

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Família: Educando para a independência segura -Temos o dever de preparar a próxima geração

À medida que se estuda a Palavra de Deus, pode-se observar que o Senhor estabelece diferentes "instituições" ou veículos básicos para manifestar sua Palavra. Cada instituição tem suas responsabilidades específicas de serviço e cada uma é chamada a realizá-las em respeito a Deus e à Sua Palavra. Na proporção que cada instituição se desvia de seu propósito e responsabilidade originais, haverá o mesmo grau de desequilíbrio e, subsequentemente, pressão excessiva sobre as outras instituições designadas a funcionar em harmonia uma com a outra. Estas instituições, como veículos do governo de Deus, são designadas para expressar o Reino de Deus sobre a terra numa certa localidade, para que o mundo possa ver como será quando Jesus reinar nos corações dos homens.

 

Essas instituições são:

a) a Família (que foi a primeiro a ser estabelecida e designada a fim de manifestar, em primeiro lugar, o governo de Deus, cf. Gn 2:21-24);

b) a Igreja (comunidade redimida da aliança mencionada nas Escrituras como a Noiva de Cristo, ou o Corpo de Cristo, cf. Ef 1:22-23);

c) o Governo Civil (instituição designada para executar a justiça e as leis de Deus, cf. Rm. 13:1-4). 

 

Não se pode dizer que é cristão se não é envolvido com a cidadania. Não tem como se dizer que é cidadão consciente se não é envolvido pela caridade que deve identificar aqueles que vivem a experiência do Deus-caridade. O valor do homem está naquilo que ele é, não naquilo que faz ou tem. Na essência do seu ser ele herdou do seu Senhor a inteligência, a liberdade, a vontade, a sensibilidade, a consciência.

 

"Na intimidade da consciência o homem descobre uma lei. Ele não a dá a si mesmo. Mas a ela deve obedecer” (Gaudium et Spes, 16).

 

Para esta formação da consciência da pessoa humana, que gera independência segura, a família tem um papel fundamental e insubstituível. Como pais e educadores cristãos, nossa missão é fazer dos filhos discípulos do Senhor, que amem o Mestre e estejam prontos para segui-Lo.

Devemos preparar a próxima geração para cumprir o propósito de Deus na história, com entendimento e com determinação. Se descuidarmos da herança do Senhor, nossa luta será em vão.

 

Há na Bíblia três instituições reconhecidas com autoridade outorgadas por Deus: a família, a Igreja e o governo civil. Porém, só aos dois primeiros cabe prover educação, uma vez que o governo civil jamais poderia atuar em nome da família, representando seus valores e objetivos próprios.

O Estado traduz o pensamento da coletividade, partindo do princípio de que a maioria está certa.

 

O que vemos nas escolas de hoje em geral é o desrespeito às autoridades, falta de disciplina, desinteresse pelo aprendizado, irresponsabilidade, influência de novas filosofias nos temas e nos livros, baixa qualidade do ensino, imoralidade, corrupção, entre outros. Portanto, biblicamente escola só tem sentido como uma extensão da família, para com ela cooperar em aliança de princípios e propósito, e sob a cobertura espiritual da Igreja. A visão é de famílias unidas com a bênção da Igreja, trabalhando na formação de uma geração consciente de seus valores e responsabilidades, capacitadas para exercer seu ministério na sociedade e cumprir o propósito de Deus. Trata-se de uma aliança estratégica, para garantir a expansão do Reino, mesmo em meio a uma geração perversa e corrupta.

 

Como pais, como educadores, como Igreja e como cidadãos responsáveis, temos o dever de preparar a próxima geração. A separação das gerações tem sido uma poderosa arma de destruição dos valores familiares, expondo a criança aos predadores sociais. Temos que resgatar o valor da criança e a união de gerações: avós, pais e jovens, todos trabalhando juntos no projeto de vida das crianças.

 

A criança e o adolescente que encontram um sentido nobre para suas vidas não vão desperdiçá-la de maneira desordenada. Depois é preciso valorizar o caráter na formação do aluno, para o que é fundamental o exemplo e o trabalho árduo. Caráter pressupõe uma marca, uma gravação feita a partir de um molde, daí a necessidade de exemplo consistente. Quanto ao trabalho árduo, a própria história nos ensina que a indolência, a comodidade e a ociosidade levam o homem ao declínio moral e à improdutividade. Quando fugimos da dificuldade ou privamos nossos filhos da dureza, estamos impactando o desenvolvimento do caráter deles.

 

A Igreja teria nisso um fator decisivo para apoiar o cumprimento da grande missão: “formar bons cristãos e honestos cidadãos”, fortalecendo as famílias. Trata-se de uma aliança estratégica, na qual cada parceiro (Igreja, escola e família) contribui com aquilo que faz melhor, para realizar o propósito de Deus sob a mesma visão do Seu Reino.

 

Eu estou disposto a formar e a ser formado na escola de Jesus, sabendo que a fé cristã muito mais que acreditar em Jesus é viver a Sua Palavra? O que me falta para atingir o que já sou no coração de Deus? Quero ajuda?

 

 

Padre Anderson Marçal
Comunidade Canção Nova - Roma

:: Postado por Régis Cristoativado às 11h05
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Permanecer com o Deus da vitória

É uma bênção muito grande e um sinal começarmos este acampamento com esta liturgia, na qual Deus já nos direciona ao que Ele quer nos falar durante estes dias. O Senhor sempre trabalhou com o povo fazendo com que este fizesse uma recordação da história lembrando-se de que Ele sempre esteve com eles. Deus, através daqueles que foram escolhidos para conduzir o povo à terra prometida, sempre falou que eles eram um povo eleito; Ele se revela a este povo para que este creia que Ele está ao seu lado, para que este povo compreenda que não caminha sozinho, pois Ele esté com ele.

Desde Abraão podemos perceber que Deus dá sinais e os acompanha sempre, ainda que eles tenham caído, mas podemos ver como Deus sempre caminha com seu povo. É preciso assumirmos que Deus caminha conosco, Deus combate conosco, nós não combatemos sozinhos, não enfrentamos as dificuldades sozinhos, Deus está do nosso lado. Talvez você tenha sentido em alguns momentos que você estava sozinho, mas foi só sentimento, Deus está com você, Deus está conosco.

Esse é o grande segredo para nós vencermos o combate, acreditarmos e permitirmos que Deus caminhe conosco, é preciso que tomemos posse de que Deus caminha conosco. A tendência nossa é esquecer das maravilhas que Deus nos fez no passado, esquecer dos milagres, dos prodígios, enfim, olhando para o passado nós podemos contemplar o quanto Deus nos fez, fez ao seu povo.

Eu pude ver estes dias em uma viagem o DVD de minha ordenação e pude contemplar o quanto Deus fez na minha vida, me tirou do lamaçal, das drogas e pude constatar que Deus nunca me abandonou e eu não posso abandonar a Deus por nada deste mundo. Meus irmãos, as ofertas do mundo estão por aí, mas nada vale mais, nenhum tesouro, nenhum dinheiro e nenhuma oferta deste mundo, vale mais do que este Deus.

Eu preciso dizer a você no inicio deste acampamento, permaneça em Deus e você será um combatente vitorioso, permaneça e você vai ver as vitórias, os prodígios, permaneça e você vai ver que aquilo que você imaginou que não conseguiria fazer, Deus fará com você. Quantas vezes nós abandonamos nossos propósitos, por impulsos, por nossas paixões e nos afastamos de Deus e até parece que está tudo bem, mas nós estamos na verdade a caminho do abismo e se seguirmos as paixões e enganações deste mundo nós cairemos neste abismo.

Se nos entregarmos as paixões deste mundo seremos um povo que vai caminhar, caminhar, caminhar, mas seremos derrotados, mas se ficarmos ao lado de Deus teremos a vitória! Não há outro, Ele é o nosso Deus, Ele é o nosso único Deus, nós temos que tirar os falsos deuses das nossas vidas e permanecermos com o Deus que nos dará a vitória, muitas vezes nós baixamos as guardas e permitimos que outros deuses entrem em nossos corações e muitas vezes caímos no erro de eliminar o verdadeiro Deus de nossas vidas, de nossos corações.


O povo clamou a Deus para o tirasse da escravidão no Egito, Deus falou a Moisés e pediu que fosse tirar seu povo do Egito, Moisés vai e faz o que Deus mandou, fala ao faraó e o faraó faz aquilo que Deus queria, o povo sai do Egito, no meio do caminho o faraó se arrepende de tê-los deixado ir e o povo começa a reclamar para Moisés que tinha os tirado do Egito para que sofressem, mas Deus abre o mar a eles e permite que passem a pé enxuto e fujam dos egípcios. Mas mesmo assim todas as vezes que este povo passava por uma dificuldade eles demonstravam saudades do faraó, muitas vezes nós somos assim.

Deus fazia de tudo, realizava prodígios, mas o povo insistia em ter saudades do Egito e não viam o quanto Deus tinha feito em seu favor. Tudo o que Deus faz é para que entendamos que precisamos continuar com Ele para que sejamos um povo vencedor, mas todas as vezes que quisermos voltar ao passado como faziam os israelitas, nós estaremos optando pela derrota. Quantas pessoas deixaram muitas coisas do mundo quando começaram a buscar a Deus, mas chega um certo tempo de caminhada ou chegam em uma determinada dificuldade e sentem saudades dos tempos que viviam no pecado e fazem um caminho de volta para o passado, voltam a comer as cebolas do Egito, voltam a beber, voltam a ver as novelas, voltam a vida social de ficarem indo de barzinho em barzinho e assim voltam-se ao passado, por que não rasgaram a foto do faraó e sentiram saudades dele.

Aderem ao mundo, começam a vestir-se como o mundo se veste, como a moda manda e vamos fazendo isso e nos tornamos um povo derrotado. Eu preciso lhe dizer, Deus não o fez para a derrota, mas para a vitória! Antigamente as pessoas até nos consultavam, mas como voltamos a viver das coisas do passado, deixamos de ser sinal, deixamos de ser referência e passamos a ser mais um com todo mundo. São Paulo diz que se fez um com alguns para salvar aos outros, mas não para ser igual e nós vamos na onda do mundo e te dou uma triste notícia, se você voltar a vida de pecado, você será um derrotado!

Nós precisamos por onde passarmos fazer com que as pessoas notem que somos pessoas diferentes, você tem um papel neste mundo você não está aqui por acaso e talvez o primeiro lugar a ser transformado pelo seu testemunho seja sua própria família. Você veio para questionar este mundo! Por onde você passar você precisa deixar que as pessoas vejam Deus em você, o combatente é alguém que as pessoas percebem claramente Deus nele, o que as pessoas tem visto em você? Deus quer que você seja diferente e faça a diferença e é preciso que Ele se torne o centro da sua vida!

Diga comigo: “Seja o centro da minha vida Senhor, da minha família e que tudo aquilo que coloquei em teu lugar possa agora cair por terra, por que eu quero colocar o Senhor no centro da minha vida, da minha história e a partir de hoje eu só combato contigo, a partir de hoje quero segurar em tuas mãos porque sei que para mim tu tens a vitória e sei que fazendo a opção radical por ti eu terei a vitória todos os dias, mesmo na tribulação, mesmo nas adversidades, concede-me esta graça Senhor de perder o mundo inteiro, mas ganhar a vida eterna e obrigado Senhor porque tu tens o melhor para mim.”

Deus fez você uma pintura perfeita que não precisaria de restauração, mas o mundo tem tentado jogar "tinta" em você para "borrar" esta obra de arte que é você, sobre quem o Senhor hoje já inicia este trabalho de restauração para que você comece a voltar ao estado original daquilo que você deveria ser. Santa Catarina de Sena diz: “Se fores o que deveis ser, colocareis fogo no mundo”. Você é a coisa mais linda que meus olhos já viram, pois você é a obra-prima feita pelas mãos de Deus!

Você precisa ser quem você é: filho amado de Deus!

 


Transcrição e adaptação: Flávio Pinheiro


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:: Postado por Régis Cristoativado às 11h04
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Quero ter razão ou ser feliz?

Nada mais importante do que ser feliz, não é mesmo? Mas tem gente que pensa diferente. A felicidade, tão querida e buscada por muitos de qualquer jeito, muitas vezes, é concebida como valor a ser adquirido a qualquer preço, infelizmente.
Por ser considerada fundamental para todos, é preciso ter bem claro o que cada um de nós é capaz de fazer ou de abrir mão de forma consciente a obtê-la definitivamente. Por isso, muito cuidado com tudo o que você poderia fazer e não faz para ser feliz.
Mais ainda: atenção a todas as vezes que – mesmo que seja sem querer –, você escolhe ter razão, briga por isso e ponto final. Tenho aprendido com a vida que é melhor perder a razão do que perder um amigo!



Como amar pessoas difíceis?

Nâo existe solução fácil para o que é difícil! Entretanto, aqui está um grande segredo para quem quer aprender a amar: A Sagrada Escritura ensina que não existe grande mérito em amar quem já nos ama, tratar bem a quem nos trata bem e assim por diante!
Por isso, pessoas difíceis são um grande achado para treinarmos amor gratuito; daqueles que a gente já sabe que, pondo-o em trática, jamais seremos recompensados; e aí está uma grande porta para nosso crescimento pessoal e espiritual.
Quando amamos de graça, assemelhamo-nos ao Amor de Cristo! Quem ama assim, torna-se forte interiormente, aprende a pouco abalar-se com as decepções e amadurece afetivamente, pois desenvolve a habilidade de desejar mais amar que ser amado!
Coragem! Só é feliz quem ama assim!
Você concorda comigo?
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Com carinho e orações,Seu irmão, Ricardo Sá
<


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O que acontece quando eu não perdoo?
Por que carrego cruzes?
O que falta pra eu ser feliz?
E quando mentem sobre mim?

:: Postado por Régis Cristoativado às 11h02
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A fé derruba as barreiras da nossa vida
A fé age à distância e nos dá livre acesso ao coração de Deus. Interessante que quando nos deixamos guiar pela fé em Deus, tornamo-nos pessoas fortes interiormente e perseverantes, mesmo em meio aos momentos mais desencontrados da nossa vida, nada nos desanima.
O Senhor tem um projeto para cada um de nós, não podemos nos esquecer disso nem duvidar, ao contrário, creiamos que Deus é poderoso para concretizar Seus desígnios a nosso respeito, basta confiarmos e a graça acontece no tempo certo.
“Mulher, grande é a tua fé! Seja feito como tu queres! E desde aquele momento sua filha ficou curada” (Mateus 15,28).
Peçamos hoje ao Senhor a graça de sermos ousados na fé.
Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago

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Você possui um projeto de vida?
Envia o vosso Espírito, Senhor!
Que nossa vida seja um ato contínuo de ação de graças
Só precisamos do único essencial para sermos felizes
De qual graça você precisa hoje?

:: Postado por Régis Cristoativado às 10h57
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MP3: Sementes de uma nova geração PHN

 
“Graças a Deus, você tem muito talentos. A nossa vida é o primeiro deles, não fizemos nada para consegui-la, mas além desse, Deus nos deu muitos outros, qualidades muito importantes.

Baixe e ouça essa pregação

É tudo d'Ele, não pense que suas qualidades são suas: sua capacidade, esperteza, etc.. Não pensemos que isso é nosso, tudo é de Deus, como Jesus disse na parábola: “Precisamos dar a Deus o que é de Deus” (Marcos 12,17). Precisamos gastar – para o Senhor – aquilo que é do Senhor. Por isso, nós não podemos jogar fora nossos talentos, não temos esse direito! Eles nos foram dados para que possamos administrá-los de modo a termos um mundo melhor.

O mundo está no estado em que está, porque não temos utilizado os talentos, as qualidades que o Senhor nos dá. E não temos investido essas qualidades na melhoria de vida, mas, muitas vezes, pensamos quer dar a Deus o que é Deus é ficar somente rezando diante d'Ele. Não, não é isso. O que o Senhor quer é a melhoria da qualidade de vida para todos os Seus filhos (...)”

Trecho pregação “Sementes de uma nova geração PHN”.

Nesta pregação monsenhor Jonas Abib nos mostra importância de colocarmos nossos talentos a serviço para que haja um mundo melhor.



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:: Postado por Régis Cristoativado às 10h52
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MP3: Minha segurança está em Deus

 
"Você está cheio de problemas e preocupações e está querendo buscar a solução? Uma das causas de nossos males é devido à situação do nosso sistema econômico-financeiro, por isso a situação de desemprego, de dívidas, de negócios errados. Mas tudo isso é por causa do sistema em que estamos vivendo hoje: é um sistema extremamente egoísta, profundamente individualista, no qual cada um só pensa em si, materialmente, em ganhar mais, em acumular mais.

Baixe e ouça essa pregação

A globalização é egoísta, não está baseada no amor, em resolver as situações dos pobres, ela procura desesperadamente o egoísmo: as empresas buscam ser cada vez maiores, mais potentes, para que seus donos sejam mais fortes e o que resto que “se arrebente”! O que interessa é o ter e o resto que “se arrebente”! É um sistema egoísta.

E o Senhor nos diz: “Para você solucionar seus problemas, para sair da sua situação, você precisa sair do sistema do mundo, que é o sistema do homem velho, o sistema baseado no egoísmo”."


Nesta pregação "Minha segurança está em Deus", monsenhor Jonas Abib, nos mostra que a única solução para nossos problemas está em Deus, que cuida de nós, de nossa saúde, de nossa família e de nosso futuro.



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:: Postado por Régis Cristoativado às 10h52
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O perigo de falar mal das pessoas

São João Maria Vianney, o Cura D’Ars, tinha um carisma muito especial no Sacramento da Confissão. Era um grande confessor.
Conta-se que uma senhora, que se confessava com ele, todas as vezes dizia o mesmo pecado: falava mal das pessoas. Ele a aconselhava, lhe dava penitência e absolvição. Mas, como ela voltou a confessar tantas vezes o mesmo pecado, que um dia ele lhe deu uma penitência especial: “Hoje a senhora pegará uma galinha viva e sairá pela cidade depenando-a e jogando as penas pela cidade”. A mulher ficou envergonhada, mas como era penitência, fez o que o padre lhe pediu. Todos acharam muito estranha a atitude dela, andando pela cidade e depenando a galinha, muitos pensaram que ela havia enlouquecido.
Depois que terminou, ela voltou à casa de São João Maria Vianney e mostrou-lhe a galinha depenada. Ele, então, lhe disse: “Ótimo, a senhora fez a primeira parte da penitência. A segunda é a seguinte: volte e reúna todas as penas”.
É impossível juntar as "penas"! Mais ainda: recolocá-las. Depois que você falou mal de alguém, e até o difamou, não dá mais para reconstruir a imagem desta pessoa. Mesmo que o irmão tenha errado, ele é “santo” porque pertence ao Senhor, foi Ele quem o escolheu. Santo quer dizer “escolhido”. Não duvide: o Senhor escolheu um por um de nossos irmãos. Eles são santos, são intocáveis. Não pertencem a nós: pertencem ao Senhor. Não somos seus juízes: o juiz deles é unicamente o Senhor. A nós cabe somente a misericórdia. Jesus os resgatou ao preço de Seu sangue.
Depois que você "jogou pelos ares" a eleição do irmão, não dá mais para "ajuntar as penas".
Seu irmão,Monsenhor Jonas Abib

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Não há amor sem renúncia!
Deus está conosco em todos os momentos
Qual milagre Deus precisa operar na sua vida?
Deus se manifesta nos pequenos
Ninguém pode calar nossa boca!

:: Postado por Régis Cristoativado às 10h51
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Evangelho (Mateus 17,14-20)

Naquele tempo, 14chegando Jesus e seus discípulos junto da multidão, um homem aproximou-se de Jesus, ajoelhou-se e disse: 15“Senhor, tem piedade de meu filho. Ele é epiléptico, e sofre ataques tão fortes que muitas vezes cai no fogo ou na água. 16Levei-o aos teus discípulos, mas eles não conseguiram curá-lo!”
17Jesus respondeu: “Ó gente sem fé e perversa! Até quando deverei ficar convosco? Até quando vos suportarei? Trazei aqui o menino”. 18Então Jesus o ameaçou e o demônio saiu dele. Na mesma hora, o menino ficou curado. 19Então, os discípulos aproximaram-se de Jesus e lhe perguntaram em particular: “Por que nós não conseguimos expulsar o demônio?” 20Jesus respondeu: “Porque a vossa fé é demasiado pequena. Em verdade vos digo, se vós tiverdes fé do tamanho de uma semente de mostarda, direis a esta montanha: ‘Vai daqui para lá’ e ela irá. E nada vos será impossível”.
- Palavra da Salvação.

A Igreja celebra hoje:São Domingos de Gusmão

:: Postado por Régis Cristoativado às 10h43
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Evangelho (Marcos 9,2-10)

 
Naquele tempo, 2Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, e os levou sozinhos a um lugar à parte, sobre uma alta montanha. E transfigurou-se diante deles.
3Suas roupas ficaram brilhantes e tão brancas como nenhuma lavadeira sobre a terra poderia alvejar. 4Apareceram-lhes Elias e Moisés, e estavam conversando com Jesus.
5Então Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: “Mestre, é bom ficarmos aqui. Vamos fazer três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias”.
6Pedro não sabia o que dizer, pois estavam todos com muito medo.
7Então desceu uma nuvem e os encobriu com sua sombra. E da nuvem saiu uma voz: “Este é o meu Filho amado. Escutai o que ele diz!”
8E, de repente, olhando em volta, não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus com eles.
9Ao descerem da montanha, Jesus ordenou que não contassem a ninguém o que tinham visto, até que o Filho do Homem tivesse ressuscitado dos mortos.
10Eles observaram esta ordem, mas comentavam entre si, o que queria dizer “ressuscitar dos mortos”.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
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Transfiguração do Senhor: É bom estarmos aqui!

 

Hoje a Igreja celebra a festa da Transfiguração do Senhor. Cristo quis antecipar a Sua glória àqueles que Ele havia escolhido, Pedro, Tiago e João para continuar a Sua missão salvífica. Para que a cruz não deixasse os discípulos cegos pela dor e pelo fracasso da morte do mestre de Nazaré. O Cristo transfigurado é o sinal do futuro de todo cristão transformado pela Sua ressurreição.

 

Jesus manifestou este mistério aos discípulos no monte Tabor. Com efeito, depois de lhes ter falado, quando andava com eles, acerca do reino e da sua segunda vinda em glória, para que se convencessem firmemente no íntimo do seu coração, já que talvez não estivessem ainda bastante convencidos do que Ele anunciava acerca do reino, e também para que, observando o presente, acreditassem no futuro, realizou aquela admirável manifestação divina no monte Tabor, como uma imagem prefigurativa do reino dos Céus. Foi como se lhes dissesse: “Para que o tempo de espera não enfraqueça a vossa fé, desde já, no tempo presente, em verdade vos digo: estão aqui alguns presentes que não hão de morrer sem terem visto o Filho do homem, vindo na glória de seu Pai” (Cf. Mt 16,28).

E querendo o Evangelista mostrar que o poder de Cristo estava de harmonia com a sua vontade, acrescenta: Seis dias depois, Jesus tomou Pedro, Tiago e João e levou os à parte, para um alto monte. E transfigurou Se diante deles: o seu rosto resplandecia como o sol e a sua roupa brilhava como a neve; e apareceram Moisés e Elias a falar com Ele (cf. Mt 17, 1-3). Estas são as maravilhas da presente solenidade, este é o mistério da salvação que no monte se realizou para nós; porque ao mesmo tempo nos reúne, agora, a morte e a glorificação de Cristo. Por isso, para penetrarmos na intimidade destes inefáveis e sagrados mistérios juntamente com os eleitos, entre os discípulos inspirados por Deus, ouçamos a voz divina e sagrada que, lá do alto, do cimo do monte, instantemente nos chama.

Apressemo-nos a ir para lá. Ou melhor – digo o sem hesitar – vamos com Jesus que, lá nos Céus, é o nosso guia e precursor; com Ele brilharemos com olhos espirituais, seremos renovados, por assim dizer, com novas feições da nossa alma e configurados à sua imagem, e seremos continuamente transfigurados à sua semelhança como participantes da sua natureza divina e herdeiros dos bens celestes. Corramos para lá, cheios de entusiasmo, ânimo e alegria, e penetremos no interior da nuvem, à imitação de Moisés e Elias ou Tiago e João. Sê tu como Pedro, arrebatado perante a visão e manifestação divina, transformado com aquela maravilhosa transfiguração, isolado do mundo, abstraído das coisas da terra; deixa o que é carnal, abandona a criatura e volta-te para o Criador, a quem Pedro disse, em êxtase e fora de si: Senhor é bom nós estarmos aqui! (Mt 17,4)

Na verdade, Pedro, é bom nós estarmos aqui com Jesus e ficarmos aqui para sempre. Que há de mais feliz, mais sublime e mais excelente do que estarmos com Deus, configurar nos com Ele e vivermos na sua luz? Por certo cada um de nós, pelo fato de ter a Deus consigo e de ser transfigurado à sua imagem divina, pode exclamar com alegria: É bom nós estarmos aqui, onde tudo irradia luz, felicidade e alegria, onde o coração é inundado de paz, serenidade e doçura; onde Cristo mostra o seu rosto; onde Ele, com o Pai, estabelece a sua morada e diz: Hoje chegou a salvação a esta casa (Cf. Lc 19,9). Onde com Cristo se acumulam tesouros de bens eternos; onde se refletem, como num espelho, as primícias e as imagens dos séculos futuros.

 

Liturgia das horas
Do Sermão de Anastásio Sinaíta, bispo, no dia da Transfiguração do Senhor
(Nn. 5-10: Mélanges d’Archéologie et d’Histoire 67 [1955], 241-244) (Séc. VII).

 

 

Oração: Eis a voz do Pai: “Este é o meu Filho amado. Escutai-o!” (Cf. Mc 9,7). Que a Vossa luz possa curar toda cegueira do nosso coração e o calor de Vossa Palavra aqueça a frieza de nossa fé nos milagres que podes realizar em nossas vidas. Daí-nos a graça de subir a montanha contigo, afastar-nos das paixões e experimentar os bens espirituais. Ó Deus Pai, que na gloriosa Transfiguração de vosso Filho confirmastes os mistérios da fé pelo testemunho de Moises e Elias, e manifestastes de modo admirável a glória de filhos adotivos, concedei aos vossos servos e servas ouvir a voz do vosso Filho amado, e compartilhar da sua herança. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém

 

 

 

Minha benção Fraterna.

Padre Luizinho, Sacerdote Canção Nova.

 

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h52
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Todos os textos aqui postados foram retirados do site CANÇÃO NOVA


Evangelho (Mateus 15,21-28)

Naquele tempo, 21Jesus retirou-se para a região de Tiro e Sidônia. 22Eis que uma mulher cananeia, vindo daquela região, pôs-se a gritar: “Senhor, filho de Davi, tem piedade de mim: minha filha está cruelmente atormentada por um demônio!” 23Mas, Jesus não lhe respondeu palavra alguma. Então seus discípulos aproximaram-se e lhe pediram: “Manda embora essa mulher, pois ela vem gritando atrás de nós”. 24Jesus respondeu: “Eu fui enviado somente às ovelhas perdidas da casa de Israel”. 25Mas, a mulher, aproximando-se, prostrou-se diante de Jesus, e começou a implorar: “Senhor, socorre-me!” 26Jesus lhe disse: “Não fica bem tirar o pão dos filhos para jogá-los aos cachorrinhos”. 27A mulher insistiu: “É verdade, Senhor; mas os cachorrinhos também comem as migalhas que caem da mesa de seus donos!” 28Diante disso, Jesus lhe disse: “Mulher, grande é a tua fé! Seja feito como tu queres!” E desde aquele momento sua filha ficou curada.

- Palavra da Salvação.

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Os amigos nos ajudam a enxergar - As lentes são muito frias, não conseguem nos deixar ver por dentro

Uma menina muito esperta olhava, sentada aos pés de sua mãe, a costura que ela estava a bordar. Vendo de baixo a garota estava confusa, pois via um emaranhado de linhas de várias cores, mas sem sentido, não dava para entender nada. Incomodada, perguntou: – “Que está fazendo, mamãe, com tanta atenção neste monte de linhas? Eu não estou entendendo nada”. A mãe lhe respondeu: – “Estou bordando uma linda peça para enfeitar o seu quarto”. Imediatamente retrucou a menina: – “Eu não quero esse desenho feio!” A mãe, com toda calma, disse: – “Levante-se do chão e sente-se aqui do meu lado, para que você possa ver de cima, pois de cima se enxerga diferente”. Então ela viu um lindo arco-íris com todas as cores e bem feitinho.
De cima se veem as coisas de modo diferente. Quantas vezes, estamos exatamente como essa garota: olhando as coisas de baixo, no emaranhado, no burburinho, na agitação. Julgamos as coisas e as pessoas por aquilo que vemos ou por aquilo que nos falaram. Dessa forma, não temos a visão verdadeira da realidade e, por isso, muitas vezes, desanimamos e abandonamos um sonho, um projeto, ou desistimos de algo ou de alguém. Tudo isso, porque não decidimos ver as coisas do alto, de cima. Precisamos nos distanciar para ver melhor, ver os detalhes e entender o contexto.
Eu preciso de lentes especiais para que eu consiga enxergar o real e não ficar com as aparências, os “pré-conceitos”. Porque o essencial é invisível aos olhos, como lemos em “O pequeno príncipe”! É preciso alargar a visão, pois nem tudo que reluz é ouro, assim como nem tudo que brilha demais é precioso. Percebo o quanto a minha visão limitada me atrapalhou, pois o que eu via era uma parte e não o todo. Porque Deus nos surpreende, porque Ele nos enxerga no todo e não pela metade, por isso, nos ama. As lentes são muito frias, não conseguem nos deixar ver por dentro, por isso, eu preciso de lentes humanas e confiáveis.
Hoje eu me decido a ver as coisas de cima e não de baixo, não vou me contentar com minha visão e meus conceitos limitados. O amigo verdadeiro sempre nos enxerga na medida certa, não nos esconde a verdade nem fica mascarando as coisas. Eu posso dizer que meus amigos são minha segunda visão, e na maioria das vezes enxergam melhor do que eu. Quanto mais diferente o amigo, melhor é, pois é na auteridade, na diferença, que eu muitas vezes me descubro, afinal “as diferenças não são barreiras, são riquezas!”
Alarga, Senhor, a minha visão, cura a minha miopia, dai-me as lentes da Verdade e da Caridade. Mas, como mesmo de óculos eu não enxergo, dai-me muitos e verdadeiros amigos: “Amigo fiel é uma poderosa proteção: quem o encontrou, encontrou um tesouro” (cf. Eclesiástico 6, 14-17).
Se você anda enxergando pouco, onde estão os seus amigos? Enxergar sozinho é pobre, é tão bom saber que posso dividir ou somar minha visão com meus amigos, eles “são o meu segundo coração”. É muito bom saber que não estou sozinho. Procure alargar a sua visão, não tenha medo dos outros.
E aos meus amigos: obrigado por me fazerem enxergar melhor. Muitas vezes os amigos se ausentam para que eu possa enxergar sozinho. O respeito é fundamental na amizade, por meio dele você consegue tirar as vendas do orgulho dos olhos de alguém.
Aos meus amigos que me ajudam a enxergar: obrigado!
Minha bênção amiga!

Padre Luizinho - Sacerdote Canção Nova

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 Família: Educando para a independência segura- Temos o dever de preparar a próxima geração

medida que se estuda a Palavra de Deus, pode-se observar que o Senhor estabelece diferentes "instituições" ou veículos básicos para manifestar sua Palavra. Cada instituição tem suas responsabilidades específicas de serviço e cada uma é chamada a realizá-las em respeito a Deus e à Sua Palavra. Na proporção que cada instituição se desvia de seu propósito e responsabilidade originais, haverá o mesmo grau de desequilíbrio e, subsequentemente, pressão excessiva sobre as outras instituições designadas a funcionar em harmonia uma com a outra. Estas instituições, como veículos do governo de Deus, são designadas para expressar o Reino de Deus sobre a terra numa certa localidade, para que o mundo possa ver como será quando Jesus reinar nos corações dos homens.

Essas instituições são:
a) a Família (que foi a primeiro a ser estabelecida e designada a fim de manifestar, em primeiro lugar, o governo de Deus, cf. Gn 2:21-24);
b) a Igreja (comunidade redimida da aliança mencionada nas Escrituras como a Noiva de Cristo, ou o Corpo de Cristo, cf. Ef 1:22-23);
c) o Governo Civil (instituição designada para executar a justiça e as leis de Deus, cf. Rm. 13:1-4).

Não se pode dizer que é cristão se não é envolvido com a cidadania. Não tem como se dizer que é cidadão consciente se não é envolvido pela caridade que deve identificar aqueles que vivem a experiência do Deus-caridade. O valor do homem está naquilo que ele é, não naquilo que faz ou tem. Na essência do seu ser ele herdou do seu Senhor a inteligência, a liberdade, a vontade, a sensibilidade, a consciência.
"Na intimidade da consciência o homem descobre uma lei. Ele não a dá a si mesmo. Mas a ela deve obedecer” (Gaudium et Spes, 16).
Para esta formação da consciência da pessoa humana, que gera independência segura, a família tem um papel fundamental e insubstituível. Como pais e educadores cristãos, nossa missão é fazer dos filhos discípulos do Senhor, que amem o Mestre e estejam prontos para segui-Lo.
Devemos preparar a próxima geração para cumprir o propósito de Deus na história, com entendimento e com determinação. Se descuidarmos da herança do Senhor, nossa luta será em vão.
Há na Bíblia três instituições reconhecidas com autoridade outorgadas por Deus: a família, a Igreja e o governo civil. Porém, só aos dois primeiros cabe prover educação, uma vez que o governo civil jamais poderia atuar em nome da família, representando seus valores e objetivos próprios.
O Estado traduz o pensamento da coletividade, partindo do princípio de que a maioria está certa.
O que vemos nas escolas de hoje em geral é o desrespeito às autoridades, falta de disciplina, desinteresse pelo aprendizado, irresponsabilidade, influência de novas filosofias nos temas e nos livros, baixa qualidade do ensino, imoralidade, corrupção, entre outros. Portanto, biblicamente escola só tem sentido como uma extensão da família, para com ela cooperar em aliança de princípios e propósito, e sob a cobertura espiritual da Igreja. A visão é de famílias unidas com a bênção da Igreja, trabalhando na formação de uma geração consciente de seus valores e responsabilidades, capacitadas para exercer seu ministério na sociedade e cumprir o propósito de Deus. Trata-se de uma aliança estratégica, para garantir a expansão do Reino, mesmo em meio a uma geração perversa e corrupta.
Como pais, como educadores, como Igreja e como cidadãos responsáveis, temos o dever de preparar a próxima geração. A separação das gerações tem sido uma poderosa arma de destruição dos valores familiares, expondo a criança aos predadores sociais. Temos que resgatar o valor da criança e a união de gerações: avós, pais e jovens, todos trabalhando juntos no projeto de vida das crianças.
A criança e o adolescente que encontram um sentido nobre para suas vidas não vão desperdiçá-la de maneira desordenada. Depois é preciso valorizar o caráter na formação do aluno, para o que é fundamental o exemplo e o trabalho árduo. Caráter pressupõe uma marca, uma gravação feita a partir de um molde, daí a necessidade de exemplo consistente. Quanto ao trabalho árduo, a própria história nos ensina que a indolência, a comodidade e a ociosidade levam o homem ao declínio moral e à improdutividade. Quando fugimos da dificuldade ou privamos nossos filhos da dureza, estamos impactando o desenvolvimento do caráter deles.
A Igreja teria nisso um fator decisivo para apoiar o cumprimento da grande missão: “formar bons cristãos e honestos cidadãos”, fortalecendo as famílias. Trata-se de uma aliança estratégica, na qual cada parceiro (Igreja, escola e família) contribui com aquilo que faz melhor, para realizar o propósito de Deus sob a mesma visão do Seu Reino.
Eu estou disposto a formar e a ser formado na escola de Jesus, sabendo que a fé cristã muito mais que acreditar em Jesus é viver a Sua Palavra? O que me falta para atingir o que já sou no coração de Deus? Quero ajuda?

Padre Anderson Marçal - Comunidade Canção Nova - Roma

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Sacerdócio e Eucaristia: unidos pela misericórdia - O povo tem o direito de ver Jesus Cristo na pessoa do sacerdote

Nós estamos celebrando o Ano Sacerdotal proclamado pelo Papa Bento XVI, iniciativa que teve início no último dia 19 de junho na Festa do Sagrado Coração de Jesus. Pensando neste mistério de vocação que é o sacerdócio, imediatamente penso para que essa vocação foi feita. O sacerdócio foi feito para a Eucaristia. O padre existe para a Eucaristia e ambos existem para a salvação do povo. Jesus, com o Coração mais generoso que a face da terra já viu, nos deu dois grandes presentes. Na Última Ceia, antecipando a Sua doação total, mesmo diante da traição e do mistério de dor pelo qual teria de passar para salvar o mundo das trevas do pecado e da morte, entrega aos discípulos o Sacramento do Amor: A Eucaristia. “A Santíssima Eucaristia é a doação que Jesus Cristo faz de si mesmo, revelando-nos o amor infinito de Deus por cada homem. Neste Sacramento admirável, manifesta-se o amor maior: o amor que leva a dar a vida pelos amigos” (Bento XVI). O sacerdócio e a Eucaristia nascem do mesmo lugar, das fontes misericordiosas do Coração de Jesus!. Nesse mesmo dia o Mestre “divide” o Seu sacerdócio com os Apóstolos e faz deles ministros do Sacramento do Amor, ministros do perdão, ministros da misericórdia. O vínculo intrínseco entre a Eucaristia e o Sacramento da Ordem é deduzido das próprias palavras de Jesus no Cenáculo: “Fazei isto em memória de mim” (Lucas 22,19). Nós sacerdotes usamos as mesmas palavras de Jesus quando instituiu o mistério de amor, porque somos os primeiros a estar no lugar de Cristo Jesus para a salvação do mundo. Portanto, o sacerdócio é um movimento Divino do Amor de Deus Pai, que continua agindo em Sua Igreja em todo tempo e o tempo todo. Onde existe um sacerdote, há a possibilidade do amor e da misericórdia de Deus se manifestarem pelo homem. O lema do meu sacerdócio é: “Tudo posso naquele que me dá força” (Filipenses 4,13). A força do meu sacerdócio não vem de mim mesmo, mas a força do sacerdote vem da fonte pela qual ele oferece todos os dias torrentes de “Água Viva” ao povo fiel e sedento desse amor, que é Jesus. Eu busco a força para exercer minha vida como ministro desse Sacramento nas palavras que eu dirijo todos os dias ao Pai: “Tomai e comei, isto é o meu corpo; tomai e bebei isto é o meu sangue, sangue da nova e eterna aliança, para a remissão dos pecados, fazei isto em memória de mim!” As mesmas palavras de Cristo são fonte de vida, de salvação em primeiro lugar para mim, alimento substancioso para a minha intimidade com o Senhor e para servir ao povo de Deus, que procura no sacerdote não ele mesmo, mas Jesus Cristo, o seu Salvador.
O saudoso Papa João Paulo II disse para os sacerdotes em sua última carta na Quinta-feira Santa de 2005: “O povo tem o direito de ver Jesus Cristo na pessoa do sacerdote”. Essas palavras do Santo Padre ficaram gravadas em minha alma como uma missão, apesar de ser pecador e cheio de limitações como todo homem, eu não sou um homem comum, eu sou ministro do Sacramento do Amor e da Misericórdia. Cristo hoje e na Última Ceia se depôs do manto, sinal de Sua dignidade de Senhor, de Rei, para servir aos discípulos, para lavar os seus pés; esse gesto de humildade revela o caminho que o discípulo deve seguir: imitar o Mestre: “Compreendeis o que acabo de fazer? Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o sou. Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Dei-vos o exemplo, para que façais à mesma coisa que eu fiz”. “Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei” (cf. Jo13, 1-15). Aos sacerdotes, hoje, felicidades, força e que eles saibam que não estão sozinhos, pois disse o Senhor: “Eu estarei convosco todos os dias, até o final dos tempos!”.
Oração: Jesus sumo e eterno Sacerdote, dai-me a graça como padre de viver como o Senhor viveu e ser para o Vosso povo sinal vivo de Vossa misericórdia.
Maria, mãe dos sacerdotes, quero sempre estar sobre os teus cuidados na proteção do teu manto de mãe, pois sou o teu filho predileto. Quero estar imerso nestes dois mistérios para os quais eu fui feito: Sacerdócio e Eucaristia para que eu seja ponte para os meus irmãos do Amor misericordioso de Deus. Dá-me a graça da fidelidade de Cristo.
Eu sou feliz e realizado em minha vocação como sacerdote.


vocacao@cancaonova.com
blog.cancaonova.com/vocacional


Minha bênção sacerdotal+
Padre Luizinho - Missionário Canção Nova

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h50
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Evangelho (Mateus 13,47-53)
Naquele tempo, disse Jesus à multidão: “O Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que apanha peixes de todo tipo. Quando está cheia, os pescadores puxam a rede para a praia, sentam-se e recolhem os peixes bons em cestos e jogam fora os que não prestam. Assim acontecerá no fim dos tempos: os anjos virão para separar os homens maus dos que são justos, e lançarão os maus na fornalha de fogo. E aí, haverá choro e ranger de dentes. Com­preendestes tudo isso?” Eles responderam: “Sim”.
Então Jesus acrescentou: “Assim, pois, todo mestre da Lei, que se torna discípulo do Reino dos Céus, é como um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas”. 53Quando Jesus terminou de contar essas parábolas, partiu dali.
- Palavra da Salvação.

Homilia:O nosso futuro
A Igreja celebra:São Pedro Crisólogo

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h45
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Oração é muito mais que um sentimento é uma ação
Formação

Em algum momento da sua vida no serviço à Deus você já teve a sensação de que não tinha nada, ou muito pouco, para dar as pessoas? Será que você já viveu a experiência de começar uma animação sem ânimo? Não raramente passamos por esses momentos de deserto, de tentação. O que fazer?

Sabemos que oração é muito mais que um sentimento é uma ação. Não oramos somente quando estamos sentindo o desejo de fazê-lo, oramos porque precisamos orar. É uma atitude! Servir a Deus também é uma atitude de amor, de gratidão, que muitas vezes temos que exercer mesmo sem estar animado.

Você com certeza já ouviu um ditado que diz: “O pouco com Deus é muito, o muito sem Deus é nada!”, e isso é uma grande verdade que se encaixa perfeitamente no trabalho do Evangelho. É até importante que não nos sintamos preparados para cantar, ministrar, pregar, ou exercer outra ministério,pois quando esses sentimentos de incapacidade nos envolve, nós vivemos uma dependência exclusiva da ação do Senhor.

É tão belo enxergar que Deus opera através da nossa pequenez, valendo-se de instrumentos inadequados para realizar a Sua obra. Isso demonstra que Ele é Deus.
Quando nos sentimos “capacitados” corremos o risco de pensar que as graças derramadas foram devidas à nossa ação e não a de Deus.
Lembro-me ainda da passagem do evangelho onde a mulher cananéia, vai ao encontro de Jesus e ao suplicar pela sua filha, recebe uma “dura” resposta do Senhor: “Não fica bem tirar o pão dos filhos para jogá-lo aos cachorrinhos.” Mas a mulher insistiu: ''É verdade Senhor; mas os cachorrinhos também comem as migalhas que caem da mesa dos seus donos”. Esses versículos podem nos dá uma maravilhosa reflexão, mas quero deter-me na palavra “migalhas”. Para quem tem fome as migalhas são importantes, são imprescindíveis.

Haverá dias em que você só terá “migalhas” para dar ao povo, sentindo-se cansado, triste, com problemas, enfermo, e tudo isso é natural, é humano, mas o divino estar em superar esses sentimentos, confiando na ação de Deus, que transforma migalhas em alimento, que multiplica o que pouco oferecemos – desde que seja o nosso tudo – e alimenta uma multidão, podendo até sobrar doze cestos.

Acho que é isso meus irmãos. Dê o seu melhor a Deus, e o seu melhor é o seu tudo. Você pode até achar que não tem nada, mas oferece ao Senhor com confiança e você verá a maravilhosa ação de um Deus Todo-poderoso que utiliza-se de instrumentos inadequados para o serviço ao Seu Reino.

Não desista!

Em Cristo,

Emanuel Stênio
Missionário da comunidade Canção Nova

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h45
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Quer ser santo? Assuma que você é fraco!
Padre Fábio de Melo

É uma riqueza insondável este texto de São Paulo: II Coríntios 12,1-10. O apóstolo nos fala que, para seu espírito não se encher de orgulho e vaidade, foi lhe colocado um "espinho na carne".


Não é possível falar de crescimento humano se antes não falarmos de reconhecimento dos nossos limites. O bom treinador é aquele que vai saber salientar a qualidade do atleta, mas, sobretudo, vai saber encaminhá-lo para a superação dos limites. O primeiro passo é reconhecer em que nós precisamos melhorar. Contudo, esse é um grande desafio para todos nós, porque, lamentavelmente, as pessoas não estão preparadas para nos educar para a coragem. Sabe por quê? Porque muitas vezes os incentivos que nos são dados estão mais voltados para esquecermos as nossas fragilidades. Quando mostramos as nossas fraquezas há uma série de repreensões diante de nós.

Você já reparou que nós não deixamos a criança chorar? Já reparou que quando o recém-nascido chora, nós fazemos de tudo para calar a boca dele? Fazemos uma série de "caras feias" para ver se calamos a criança, para tentar espantar a fragilidade.

Nós, humanos, temos uma dificuldade imensa de lidar com a fragilidade do outro – ainda que seja filho da gente. Nós gostamos é de todo o mundo feliz! Não estamos preparados para encarar a fragilidade. Parece que a nossa educação está sempre voltada para nos revestir de uma coragem que nos faça esquecer nossos limites.

Ter coragem é descobrir onde está a nossa fragilidade e ali trabalhar com um empenho um pouquinho maior. É não desconsiderar o que temos de bom, mas é também colocar atenção naquilo em que ainda temos de melhorar. Estamos em processo de feitura. Não estamos prontos, não somos perfeitos, estamos por ser feitos, estamos sendo feitos aos poucos. E no processo de ser feito aos poucos nós vamos descobrindo onde é que dói “esse espinho” de que fala o apóstolo dos gentios. Esse espinho muda de lugar. Quanto mais uma pessoa está aperfeiçoada no processo de ser gente, tanto maior é a facilidade de conhecer limites.

Para você retirar um espinho, às vezes, é preciso deixar inflamar. É como se o seu corpo dissesse: “Isso não me pertence”. De qualquer jeito, nós temos de tirar aquilo que não nos pertence. Existem algumas inflamações do espírito, da personalidade, porque há pessoas que são tão aborrecidas que a gente não pode nem encostar nelas. São aquelas inflamações que se alastram.

E aí é que entra a grande contribuição do Cristianismo, numa proposta antropológica. Porque Deus não quer que você seja um “anjinho” na terra, mas que você deixe de ser “inflamado”! Ele quer lhe mostrar as inflamações para que você lute contra elas.

Cara feia, arrogância, tudo isso é complexo de inferioridade. Sabe qual é o “espinho”? O medo, a insegurança.

Você já fez a experiência de viver uma palavra que fizesse com que saísse tudo o que estava estragado em seu interior? Língua afiada quer dizer: deixar toda a inflamação que está dentro de nós vir para fora. Ter condições de deixar “vazar” aquilo que antes desconhecíamos é admitir e reconhecer que somos frágeis. A pior ignorância é aquela que finge que sabe! Temos medo de mostrar que não aprendemos, que somos frágeis. Quantas vezes na nossa vida, por medo, perdemos a oportunidade de aprender.

Muitas vezes, por medo de expor a nossa fragilidade, – porque parece que o mundo de hoje se esqueceu de mostrar a cultura do esforço que se fez para chegar aonde chegamos –, perdemos o direito de chorar. E por diversas vezes choramos e não sabemos por que estamos chorando.

O ensinamento de Jesus é sempre o avesso do avesso. Quer ser santo? Assuma que você é fraco. Muitas vezes, neste processo de se conhecer, nós sangramos. E nós precisamos sangrar. Um dos maiores poetas da música diz isso.

Quantas vezes você não se viu traduzido em uma canção de alguém que teve a coragem de sangrar, porque não teve medo de mostrar as próprias fragilidades?

Nós somos todos iguais. Nós músicos somos todos iguais. Não adianta fingirmos que somos fortes ou ficar fingindo que não sentimos nada e que não temos medo. Eu não sei se existem mais de cinco pessoas que conhecem os seus segredos. Para quantas pessoas você teve coragem de sangrar? Pessoas que o enxergam por dentro são raras.

Conversão é isso. É você educar o seu filho para que ele possa lhe contar onde estão os “espinhos”. O espinho não é o defeito, mas é a seta que nos mostra onde temos de trabalhar para que sejamos melhores.

A vida vai perdendo a graça porque não nos deixamos sangrar. A gente sangra melhor nos momentos de intimidade, nos quais a gente tem coragem de tirar a couraça. É muito melhor admitir que temos medo. Para as pessoas é sempre doloroso ter de tirar os “espinhos” e ver vazarem as inflamações.

Há tantas situações que nos deixam com o “coração na boca”. Muitas vezes, nós colocamos muito mais atenção naquilo que as pessoas acham de nós, do que no que nós pensamos de nós mesmos.

Examine-se, você é uma pessoa que consegue levar o outro à cura. Em última instância, o que vai sobrar de nós é a nossa vontade de amar. Vamos descobrir o que hoje em nós está "infeccionado", porque é preciso sangrar, é preciso reconhecer-se frágil.

Padre Fábio de Melo
Apresentador do programa 'Direção Espiritual'

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h44
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Qual o tempo que você está vivendo?

Todos os tempos da nossa vida são necessários para o nosso crescimento e amadurecimento. Não podemos desperdiçar nenhum deles, até mesmo os que se apresentam a nós aparentemente desencontrados, de modo que não os entendemos nem vemos utilidade neles.

É sabedoria parar, rezar e refletir para discernir o tempo em que estamos vivendo no momento presente. Com certeza, uma vez que tivermos essa clareza, tudo ganhará um novo sentido, de maneira que não vamos reclamar ou murmurar em meio às desventuras. Ao contrário, passaremos por elas com grandeza de alma, louvando e agradecendo a Deus por todo bem e toda graça, mesmo sem entender ainda o que o Espírito Santo está plasmando em nós.

Desta forma, permaneceremos unidos a Jesus sempre, porque o louvor nos aproxima de Deus.

“Em todas as circunstâncias, dai graças porque esta é a vosso respeito a vontade de Deus em Jesus Cristo” ( I Ts 5,18).

Senhor, ensina-nos a sermos homens e mulheres de louvor em todas as circunstâncias.

Jesus, eu confio em Vós!

 

Qual o tempo que você está vivendo?

Todos os tempos da nossa vida são necessários para o nosso crescimento e amadurecimento. Não podemos desperdiçar nenhum deles, até mesmo os que se apresentam a nós aparentemente desencontrados, de modo que não os entendemos nem vemos utilidade neles.
É sabedoria parar, rezar e refletir para discernir o tempo em que estamos vivendo no momento presente. Com certeza, uma vez que tivermos essa clareza, tudo ganhará um novo sentido, de maneira que não vamos reclamar ou murmurar em meio às desventuras. Ao contrário, passaremos por elas com grandeza de alma, louvando e agradecendo a Deus por todo bem e toda graça, mesmo sem entender ainda o que o Espírito Santo está plasmando em nós.
Desta forma, permaneceremos unidos a Jesus sempre, porque o louvor nos aproxima de Deus.
“Em todas as circunstâncias, dai graças porque esta é a vosso respeito a vontade de Deus em Jesus Cristo” ( I Ts 5,18).
Senhor, ensina-nos a sermos homens e mulheres de louvor em todas as circunstâncias.
Jesus, eu confio em Vós!



Em que você precisa melhorar?
Não há ninguém mais verdadeiro conosco do que nós mesmos. Comece a se observar para ver quantas surpresas terá. Ao nos analisarmos vamos perceber o tanto de qualidades que temos e também os pequenos e os grandes vícios que alimentamos. Eu costumo fazer essa experiência e tenho feito grandes descobertas sobre mim mesma.
Cada vez mais o Espírito Santo me tem levado a me conhecer melhor. É uma graça única conhecermos as nossas qualidades e as nossas limitações, para podermos melhorar.
Muitas vezes, queremos que as pessoas mudem, implicamos com elas, ficamos olhando para os seus defeitos e até nos irritamos com muitos de nossos irmãos, quando, na verdade, quem precisa mudar somos nós.
Geralmente, nós nos achamos muito bons, mas se observarmos as nossas intenções em realizar cada coisa, nem sempre estas serão retas. Sempre há um certo interesse por trás. De alguma forma, queremos tirar proveito particular das situações e demonstrar que somos perfeitos.
Você já parou para se perguntar se as suas intenções realmente são sinceras e justas?
Muitas vezes, ajudamos alguém, mas a nossa real intenção não é praticar a verdadeira caridade, mas sim, ser reconhecidos e elogiados e até mesmo receber alguma recompensa humana.
Peçamos ao Senhor que purifique as intenções do nosso coração, para que possamos ver a Deus. “Cria para mim um coração puro, ó Deus;
enraíza em mim um espírito novo” (Salmo 50, 12).
Jesus, eu confio em Vós!


Um amigo pode nos transformar

Jesus nos ensina que todos nós precisamos ter amigos diante dos quais possamos chorar e abrir o coração. Amigos que nos acolham e nos amem do jeito que somos. Amigos que não nos julguem a partir de um momento, mesmo que seja um momento dolorido.
Feliz de quem tem um amigo diante do qual pode se mostrar pelo avesso. Feliz de quem tem um amigo diante do qual pode mostrar o seu pior… e o seu melhor também!
Amigo não é apenas um conhecido, colega, companheiro… Observemos a ênfase que a Palavra de Deus dá a ele: “Quem encontrou um amigo, encontrou um tesouro” (Eclesiástico 6,14b).
Um amigo pode nos transformar. E por que nos transforma? Porque, antes de tudo, ele nos ama como somos. O amigo consegue nos corrigir e, muitas vezes, só ele é capaz de fazer isso. Ele, e só ele, tem linha direta com o nosso coração. Ele chega lá naquele lugar aonde ninguém consegue chegar.
Reze, hoje, por ele(s); agradeça a Deus por você tê-lo(s) ao seu lado.

Jesus, eu confio em Vós!



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Vamos ser santos hoje?
Qual o caminho que devemos percorrer?
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Sejamos sinais de alegria e de esperança

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h43
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O amor tira pedaços, mas nos transforma!

Muitas pessoas se aproximam de outras por interesse. Elas não estão amando, são apenas interesseiras. Se você ama dessa forma, isso não é amor, é interesse "revestido de chocolate", de "açúcar" para mascarar suas intenções. A caridade não é inconveniente. Se você ama, se é namorado ou noivo de alguém, não seja inconveniente, porque aquele que age assim, não sente amor, apenas paixão, sensualidade. Mesmo entre marido e mulher, se você diz que ama seu(a) esposo(a), mas mente para ele(a), trai, é grosseiro (a), na verdade, não o(a) ama.
Sei que não é fácil, que nada disso se consegue de uma hora para outra. O amor é uma busca contínua, ele fere, tira pedaços, mas transforma!
"A caridade [o amor] não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade" (I Coríntios 13,6), ou seja, quando alguém está passando por uma situação difícil e ficamos contentes com isso. Isso também não é amor. "Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta" (I Coríntios 13,7). Muitas vezes, você acha que não ama o outro mais porque o sentimento se desgastou com o tempo, mas, na verdade, você a continua amando, porque o amor tudo suporta. Tenha certeza de que você pode suportar tudo. O amor acredita que o outro pode mudar, que pode melhorar, porque tudo crê e espera. Quem ama espera pela mudança, pela graça de Deus e sabe que tudo pode ser mudado pela oração e pelo amor.
Tudo isso é amor na sua superioridade. Não há coisa mais concreta do que o amar. "O amor tudo desculpa" (I Coríntios 13,7a). Desculpar quer dizer tirar a culpa. Isso não significa que você irá "tapar o sol com a peneira" se a pessoa estiver errada, simplesmente vai desculpá-la, porque não existem pessoas erradas, existem pessoas que cometem erros.
A grande resposta é esta ordem: ''Um mandamento novo eu vos dou: amai-vos uns aos outros. Nisto todos reconhecerão que sois meus discípulos: no amor que tiverdes uns para com os outros'' (João 13, 34-35). A partir disso, você vê que o mundo está como está, porque nós não amamos, assim como não assumimos o bastão que Jesus pôs em nossas mãos. A civilização do amor acontecerá somente quando pusermos esse sentimento nobre em prática em nossas vidas.
Que hoje o Senhor o abençoe e o transforme em um verdadeiro combatente do amor!



Entre mim e meu irmão está Jesus

A Eucaristia é um sacramento maravilhoso, mas precisa ser renovado a cada dia. A Igreja chama isso de "renovar-se", ou seja, atualizar o sacrifício de Cristo. Bendito seja Deus, que, no Seu infinito amor, instituiu esse sacramento, que é o dom do Senhor reavivar a esperança em nós. O Senhor não lança fora os não desejados e os pecadores. Pelo contrário, se há alguém por quem Ele tem grande afeto é o que está no caminho errado, pois Ele mesmo disse que veio para os doentes e para os pecadores. Reze por aqueles pelos quais você já perdeu a esperança tal é a situação em que eles estão, porque nosso Deus tudo pode!
É preciso ter os olhos fixos no Senhor, no próprio coração d'Ele, onde não há sombra de ressentimento, de amargura ou egoísmo. O coração de Cristo é todo amor, n’Ele está a fonte de toda a unidade e aceitação do outro, porque Ele nos aceita como somos. Entre mim e meu irmão está Jesus. Ele continua a defender cada filho Seu, como defendeu a mulher adúltera: “Se você nunca pecou atire a primeira pedra”. Sempre o Altíssimo deve estar em primeiro lugar em nossas vidas, depois deve vir o irmão, esta é a perfeição do verdadeiro perdão, pois tudo o que passa primeiramente por Deus se santifica, do contrário é um mero ato humano, que traz simplesmente alívio e acomodação humana. O verdadeiro amar e ser amado, perdoar e ser perdoado gera vida nova e comunhão de coração.
Vivamos reconciliados a exemplo de Cristo, que apesar de ter sido crucificado, perdoou e se reconciliou com o homem e continua unido a nós dando-se como alimento na Eucaristia. Ele que, no alto da cruz, diz: “Perdoai-lhes porque não sabem o que fazem”. Agora temos de fazer nossa parte indo à Santa Missa, confessando nossos pecados, vivendo reconciliados, buscando os sacramentos.
Volte hoje mesmo para Jesus, dê esse pulo e você já está no coração d'Ele.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.
Seu irmão,Monsenhor Jonas Abib


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Liberte-se das mentiras!
Você é um vencedor e não um derrotado!
Comece um vida nova perdoando
Seja luz no mundo!
Que os prodígios de Pentecostes sejam renovados!

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h36
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Sinto solidão! O que devo fazer?

Quem se sente só, precisa aprender a alargar as fronteiras de seus relacionamentos e ir descobrindo que a solidão poder ser fruto de um comportamento que começa em nós. Em primeiro lugar, não se fixe nas pessoas! Decida-se por se relacionar com aquelas que não estão normalmente presentes no seu círculo de amizade. Na prática, fale com quem você nunca falou, aproxime-se de quem você jamais se aproximaria e descubra novos amigos, gente diferente que também vai adorar conhecer você.
Depois, observe-se e procure descobrir um pouco mais sobre o que as pessoas normalmente expressam sobre quem é você. Dessa forma você poderá encontrar novas e avançadas maneiras de ser quem você é, diminuindo distâncias – que foram provocadas por você mesmo.
No mais, encha sua vida de "Bom dia!", "Boa tarde!", "Boa noite!", "Como vai você?" e tantas outras formas de expressar que a vida começa no coração de quem se abre aos outros.
Entendeu?
Com carinho e orações, Seu irmão, Ricardo Sá


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Por que é tão difícil perdoar?
Como me tornar menos frágil?
Quanto vale meu tempo?
Por que me agito na hora de decidir?
Como superar uma traição?

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h35
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Olá paz e bem!
Todas as mensagens aqui postadas foram retiradas do site: http://www.cancaonova.com

 

Evangelho (Mateus 13,31-35)
Naquele tempo, 31Jesus contou-lhes outra parábola: “O Reino dos Céus é como uma semente de mostarda que um homem pega e semeia no seu campo. 32Embora ela seja a menor de todas as sementes, quando cresce, fica maior do que as outras plantas. E torna-se uma árvore, de modo que os pássaros vêm e fazem ninhos em seus ramos”.
33Jesus contou-lhes ainda outra parábola: “O Reino dos Céus é como o fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado”.
34Tudo isso Jesus falava em parábolas às multidões. Nada lhes falava sem usar parábolas, 35para se cumprir o que foi dito pelo profeta: “Abrirei a boca para falar em parábolas; vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo”.
- Palavra da Salvação.

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Como você preenche o seu dia?
Precisamos aproveitar bem o nosso dia, porque é precioso e muito bem definido por Deus. Desfrutemos do tempo sadiamente, renunciando ao egoísmo e ao mal decididos a viver todos os momentos com Deus; assim transformamos o dia de hoje que nos foi dado em eternidade.

Hoje não é nem pode ser mais um dia na nossa vida. Precisamos dar a ele um sentido, preenchendo-o com constantes e fervorosas orações e generosas ações. Não há coisa melhor do que fazer todas as coisas em união com Jesus. Em muitos momentos, ao longo do dia, muitas pessoas se sentem nervosas, deprimidas e vazias, justamente porque realizam as suas atividades sozinhas, sem contar com a ajuda e a presença do Senhor.

Este dia pode se tornar um tempo de graça se nos deixarmos guiar pela voz do Senhor Jesus, que tem um desígnio de misericórdia para cada um em particular e quer nos direcionar e nos ensinar como devemos fazer todas as coisas.

“Rendei graças, sem cessar e por todas as coisas, a Deus Pai, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo!” (Efésios 5, 20).

Rezemos com confiança ao longo de todo este dia:

Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago
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O peso que a gente leva... - Há coisas que quero levar, mas não podem ser levadas

Olho ao meu redor e descubro que as coisas que quero levar não podem ser levadas. Excedem aos tamanhos permitidos. Já imaginou chegar ao aeroporto carregando o colchão para ser despachado?


As perguntas são muitas... E se eu tiver vontade de ouvir aquela música? E o filme que costumo ver de vez em quando, como se fosse a primeira vez?


Desisto. Jogo o que posso no espaço delimitado para minha partida e vou. Vez em quando me recordo de alguma coisa esquecida, ou então, inevitavelmente concluo que mais da metade do que levei não me serviu para nada.


É nessa hora que descubro que partir é experiência inevitável de sofrer ausências. E nisso mora o encanto da viagem. Viajar é descobrir o mundo que não temos. É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar o valor do mundo que nos pertence.


E então descobrimos o motivo que levou o poeta cantar: “Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!” Ele tinha razão. A partida nos abre os olhos para o que deixamos. A distância nos permite mensurar os espaços deixados. Por isso, partidas e chegadas são instrumentos que nos indicam quem somos, o que amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo. Ao ver o mundo que não é meu, eu me reencontro com desejo de amar ainda mais o meu território. É consequência natural que faz o coração querer voltar ao ponto inicial, ao lugar onde tudo começou.


É como se a voz identificasse a raiz do grito, o elemento primeiro.


Vida e viagens seguem as mesmas regras. Os excessos nos pesam e nos retiram a vontade de viver. Por isso é tão necessário partir. Sair na direção das realidades que nos ausentam. Lugares e pessoas que não pertencem ao contexto de nossas lamúrias... Hospitais, asilos, internatos...


Ver o sofrimento de perto, tocar na ferida que não dói na nossa carne, mas que de alguma maneira pode nos humanizar.


Andar na direção do outro é também fazer uma viagem. Mas não leve muita coisa. Não tenha medo das ausências que sentirá. Ao adentrar o território alheio, quem sabe assim os seus olhos se abram para enxergar de um jeito novo o território que é seu. Não leve os seus pesos. Eles não lhe permitirão encontrar o outro. Viaje leve, leve, bem leve. Mas se leve.

Padre Fábio de Melo é professor no curso de teologia, cantor, compositor, escritor e apresentador do programa "Direção espiritual" na TV Canção Nova.
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Tudo depende do olhar - Não desista diante daquilo que aparentemente configura sua derrota

Na noite da solidão, na qual as cores perdem a sua força e o opaco semeia ferrugem destituindo o brilho dos sonhos, o olhar é sempre convidado para transcender. Transcender enxergando possibilidades e fabricando recomeços, pautando assim a própria existência pela dinâmica da esperança. Sim. Quando os sentidos se confundem e tudo fica sem sentido, o coração precisa aprender a juntar seus pedaços, buscando novos motivos e significados para continuar acreditando na vida e lutando por ela.


Diante de uma grande dor ou decepção é necessário treinar o olhar para a não desistência, é preciso treiná-lo para sempre ir além.


O homem foi feito para isso, para “ir além“. Além da dor, do desânimo, do medo, além dos próprios limites.


O limite pode ser uma barreira intransponível ou um grande impulso de superação, tudo depende do olhar e do desejo que o motiva. Se ele [limite] for contemplando com madura e sincera esperança, pode se tornar uma realidade profundamente motivadora. Ele nos conscientiza acerca daquilo que realmente somos e, se bem aproveitado, pode nos lançar a concretamente trabalhar pelo aperfeiçoamento diante de nossas fragilidades.


Dessa forma, as vitórias serão constantes e não apenas aparentes, pois serão tecidas no solo do real e no território do possível. E nosso possível será constantemente provocado pelo Divino Auxílio, que, diante de nossas impossibilidades, será sempre portador de infinitas possibilidades para aquilo que nos compõe.


Quando se unem: Consciência de si e liberdade de um lado e Auxílio e esperança do outro, a existência pode ser visitada pela superação daquilo que a encarcera na finitude, construindo assim vida e sentido em tudo o que a comporta.


O homem foi criado para crescer e não para sucumbir diante de dores e dissabores. E isso também depende do olhar, pois, por vezes, o crescimento e a superação residirão nas estradas da dor e da limitação, e quem não desenvolver, no olhar, a precisa sensibilidade para perceber tal realidade, poderá se ausentar da concreta dose de superação conferida apenas por essas experiências.


É comum contemplarmos corações que fazem de tudo para eliminar a dor a qualquer custo; contudo, percebe-se que poucos têm no olhar a sabedoria para compreender que existem dores com as quais precisamos conviver pacientemente, e que estas precisam ser enfrentadas frontalmente para nos acrescentar a devida parcela de crescimento. Isso também depende do olhar.


Existem soluções fáceis que prolongam dores e existem dores momentâneas que, se bem digeridas e vivenciadas, podem perpetuar êxitos e realizações.

Para crescer na vida não há outro caminho, é preciso treinar o olhar... Treiná-lo para perceber o que está além de cada experiência que a existência nos acrescenta e, principalmente, treiná-lo para não desistir diante daquilo que aparentemente configura nossa derrota e humilhação, pois, aí pode se encontrar a força de que precisamos para ser mais... O olhar. Permitamos que a lógica proposta o [olhar] conduza, e contemos com o preciso auxílio que sempre nos possibilitará descobrir sentido e esperança em cada fragmento de tempo e de vida.


Tudo depende do olhar...

Adriano Zandoná - Seminarista e missionário da Comunidade Canção Nova. Reside atualmente na missão de Palmas (TO). É formado em Filosofia e está cursando Teologia. Apresenta o programa "Contra-maré" pela rádio Canção Nova do Coração de Jesus, aos sábados das 16h às 18h. Através do site www.arquidiocesedepalmas.org.br também é possível acompanhar aos sábados toda a programação ao vivo .
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O poder da diferença - Deus nos criou únicos dando-nos a liberdade de sermos originais

Conta-se que um ditador grego enviou seu emissário a outro ditador a fim de pedir conselhos a respeito de princípios para melhor governar. O homem consultado levou o emissário a um milharal e lá cortou, com um bastão, todas as hastes que ficassem, um centímetro que fosse, acima do nível das outras. Depois, mandou o seguinte recado ao outro: não permita que nenhum de seus elementos seja diferente dos demais. Não permita a existência de nenhum homem que seja mais sábio, mais famoso ou até mesmo mais bonito que a massa. Faça com que todos sejam cortados até o nível comum, de modo que sejam iguais; assim todos serão escravos, meros números, todos insignificantes, sem forças para reagir.


Desta forma, os tiranos conseguiam grande êxito em seu governo, já que ninguém ousava ser diferente, por medo ou por comodismo. Nem precisavam se preocupar porque os próprios indivíduos haviam assumido a condição de “milharal nivelado”.


Fico pensando se hoje não acontece o mesmo com nossa geração. Podemos observar que existe uma atração pelo diferente, mas, na prática, são poucos os que estão dispostos a pagar o preço da diferença.


A moda comanda o vestuário, os meios de comunicação atingem o visual e por aí seguem as expressões da massa cada vez mais comuns e niveladas, como o milharal do tirano. São escravos em nome da modernidade.


Diante disso apresento uma excelente notícia: você pode ser diferente e ser feliz!


Nesses dias, ao conversar com um jovem que eu acabara de conhecer aqui na Canção Nova, percebi que ele estava triste e tinha dificuldades em falar a respeito de sua vida. Compreendi, por graça do Espírito Santo, que Deus queria tocar o coração dele naquela conversa e me dispus a tentar ajudá-lo, até que em certo momento ele desabafou: “O fato é que vivo uma fase difícil em minha vida. Depois que tive meu encontro pessoal com Cristo mudei muito e, desde então, não sou bem aceito por meus amigos. Já não curto os programas deles e acabo ficando sozinho. Minha namorada também não entendeu a mudança e terminou o namoro há pouco tempo...”


O que eu disse para aquele jovem, digo também a você que talvez esteja passando por situação semelhante: Não tenha medo de ser diferente! Alegre-se porque você é um escolhido! Talvez o que lhe falte seja encontrar o sentido da sua nova vida em Cristo e despertar para a beleza da vida que se revela na simplicidade das coisas, para as quais, antes de conhecer o amor de Deus, você não lhes dava o verdadeiro valor. A convivência familiar, por exemplo, o contato com a natureza, a leitura de livros formativos e tantos outros meios podem favorecer a felicidade. E mais: existem muitos que pensam e sonham como você. É importante procurar essas pessoas e de algum modo participar de um grupo. O isolamento não costuma gerar felicidade.

Você pode viajar, celebrar, dançar, festejar, brincar e fazer tantas coisas de que gosta. A diferença é que agora você sabe que é amado – e quem se sente profundamente amado só sabe viver para corresponder a esse amor. Tudo o que você vive tem um novo brilho, tem a marca de quem é amado e isso é ser livre.


O Senhor é fiel e bom e lhe dará o (a) namorado (a) certo (a) e os amigos certos se você perseverar buscando-O em primeiro lugar, porque a Sagrada Escritura diz: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e tudo mais lhe será dado por acréscimo” (Mateus 6,33). Tome posse do poder da diferença em sua vida. Coragem!


Conheço pessoas que deixam de apreciar a música clássica ou a boa leitura, por exemplo, porque isso talvez as impeça de “estar na moda”. Existem ainda as que desejam ser honestas, castas e sensatas e têm formação e princípios favoráveis para serem assim, porém, acabam não sendo dessa forma, para não se tornarem diferentes dos demais. Isso poderia deixá-las fora do círculo de amizades e impossibilitaria a integração delas com o grupo, e assim por diante.


Mas qual o problema em ser diferente? Deus nos criou únicos e nos dá a liberdade de sermos originais e livres de toda e qualquer ditadura. A felicidade é alimentada pela liberdade e a liberdade plena está na verdade. “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8,32) A verdade, que liberta, é Cristo; Ele já pagou o preço do pecado que nos escravizava. Somos livres pelo poder d'Ele.

Tomemos posse dessa graça e sejamos diferentes, sem medo! Ser diferente, por ter encontrado a “Verdade”, é um privilégio e não um peso.


Dijanira Silva - Missionária da Comunidade Canção Nova, em Fátima, Portugal. Trabalha na Rádio CN FM 103.7


:: Postado por Régis Cristoativado às 20h49
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O medo do nosso desconhecido - Encarar o positivo e o negativo que existe em nós

No mundo das relações humanas, a base fundamental é conhecer-se e, conhecendo, estabelecer relacionamentos verdadeiros. Muitas vezes, prevalece o medo de entrar  em nosso interior e tomar posse do que realmente somos e cremos, sem criar máscaras de proteção, que escondem nossa verdadeira imagem. A busca de conhecimento do outro, passa necessariamente pelo conhecimento de nós mesmos. O desconhecido em nós, faz com que não tenhamos a força suficiente para ir ao encontro do outro, como somos. Tomar posse do meu eu, para possuir o eu do outro.

 

Anselm Grün, monge escritor alemão afirma: “Quanto mais o medo me leva a evitar um olhar para o meu interior, mais forte torna-se o medo do desconhecido em mim. Jesus fala desse medo do desconhecido quando dirige suas palavras aos doze que escolhera: “Não tenhais medo deles, porque não há nada encoberto que não venha a ser revelado, nem escondido que não venha a ser conhecido.

 

Dizei à luz do dia o que vos digo na escuridão e proclamai de cima dos telhados o que vos digo ao pé do ouvido””(MT 10,26).  Certamente, Jesus estava falando aos seus colaboradores em circunstências bem diferentes à nossa, porém, penso que essas palavras podem ser referidas ao medo que existe em nós.

 

A capacidade de parar e encarar o positivo e o negativo que existe em nós, muitas vezes é abafada pelo medo de nos surpreender com uma explosão do que realmente somos. O medo é fruto de uma atitude muito pessimista em relação a nós mesmos. Na medida em que revelamos, a nós, o nosso interior e assumimos a realidade pessoal do jeito que ela é, passamos a viver uma liberdade jamais vivida.

 

Não temos nada a esconder e muito menos a guardar sob sete chaves. A transparência é o espelho da alma que acredita ser o que ela é para conhecer e amar o outro como ele é. Vivemos tão pouco, porque não estabelecer relacionamentos sinceros e verdadeiros sem medo de nós e do outro? Na medida que amo em mim, a riqueza e a pobreza com que Deus me fez, serei capaz de amar a riqueza e a pobreza do outro.

 

“Para Deus nada fica no escuro. Já o Salmo 139, assim se expressa: “ Se eu disser: As trevas, ao menos, vão me envolver e a luz, à minha volta, se fará noite, nem sequer as trevas são bastante escuras para ti, e a noite é tão clara como o dia, tanto faz a luz como as trevas. Pois tu plasmaste meus rins, tu me tecestes no seio de minha mãe. Graças te dou pela maneira espantosa como fui feito tão maravilhosamente”(Sl 139,11-14). A escuridão não é o lugar do afastamento de Deus, mas de sua especial proximidade. Lá ele fala ao meu coração e ilumina tudo em mim com a luz de seu amor. Ele sabe o que existe dentro de mim. Ele o desvenda para mim. Por isso não preciso mais encobri-lo de mim nem dos outros. Tudo o que há em mim é perpassado pela luz de Jesus. O próprio Jesus desceu para esta escuridão a fim de iluminá-la com sua luz”.(Anselm Gün).

 

No caminho da realização pessoal, o passo fundamental para ser feliz está no abandono do medo de nós mesmos, para mergulhar no nosso interior conhecendo o mais profundo de nossos sentimentos e emoções, iluminados pela luz de Jesus. Assim seremos capazes de mergulhar no conhecimento dos outros e estabelecer relacionamentos verdadeiros, sem preconceitos ou julgamentos indevidos. Nossa convivência em casa, no trabalho, no lazer, na comunidade será agradavelmente prazerosa, quando amarmos o que conhecemos em nós, para poder amar o que conhecemos no outro.

Dom Anuar Batisti - Arcebispo Metropolitano de Maringa-PR

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h53
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Você tem medo do silêncio? Por quê?

Todos nós precisamos de momentos de silêncio para nos encontrarmos com nós mesmos, com a nossa verdade; para descobrimos e conhecermos a nós mesmos. Precisamos conviver conosco para nos conhecermos. Às vezes, ficamos surpresos com certas atitudes nossas, mas isso significa que falta um autoconhecimento.

Quanto mais nos  conhecemos, mais autêntico e original vamos nos tornando. Não podemos ter medo da nossa verdade, porque aquele que nos conhece profundamente e sabe quem somos acolhe-nos do jeito que somos. Jesus veio ao mundo para iluminar a nossa vida.

“Deus é luz e n’Ele não há treva alguma” (I Jo, 5).

Rezemos, hoje, assim: Senhor, prende-me no Seu silêncio, longe dos rumores e das agitações do mundo. Em um silêncio no qual o meu ser se encontre na Sua verdade, na Sua nudez e miséria para que este silêncio me permita descobrir a mim mesmo.

Jesus, eu confio em Vós!

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h52
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Tristeza: o segredo é resistir

Em nossa vida travamos muitos combates. Lutamos contra o pecado, as más inclinações, os sentimentos negativos que enchem o nosso coração e nos trazem confusões. A nossa vida é uma luta constante contra o mal e contra tristeza.

A tristeza é como dor: chega sem aviso prévio. Mas não podemos nos entregar. Ao contrário, o segredo é: resistir. Sabendo disso, o Senhor nos instruiu:
“Não entregues tua alma à tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus pensamentos. A alegria do coração é a vida do homem, é um inesgotável tesouro de santidade; a alegria do homem torna mais longa a sua vida”(Eclo 30,22-23).

Deus nos dá a ordem de não nos entregarmos à tristeza, pois ela já causou a perda de muitos. Ele não quer nos ver morrer por causa disso! Muitas pessoas já morreram psicológica e espiritualmente por causa desse mal. Pessoas que têm a tristeza enraizada no coração! Precisarão remover tudo até não ficar nenhuma raiz de amargura.

A libertação radical da tristeza é obra do Espírito. Só Ele é capaz de erradicar de nós todo esse sentimento e fazer com que a alegria brote abundantemente no nosso interior. Mas Ele precisa da nossa cooperação, sem ela nada fará.

Para que todas as raízes desse mal sejam arrancadas é preciso estar dispostos e abertos a isso. Deus nos dá o livre-arbítrio: a decisão é nossa.

Seu irmão, Monsenhor Jonas Abib

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h52
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O que pensam de minha aparência?


Este é um exercício que precisa começar por você!
Aos poucos, mesmo experimentando um pouco de julgamentos, vamos colher os frutos...

Na verdade, ninguém é o que aparenta e aí está a grande sacada! Portanto, muito cuidado com aquilo que lhe é dito a respeito das pessoas. Infelizmente, e na maioria das vezes, o que assimilamos sobre os outros não é a verdade, mas sim, a aparência. É quase sempre o resultado de experiências que outros viveram em nosso lugar e não é justo nos relacionarmos com as pessoas a partir da experiência dos demais.

Enxergar o coração deverá ser o exercício de hoje!
Quem dera, um dia, olhemos as pessoas como Deus as fez e não como nos dizem que elas são.


Com carinho e orações,
Seu irmão, Ricardo Sá

:: Postado por Régis Cristoativado às 20h51
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"Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe.
Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!
Se o fizesse de minha iniciativa, mereceria recompensa. Se o faço independentemente de minha vontade, é uma missão que me foi imposta".


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